AVISO

O administrador deste blogue
não é responsável pelas opiniões
veiculadas por terceiros
nem a sua publicação quer dizer
que delas partilhe, apenas as
publica como reflexo da
sociedade em que se inserem
dando-lhes visibilidade
mas nunca fazendo delas opinião própria.
Ao desenvolturasedesacatos reserva-se ainda o direito
de eliminar qualquer comentário anónimo ou não identificado, que contenha ataques
deliberadamente pessoais, que em nada contribuampara o debate de ideias ou para a denúncia
de situações menos claras do ponto de vista ético.


quinta-feira, 10 de outubro de 2013

eles são dedicados


HOJE NO "PÚBLICO" Fugas de informação causam mal-estar no CDS e PSD A notícia divulgada no domingo sobre o corte de pensões de sobrevivência provocou mal-estar no CDS, depois de Paulo Portas não ter referido a medida na conferência de imprensa quatro dias antes, e está de novo a causar tensão na maioria.

HOJE NO
"PÚBLICO"

Fugas de informação causam
 mal-estar no CDS e PSD

A notícia divulgada no domingo sobre o corte de pensões de sobrevivência provocou mal-estar no CDS, depois de Paulo Portas não ter referido a medida na conferência de imprensa quatro dias antes, e está de novo a causar tensão na maioria.

Ao que o PÚBLICO apurou, o vice-primeiro-ministro não esperava uma fuga de informação, como aconteceu na TSF, no domingo, sobre a medida cujos contornos, segundo os centristas, não estavam ainda definidos, apesar de já estar acordada com a troika na oitava e nona avaliações. Ainda para mais porque no CDS se acredita que a fuga de informação veio do Ministério das Finanças.

A notícia de domingo pôs em xeque a palavra do vice-primeiro-ministro, que não fez referência a qualquer corte de pensões de sobrevivência na conferência de imprensa da passada quinta-feira, ao lado da ministra das Finanças, Maria Luís Albuquerque, e do secretário de Estado de acompanhamento das medidas da troika, Carlos Moedas.

Paulo Portas referiu apenas que haveria “pequenas e médias poupanças” para o Estado, mas não adiantou mais medidas para lá das que já eram conhecidas. Por outro lado, referiu o corte nas rendas excessivas na energia, medida que parece ter surpreendido a própria ministra, que estava ao seu lado.
No plenário de quarta-feira, durante as declarações políticas, PCP e BE confrontaram a maioria, sobretudo o CDS, com o corte nas pensões de sobrevivência e com a atitude de Paulo Portas. Só  o deputado João Almeida se levantou para defender o partido, o PSD ficou em silêncio. O incómodo foi indisfarçável.

Esta quinta-feira, mais uma fuga de informação levou o CDS a reagir. Segundo o Diário Económico, a ministra das Finanças quer avançar com uma proposta de corte de 15% das subvenções vitalícias dos titulares de cargos políticos.

João Almeida, que é porta-voz do partido, veio fazer uma proposta mais radical: a suspensão total das subvenções. Disse falar a título pessoal, mas apontou o alvo à proposta de Maria Luís Albuquerque.
“Numa altura em que se pedem tantos esforços a muitos portugueses, muitos portugueses que têm rendimentos baixos, em que esse esforço é necessário para a consolidação das contas públicas, não faz sentido que o que se peça aos ex-políticos seja apenas um esforço de 15%”, afirmou João Almeida, que é também vice-presidente da bancada.

O desencontro entre o PSD e o CDS foi assinalado pelo BE. Pedro Filipe Soares, líder parlamentar, relembrou que (tal como o PCP) o partido sempre foi contra a atribuição deste tipo de subvenções. E votou a favor em 2005, quando a lei foi revogada, enquanto o CDS se absteve. “Curioso é que o CDS aparece agora com uma posição radical, de puro ilusionismo, naquela que tem sido uma semana de terror para o CDS”, afirmou, referindo-se à “falta de palavra do líder” e ao facto de “ter ficado na mão do PSD” ontem no plenário.

Ao propor a suspensão total das subvenções vitalícias dos políticos, o CDS “está a tentar tapar outra medida draconiana”, acusou o bloquista, referindo-se aos cortes nas pensões. Já sobre os cortes nos salários dos funcionários públicos, Pedro Filipe Soares desafiou o líder do CDS a dizer o que vai fazer, "sob pena de a sua palavra, que já pouco vale, passe a valer lixo".

Montenegro nega problemas entre bancadas do PSD e CDS

À entrada para a reunião da bancada do PSD - que hoje conta com Passos Coelho -, o líder do grupo parlamentar negou qualquer mal estar no Parlamento entre os dois partidos da maioria. "Isso é uma invenção, não há qualquer problema, há uma articulação total entre bancadas", afirmou Luís Montenegro, desvalorizando ainda o facto de a reunião ser apenas com os deputados do PSD.

Segundo Luís Montenegro, a reunião com a bancada não é sobre o Orçamento do Estado, mas sim a análise da situação política. Lembrando que Passos Coelho vem acompanhado do presidente da comissão permanente do partido, o líder da bancada do PSD considerou que o encontro é realizado com "total normalidade".

* Estes dois partidos não se entendem porque a ambição dos líderes e sequazes é desmedida, cada partido puxa a corda, o povo português, para o seu lado até esquartejar o último dos cidadãos.
Bem-haja à comunicação social que denuncia as manigâncias.


apeidaeumregalodonarizagentetrata.blogspot.pt

Na era do digital Amigos da Filatelia preservam o «correio lento» No Algarve, um grupo de amigos fundou, em 2010, «Os Amigos da Filatelia» porque têm em comum a paixão pelo coleccionismo de selos. Volvidos três anos e num mundo cada vez mais digital, querem manter vivos estes pequenos pedaços testemunhos, mensageiros que «nos contam uma história» e são um marco de cada época.

Na era do digital Amigos da Filatelia preservam o «correio lento»

No Algarve, um grupo de amigos fundou, em 2010, «Os Amigos da Filatelia» porque têm em comum a paixão pelo coleccionismo de selos. Volvidos três anos e num mundo cada vez mais digital, querem manter vivos estes pequenos pedaços testemunhos, mensageiros que «nos contam uma história» e são um marco de cada época.



Os selos postais são parceiros antigos do envelope. Nas cartas, os selos comprovam o pagamento da franquia necessária para o envio das missivas. Estas estampas, coladas no canto superior direito do envelope, são muito mais do que simples objectos de porte. Tornaram-se uma forma de arte e um retrato social. Consequentemente, os selos são passíveis de estudo e de coleccionismo. Em Portugal há, entre uma infinidade de temáticas e abordagens, selos dedicados à azulejaria lusa, selos evocativos da primeira república e, mais recentemente, evocativos da obra da artista plástica contemporânea Joana Vasconcelos.

Estas pequenas estampas cativam muita gente que se reúne em tertúlias em seu redor, verdadeiros apaixonados pela filatelia, ou seja, o estudo dos selos. É o caso de «Os Amigos da Filatelia», um grupo constituído, maioritariamente, por homens e com idade acima dos 50 anos. Criado em 2010, este grupo de apaixonados pelos selos está aberto à «participação de todos que tenham gosto pela filatelia, pela troca de selos ou pelo “snail mail” (correio lento)», diz Sérgio Pedro, responsável pelo grupo.

Actualmente com 20 membros, «Os Amigos da Filatelia», em Faro, querem «promover a confraternização entre os filatelistas, apoiar colecionadores e eventos de âmbito filatélico, sensibilizar as entidades públicas e culturais para o coleccionismo, sobretudo a filatelia». Um apelo que se dirige também à população em geral, alertando para o valor sentimental de uma colecção de selos.

O coleccionismo de selos, para Sérgio Pedro, está associado à própria diversidade humana porque ambos são movidos por múltiplas motivações. «Uma coisa é certa, o coleccionismo de selos ou outros produtos postais, como carimbos comemorativos, flâmulas, provas de artista, permite ao coleccionador dedicar o seu estudo ao que quiser. Eu, por exemplo, tenho uma colecção temática sobre a psicologia», diz.


O mundo da filatelia pode ir muito além do simples passatempo, sendo uma actividade que obriga a uma rigorosa metodologia. Existem, assim, dois conceitos a reter: há coleccionadores que organizam a sua colecção de acordo com regulamentos e com o intuito de ganhar prémios e há os amantes mais simples que juntam os selos pela satisfação pessoal.

«No primeiro caso, a colecção apresenta-se como uma investigação na qual o filatelista vai apresentando o seu estudo com as diferentes peças filatélicas. No segundo caso o coleccionador organiza a colecção de acordo com os seus critérios muito próprios e a sua criatividade», explica Sérgio Pedro.

Seja qual for a opção, consegue-se encontrar um elo de ligação entre as duas formas de encarar o colecionismo de selos. Tipicamente, os selos coleccionam-se por país, organizados cronologicamente, e por temas, organizados de acordo com os temas e subtemas definidos pelo coleccionador.

E os protagonistas da história, os selos, podem ser adquiridos na Internet, nos Correios de Portugal e, em alguns casos, por trocas ou por doações. Seja como for, o importante é preservar este património porque «quando falamos de filatelia falamos de tempo e dos tempos. Os selos, independentemente da sua idade, estão sempre associados a uma época com as suas próprias características, sendo que todos os selos nos contam 
uma história», comenta o nosso interlocutor.

Sérgio Pedro reconhece o desafio que é manter uma colecção de selos numa Era digital e num momento em que algumas cartas já não necessitam de selo e por isso considera que «Os Amigos da Filatelia» têm também como missão «sensibilizar as pessoas que herdam colecções que, além do valor monetário têm um valor sentimental, as mantenham como forma de recordar o passado; sensibilizar e incentivar a população a dedicar-se a este passatempo como forma de abstrair-se dos problemas do dia-a-dia».

O nosso interlocutor não esquece, também, as crianças e o incentivo que é «coleccionar, uma vez que maioria dos coleccionadores iniciaram as suas colecções quando eram pequenos, independentemente de, mais tarde, as abandonarem para retomarem em idade adulta. Para Sérgio Pedro é importante difundir iniciativas como o Postcrossing, que promove o «snail mail». «Uma das coisas mais interessantes, enquanto coleccionadores de selos, é a qualquer momento recebermos uma carta na nossa caixa de correio sem esperarmos», sublinha.

Para concretizar esta missão, «Os Amigos da Filatelia» têm uma agenda de actividades preenchida que passa por organizar, juntamente com o Núcleo de Filatelia de Faro, duas mostras filatélicas (com carimbo comemorativo), participam no boletim «O Mensageiro do Algarve», alimentam diariamente o blogue com o nome do grupo e organizam a ALGARPE
X, uma mostra filatélica.

Lisboa - Miss Can, uma «Senhorita Lata» de conserva com muito amor Patriota, sensual, corajosa, tradicional e criativa. Estas são as cinco personalidades de Miss Can, ou seja, tema de embalagens temáticas com três latas de conserva com assinatura nacional. A iniciativa nasceu em Lisboa e dá uma nova imagem a um produto com tradição neste palco luso. Para já, é possível conhecer esta «varina» no Castelo de São Jorge

.




A indústria conserveira em Portugal tem séculos de história, uma linha narrativa que ainda hoje continua a ser escrita. Para Bárbara Cabral, Tiago Ribeiro e Marta Almeida Fernandes esta história nacional entrou-lhes porta dentro. O avô de Bárbara e Tiago foi conserveiro, com fábricas em Olhão e Setúbal, o bisavô de Marta era armazenista e distribuidor de conservas.

Os três já não tiveram contacto directo com o fabrico das conservas, mas as memórias da tradição familiar permanecem vivas. E, agora, foram reanimadas com a iniciativa Miss Can (Senhorita Lata). «Depois desta crise instalada, era vontade de todos criar algo que trouxesse Portugal para outro patamar e sempre a pensar no lado positivo», diz Bárbara Cabral.

Os três empreendedores encontraram nas conservas o meio para realizar aquele desejo. Desde logo decidiram posicionar a nova marca para o mercado externo. Assim, a assinatura desta Miss Can surge em inglês: «From Portugal with love» («De Portugal com amor»).

E desta forma Portugal oferece ao Mundo cinco embalagens diferentes, cada uma com três latas de conserva: uma de atum, uma de cavala e uma de sardinha. A diferenciá-las, os temperos que dão nome aos temas.

«Criámos a Miss Can e pensámos que seria uma varina portuguesa e teria cinco personalidades diferentes. Essa Miss Can seria tradicional, hotbravecreative epatriotic. Através dessas personalidades, a Miss Can conta um pouco sobre a história de Portugal, as tradições, a gastronomia portuguesa», explica Marta Almeida Fernandes.

A Miss Can tradicional reúne três latas de conserva em azeite simples, a brave(corajosa) é temperada com tomate, a hot (sensual) contém azeite picante, a creative(criativa) tem o atum, a sardinha e cavala em azeite picante com pickles, a patriot(patriota) são conservas de bacalhau.

Todos estes sabores chegam-nos envoltos numa embalagem onde a Miss Can está devidamente vestida de acordo com o tempero. Dentro da embalagem conta-se um pouco sobre Portugal. «Todas têm um pequeno texto sobre o projecto, sobre as conservas e sobre a qualidade do peixe português. Todas as embalagens trazem também uma receita. Depois conforme o tempero assim são os outros conteúdos», comenta Bárbara.

A conserva tradicional aborda alguns temas e personalidades bem chegadas ao coração luso: Rafael Bordalo Pinheiro, do fado, o chá das cinco «inventado» por Catarina de Bragança, infanta portuguesa, rainha de Inglaterra. Na embalagem brave é contada a história dos Descobrimentos, de Camões e da fundação do Reino de Portugal. O pacote hot homenageia as especiarias, o caminho marítimo para a Índia, enquanto o creative dá a conhecer a calçada portuguesa, Fernando Pessoa e o prémio Nobel da Literatura, José Saramago. Finalmente, o patriot traz-nos o turismo, o sol, o mar, o peixe.
Os três empreendedores querem, sobretudo, «que as pessoas levem não só as conservas mas também um pouco de Portugal consigo. Posicionamo-nos como sendo mais do que comida», comenta Bárbara.

À oferta das embalagens há a juntar a venda avulso da conserva de ovas de sardinha, «o caviar português», como a designam os nossos interlocutores.

As conservas chegam do Norte do país, de uma fábrica localizada em Póvoa de Varzim. «No início contactámos umas dez conserveiras. Procurávamos qualidade e o fabrico artesanal. Ficámos com esta fábrica da Póvoa de Varzim», diz Tiago.

A ideia saiu do papel e instalou-se no Castelo de São Jorge, em Lisboa, em Junho de 2013, onde os pacotes Miss Can estão expostos num velhinho triciclo Piaggio APE, recuperado para o efeito. Depois de terem criado a varina Miss Can, os promotores da iniciativa pensaram num ponto de venda ambulante. Nasceu, desta forma, a ideia do triciclo, embora não seja ambulante, dado estar estacionado naquele monumento da capital.

«Por razões de logística, decidimos fixar um ponto de venda e não é portanto ambulante», reforça Marta. A ideia é ter mais postos de venda e abrir ao mundo através das vendas on-line.

A Miss Can teve o apoio da Câmara de Lisboa, através do «Programa Lisboa Empreende», que proporcionou o acesso ao microcrédito. «Depois nós fomos ter com a EGEAC [empresa do município de Lisboa encarregada pela gestão de equipamentos e animação cultural] para podermos estacionar a mota no Castelo. Nasceu assim uma nova iniciativa, de que fomos pioneiros, as Start up do Castelo», avança Bárbara Cabral. 

MILITÃO RIBEIRO - ASSASSINADO PELA PIDE NA DITADURA FASCISTA



CLIK NESTE LINK

http://www.pcp.pt/dmfiles/brochura_militao.pdf

Grandes crânios! Um ponto de ordem à mesa: qualquer pessoa, incluindo, portanto, este subitamente "famoso" estudante brasileiro, tem o direito de não gostar de Marx, de Lenine, de Stalin, de Salazar, de Hitler, do Tony Carreira, da Santa da Ladeira, dos Três Pastorinhos, de Jorge Jesus, do Pinto da Costa...


Grandes crânios!


Um ponto de ordem à mesa: qualquer pessoa, incluindo, portanto, este subitamente "famoso" estudante brasileiro, tem o direito de não gostar de Marx, de Lenine, de Stalin, de Salazar, de Hitler, do Tony Carreira, da Santa da Ladeira, dos Três Pastorinhos, de Jorge Jesus, do Pinto da Costa...
Agora, como fez este tal estudante brasileiro, recusar-se a fazer um trabalho académico sobre Marx, com a desculpa de não gostar do marxismo, que, ao que parece, considera como que uma espécie de doença... é hilariante!
Se a moda pega, começaremos a ter estudantes a recusar trabalhos nas faculdades de medicina, por não gostarem da tuberculose, da gonorreia, do sarampo...

ESPECTACULAR ! - As esculturas hiper-realistas de Ron Mueck Com sede em Londres escultor Ron Mueck, um ex-modelo e fabricante de marionetas para a televisão e filmes para crianças, tem vindo a criar esculturas de arte desde 1996. Utilizando resina, fibra de vidro, silicone, e muitos outros materiais, Mueck constrói semelhanças hiper-realistas de seres humanos,

As esculturas hiper-realistas de Ron Mueck


Com sede em Londres escultor Ron Mueck, um ex-modelo e fabricante de marionetas para a televisão e filmes para crianças, tem vindo a criar esculturas de arte desde 1996. Utilizando resina, fibra de vidro, silicone, e muitos outros materiais, Mueck constrói semelhanças hiper-realistas de seres humanos, enquanto brincava com escala. As esculturas são detalhados cativante quando visto de perto, pois podem ser muitas vezes maiores ou menores do que o esperado. 23 fotos ]

A escultura, intitulada "Mask II" pelo escultor Ron Mueck, no Museu de San Ildefonso, na Cidade do México, em 20 de setembro de 2011.(Reuters / Henry Romero)
2
Um visitante olha para a escultura intitulada "Duas Mulheres" pelo artista Ron Mueck no Museu de Brooklyn, em 31 de janeiro de 2007.(Timothy A. Clary / AFP / Getty Images) # 
3
Um close-up de "Duas Mulheres". Original aqui .CC BY SA Fernando de Sousa ) # 
4
"O homem em um barco", de Ron Mueck exibido na Fondation Cartier pour l'art contemporain em Paris, em 15 de abril de 2013.(Thomas Coex / AFP / Getty Images) # 
5
"Boy", uma escultura de cinco metros de altura concluída em 2000. Original aqui .CC BY Tamaki Sono ) # 
6
Visitantes olhar "Mask III" (2005) de Ron Mueck, durante uma exposição na Fundação Cartier para a Arte Contemporânea, em Paris, em 27 de dezembro de 2005. (Thomas Coex / AFP / Getty Images) # 
7
Um visitante tira uma foto de "Mulher com varas" pelo artista Ron Mueck, na Fondation Cartier pour l'art contemporain, 15 de abril de 2013, em Paris. (Thomas Coex / AFP / Getty Images) # 
8
Close up de "Mulher com varas" na galeria Hauser & Wirth em 16 de abril de 2012 em Londres, Inglaterra.(Dan Kitwood / Getty Images) # 
9
Um visitante para as Galerias Nacionais da Escócia está ao lado de "homem selvagem", de Ron Mueck em 4 de agosto de 2006.(Jeff J Mitchell / Getty Images) # 
Um grupo de alunas olhar "homem selvagem" na Galeria Nacional de Victoria, em Melbourne, no dia 10 de fevereiro de 2010.(Reuters / Mick Tsikas) # 
Mulheres olhar para uma escultura intitulada "Na Cama", de Ron Mueck, no Museu de San Ildefonso, na Cidade do México, em 4 de outubro de 2011. (Ronaldo Schemidt / AFP / Getty Images) # 
Repórteres ficar ao lado de "Na Cama", durante uma pré-visualização de sua exposição no Museu de Arte Contemporânea (MARCO), em Monterrey, em 17 de março de 2011. (Reuters / Tomas Bravo) # 
Um visitante admira "Mask", de Ron Mueck, em exposição na Galeria Saatchi, em Londres, em 14 de abril de 2003.(Reuters / Peter Macdiarmid) # 
Uma peça exposição intitulada "Juventude", na abertura da nova Ron Mueck exposição na Galeria Nacional de Victoria, em 21 de janeiro de 2010, em Melbourne, na Austrália. (Raoul Wegat / Getty Images) # 
Uma visão mais próxima da "Juventude", de Ron Mueck, na Galeria Nacional de Victoria em 21 de janeiro de 2010, em Melbourne, na Austrália. (Raoul Wegat / Getty Images) # 
A escultura, intitulada "Mulher que está" por Ron Mueck é exibido no Art Center Towada em Towada, Aomori Prefecture, no Japão, em 11 July, 2008. (Kazuhiro Nogi / AFP / Getty Images) # 
Um homem olha para uma escultura intitulada "A Girl", de Ron Mueck na Galeria Nacional de Victoria, em Melbourne, em 10 de fevereiro de 2010. (Reuters / Mick Tsikas) # 
"Mulher com compras", uma escultura de Ron Mueck exibido na Fondation Cartier pour l'art contemporain em Paris, em 15 de abril de 2013.(Thomas Coex / AFP / Getty Images) # 
Um visitante olha para "Mulher Com Shopping, 2013", em Paris, em 16 de abril de 2013. (AP Photo / Francois Mori) # 
Visitantes ver uma escultura intitulada "Casal Dar" pelo escultor Ron Mueck, no Museu de San Ildefonso, na Cidade do México, em 20 de setembro de 2011. (Reuters / Henry Romero) # 
Um visitante fotografa uma escultura intitulada "Casal Jovem de 2013", de Ron Mueck durante o dia de imprensa para sua exposição na Fondation Cartier pour l'art contemporain em Paris, em 15 de abril de 2013. (Reuters / Charles Platiau) # 
Um fim de "MaskII", uma escultura de Ron Mueck na Fondation Cartier pour l'art contemporain em Paris, em 15 de abril de 2013.(Thomas Coex / AFP / Getty Images) # 

Visitantes tirar uma foto de "tração" pelo artista Ron Mueck na Fondation Cartier pour l'art contemporain, 15 de abril de 2013, em Paris.(Thomas Coex / AFP / Getty Images) #