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quinta-feira, 12 de setembro de 2013

MAQUILHAGEM ARTÍSTICA - ESTA GAROTA É INCRÍVEL

Esta garota é incrível…

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Esta garota desevolveu uma incrível habilidade em maquiagem FX. Segundo ela descreveu num fórum, faz dois anos que resolveu dedicar-se ao trabalho. Confira se tem futuro. 
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ocioso

O que é a troica?.....Chegam dia 14 sábado , "arrecadem" as carteiras! A troica é a indústria dos serviços financeiros (especulação financeira) que não produz nada a não ser "dívida" e ainda por cima, livre de impostos!..





O que é a troica?.....Chegam dia 14 sábado , "arrecadem" as carteiras!

A troica é a indústria dos serviços financeiros (especulação financeira) que não produz nada a não ser "dívida" e ainda por cima, livre de impostos!..
Impagavel?!....Não pagas "cash", a tempo e horas,pagas em Soberania e Independencia.Como está demonstrado pelos cinco anos de existência dos planos rígidos para sair da recessão, elaborados pelos dirigentes da UE e o resto , BCE e FMI, as medidas drásticas de austeridade aplicadas até agora, revelam que é preciso que o Estado evite adoptar medidas que levem à estagnação da economia real, quer dizer:Aquela que produz bens materiais transaccionáveis, por oposição àquela que vive da especulação financeira e imobiliária cujo única "produção" consiste na criação de "dívida".Os privados devem resolver a sua vida. Abram falência! Não há nenhuma razão para andarmos a alimentar um sector bancário privado que depende do dinheiro que o Estado lhe dá para poder exisitir.
Enquanto isso, nada estanca a hemorragia financeira da incipiente economia portuguesa, atacada já de gangrena "troikiana". Por seu lado, a banca "auto-premeia-se com a distribuicao", mais que generosa, de bonus de (im)produtividade, agradece...
Assim, esta caminhada "bovina" para o açougue, só pode ser trágica.
Quem paga,os depenados contribuintes!...
Joe Wolf


António Mendonça é o candidato da CDU à Câmara de Faro António MendonçaAntónio Mendonça é pela terceira vez consecutiva o candidato da CDU à presidência da Câmara Municipal de Faro nas eleições autárquicas de 29 de Setembro O consultor, de 64 anos, é natural de São Brás de Alportel, mas trabalha e reside em Faro há mais de 36 anos, cidade em cuja autarquia já desempenhou o cargo de vereador durante o mandato do socialista João Botelheiro, na década de 1990.




Autárquicas:

 António Mendonça é o candidato da CDU à Câmara de Faro
António MendonçaAntónio Mendonça é pela terceira vez consecutiva o candidato da CDU à presidência da Câmara Municipal de Faro nas eleições 
autárquicas de 29 de Setembro

O consultor, de 64 anos, é natural de São Brás de Alportel, mas trabalha e reside em Faro há mais de 36 anos, cidade 
em cuja autarquia já desempenhou o cargo de vereador durante o mandato do socialista João Botelheiro, na década de 1990.

Nas últimas eleições autárquicas, em 2009, o partido foi a terceira força política mais votada, com 5,25 por 
cento dos votos, o que não permitiu eleger nenhum vereador, embora tenham sido eleitos três deputados municipais.

Em declarações aos jornalistas à margem da cerimónia de apresentação da sua candidatura, António Mendonça 
salientou que acredita que a CDU conseguirá alargar o número de votantes nas próximas eleições, para eleger pelo 
menos um vereador.

"O que temos feito justifica mais votos e mais eleitos", frisou, admitindo que um dos seus objetivos é a manutenção 
da freguesia de Santa Bárbara de Nexe, a única no concelho liderada pela CDU, desde há quase 12 anos.

O engenheiro eletrotécnico afirmou ainda que não considera uma boa solução o despedimento de trabalhadores 
na autarquia, depois de o atual presidente, Macário Correia (PSD), ter reduzido para 800 o número de funcionários da autarquia,
 menos 220 do que quando foi eleito, em 2009.

"Os trabalhadores das autarquias têm que ser o melhor aproveitados possível e não podemos transformar um grande 
empregador no nosso concelho, que é o município, em mais um grande desempregador", criticou.

António Mendonça defendeu ainda que a CDU irá lutar para que haja mais investimento público municipal, mesmo em tempo
 de restrições orçamentais e perante uma dívida global da autarquia que ascende aos 80 milhões de euros.

"Nós temos que ser capazes de assumir as responsabilidades da dívida contraída em executivos antigos por má gestão
 dos recursos disponíveis, mas não podemos deixar de ter condições para continuar a fazer investimento", concluiu.

António Mendonça tem sido, desde o 25 de Abril de 1974, candidato em todas as eleições autárquicas, primeiro na Câmara 
de São Brás e, nos últimos dois anos, na Câmara de Faro.

Eles não aprendem, mesmo No dia em que deu entrada no Tribunal Constitucional o primeiro pedido de fiscalização sucessiva do diploma que a maioria se lembrou de aprovar para pôr os trabalhadores da Administração Pública a trabalhar gratuitamente 5 horas por semana durante o resto das suas vidas, o Governo aprovou mais dois diplomas que se habilitam a outros tantos chumbos.

Eles não aprendem, mesmo


No dia em que deu entrada no Tribunal Constitucional o primeiro pedido de fiscalização sucessiva do diploma que a maioria se lembrou de aprovar para pôr os trabalhadores da Administração Pública a trabalhar gratuitamente 5 horas por semana durante o resto das suas vidas, o Governo aprovou mais dois diplomas que se habilitam a outros tantos chumbos.

No primeiro, a emenda de um soneto chumbado, reduzem de 66 para 60% e de 50 para 40% do salário de origem, respectivamente nos primeiros seis meses e a partir do sétimo mês, as remunerações a que tinham direito até agora os trabalhadores colocados em mobilidade especial. Fixam ainda um limite máximo para essa remuneração nos 1257 euros. Os mandões acham que podem legislar retroactivamente e coagir pela miséria funcionários que ousem desobedecer a ordens que prejudicam o Estado mas são da conveniência da chefia respectiva.

No segundo, aprovam um corte de 10% a todas as pensões de aposentação aos reformados com menos de 75 anos. Os mandões querem que o Estado português se transforme num vigaristazeco que põe cidadãos uma vida inteira a trabalhar para conquistar o direito a uma velhice digna e, chegada essa velhice, quando nada podem fazer, altera unilateralmente esse contrato e apropria-se de 10% do valor que se comprometeu a pagar-lhes até à morte. Não pode ser. Estes garotos vão ter que levar nas orelhas outra vez. Hão-de levar tantas até aprenderem que governar não é mandar. Ou até se irem embora. Ontem já seria tarde. Eles não aprendem, mesmo.

opaisdoburro.blogspot.pt

DOUTRO SÉCULO II-BELAS CORTESÃS ATÉ ANOS 60 Cortesã, conforme os usos do século XVI, era termo utilizado para referir-se às amantesque se associavam aos ricos e poderosos nobres que as proviam de luxo e bem-estar, assim como status junto à corte, em troca de sua companhia e seus favores.



DOUTRO SÉCULO

II-BELAS CORTESÃS

ATÉ ANOS 60


Cortesã, conforme os usos do século XVI, era termo utilizado para referir-se às amantesque se associavam aos ricos e poderosos nobres que as proviam de luxo e bem-estar, assim como status junto à corte, em troca de sua companhia e seus favores. A própria palavra cortesã está indissoluvelmente associada à palavra Corte, como sinônimo dos nobres que podiam ter contato direto com a realeza.
Durante o período da Renascença Européia, as cortesãs desempenharam papel importante nas classes mais altas, muitas vezes substituindo a esposa legítima em eventos sociais. Era relativamente comum, naquela época, que maridos e esposas nobres vivessem separadamente, mantendo o casamento apenas por questões de linhagem sanguínea e preservação de alianças políticas, e que os maridos procurassem a companhia agradável e satisfação sexual nas cortesãs.














apeidaeumregaloonarizagentetapa.blogspot.com

Portugueses protestam contra homenagem de Miguel Relvas no Rio de Janeiro- .Relvas vaiado no Rio de Janeiro Miguel Relvas foi ontem vaiado ao início da noite no Rio de Janeiro, por um grupo de portugueses que se reuniu em frente ao Museu Histórico Nacional onde o ex-ministro foi homenageado.


RELVAS FOI ONTEM VAIADO NO RIO DE JANEIRO

Relvas vaiado no Rio de Janeiro


Miguel Relvas foi ontem vaiado ao início da noite no Rio de Janeiro, por um grupo de portugueses que se reuniu em frente ao Museu Histórico Nacional onde o ex-ministro foi homenageado.
De acordo com comunicado da organização, o protesto juntou um grupo de portugueses que reside na cidade brasileira contra a homenagem a um "ministro dimissionário" que "abandonou" o Governo "após uma polémica envolvendo a sua licenciatura".

À entrada para o Museu, explica a organização, foram distribuídos panfletos com "o curriculum verdadeiro" do ex-governante e atiradas palavras de ordem em jeito de agradecimento ao "bem estar que [Relvas] trouxe ao país", lê-se.

Uma manifestante ainda conseguiu chegar à fala com Miguel Relvas, homenageado pela Câmara Portuguesa de Comércio e Indústria do Rio de Janeiro por se ter "destacado no incremento das relações bilaterais ao londo deste ano".

Mas o ex-ministro, depois de ter reservado alguma atenção à manifestante, acabou por virar as costas. O protesto continuou já fora do recinto, ainda de acordo com a organização, e os convidados da cerimónia acabaram por receber o tal panfleto.

Viriatoapedrada.blogspot.com

Financiamento Mais de 800 milhões ficaram por usar na linha de crédito às PME A linha de crédito PME Crescimento, cujo plafond foi reforçado no início do ano passado para não faltar ‘ajuda’ às empresas, terminou 2012 com mais de 800 milhões que não foram utilizados. Ao Jornal de Negócios, desta quinta-feira, o presidente do Instituto de Apoio às Pequenas e Médias Empresas e à Inovação (IAPMEI) aponta como razões principais o baixo nível de procura de crédito e a subcapitalização.

Financiamento Mais de 800 milhões ficaram por usar na linha de crédito às PME
A linha de crédito PME Crescimento, cujo plafond foi reforçado no início do ano passado para não faltar ‘ajuda’ às empresas, terminou 2012 com mais de 800 milhões que não foram utilizados. Ao Jornal de Negócios, desta quinta-feira, o presidente do Instituto de Apoio às Pequenas e Médias Empresas e à Inovação (IAPMEI) aponta como razões principais o baixo nível de procura de crédito e a subcapitalização.
Mais de 800 milhões ficaram por usar na linha de crédito às PME
DR
ECONOMIA
Apesar de em Julho do ano passado, o ainda ministro da Economia Álvaro Santos Pereira ter anunciado a necessidade da linha PME Crescimento ser reforçada em mil milhões, a tendência verificada no primeiro semestre de 2012, altura em que a sua execução era de 85%, não se manteve.
De acordo com dados do gabinete do novo ministro Pires de Lima, facultados ao Jornal de Negócios, o ano passado terminou com uma cativação de 1.660 milhões de euros, ou seja, 840 milhões do plafond total de 2.500 milhões ficaram por utilizar.
Um facto que surpreende tendo em conta as dificuldades que as empresas dizem estar a atravessar e os baixos spreads praticados, entre 3,9 a 4,9% mais baixos do que a média do mercado.
“No início do ano é difícil calcular o nível de procura que [as empresas] terão, e é preciso dar a ideia que não haverá escassez”, explica o presidente do Instituto de Apoio às Pequenas e Médias Empresas e à Inovação (IAPMEI), Luís Filipe Costa.
Nestas declarações ao Jornal de Negócios, o presidente do IAPMEI apresenta duas razões para os mais de 800 milhões não terem sido utilizados. “A procura de crédito por PME não está nos seus níveis máximos (…) e grande parte das PME não tem níveis de capitalização que lhes permita aceder a estas linhas. O maior problema é o da subcapitalização”, esclarece.