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segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Festa do Avante - Um bonito texto de Lúcia Gomes A MINHA PRIMEIRA FESTA! Lúcia Gomes Tinha 14 ou 15 anos, não me lembro bem. Não conhecia o PCP para alémdaquele centro de trabalho onde ia, aos fins de semana, ouvir poesia ejam sessions com a minha irmã, o Tiago e alguns amigos com quem tinhauma banda (o Pedro, o Beto, o Tony). Um dia, o João Gustavo bate-me àporta e pergunta-me se quero ir à Festa do Avante! actuar no CaféConcerto.

Festa do Avante - Um bonito texto de Lúcia Gomes



A MINHA PRIMEIRA FESTA!

Lúcia Gomes


Tinha 14 ou 15 anosnão me lembro bemNão conhecia o PCP para alémdaquele centro de trabalho onde ia, aos fins de semanaouvir poesia ejam sessions com a minha irmã, o Tiago e alguns amigos com quem tinhauma banda (o Pedro, o Beto, o Tony). Um dia, o João Gustavo bate-me àporta e pergunta-me se quero ir à Festa do Avante! actuar no CaféConcerto.
Não percebi muito bem a coisamas pareceu-me bem. Fui trabalhar parajuntar dinheiro para ir e, chegados à data, fui com o Pedro, o baixista,apanhar o comboio a Espinho. “O comboio da Juventude!”. Um comboiointeiro cheio de gente para ir à Festa do Avante. Sento-me, acanhada, num dos bancos do regional e ouvi toda a gente a tratar-se porcamaradaNão percebi porquêNão conhecia nenhum comunista além do João. De repente vejo um rapaz que percorria as carruagens a oferecerbolachas de canela a toda a gente.
Olhou para mim e disse: “Camaradaqueres uma bolacha?”. E eu lembro-me de achar simpático ele oferecer bolachas a toda a gentemas alto e pára o baile que eu não era camarada de ninguém.
Chegada ao recinto, esperei numa fila para ir montar a tenda. Ficámos àsombraMal entrei na Quinta da Atalaia tudo me pareceu irrealTantagentenovavelhaaltabaixaaquele palco incrível ao fundo dadescida, o sorriso e o à vontade de todas as pessoas, os pavilhões decada distritoComo era possível aquilo existir e eu nunca ter ouvidofalar? Passeámos pelos pavilhõesorgulhosos quando passávamos pelodistrito de Aveiro e  fomos até à Cidade da Juventude ver o que nosesperava. O palco era girocom uma espécie de passerelle até às mesas,pinturas e cores por todo o lado.
Fomos jantar. E de repente todas as pessoas levantavam o seu tabuleiro, punham os restos ao lixo, colocavam a loiça e o tabuleiro num sítio paraefeito e o lugar ficava livre e limpoMas afinal que sítio era aqueleonde todos se tratavam por camaradas e se comportavam daquela forma, de sorriso nos lábios. Lembro-me que enquanto pedia a comida todoseram simpáticos e me tratavam por tucomo se me conhecessem desdepequena.
concerto era no sábado, o nosso. Vimos os concertos de sexta e arrepiei-me. Nunca tinha visto um palco tão imponente e toda a gente adançar numa explosão de bandeiras e de saltos ao som de uma músicainstrumental. Gente que descia as ruas e se abraçava e dançava.Apanhada no meionem que não quisesse, também eu saltei e deigargalhadas.
No dia seguinte  fomos. Eu, o Pedro, o João e o Tony actuámos naCidade da JuventudeAinda hoje guardo as fotos dessa meninice. O meunamorado à data surpreendeu-me e apareceu . E assim que apareceu eunão conseguia calar-me para lhe contar desta fraternidade que saía portodos os poros, da alegria que vibrava por todos os cantos daqueleespaço. Fomos comprar coisas para comer e para beber e sentámo-nos,descalços, na relva, a olhar o palco.
Como se aquele sítio fosse nosso desde sempre. E o João disse-me, somosnós que a construímos. E eu achei que não era possível.
No dia seguinte era o dia de ir emboraEnquanto uns diziam, vamoscedonão vamos ficar para a política, pedi que nós ficássemos mais umpouco. E de repente não vi mais nada senão um mar vermelho. Uma corrubra que inundava a Atalaia enquanto se ouvia no palco Carlos Carvalhas, sobre a situação política. Lembro-me de gozar com o sotaquepela primeira vez ouvir, de facto, o que dizia. E de me arrepiar comuma música que entoavam (“Avantecamaradaavante”), seguidadaquela inenarrável e contagiante alegria da Carvalhesa ( lhe sabia onome).
Fiquei triste por ser a hora de ir embora.
Entrei no carro, estava muito calor, e fomos pela nacionalpara ser maisbaratorumo a casaNão abri a boca a viagem toda. Aquela gente, aquelas cores, aquela alegria tinha ficado entranhada na minha peleNãoera possível haver um sítio como aqueleOnde “podes ser quem tu és,ninguém te leva a malonde a gente trata a gente toda por igual”.
Ficou-me entranhada na pele, no sangue. E desde esse diatodos os anosvoltei. Com outras pessoascom famíliacom amigos um ano não fui. E  lamento nunca  ter estado com o meu PaiMas a Festa!, essa, continua aliRubra, de portas abertas, a tratar toda a gente por igual. Ehoje, sou eu quem chama a toda a gente camaradasMesmo quando é asua primeira Festa e os seus sentidos estão tão alerta quanto estavam osmeus.
São três dias que não se encontram em nenhuma parte do mundo, anossa Festa!.  
Até camaradas!


As palavras são armas

antigo inspector da pide faz revelações sobre o «angoche» – 40 anos depois do misterioso desaparecimento do navio ao largo de moçambique By Lucas Carré oscar (2)Completam-se no próximo mês de Abril 42 anos sobre um dos mistérios mais intrigantes da historia mais recente de Portugal:

antigo inspector da pide faz revelações sobre o «angoche» – 40 anos depois do misterioso desaparecimento do navio ao largo de moçambique

oscar (2)Completam-se no próximo mês de Abril 42 anos sobre um dos mistérios mais intrigantes da historia mais recente de Portugal: o desaparecimento do navio Angoche ao largo de Moçambique carregado de bombas para aviões das FAP que operavam naquele antigo território ultramarino. Óscar Cardoso faz a abordagem num livro de Bruno Oliveira Santos (Histórias Secretas da PIDE/DGS (p. 401-402) sobre esse intrigante caso que contou com cumplicidades ao mais alto nível, desde a antiga União Soviética ( crê-se que do KGB), do Partido Comunista Português, quadros da Frelimo ( agora bem instalados no poder em Moçambique).Tão intrigante que, como relata o antigo inspector da PIDE, o processo sobre este assalto sumiu das instalações da antiga Polícia política na Rua António Maria Cardoso logo a seguir ao 25 de Abril de 1974 – assim como outros importantes documentos que manchavam a reputação de altos quadros do PC, os quais foram parar a Moscovo aos arquivos do KGB ( e que serviram par actos de chantagem no pós Revolução em Portugal…)  
Vejamos o que Óscar Cardoso relata sobre o assalto ao Angoche, um caso que, mercê das boas relações agora existentes entre Portugal e Moçambique, poderia desencadear uma investigação mais rigorosa e apuramento de responsabilidades:
“Ingressei em miúdo na Mocidade Portuguesa, quando tive de ingressar. Fi-lo, curiosamente, quando estudava no Colégio Moderno, do Dr. João Soares. Mais tarde entrei para a Legião Portuguesa e frequentei o Instituto Superior de Estudos Ultramarinos. Interrompi o curso para fazer o serviço militar na Índia. Depois fui para a Guarda Nacional Republicana até que, em 1965, entrei para a PIDE. Na estrutura da PIDE, Barbieri Cardoso era inspector superior. Mas depois apareceu São José Lopes, um homem com grande influência em Angola, e era necessário dar-lhe outra situação para compensar o bom serviço que tinha feito. Então, nomearam-no inspector superior do Ultramar. Entretanto, havia na PIDE um indivíduo muito mais antigo do que o Dr. São José Lopes, o inspector Coelho Dias, que era subdirector, e que também queria ser inspector superior. Criaram-se assim os lugares de subdirector-geral para Barbieri Cardoso, de inspector superior do Ultramar para São José Lopes e de inspector superior do Continente para Coelho Dias. Havia uma divisão de tarefas entre os três. A PIDE tinha muito boas relações com todas as polícias e serviços secretos do seu género na Europa e no mundo. É conhecida a ligação de Barbieri Cardoso aos serviços secretos franceses, dirigidos pelo conde Alexandre de Marenches. Mas dávamo-nos bem com todas as polícias congéneres e também com os americanos da Central Intelligence Agency (CIA). Operávamos muito em África, através de informadores, sobretudo nos países vizinhos de Angola, Moçambique e Guiné. Por exemplo, havia informadores na Tanzânia em ligação a Oscar Kambona, o chefe da oposição a Julius Nyerere. Mas o controlo era feito através de Lisboa, pela secção central na António Maria Cardoso, chefiada por Álvaro Pereira de Carvalho. Tínhamos de facto bons informadores em África, onde os nossos serviços faziam um trabalho sobretudo de intelligence, em colaboração estreita com os militares.
angoche (2)Foi precisamente através da nossa rede na Tanzânia que soubemos o que se tinha passado com o navio Angoche. O navio Angoche levava material para a nossa Força Aérea, material sofisticado, essencialmente material explosivo, bombas para os aviões, etc., e creio que ia para Porto Amélia. Soubemos que o Angoche foi abordado em 23 de Abril de 1971 por um submarino da União Soviética e que os seus tripulantes foram levados para a Tanzânia, para a base central da Frelimo, Nachingwea. Foi uma operação executada por soviéticos, o que nos foi possível confirmar pelas análises que fizemos dos vestígios encontrados no barco. A primeira pessoa que fez a investigação a bordo do Angoche foi o inspector Casimiro Monteiro. Verificou que as armas não estavam lá. A tripulação foi levada para Nachingwea e depois, penso eu, terá sido aniquilada. Penso que iam no Angoche à volta de vinte e três pessoas. Mais de metade eram africanos, de Moçambique, e os outros europeus. O navio não era de passageiros mas levava um passageiro a bordo, a quem se deu uma boleia, o que era estranho. Houve uma outra coisa curiosa: a mudança, à última hora, do radiotelegrafista. O radiotelegrafista que era para ir resolveu não ir. Pode ter sido uma mera coincidência, mas é curioso que assim tenha sido. Na nossa opinião, tratou-se de uma operação soviética, feita em colaboração com o Partido Comunista Português. Fala-se que houve oficiais da Marinha, hoje oficiais generais, que estariam envolvidos nisso. Houve também o estranho caso de uma rapariga que foi “suicidada” na cidade da Beira e que estava ligada aos meios esquerdistas da Marinha portuguesa. Esta versão dos factos constou dos nossos relatórios na altura. Tínhamos um relatório secreto sobre o Angoche que desapareceu da sede da DGS, na Rua António Maria Cardoso, depois do 25 de Abril. Foi um dos processos que desapareceram. O caso estava a ser investigado.
NOTA:
A última notícia relacionada com o navio “Angoche” chegou-nos de Fernando Taborda, o último administrador português de Quionga:
“Saiba o povo português que, em Março de 1974, foi descoberta, na foz do Rovuma, uma baleeira do navio “Angoche”, com insígnias começadas por NA confirmada pelo cabo de mar de Palma e que, sobre ela, nunca me foi dada resposta à circular que mandei para a Capitania de Porto Amélia.”
In Quionga, meu amor
UMA ACHEGA:
NAVIO “ANGOCHE”
No dia 23 de Abril de 1971, o navio “Angoche” foi assaltado em alto mar, na costa de Moçambique, quando ia em viagem para o Norte.
Os 22 tripulantes foram levados para a Tanzânia e assassinados em Nachingwea, uma base da Frelimo.
Supõe-se que o assalto tenha sido feito por meios navais soviéticos, talvez um submarino e foram encontradas manchas de sangue no navio, o que prova que foi usada violência contra os tripulantes.
O jornal “Notícias” de Lourenço Marques foi impedido pela Comissão de Censura de divulgar qualquer informação, o mesmo acontecendo com os jornais de Lisboa.
O jornal “Star” de Joanesburgo, que era vendido na esquina do “Continental”, em Lourenço Marques, começou a referir-se ao assunto a partir da última semana desse mês de Abril de 1971. As informações eram poucas e as suposições eram muitas. “Diz-se”, “fala-se”, “supõe-se”…
O mesmo acontecia com a Rádio Brazaville e a Rádio RSA de Joanesburgo, que transmitiam em português. Ou com as emissões em inglês da BBC e da Voz da América. Todas escutadas por mim.
Nunca ouvi a Rádio Moscovo e a “Voz da Frelimo” (através da Rádio Tanzânia) referirem-se ao assunto em Abril/Maio de 1971, apesar de eu as escutar todos os dias para o efeito.
Ainda hoje permanece o mistério sobre o que teria acontecido aos tripulantes e a um provável passageiro, que viajavam a bordo do navio “Angoche”.
Só 3 dias depois, a 26 de Abril de 1971, o navio foi abordado pelas autoridades coloniais portuguesas, pelo que houve quem se interrogasse em Moçambique se não teria sido tempo demais para dar pela falta de um navio daquele tamanho e com uma carga daquela natureza.
Usou-se o clássico raciocínio do “Motivo, Meios e Oportunidade” para tentar perceber o que se tinha passado:
- Motivo e Oportunidade: a Frelimo e a União Soviética, porque o “Angoche” transportava material de guerra;
- Meios: apenas a União Soviética, porque a Frelimo não tinha meios navais para um assalto em alto-mar.
Por motivos óbvios estratégicos e porque um acto de pirataria contra um navio mercante civil não honra particularmente quem o pratica, a URSS nunca falou no assunto.
Quatro anos depois, com o golpe militar de 25 de Abril em Lisboa, desapareceu o relatório secreto sobre o assunto.
Assim se passaram 40 anos sem que a opinião pública tivesse tido o direito de saber o que se passou.
Haverá pessoas daquele tempo que sabem o que aconteceu ou que tiveram acesso ao relatório.
É tempo de quebrarem o silêncio!

CRIME, DIGO EU !

Caixa Geral de Depósitos, um banco à margem da Lei! Imagine o leitor que um dia vai pagar uma conta utilizando o seu cartão multibanco e não consegue. Imagine que até tem saldo mais que suficiente para pagar o valor em débito, aliás tem saldo para pagar várias vezes aquele valor mas, não consegue.

Caixa Geral de Depósitos, um banco à margem da Lei!


Imagine o leitor que um dia vai pagar uma conta utilizando o seu cartão multibanco e não consegue. Imagine que até tem saldo mais que suficiente para pagar o valor em débito, aliás tem saldo para pagar várias vezes aquele valor mas, não consegue. 

O comerciante insiste, a mensagem é sempre a mesma "Não autorizado". Um problema com o equipamento do comerciante, pensa o leitor, procura uma maquina multibanco nas redondezas e  quando tenta fazer um levantamento recebe a mensagem "Não tem saldo disponível". Neste momento está certamente a ficar preocupado, selecciona outra operação, consulta de saldo ou de movimentos e, o resultado não é apresentado.

Corre para o computador, consulta a sua conta através do serviço online. O resultado não é mais animador "Não tem contas disponíveis". Se estava preocupado começa a ficar em pânico. O que se passou? Para onde foi todo o seu dinheiro? Telefona para a linha directa de apoio ao cliente. Do outro lado alguém lhe diz "A sua conta foi bloqueada mas não lhe podemos dizer mais nada, tem de contactar a sua agência". Não adianta explicar que já estão encerradas todas as agências do banco, não adianta pedir explicações, do outro lado a monocórdica voz de "script" continuará a dizer "tem de contactar a sua agência".

Depois de um final de dia assustador, depois duma noite mal dormida chega a hora da abertura da agência do banco, lá está o leitor à porta desesperado para que chegue a sua vez, desesperado por saber o que aconteceu ao seu dinheiro. Chegada a sua vez tem à sua espera mais do mesmo, na sua agência não sabem explicar o quê, nem o porquê. Alvitram a hipótese duma penhora ou algo semelhante mas não sabem dizer sem margem para dúvida o que se passa. "Isto é feito centralmente e nós aqui no balcão não sabemos!". "Mas eu tenho de saber o que se passa, não posso ficar sem dinheiro e sem saber porquê", diz o leitor já a perder a pouca paciência que ainda lhe resta.

Não sei, tenho de pedir essa informação. Diz a funcionária com um semblante que revela desagrado pela maçada que o "indigente" que tem à sua frente lhe está a causar.
Peça então a informação, eu tenho de saber.
Vou fazer o pedido mas não vou ter já a resposta.
- Como não? Telefone, peça a informação. Eu quero saber o que se passa.
- Não posso. Não temos contacto telefónico com os serviços. Temos de enviar o pedido de informação electronicamente e depois os serviços respondem.
- Mas respondem quando? Eu não posso continuar nesta situação.
- Devo ter a resposta amanhã de manhã. Passe por cá amanhã.
- Como amanhã? Eu preciso resolver isto já. Como é possível que desde ontem eu não tenha um cêntimo e ainda me diz que amanhã "deve ter" uma resposta? Eu preciso já! Preciso de respostas e do meu dinheiro!
- Não podemos fazer nada. O assunto é tratado centralmente. Só amanhã!

Se este diálogo lhe parece surreal o seguinte ainda mais surreal parecerá. No dia seguinte, depois de mais um dia na miséria e depois de mais uma noite mal dormida, o recém "indigente" regressa ao banco com a secreta esperança de que apenas tenha estado a sonhar e que o sonho tenha sido um pesadelo. Regressa com a esperança de acabar com o pesadelo que vive há dois dias. De novo em frente da funcionária escuta uma explicação que o deixa aliviado "A sua conta foi bloqueada por ordem da Autoridade Tributária (AT), processo XPTO no valor de 250 Euros". Suspira de alivio e diz "Então é um erro esta situação que estou a viver. Eu tinha um saldo muito superior a esse valor. Quer dizer que posso movimentar o meu dinheiro excepto esses 250?" 

A conclusão do recém "indigente" parece óbvia e lógica, o que ele não esperava era ouvir o que se seguiu. "Não, não pode. A sua conta esta bloqueada a débito e só deixará de estar quando resolver a questão com a AT. É a forma mais rápida, vá lá e pague. Quando eles enviarem a informação que está pago nós desbloqueamos a conta.". Ao ouvir isto o "indigente" fabricado pelo banco sente-se como se tivesse levado um murro no estômago com o mundo a desabar-lhe em cima. "Como quer que eu vá pagar o que quer que seja se vocês têm todo o meu dinheiro. Se eu não levantar dinheiro da conta não consigo pagar nada, nem sequer consigo comprar comida. Não tenho mais dinheiro, só tenho o que está na minha conta". A resposta surge fria e desinteressada "Pois, sobre isso não lhe posso dizer nada, terá de resolver. Há muitos clientes que aqui nos chegam na mesma situação. Não posso fazer nada".

A situação descrita acima é ficcional mas muito mais real do que pode neste momento estar a pensar. O Noticias sem Censura falou com vários clientes da Caixa Geral de Depósitos (CGD) que nos relataram vivências semelhantes algumas com contornos dramáticos. João, Carlos, Fernando e Jorge (nomes fictícios) são clientes da CGD que sentiram na pele esta situação, dois deles ainda estão a sentir.

  • João tinha uma conta poupança na CGD com um saldo superior a 6000 Euros. Procedeu em 2011 à entrega electrónica da sua declaração de IRS, fê-lo no último dia do prazo e teve o azar de ter apanhado um momento em que o servidor da AT estava bloqueado motivo pelo qual a sua declaração já entrou depois da meia noite. Até aqui parece linear, entrou depois do prazo paga multa. No entanto a questão tem outros contornos, o prazo terminava durante o fim de semana o que, de acordo com a Lei, faz com que o prazo termine no dia útil imediatamente a seguir. O chefe da serviço de finanças assim não entende, resolve fazer uma estranha e inovadora leitura da Lei em vigor dizendo que esta só se aplica a entregas físicas e não a entregas electrónicas,  multa João em 150 Euros. Não conformado este recorre da multa e espera por uma decisão superior.
O que João não esperava era ver, no inicio de 2013 a sua conta totalmente bloqueada à ordem da AT, para pagamento do valor de 180 Euros (valor da multa acrescido de juros). No próprio dia em que esta situação aconteceu João deu-se por vencido, desistiu de lutar pelos seus direitos, desistiu de lutar pela justiça e foi pagar os 180 Euros. Imediatamente entregou na CGD o comprovativo em como a situação estava regularizada e esperou ficar com a sua conta desbloqueada. Esperou e desesperou, só passado um mês e meio teve finalmente hipótese de aceder ao dinheiro que era seu e que de forma ilegal tinha sido na totalidade bloqueado pela CGD.

  • Aproximava-se o Natal de 2011, Carlos dava inicio aos preparativos da consoada quando, repentinamente, se vê sem dinheiro nenhum. Tinha 2300 Euros no banco bloqueados para pagamento duma divida de 320 à Câmara Municipal. Bem tentou Carlos encontrar uma forma de resolver o problema. Bem tentou argumentar no banco que se a divida era de valor bem inferior ao seu saldo pelo menos a diferença ele tinha de poder movimentar. De nada valeu a argumentação, a CGD fez tábua rasa da Lei, nem o valor mínimo de sobrevivência permitiu que fosse movimentado. Para Carlos esta foi uma situação que nunca mais vai esquecer, o pior Natal da sua vida a ter de recorrer a amigos para conseguir sobreviver até ter a conta desbloqueada.
  • Fernando aufere mensalmente um vencimento que ronda os seiscentos e poucos Euros, como tem uma penhora ao vencimento no valor de um sexto leva para casa mensalmente um montante que ronda os 550 Euros no inicio de Agosto viu a sua conta bancária bloqueada pela totalidade por ter sido alvo duma penhora da AT. Desde essa data que está impossibilitado de movimentar a conta tendo ficado sem qualquer possibilidade de sobrevivência uma vez que o seu vencimento é depositado na conta que viu bloqueada e que está por decisão da CGD impossibilitado de movimentar.
  • Jorge recebe o seu vencimento numa conta da CGD da qual é primeiro titular. Não há outras entradas de dinheiro na conta que não sejam provenientes do seu vencimento, transferências que são devidamente identificadas com a descrição de que de um vencimento se trata. Em meados de Agosto ia efectuar um pagamento e não conseguiu, ligou para o banco e soube que tinha a sua conta bloqueada mas não ficou a saber porquê. Dirigiu-se a um balcão do banco e esperou dois dias até ser informado que a sua conta tinha sido bloqueada porque existia uma ordem de penhora da AT a ser executada ao segundo titular da conta. Jorge argumentou que a conta apenas tinha o seu vencimento, entregou cópias a provar o que afirmava, escreveu ao departamento jurídico do banco a solicitar o desbloqueio do seu vencimento. Passaram 3 semanas, Jorge não tem resposta do banco, não tem acesso ao seu vencimento e entrou em incumprimento com todos os pagamentos que tinha domiciliados na sua conta.
Juristas contactados pelo NSC analisaram estes casos e são unânimes em afirmar que a CGD está a violar claramente a Lei, a ultrapassar o que lhe é solicitado pelas entidades que ordenaram as penhoras e a negar aos seus clientes os meios de subsistência consagrados na legislação em vigor. No caso de João a CGD agiu bem ao dar preferência à conta poupança e não à conta à ordem porque assim está consagrado mas, em situação alguma tinha justificação para congelar a totalidade do saldo devendo apenas bloquear o montante solicitado pela AT. Neste caso, segundo comentaram ao NSC, a própria ordem de penhora por parte da AT viola a Lei uma vez que está em apreciação um recurso da decisão do órgão, quando muito, no limite seria solicitado ao contribuinte que prestasse uma garantia.

Também Carlos devia ter visto bloqueado apenas os fundos necessários para o cumprimento da ordem de penhora, uma vez que o saldo era superior esse montante devia ter sido imediatamente disponibilizado. 

No que diz respeito a Fernando a situação complica-se, sendo a sua conta uma conta vencimento e tendo sido a CGD informada da existência de uma penhora de vencimento no valor de 1/6 não pode em situação alguma o valor penhorado ultrapassar 1/6. São impenhoráveis 2/3 do vencimento tendo como limite máximo o valor de três salários mínimos e como valor mínimo o valor de um salário mínimo. O legislador estipula que é necessário garantir a subsistência e estabelece limites aos valores penhoráveis quer no que diz respeito a salários quer no que diz respeito a saldos bancários e, por maioria de razão, à conjugação das duas situações. Ou seja, Fernando não pode ficar com menos de 485 Euros disponíveis mensalmente.

A situação de Jorge é mais grave, não é o alvo da penhora, prova que todas as verbas depositadas na sua conta são provenientes do seu vencimento e encontra-se impossibilitado de cumprir com os seus compromissos por uma falta de acção por parte da CGD que insiste em manter uma situação ilegal à nascença. 

Em todos os casos os juristas contactados defendem que os clientes da CGD que foram lesados por estas acções devem agir judicialmente contra o banco e reclamar junto da entidade supervisora, no caso o Banco de Portugal. Acrescentam um ponto que nos parece de relevo, em nenhum caso uma conta bancária pode ser penhorada na sua totalidade estando legalmente consagrado que o valor dum salário mínimo tem de ficar disponível. Situação que não está a ser cumprida pela CGD com os evidentes problemas que isso acarreta para os lesados.

Confrontados com a hipótese de intentarem uma acção judicial contra a CGD as respostas de João, Carlos, Fernando e Jorge foram unânimes o custo e o transtorno que uma acção dessas acarreta são incomportáveis além de que, acrescentam desanimados "eles têm a faca e o queijo na mão. Não conseguimos ganhar ao monstro". Fernando e Jorge dizem que neste momento nem conseguem pensar em mais nada a não ser encontrar uma forma de sobreviver uma vez que a CGD se apoderou de todo o seu rendimento.

Carlos justifica ainda o facto de não agir judicialmente com o resultado da reclamação que enviou ao Banco de Portugal sobre o seu caso, diz ele "Enviei uma queixa ao Banco de Portugal na esperança que tivesse alguma influência na resolução do meu caso. Três meses depois recebi uma carta onde me diziam que uma vez que o assunto com o banco já estava resolvido iam arquivar a queixa. Vale a pena fazer alguma coisa? Acho que não!"

Ultrapassam a centena e meia as queixas feitas ao Provedor de Justiça sobre situações idênticas. A CGD tem continuado a ignorar a Lei, as recomendações do Provedor e inclusive as indicações do regulador. 

A Lei quando nasce não é para todos, pelo menos para a CGD não é! A CGD continua impunemente a desrespeita-la e a não permitir aos seus clientes sequer a garantia que estes têm consagrada de sobrevivência.

NOTÍCIAS SEM CENSURA

Jerónimo de Sousa: «Pretendem fazer da Constituição o bode expiatório do fracasso do governo»


Jerónimo de Sousa: «Pretendem fazer da Constituição o bode expiatório do fracasso do governo»

Jerónimo de Sousa: «Pretendem fazer da Constituição o bode expiatório do fracasso do governo»



No discurso de encerramento da Festa do Avante, no Seixal, Jerónimo de Sousa falou durante cerca de uma hora. As críticas foram inúmeras, mas Passos Coelho recebem mais «carinho» por parte do líder do Partido Comunista…

O secretário-geral do PCP criticou a "política de rapina" do Governo da maioria PSD/CDS-PP, que faz da Constituição da República Portuguesa "bode expiatório", sem deixar de fora o PS porque abriu caminho ao "pacto de agressão".
"É evidente que lançam o barro à parede. Exigem tudo para conseguir sempre muito. Este fatiar sistemático e implacável, quer dos rendimentos do trabalho, que dos seus direitos, é a institucionalização de uma descarada política de rapina e de exploração do trabalho, que tem de ser travada e revertida", afirmou Jerónimo de Sousa, no encerramento da 37.ª Festa do "Avante!", no Seixal, relativamente aos cortes anunciados na despesa do Estado.
O líder comunista, num discurso de cerca de uma hora, perante uma plateia de várias dezenas de milhares de pessoas, no palco 25 de Abril da Quinta da Atalaia, condenou o anúncio do executivo de Passos Coelho e Portas de "um novo ciclo, uma viragem na ação do Governo" por se passarem a "apresentar-se como os mais paladinos defensores do crescimento económico e do emprego".
"É preciso dizer com total clareza que não aceitamos que, em nome da crise, se possa invocar o direito de não cumprir a Constituição. Tal como não se pode aceitar que, em nome da obediência à 'troika', se possa instalar uma espécie de 'estado de sítio' não declarado ao país", continuou, referindo-se aos dois mais recentes 'chumbos' do Tribunal Constitucional.
O deputado do PCP classificou outro ano de funções do executivo, o segundo, como "uma governação de destruição e desastre nacional", na "aplicação do pacto de agressão de ruína do país e da vida dos portugueses que o PS e os partidos do actual Governo concertaram com o Fundo Monetário Internacional, União Europeia e Banco Central Europeu ['troika'], à revelia do povo".
"Têm muitas contas a prestar aos portugueses por esta sua errada e ilegítima decisão", afirmou, destacando que "21% da população portuguesa está a viver abaixo do limiar da pobreza", e que o Governo conta "com a conivência e apoio do PS em aspectos centrais".
Para o líder comunista, "é preciso dizer 'basta' à política da mentira e do cinismo".
"Pela mão dos governos do PS e de Sócrates já se desbravava o que o pacto de agressão veio consolidar (ataque às autarquias, escola pública, Serviço Nacional de Saúde, despedimentos e congelamento de salários na Função Pública) e que Passos (Coelho) e (Paulo) Portas se encarregaram de intensificar", considerou.
Jerónimo de Sousa não admite que "o PS, agora que se avizinham eleições, venha encher o ar de palavras contra o actual Governo quando, de facto, desenhou e caucionou a ofensiva em curso.
Diário Digital com Lusa

Os 10 maiores mistérios do mundo não resolvidos

Os 10 maiores mistérios do mundo 

não resolvidos


00 ora real, ora fantasia, em que pensamos em todo tipo de resposta. Nesse post, vamos conferir alguns deles, que apesar de todo o nosso conhecimento e evolução científica, continuam sem resposta.

Manuscrito Voynich

0000000000Nomeado com o nome do  antiquário e livreiro Wilfrid Voynich M., que o adquiriu em 1912, o Manuscrito de Voynich é um livro de 240 páginas escrito detalhadamente em uma linguagem ou script que é completamente desconhecido. Suas páginas também são preenchidas com desenhos coloridos e diagramas estranhos, eventosbizarros e plantas totalmente desconhecidas, acrescentando o fato de o documento ser extremamente difícil de decifrar. O autor original do manuscrito permanece desconhecido, mas a datação por carbono revelou que suas páginas foram feitas em algum momento entre 1404 e 1438. “ Ele foi chamado de “manuscrito mais misterioso do mundo”.
Há várias teorias sobre a origem e a natureza do manuscrito. Alguns acreditam que ele foi concebido para ser uma farmacopeia, para tratar de temas medievais do  início da medicina moderna.  Muitas das imagens de ervas e plantas sugerem que  têm sido uma espécie de livro-texto para um alquimista.  O fato de que muitos diagramas parecem ser de origem astronômica, combinado com os desenhos não identificáveis ​​biológicos, até levou alguns teóricos a propor que o livro pode ter uma origem extraterrestre.
Uma coisa que a maioria dos teóricos concordam é que o livro é pouco provável que seja uma farsa, dada a quantidade de tempo, dinheiro e detalhe que teria sido obrigado a fazê-lo.

Kriptos

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Kryptos é uma escultura misteriosa criptografado e criado pelo artista Jim Sanborn, que fica bem em frente à sede da CIA em Langley, Virgínia É tão misterioso, de fato, que nem mesmo a CIA foi conseguiu decifrar o código .
A escultura contém quatro inscrições, e embora três deles tenham sido decifrados, o quarto permanece desconhecido.  Em 2006 Sanborn deixou escapar que há pistas nas primeiras inscrições para o último, e em 2010 ele lançou uma outra pista: as Cartas 64-69 NYPVTT na parte 4 codificam o texto BERLIM.

Cifras de Beale

000As cifras de Beale são um conjunto de três textos cifrados que supostamente revelam a localização de um dos grandes tesouros enterrados na história dos EUA: milhares de libras de ouro, prata e jóias. O tesouro foi originalmente obtida por um misterioso homem chamado Thomas Jefferson Beale em 1818,quando ocorreu a prospecção no Colorado.
Dos três textos cifrados, apenas o segundo foi decifrado. Interestingly, the US Curiosamente, a Declaração da Independência dos EUA acabou por ser a chave – um fato curioso dado que Beale compartilha seu nome com o autor da Declaração de Independência.
O texto decifrado faz revelar o município onde o tesouro foi enterrado: Bedford County, Virgínia, mas sua localização exata é provável que esteja codificada em uma das outras cifras uncracked. Agora muitos caçadores de tesouros vasculham as encostas Bedford County em escavações (muitas vezes ilegalmente) para tentar um saque.

Disco Phaistos

00000mistério do disco de Phaistos é uma história que soa como algo saído de um filme de Indiana Jones.Descoberto pelo italiano Luigi arqueólogo Pernier em 1908 no  palácio-Minoan de Phaistos, o disco é feito de barro e contém símbolos misteriosos que podem representar uma forma desconhecida de hieróglifos.Acredita-se que ele foi projetado em algum momento do segundo milênio aC.
Alguns estudiosos acreditam que os hieróglifos lembram símbolos de A e B, uma antiga escrita usada na cidade de Creta.  O único problema? A escrita  Linear A também escapa da decifração.
Hoje, o disco permanece um dos enigmas mais famosos da arqueologia.

Inscrição Shugborough

00Olhe de longe no Monumento do Pastor do século 18, em Staffordshire, Inglaterra, e você pode tomá-lo como nada mais do que uma escultura famosa de Nicolas Poussin, “Pastores da Arcádia”. Olhe mais perto, e você vai notar uma seqüência curiosa de letras: DOUOSVAVVM – um código que tem da  escapado decifração de mais de 250 anos .
Embora a identidade do escultor do código permaneça um mistério, alguns têm especulado que o código pode ser uma pista deixada para trás pelos Cavaleiros Templários sobre o paradeiro do Santo Graal.
Muitas das maiores mentes do mundo têm tentado decifrar o código e falhou, incluindo Charles Dickens e Charles Darwin.

O Caso Tamam  shud

Considerado um dos mistérios mais profundos da Austrália.
Caso Tamam  shud gira em torno de um homem não identificado encontrado morto em dezembro de 1948 em Somerton praia em Adelaide, Austrália.  Afora o fato de que o homem nunca poderia ser identificado, o mistério aprofundou-se depois que um pequeno
00000000
pedaço de papel com as palavras “Tamam shud” foi encontrado em um bolso escondido costurado dentro de calças do homem morto.(Isto também é designado por “Taman shud.”)
A frase traduz como “ilimitada” ou “acabado” e é uma frase usada na última página de uma coleção de poemas chamado “Rubaiyat A” de Omar Khayyam. Somando-se ao mistério, uma cópia da coleção Khayyam foram encontradas mais tarde e continham  um código rabiscado  que acredita-se ter sido deixado pelo morto a si mesmo.
Devido ao conteúdo do poema Khayyam, muitos têm vindo acreditado que a mensagem pode representar uma nota de suicídio.

 
A Wow! Signal 

000000000000000000000Em uma noite de verão em 1977, Jerry Ehman, um voluntário para o SETI, ou Busca por Inteligência Extraterrestre, pode ter se tornado o primeiro homem a receber uma mensagem intencional de um mundo alienígena .Ehman foi a digitalizou ondas de rádio captadas do espaço, na esperança de aleatoriamente encontrar um sinal com características de ter sido produzido por um tipo de vida inteligente.
O sinal de duração de 72 segundos era alto e parecia ter sido transmitido de um lugar que nenhum ser humano jamais esteve: na constelação de Sagitário perto de uma estrela chamada Tau Sagittarii, 120 anos-luz de distância.
“ Ehman escreveu as palavras “Uau!”" na impressão original do sinal, assim como o seu título “Signal Wow!”.
Todas as tentativas para localizar o sinal novamente falharam, levando a muita controvérsia e mistério sobre suas origens e seu significado.

Letras do Zodíaco 

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As letras do Zodíaco são uma série de quatro mensagens criptografadas que se acredita ter sido escrita pelo famoso assassino do zodíaco, um serial killer que aterrorizou os moradores da Área da Baía de San Francisco no final de 1960 e início de 1970. As cartas foram escritas provavelmente como uma forma de sarcasmo para  jornalistas e policiais, e apesar de uma das mensagens terem sido decifradas, as outras três permanecem um enigma.
A identidade do assassino do zodíaco também permanece um mistério, embora nenhum assassinato com as características  do zodíaco tenham sido identificados desde 1970.

Georgia Guidestones

00000000000000000000000guias da Geórgia , por vezes referido como o “American Stonehenge,” é um monumento de granito erguido em Elbert County, na Geórgia, em 1979. As pedras estão gravadas em oito idiomas –Inglês, Espanhol, Suaíli, Hindi, hebraico, árabe, chinês e russo – que formam “mandamentos” e as pedras parecem se alinhar com dados astronômicos.
Embora o monumento não contenha mensagens cifradas, seu propósito e origem permanecem envoltos em mistério.  Eles foram contratados por um homem desconhecido, que atendia pelo pseudônimo de RC Christian.
“ Dos 10 mandamentos, o primeiro é talvez o mais controverso: “Manter a humanidade sob 500.000.000 em perpétuo equilíbrio com a natureza.”Muitos têm interpretado comouma dica para manter a população humana à baixo  do número especificado. Alguns teóricos da conspiração acreditam mesmo que eles podem ter sido concebido por uma “sociedade secreta luciferiana”, chamando para uma nova ordem mundial.

Rongorongo

00000000000000Rongorongo é um sistema de glifos misteriosos descobertos escritos em vários artefatos da Ilha de Páscoa. Muitos acreditam que eles representam um sistema de escrita perdido ou proto-escrita e poderia ser um dos apenas três ou quatro invenções independentes da escrita na história humana. Os glifos permanecem indecifráveis, e suas mensagens verdadeiras – que alguns acreditam que pode oferecer dicas sobre o colapso desconcertante da estátua de construção de civilização da Ilha de Páscoa – podem ser perdidos para sempre.



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