AVISO

O administrador deste blogue
não é responsável pelas opiniões
veiculadas por terceiros
nem a sua publicação quer dizer
que delas partilhe, apenas as
publica como reflexo da
sociedade em que se inserem
dando-lhes visibilidade
mas nunca fazendo delas opinião própria.
Ao desenvolturasedesacatos reserva-se ainda o direito
de eliminar qualquer comentário anónimo ou não identificado, que contenha ataques
deliberadamente pessoais, que em nada contribuampara o debate de ideias ou para a denúncia
de situações menos claras do ponto de vista ético.


sábado, 7 de setembro de 2013

Para que serve esta merda? por David Crisóstomo Para que serve um Governo? Para que serve o Programa de Governo? Para que serve a Demissão do Governo? Para que servem os tribunais? Para que serve a sua independência? Para que serve o Supremo Tribunal de Justiça? E os tribunais administrativos e fiscais? Para que serve o Tribunal de Contas? E o Tribunal Constitucional? O Ministério Público? A Procuradoria-Geral da República? Qual a utilidade das Regiões Autónomas?

Para que serve esta merda?

por David Crisóstomo
Para que serve um Governo? Para que serve o Programa de Governo? Para que serve a Demissão do Governo? Para que servem os tribunais? Para que serve a sua independência? Para que serve o Supremo Tribunal de Justiça? E os tribunais administrativos e fiscais? Para que serve o Tribunal de Contas? E o Tribunal Constitucional? O Ministério Público? A Procuradoria-Geral da República? Qual a utilidade das Regiões Autónomas? Dos Governo Regionais e das Assembleias Legislativas Regionais? Para que servem as autarquias? As freguesias? Os municípios? As assembleias autárquicas? De que nos servem as Forças Armadas? E a Assembleia da República, serve para quê? Os deputados? Para que serve a sua eleição? A iniciativa da lei e do Referendo? O direito de petição? E o Presidente da República, de que nos serve? Melhor, para que servem os Órgãos de Soberania? Para que serve o Principio da Separação e da Independência? Os partidos políticos servem para quê? Para que serve o Orçamento de Estado? E o Banco de Portugal? Para que serve a liberdade de iniciativa e de organização empresarial? E o direito à propriedade privada? Para que servem os sindicatos?  E o direito à greve, já agora? Para que raio serve o direito ao Ensino? O direito à Cultura? A proibição do trabalho de menores em idade escolar? O direito ao Ambiente? O direito à protecção da Saúde? A garantia de acesso a todos os cidadãos independentemente da sua condição económica, aos cuidados de medicina? E o direito à Segurança Social, para que serve? Qual a utilidade da proibição dos despedimentos sem justa causa ou por motivos políticos ou ideológicos? Para que serve o direito de todos os cidadãos maiores de 18 anos ao sufrágio? Para que serve a liberdade de associação? O direito de reunião ou de manifestação? Para que serve a liberdade de criação intelectual, artística e cientifica? Para que servem as garantias de que o Estado não pode programar a educação e a cultura segundo quaisquer directrizes filosóficas, estéticas, politicas, ideológicas ou religiosas? A garantia da não confessionalidade do ensino? De que nos serve o direito à liberdade de consciência, de religião e de culto? Para que serve a separação do Estado e das comunidades religiosas? Qual é a utilidade da liberdade de imprensa? Para que raio serve a liberdade de expressão? E o direito à constituição de família? Para que servem as garantias do processo criminal, como a garantia de defesa ou a presunção de inocência? A garantia de que ninguém pode ser sentenciado criminalmente senão em virtude de lei anterior que declare punível a acção ou omissão? Mas para que serve o direito à liberdade? E o direito à segurança? O direito à integridade moral e física serve para quê mesmo? A garantia de que ninguém pode ser submetido à tortura, nem a tratos ou penas cruéis, degradantes ou desumanos tem alguma utilidade? Para que serve proibição da pena de morte? Para que serve o direito à vida? De que nos serve o principio da universalidade? A garantia de que todos os cidadãos são iguais perante a lei? A garantia de que ninguém pode ser privilegiado, beneficiado, prejudicado, privado de qualquer direito ou isento de qualquer dever em razão da sua ascendência, sexo, raça, língua, território de origem, religião, convicções politicas ou ideológicas, instrução, situação económica, condição social ou orientação sexual? Para que serve a definição de que a República Portuguesa é um Estado de direito democrático, baseado na soberania popular, no pluralismo de expressão e organização política democráticas, no respeito e na garantia de efectivação dos direitos e liberdades fundamentais e na separação e interdependência de poderes, visando a realização da democracia económica, social e cultural e o aprofundamento da democracia participativa?

O senhor Primeiro-ministro não sabe bem. Ignora ou quer ignorar. Acha que, para uma parte dos cidadãos portugueses, isto que aqui disponho não serve para nada. Que todos estes direitos, definições e garantias são inúteis. Que são desprezáveis. E tudo isto, senhores, é, de forma sucinta, a Constituição da República Portuguesa.

Numa tentativa de responder directamente à iluminada dúvida do senhor Primeiro-ministro, ou seja, "O que é que a Constituição fez pelos 900 mil desempregados?", remeto-o deste modo para um artigo da lei fundamental do país que governa:
 Artigo 59.º
(Direitos dos trabalhadores)
  1. Todos os trabalhadores, sem distinção de idade, sexo, raça, cidadania, território de origem, religião, convicções políticas ou ideológicas, têm direito: 
    • e) À assistência material, quando involuntariamente se encontrem em situação de desemprego;

Já fez mais que o XIX Governo Constitucional. 

365 Forte

Povo Roubado e Calado Susana Lourenço Tirei este bocado de texto do jornal publico que acho muito significativo do que se passa neste País que eu amo: ...É assim que este Governo fora-da-lei pode continuar a roubar aos milhares de milhões os portugueses, roubando-lhes os bolsos, os empregos, as pensões, os ordenados, os subsídios, os serviços públicos que eles pagam, o património que construíram, as empresas públicas que são de todos, destruindo o progresso que se alcançou nas últimas décadas apenas para poder enriquecer ainda mais os muito ricos e para poder aniquilar os resquícios de soberania que possam teimar em existir, espalhando a miséria e reduzindo os portugueses à inanição e à subserviência.

Tirei este bocado de texto do jornal publico que acho muito significativo do que se passa neste País que eu amo:
...É assim que este Governo fora-da-lei pode continuar a roubar aos milhares de milhões os portugueses, roubando-lhes os bolsos, os empregos, as pensões, os ordenados, os subsídios, os serviços públicos que eles pagam, o património que construíram, as empresas públicas que são de todos, destruindo o progresso que se alcançou nas últimas décadas apenas para poder enriquecer ainda mais os muito ricos e para poder aniquilar os resquícios de soberania que possam teimar em existir, espalhando a miséria e reduzindo os portugueses à inanição e à subserviência.

O que temos é um Governo não de salvação mas de traição nacional. De traição às suas promessas eleitorais, às suas juras de tomada de posse, às instituições democráticas e aos compromissos da civilização que todos abraçámos, de traição ao povo, espremido e vendido barato para enriquecer os credores.

E, no entanto, os portugueses não se movem. Ou quase não se movem. As acções do bando de malfeitores que se apoderou do Governo com falsas promessas parece tão inconcebível que parece impossível que alguém as leve a cabo sem que haja fortíssimas razões de interesse público, ainda secretas. Imagina-se que deve haver aí alguma racionalidade. Talvez o que o Governo diz da austeridade seja verdade. Talvez seja justo matar os pobres à fome para pagar aos bancos...
José Vitor Malheiros – “Público” 03 setembro 2013



Um povo imbecilizado e resignado, humilde e macambúzio, fatalista e sonâmbulo, burro de carga, besta de nora, aguentando pauladas, sacos de vergonhas, feixes de misérias, sem uma rebelião, um mostrar de dentes, a energia dum coice, pois que nem já com as orelhas é capaz de sacudir as moscas; Um povo em catalepsia ambulante, não se lembrando nem donde vem, nem onde está, nem para onde vai; um povo, enfim, que eu adoro, porque sofre e é bom, e guarda ainda na noite da sua inconsciência como que um lampejo misterioso da alma nacional, reflexo de astro em silêncio escuro de lagoa morta. Uma burguesia, cívica e politicamente corrupta até à medula, não descriminando já o bem do mal, sem palavras, sem vergonha, sem carácter, havendo homens que, honrados na vida íntima, descambam na vida pública em pantomineiros e sevandijas, capazes de toda a veniaga e toda a infâmia, da mentira à falsificação, da violência ao roubo, donde provém que na política portuguesa sucedam, entre a indiferença geral, escândalos monstruosos, absolutamente inverosímeis no Limoeiro. Um poder legislativo, esfregão de cozinha do executivo; este criado de quarto do moderador; e este, finalmente, tornado absoluto pela abdicação unânime do País. A justiça ao arbítrio da Política, torcendo-lhe a vara ao ponto de fazer dela saca-rolhas..Dois partidos sem ideias, sem planos, sem convicções, incapazes, vivendo ambos do mesmo utilitarismo céptico e pervertido, análogos nas palavras, idênticos nos actos, iguais um ao outro como duas metades do mesmo zero, e não se malgando e fundindo, apesar disso, pela razão que alguém deu no parlamento, de não caberem todos duma vez na mesma sala de jantar.”  Guerra Junqueiro, in "Pátria", escrito em 1896 - 

Amizade Eterna - José Manuel Ferreira e os Mão de Obra

Alemanha Morreu a última testemunha do suicídio de Hitler

Alemanha Morreu a última testemunha do suicídio de Hitler
Morreu esta quinta-feira, aos 96 anos, o antigo mensageiro e telefonista de Hitler, Rochus Misc, vítima de doença prolongada. Rochus Misc foi também a última pessoa que testemunhou o suicídio do líder nazi e da esposa, Eva Braun, avança a Agencia Efe.
Morreu a última testemunha do suicídio de Hitler
DR
MUNDO
Morreu ontem, em Berlim, a última testemunha do suicídio de Adolf Hitler e da esposa, Eva Braun, escreve a Agencia Efe. Rochus Misch tinha 96 anos e sofria de doença prolongada.
O antigo guarda-costas foi mensageiro e telefonista do líder nazi e estava presente no dia 30 de Abril de 1945, quando Hitler e a mulher se terão suicidado
Após a morte de Hitler, Rochus Misch foi capturado pelas tropas soviéticas e passou nove anos numa prisão russa, tendo retornado a Berlim já em 1953.

NUNO CRÁPULA E A SELECÇÃO POR CUNHAS



O homem de negócios Nuno Crápula, ministro da DESeducação, o tal que prometeu à burguesia que destruiria a educação pública em Portugal, vai cumprindo, alegre e diligentemente, o seu nojento servicinho. Dizem por aí que ele está a receber dinheiro da empresa GPS. Não nos pronunciaremos em relação à veracidade dessas histórias que correm por aí, mas a simples existência de tão graves (e fundadas no conhecido comportamento anti-escola pública do ministro) acusações, deveria levar a uma investigação minuciosa das suas contas bancárias e das suas mais que muitas obscuras (e porventura lucrativas) ligações ao mundo empresarial do ensino privado. Mas ele não se preocupa com o que dele dizem, ele sabe em que país está. Agora, depois das chorudas ajudas monetárias de milhões de euros do erário público aos privados, da sucessiva destruição da qualidade do ensino na escola pública, das negociatas relacionadas com o “cheque-ensino”, eis que volta à carga contra o sistema de selecção de professores. O businessman qualifica qualquer rigoroso e transparente concurso público de selecção de professores de "soviético" e prefere a colocação POR CUNHAS. Compreende-se: o sistema de colocação de professores contratados por concurso confere precisão, justeza e objectividade à selecção de professores. Cada professor pode, neste sistema elogiado internacionalmente, saber por que razão está na posição em que está e por que razão foi ou não colocado numa determinada escola. É um sistema que se baseia na qualificação profissional, tempo de serviço e resultado das avaliações anuais. O crápula quer substituir (já o queria fazer a execrável Maria de Lurdes Rodrigues, da Fundação Luso-Americana) este sistema relativamente rigoroso pela rebaldaria total, pelo amiguismo, pelo relvismo, pelas cunhas e cambalachos das contratações de escola, em que basta a existência de um critério como o da entrevista com ponderação de 50% (a par, frequentemente, de critérios muito mais mafiosos), para permitir a escolha do amigo e da amiga, do familiar do conhecido, da prima do amigo e do amigo da prima. Compreende-se que, para este pessoal que está a soldo de proveitosos interesses privados e focado na destruição da escola pública, interesse destruir qualquer sistema rigoroso de selecção de docentes, qualquer selecção segundo critérios verificáveis e universais. O que não se compreende tão bem é como lhes deixam fazer isto, como lhes deixam impunemente destruir a educação pública de um país.

Olhe que não

The beauty of pollination - Parar para pensar e vídeo espetacular De vez em quando, precisamos de uma paragem e chamada de atenção para dar importância àquilo que se tem

A cultura sofre com a crise... e os contribuintes sofrem com ambas. Ana Borralho e João Galante Criativa-mente from -mente on Vimeo. VIDEO DO TEATRO EM LAGOS - PORTUGAL - URINAR EM PÚBLICO É ARTE OU É PORNOGRAFIA BARATA?

A cultura sofre com a crise... e os contribuintes sofrem com ambas.



 Ana Borralho e João Galante Criativa-mente from -mente on Vimeo.

VIDEO DO TEATRO EM LAGOS - PORTUGAL -
URINAR EM PÚBLICO É ARTE OU É PORNOGRAFIA BARATA?
"Cultura"?
Estes "artistas" constituíram a Associação Cultural Casa Branca (Sede em Lagos) 
e são (ou eram) subsidiados pelo Ministério da "Cultura"! Aqui está um exemplo da 
utilidade dos nossos Impostos.
Link do Diário da República com o subsidio que receberam, no segundo semestre de 2010... cerca de 59 mil euros!!
No que não acredito é que alguém pague um cêntimo para estar ali.
A liberdade para gente desta, não passa de manifestações de loucura. É esta onda 
que torna grande parte deste país num imenso manicómio.

Subsídios concedidos pela Direção -Geral das Artes no 2.º semestre do ano de 2011, 
a dezenas de grupos de "teatro"...
Subsídios concedidos pelo Fundo de Fomento Cultural no 2.º semestre de 2012, a outros 
artistas...

Os contribuintes questionarão, quais são os critérios dos governos, para atribuir estes 
subsídios, pagos com a miséria de muitos contribuintes?
Será a habitual cunha? Será pela qualidade? Será pela arte? Quem quiser que responda 
o que pensa, porque eu nem me atrevo a tentar responder.

Enquanto o país definha e arrasta famílias para a ruína... O dinheiro esvai-se em causas 
nobres, sem urgência.
Somos um país que vive em estado de emergência onde se procuram verbas para ajudar 
desempregados, idosos, famílias arruinadas, sem abrigo... no entanto financiam-se todos 
os teatrinhos da aldeia!!!
Depois desta noticia muitos portugueses vão criar uma associação semelhante, para 
ganhar uns trocos!!!
(Atenção, que não se critica a existência de subsídios para algumas formas de arte, 
apenas se critica a má gestão das prioridades).
O contra senso de um governo que não sabe o que anda a fazer nem diz o que sabe;
Corta os subsídios das ambulâncias, e morrem pessoas com cancro e outras doenças 
por falta de acesso aos tratamentos.
Cortam os subsídios dos medicamentos e morrem pessoas porque não conseguem comprar medicamentos.
Corta os salários e morrem idosos por causa do frio e má nutrição...
Cortam as verbas do SNS e sobem o preço das taxas moderadoras e das consultas etc. 
Cortam salários a famílias que deixam lares em ruína e em falência.
Cortam verbas aos hospitais que se debatem com falta de material.
Aumentam os impostos, a electricidade, os transportes, para tentar travar a crise que se 
alastra impiedosa... e ainda a alastram mais....

E depois tropeçamos em subsídios, que fazem todo o sentido, sim... em países que gozam 
de perfeita saúde financeira e económica... mas são uma ofensa para todos que sentem 
na pele os cortes, ou poderemos dizer as, facadas da austeridade que todos os dias 
roubam uma fatia de pão das nossas mesas e de dignidade das nossas almas....
Teatro de má qualidade já nos basta o dos partidos, que nos tem saído tão caro. 


ARTIGO COMPLETO: http://apodrecetuga.blogspot.com/2013/09/a-cultura-sofre-com-crise-e-os.html#ixzz2eCxIpbkk

Ângelo Correia e o farol Passos Coelho.

Ângelo Correia e o farol Passos Coelho.

Ângelo Correia a tentar ver melhor. Set.2013

Henry Winstanley foi um arquitecto que projectava faróis, um dia exigiu ficar dentro de um dos seus durante uma tempestade, para testar a resistência da estrutura. A torre desabou e Henry morreu. 

Ângelo Correia não vai ser o Henry de Passos Coelho, quanto mais escombros caiem do governo mais Ângelo se afasta da queda do entulho. 

O “barão” do PSD, notado mentor do primeiro-ministro, considera agora que o PSD não se preparou para governar”. Impreparação de Passos Coelho para governar é uma crítica corrente desde há muito neste país, Ângelo Correia só agora viu, melhor, só agora viu que também tem de acompanhar a crítica. 

Interessante é recordar o que Ângelo dizia de Passos Coelho quando o apoiou para liderar o PSD e assim concorrer ao cargo de governante principal de Portugal. Lendo o Público da altura, o candidato à liderança era uma “lufada de ar fresco”, que Ângelo Correia ladeava por “saber o que dele pode esperar”. 

Para o “barão”, o país passaria a olhar o PSD doutra maneira com Passos Coelho. “Senão continuará o mofo, o bafio, o mesmo do passado”, dizia Ângelo Correia. 

Tomara o PSD ter hoje uma imagem aproximada a qualquer momento do seu passado, está em frangalhos.  

Foge barão senão levas com os cacos. 

O CLARINETE

Anedota A viúva e o anúncio Uma viúva rica e solitária decidiu que precisava de ter um homem na sua vida. Então, publicou um anúncio no qual podia ler-se : - "Viúva rica procura homem para partilhar vida e fortuna. Os requisitos necessários são os seguintes: 1 - Não me bater . 2 - Não fugir de mim ... 3 - Ser excelente na cama" .. Durante meses a fio o telefone tocou incessantemente, a campainha não parava um segundo e recebeu toneladas de cartas. Contudo, nenhum dos pretendentes se enquadrava nas qualificações exigidas. Porém, um dia, a campainha tocou novamente. Ela abriu a porta e encontrou um negro, sem braços nem pernas, deitado no tapete da porta. Perplexa, ela perguntou : - Quem é você? O que quer? - Olá! - disse ele. Sou eu o homem dos seus sonhos. - Ah sim? E porque acha que é? - Ora - ripostou ele -, não posso bater-lhe, porque não tenho braços, e não posso fugir de si, porque não tenho pernas. - Está certo! Retorquiu ela - E o que o faz pensar que é assim tão bom na cama? Ele respondeu: - Eu toquei à campainha, não toquei?

Uma viúva rica e solitária decidiu que precisava de ter um homem na sua vida. Então, publicou um anúncio no qual podia ler-se :
- "Viúva rica procura homem para partilhar vida e fortuna. Os requisitos necessários são os seguintes:
1 - Não me bater . 2 - Não fugir de mim ... 3 - Ser excelente na cama" ..
Durante meses a fio o telefone tocou incessantemente, a campainha não parava um segundo e recebeu toneladas de cartas. Contudo, nenhum dos pretendentes se enquadrava nas qualificações exigidas. Porém, um dia, a campainha tocou novamente. Ela abriu a porta e encontrou um negro, sem braços nem pernas, deitado no tapete da porta. Perplexa, ela perguntou :
- Quem é você? O que quer?
- Olá! - disse ele. Sou eu o homem dos seus sonhos.
- Ah sim? E porque acha que é?
- Ora - ripostou ele -, não posso bater-lhe, porque não tenho braços, e não posso fugir de si, porque não tenho pernas.
- Está certo! Retorquiu ela
- E o que o faz pensar que é assim tão bom na cama?
Ele respondeu:
- Eu toquei à campainha, não toquei?

VIRIATO À PEDRADA

MILHARES E MILHARES NA ATALAIA - FESTA DO AVANTE



Milhares na Atalaia

Música cabo-verdiana inaugurou o dia. Sinfonietta de Lisboa homenageou Álvaro Cunhal.
Milhares de pessoas, dos oito aos 80, encheram a quinta da Atalaia, no Seixal, para a primeira noite da 37ª edição do Avante. O momento mais aguardado da noite foi o espetáculo da Orquestra Sinfonietta de Lisboa, acompanhada pelo pianista Pedro Burmester, numa homenagem a Álvaro Cunhal, no ano em que se celebram os 100 anos do seu nascimento. Assim que se ouviram os primeiros acordes, milhares de pessoas acorreram ao palco principal. 

Antes, a cabo-verdiana Fantcha abriu o dia com as mornas do seu país, um som que se prolongou no concerto do também cabo-verdiano Zé Luís.

A festa organizada pelo PCP será alvo de fiscalização da entidade das Contas e Financiamento Político. Um dos objetivos destas ações é o de seguir o rasto do dinheiro vivo que circula na iniciativa, que dura até amanhã. Além dos discursos políticos, o Avante tem centenas de bancas de venda de produtos e, pelo menos, vinte restaurantes.

Hoje atuam Sérgio Godinho (21h00), Expensive Soul (23h00) e Os Eléctricos (00h00). Amanhã, a Festa encerra com Deolinda (20h00), Cristina Branco (20h30), Xutos & Pontapés (21h00) e António Zambujo (21h30).