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sábado, 14 de setembro de 2013

NOITE DE LUZ - poesia de António Garrochinho


NEVOEIRO


O estranho caso do rapto do Algarve POR GONÇALO GOMES ⋅ TEMAS OPINIÃO, ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO Em final de silly season, eis que chega alguma animação, eventualmente para compensar a tristeza que se avizinha, com o aproximar do adeus às “sunsets”, “boat parties” e outras “typicalities” que o Verão nos trouxe. Para variar, desta vez sob a forma de um rapto à escala regional. É verdade, nuestros hermanos, concretamente os nossos vizinhos andaluzes, decidiram tomar de assalto, sem pedir autorização, o nome do Algarve para promover as suas costas.

O estranho caso do rapto do Algarve


Em final de silly season, eis que chega alguma animação, eventualmente para compensar a tristeza que se avizinha, com o aproximar do adeus às “sunsets”, “boat parties” e outras “typicalities” que o Verão nos trouxe.
Para variar, desta vez sob a forma de um rapto à escala regional.
É verdade, nuestros hermanos, concretamente os nossos vizinhos andaluzes, decidiram tomar de assalto, sem pedir autorização, o nome do Algarve para promover as suas costas.
Definitivamente, a família não se escolhe…
Vai daí, os agentes responsáveis pelo turismo cá da região vieram a público, e muito bem, insurgir-se contra a apropriação indevida da “marca” Algarve, para promoção de um outro local, na margem errada do Guadiana.
No entanto, parece-me que estamos perante um caso de confusão a pedido. Isto porque nas últimas décadas o Algarve tem, na sua cruzada turística, desbaratado a sua paisagem, com sistemáticas e repetidas agressões, alegremente destruindo tudo aquilo que o tornava verdadeiramente único.
De forma quase autista, foi importado e decalcado, à força, um modelo territorial de betonização e massificação da ocupação da costa (e mais além), temperado com relvados polvilhados por bandeirinhas e palmeiras, enquanto o interior e as suas actividades tradicionais eram votadas ao esquecimento e ao abandono.
E não deixa de ser curioso que muita da inspiração tenha sido retirada das inúmeras piolheiras que a costa Sul de Espanha durante tantos anos acarinhou e agora deita abaixo a dinamite, aproveitando para alojar alguns dos autarcas responsáveis em resortspenitenciários.
A troca de meia dúzia de patacos fáceis, o Algarve vendeu a sua identidade. Preferiu ser um postal a juntar a tantos outros, em vez de desenvolver um modelo adaptado às suas especificidades paisagísticas e culturais, afirmando-se como região única e não como produto.
Não há grandes dúvidas de que foi, e ainda é, bom para alguns bolsos. Alguns, mas não muitos. É por isso que a terra prometida, do “Algarvian Dream”, descambou no pesadelo do recorde de desemprego. O tecido económico criado por esta ilusão, para alem de frágil, é desequilibrado em nome de uma monocultura insustentável e totalmente vulnerável a factores internamente incontroláveis.
Mas pior é constatar que, ao contrário do que muitos possam pensar, a loucura não conheceu o seu fim com a explosão da crise, tantas vezes anunciada. Basta ver o que está a ser cozinhado para as margens da Lagoa dos Salgados, e temos a prova de que não aprendemos nada, e que não há quem nos defenda…
Ora os nossos vizinhos, espertalhões como são, apenas se limitam a capitalizar sobre a confusão em torno do que é, verdade seja dita, confundível – mas não igual, importa lembrar.
Sem a afirmação clara e inequívoca de uma identidade forte, que só pode advir dos traços característicos da região, há lugar ao equívoco. Enquanto a promoção da “marca” Algarve não assentar verdadeiramente nos traços característicos da sua paisagem (valores e recursos naturais – sem ser em ridículos canteiros –, aptidões territoriais, valores culturais e patrimoniais, etc.), estes episódios suceder-se-ão, num mercado turístico cada vez mais agressivo.
Os andaluzes colam-se ao Algarve? Vinguemo-nos e coloquemos o Mortadelo y Filemón nos nossos cartazes. Ou então, se quisermos ser mesmo vingativos e cruéis, exportemos a Fanny, o José Castelo Branco e os membros da nossa Assembleia da República para Espanha, como castigo.
No entanto, nada disso não resolve a origem do problema. E essa é a afirmação, para lá de qualquer dúvida, do corridinho em relação às sevilhanas, ou quaisquer outros ritmos.

Autor: Gonçalo Gomes é arquiteto paisagista, presidente da Secção Regional do Algarve da Associação Portuguesa dos Arquitetos Paisagistas (APAP)
(e escreve segundo o antigo Acordo Ortográfico)

S.L.BENFICA - PAÇOS DE FERREIRA


VEJA NO DESENVOLTURAS & DESACATOS - CINEMA - FILME COMPLETO -Johnny.Got.His.Gun.(1971)Legendado em Português.



Romance de Dalton Trumbo's, 1939 Johnny Got His Gun. Diz o conto de um soldado cujo corpo é severamente danificado depois que ele é atingido pela artilharia alemã durante a Primeira Guerra Mundial. Seus braços, pernas, olhos, boca, nariz e orelhas se foram e ele não pode ver, falar, cheirar ou ouvir, porém a sua mente funciona perfeitamente, deixando-o preso em seu próprio corpo. O livro foi suspenso de impressão por muitos anos durante a Segunda Guerra Mundial e a Guerra Fria. Trumbo dirigiu a adaptação para o cinema em 1971.Trechos do filme foram usados no videoclip "One", da banda Metallica[1]. Foi ideia do baterista Lars Ulrich e do cantor James Hetfield, que gostavam muito do livro.
Deixemos este legado agora legendado em português para os apreciadores de um bom filme de guerra.

VEJA NO DESENVOLTURAS & DESACATOS - O Menino da Porteira - Filme Completo



O Menino da Porteira é um filme de drama brasileiro de 2009 dirigido por Jeremias Moreira Filho e roteirizado por Jeremias e Carlos Nascimbeni. O filme é inspirado na canção "O Menino da Porteira" gravada em 1955, composta Teddy Vieira e Luisinho, e também no longa homônimo lançado na década de 70.

Diogo (Daniel) é um boiadeiro que trabalha levando a boiada para a fazenda Ouro Fino. No sítio de Remanso ele encontra com Rodrigo (João Pedro Carvalho), um jovem menino que sonha ser como ele. Diogo ao conhecer a história do local, resolve defender os moradores do vilarejo, atrás de um preço mais justo. Isso faz com que o dono da fazenda Ouro Fino, Major Batista (José de Abreu) o pressione para não aceitar o trabalho de Otacílio Mendes (Eucir de Souza), que juntamente com Dr. Almeida (Zedu Neves) pretendem tirar as terras do monopolizador dono de grande parte das terras.2 Não cedendo, o major manda seus capangas perseguirem os moradores, para fazerem com que eles vendam o gado a seu preço.2 Apaixonado por Juliana (Vanessa Giácomo), filho de Batista, ali começa uma história de amor.

Em uma reunião secreta se reúnem um certo grupo de moradores dispostos a controlar o comércio de gado, enquanto isto, capangas de Major Batista incendeiam a casa de um deles.3 Em uma perseguição a Diogo, Rodrigo acaba sendo morto, pisoteado pela boiada. Revoltados, toda a comunidade vai até a fazenda do major para tirar satisfação, não se importando com a situação, Batista diz que a culpa não foi dele, já que o menino entrou na frente dos bois. Diogo fica furioso com isso e pega uma arma para atirar nele, mas acaba abrindo a porteira aonde está um boi. Certamente, isso faz com que o vilão morra naquele momento.

PEOPLE ARE AWESOME 2013 (THE BEST)- OS HUMANOS SÃO ESPECTACULARES

ORA AQUI ESTÁ´UM GUARDA LAMAS PRÁTICO E DESCAARVÁVEL PARA A SUA BICICLETA, VEJA A APRESENTAÇÃO E VÍDEO

guarda-lamas para bicicleta mais prático que já vimos: Ass-Savers

Paralama bicicleta Ass-Savers
Chega de se sujar com o famoso spray de lama lançado pela roda da bike toda vez que sair de casa após um dia chuvoso. Ou de ter que fazer acrobacias em cima da bicicleta pra desviar de poças que teimam em surgir no nosso caminho. O Ass-Savers vai literalmente salvar sua bunda (e costas, é claro)!
Com certeza é um dos melhores projetos nesse sentido que já vi. Um para-lama altamente funcional e extremamente prático que você só precisa prender embaixo do banco da bicicleta, desdobrar e pronto, sua retaguarda estará protegida de qualquer respingo gerado pelo pneu traseiro ao se aventurar pelas ruas da cidade. Você também pode querer ver o artigo sobre o Sinal Pisca-Pisca para bicicletas.
O para-lama para bicicletas Ass-Savers não foi desenvolvido para substituir o para-lama padrão, ele foi desenvolvido para ser um para-lama emergencial. Seu formato justifica essa apelação, pois foi projetado para que seja bem pequeno, dobrável e portátil. Segundo o fabricante, o Ass-Savers é compatível com 80% dos bancos para bicicletas desenvolvidos hoje em dia.
É desenvolvido com 50% de material reciclado, pesa 15 gramas ( equivalente a1/10 de um para-lama de plástico normal), está disponível em 10 cores e tem a duração de aproximadamente até 10 mil dobradas.
O Ass-Savers pode ser encontrado em 3 modelos diferentes que custam entre €7,99 e €8,99 (aproximadamente R$25) e tem entrega em qualquer lugar do mundo com preço fixo de €3,00. Ainda segundo o site do acessório, na compra de 3 ou mais unidades o frete é grátis para qualquer país.

Vídeo do para-lamas para bicicleta em ação

 Paralama bicicleta Ass-Savers
Paralama bicicleta Ass-Savers
Paralama bicicleta Ass-Savers
Paralama bicicleta Ass-Savers
Paralama bicicleta Ass-Savers
Paralama bicicleta Ass-Savers
Paralama bicicleta Ass-Savers
Paralama bicicleta Ass-Savers
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Função Pública - Virão aí mais chumbos? - Apoiado por uma horda de comentadores, politólogos e “cientistas” políticos com cadeira reservada nas televisões e jornais nacionais, o governo impinge-nos dia a dia a patranha de que há funcionários públicos a mais, que ganham bem demais e que, mesmo depois de aposentados, têm reformas demasiado altas.

Função Pública - Virão aí mais chumbos?


Apoiado por uma horda de comentadores, politólogos e “cientistas” políticos com cadeira reservada nas televisões e jornais nacionais, o governo impinge-nos dia a dia a patranha de que há funcionários públicos a mais, que ganham bem demais e que, mesmo depois de aposentados, têm reformas demasiado altas.
Nada mais mentiroso! A média de funcionários públicos por habitante, em Portugal, é menor do que a média europeia. Os seus ordenados e pensões estão abaixo da média europeia. A percentagem do PIB que é gasta nos vencimentos dos funcionários públicos é menor do que na maior parte dos países da União Europeia. Mais... em poucos anos, o número de funcionários públicos desceu de mais de 700.000, para pouco mais de 500.000. Mais ainda e em consequência desta diminuição brutal de entradas para a Função Pública de novos trabalhadores... há sectores onde é evidente a falta de funcionários.
Ainda assim, o governo não hesita em, numa manobra revanchista, canalha e «terrorista», tentar vingar outro “chumbo” do Tribunal Constitucional, com mais uma agressão cobarde aos mais indefesos, deixando intactos os grandes interesses.
Mais ainda, numa tentativa canhestra por tão evidente, de tentar dividir para reinar, o governo encena a manobra asquerosa de deixar de fora dos cortes alguns funcionários, como sejam os magistrados e as forças policiais, o que, em condições normais, poderia ser considerado ofensivo até pelos próprios “beneficiados”, por se paraecer demasiado com uma tentativa de suborno do poder judicial e de garantia de “fidelização” das forças policiais, atendendo à contestação crescente que varre a sociedade.
- Estas novas medidas têm hipótese de serem anticonstitucionais – dizia o meu amigo, que, como se pode ver por este “têm hipótese” é bastante cauteloso nas suas afirmações. E continuou: se vierem por aí mais “chumbos” do Tribunal Constitucional... o Passos Coelho fica histérico, ou não odiasse ele o TC e a própria Constituição!
A nossa conversa de café ia muito bem e dentro de limites de seriedade apreciáveis... mas como seria de esperar, a minha incapacidade de manter uma conversa séria durante muito tempo, obrigou-me a estrear uma teoria.
- Não, pá! O Passos Coelho fica histérico, mas não é por odiar a Constituição. O problema é que, como se compreende, as palavras"chumbo" e "coelho", escritas na mesma frase... têm um efeito tremendo!!!