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quinta-feira, 5 de setembro de 2013

'Apagão' nas autárquicas As regras apertadas sobre o pluralismo partidário em tempos de campanha eleitoral estão a provocar um ‘apagão’ noticioso em volta das autárquicas nas televisões. Os directores de informação da RTP, SIC e TVI garantem que não está em causa um boicote, mas assumem que a cobertura vai sair afectada por causa da interpretação alegadamente restritiva que a Comissão Nacional de Eleições (CNE) tem feito da lei, que estipula que o espaço noticioso tem de incluir todos os candidatos.

'Apagão' nas autárquicas
As regras apertadas sobre o pluralismo partidário em tempos de campanha eleitoral estão a provocar um ‘apagão’ noticioso em volta das autárquicas nas televisões.Os directores de informação da RTP, SIC e TVI garantem que não está em causa um boicote, mas assumem que a cobertura vai sair afectada por causa da interpretação alegadamente restritiva que a Comissão Nacional de Eleições (CNE) tem feito da lei, que estipula que o espaço noticioso tem de incluir todos os candidatos.
Comícios e ‘arruadas’, entrevistas e reacções de candidatos estão fora dos planos das televisões. "Para se dar o que é importante, teríamos de dar iniciativas sem relevância. E nem há meios para isso", explica Alcides Vieira, director de informação da SIC.
"Estamos a ponderar o risco financeiro e jurídico de tudo o que fazemos", sublinha o director de informação da RTP, Paulo Ferreira, que aplica essa ponderação até à cobertura de acontecimentos que implicam ouvir um dos candidatos, por saber que terá sempre de ouvir todos os outros.
"Fizemos uma emissão sobre o incêndio do Chiado, mas não ouvimos o presidente da Câmara, António Costa, porque teríamos de ouvir os outros que, para o caso, não teriam qualquer relevância jornalística. É um absurdo", critica Paulo Ferreira.
Só sondagens, sem reacções
Como a CNE entende que o período eleitoral começa no dia a seguir à publicação da data das eleições em Diário da República, a pré-campanha tem estado fora dos écrans.
"A única coisa que estamos a fazer são sondagens sobre alguns dos concelhos politicamente mais relevantes, com reportagens de enquadramento social e económico" – explica Alcides Vieira. Reacções dos partidos não haverá. "Nas últimas autárquicas, fizemos uma sondagem sobre Matosinhos, mas só ouvimos os partidos mais relevantes. O caso chegou ao Supremo, onde fomos condenados. Recorremos agora para o Tribunal Constitucional", conta o responsável da SIC.
A mesma cautela está a ter José Alberto Carvalho, na TVI. "Não temos, para já, nenhuma cobertura planeada. Mas a verdade é que em muitos concelhos ainda nem sabemos quem são os candidatos", ironiza o director de informação, que acredita que neste momento "há outros assuntos com que os portugueses estão mais preocupados" do que com as eleições.
O jornalista acha mesmo que serão os partidos a sair mais penalizados. "Nas últimas legislativas, o MEP teve uma cobertura mediática nunca vista: o seu líder esteve dias em simultâneo nos três canais a debater com outros candidatos, depois de ter ganhado providências cautelares. Curiosamente, o MEP conseguiu o pior resultado de sempre e extinguiu-se", recorda. "Este é um assunto muito sério, que merece reflexão".
Apesar de nos últimos meses a Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) ter promovido reuniões com os partidos e as estações e de ter preparado algumas recomendações, a sessão legislativa chegou ao fim sem mudanças na lei. "Os partidos grandes não querem ficar com o ónus de querer o espaço todo para eles e os pequenos estão agarrados a estas regras por uma questão de sobrevivência", acusa José Alberto, que gostava que a lei definisse de forma clara as competências da ERC e da CNE nestas matérias.
De resto, os três directores de informação reclamam legislação mais clara. E todos consideram que o problema se agravou desde que em 2009 a CNE começou a fazer uma leitura mais restritiva da lei. "Sempre houve debates só com alguns candidatos. Se houve violação da lei, os partidos foram cúmplices", frisa Alcides Vieira. "A lei não mudou desde 1975", acrescenta José Alberto, lembrando que se obriga a uma cobertura jornalística igual para todos, quando "até os tempos de antena são atribuídos de acordo com a representatividade eleitoral" de cada partido.
"Esta crítica não faz sentido porque a Comissão limita-se a aplicar a lei, no que diz respeito à igualdade de oportunidade das candidaturas" – contrapõe o presidente da CNE, Fernando Costa Soares.

A “agência” Falhada a ridícula tentativa de imitação barata dos briefings do governo (Rais parta o azar! A coisa resultava tão bem na série americana West Wing!), o pobre secretário em mau estado, Pedro Lomba, dá agora a cara por uma “agência” que atraia imigrantes, mas só os altamente qualificados,

A “agência”



Falhada a ridícula tentativa de imitação barata dos briefings do governo (Rais parta o azar! A coisa resultava tão bem na série americana West Wing!), o pobre secretário em mau estado, Pedro Lomba, dá agora a cara por uma “agência” que atraia imigrantes, mas só os altamente qualificados, ao mesmo tempo que impeça os jovens portugueses de emigrar.
Boa ideia!
Para começar, atendendo a quem tem sido responsável pela catástrofe económica que não só afasta os candidatos a imigrantes, como está a afugentar os que já cá estavam... e principalmente, atendendo a quem aconselhou os jovens mais qualificados, ou mesmo os professores, a irem embora... a “agência” devia começar por fazer calar o primeiro-ministro... ou dar-lhe uma “ordem de marcha” para uma qualquer ilha deserta.
Pronto... bem vistas as coisas, a bendita agência, a ir para a frente, sempre pode dar emprego – e muito bem pago, certamente – a uma mão cheia de amigalhaços!
“Isto vai, meus amigos, isto vai”...  
mas não será com “agências”!

SAMUEL
CANTIGUEIRO

Ultra Reality: What would you do in this situation? - QUE GRANDE CAGAÇO E NÃO ERA PARA MENOS !!!

COMO INCENDIAR UM PAÍS? IGNORANTES D´UM RAIO! Sim, vocês, seus ignorantes engravatados armados em gestores da sociedade, vós, que continuais a falar como se dominásseis a verdade e tivesses conhecimento da realidade do nosso país! Sóis os maiores incendiários deste nobre país!

COMO INCENDIAR UM PAÍS?

IGNORANTES D´UM RAIO!

 
Sim, vocês, seus ignorantes engravatados armados em gestores da sociedade, vós, que continuais a falar como se dominásseis a verdade e tivesses conhecimento da realidade do nosso país! Sóis os maiores incendiários deste nobre país!
 
O que esperáveis vós, sua cambada de ignorantes, como resultado destas políticas de ficção nada científica, destes últimos vinte anos, políticas citadinas da Capital do Império que se fecha e decide em gabinetes, lobbystas puros e corruptos???
 
Abandonastes a agricultura, investistes tudo em Expos, Euros, CCB´s e Pontes do Gama(nço), abandonastes a agricultura, a floresta e a pesca, fechastes escolas, centros de saúde e até hospitais, tivestes a coragem de mandar os pobres coitados que aqui se iam aguentando emigrar, tivestes a coragem de no pobre interior deste pobre território colocar as mais caras portagens do país, tivestes a coragem de abandonar os idosos, grandes motivadores da resistência à desertificação total, tivestes a coragem de proibir o fabrico do queijo da serra de forma artesanal e agora oferecem prémios ao melhor queijo tradicional, criastes guias de transporte para transportar uma ovelha ou um cabrito, obrigastes os pobres agricultores a transformarem-se em empresários para produzirem um quilo de batatas, permitistes que os hipermercados destruíssem o comércio local, principal alavanca da dinamização económica das regiões... enfim, enriquecestes todos à custa desta destruição do país e agora, como sábios, ainda tendes coragem de nos transmitir como é que vamos lá!
 
Tende vergonha sua cambada de ignorantes, que, a maior parte, nunca trabalhastes na vida, pois passastes a vida em comícios e organizações de colagem de cartazes ou de postagens nas redes sociais!
 
Agora o país está a arder como nunca, está mais abandonado do que sempre, e isto só não irá arder mais porque pouco mais há já para queimar!
 
Seus ignorantes d´um raio tende vergonha e quando falardes de desenvolvimento do país tapai a cara com um pano preto, pois não só deveríeis ter vergonha nesse focinho como deveríeis ter a noção do nojo que meteis a quem ama verdadeiramente Portugal.
 
Tenho dito.
 
Manuel Muralhas

A especiaria

Político conservador grego condenado a prisão perpétua por desvio de 17 milhões de euros Tribunal considerou que Vassilis Papageorgopoulos fazia parte de um esquema que desfalcou a Segurança Social enquanto esteve à frente do município de Salónica, o segundo maior do país. Vassilis Papageorgopoulos foi presidente da Câmara de Salónica entre 1999 e 2010 FANI TRYPSANI/MOTION T Um tribunal grego condenou o antigo presidente da Câmara de Salónica a uma pena de prisão perpétua, pelo crime de peculato. Vassilis Papageorgopoulos, que presidiu à segunda maior autarquia da Grécia entre 1999 e 2010, foi considerado culpado do desvio de 17 milhões de euros do erário público, sensivelmente metade do orçamento disponível para obras no município

Político conservador grego condenado a prisão perpétua por desvio de 17 milhões de euros

Tribunal considerou que Vassilis Papageorgopoulos fazia parte de um esquema que desfalcou a Segurança Social enquanto esteve à frente do município de Salónica, o segundo maior do país.
Vassilis Papageorgopoulos foi presidente da Câmara de Salónica entre 1999 e 2010 FANI TRYPSANI/MOTION T

Um tribunal grego condenou o antigo presidente da Câmara de Salónica a uma pena de prisão perpétua, pelo crime de peculato. Vassilis Papageorgopoulos, que presidiu à segunda maior autarquia da Grécia entre 1999 e 2010, foi considerado culpado do desvio de 17 milhões de euros do erário público, sensivelmente metade do orçamento disponível para obras no município.
Além do autarca, foram também condenados à mesma pena o antigo secretário-geral do município, Mihalis Lemousias, e o tesoureiro, Panagiotis Saxonis, acusados dos crimes de falsificação e branqueamento de capitais. Dois directores financeiros municipais receberam penas de 10 e 15 anos, naquele que foi o primeiro grande caso de corrupção política desde o início da crise financeira na Grécia – 17 arguidos responderam pelo desvio de verbas do município num valor estimado de 52 milhões de euros.
Papageorgopoulos, um membro do partido Nova Democracia do primeiro-ministro Antonis Samaras, foi “considerado culpado de cumplicidade directa no desfalque” do dinheiro público, disse uma fonte judicial à Reuters. O ex-autarca – um antigo corredor de alta competição e dentista, conhecido como o “Médico Voador” – foi implicado pelos outros arguidos, mas declarou a sua inocência durante o julgamento. “Não tenho nada a ver com este caso. Algumas pessoas vão morrer de culpa por isto”, declarou, depois de conhecida a sentença.
O político conservador, que foi atleta olímpico em 1972 e 76 e serviu como vice-ministro do Desporto no início da década de 90, acusou a justiça grega de ter conduzido um “processo político” com o único objectivo de “satisfazer o desejo de vingança do público, que pede o sangue dos políticos”.
O Ministério Público abriu uma investigação às finanças de Salónica na sequência de denúncias que apontavam para o misterioso desaparecimento de milhões de euros que deveriam ter sido transferidos dos cofres municipais para a Segurança Social grega. O seu sucessor, Yannis Boutaris, disse que depois de tomar posse, em Novembro de 2010, constatou que a informação financeira que Papageorgopoulos lhe transmitiu era imprecisa e não correspondia ao saldo contabilístico municipal.
Segundo o tribunal deu como provado, os três arguidos montaram um esquema que consistia em apropriar-se das contribuições devidas à Segurança Social dos salários dos funcionários municipais. O tesoureiro Panagiotis Saxonis, responsável por esses pagamentos, fazia o lançamento das verbas nos fundos da Segurança Social, mas retinha o dinheiro, guardando uma parcela de 10% para si e distribuindo o resto por Lemoussias e Papageorgopoulos – os dois nomes constavam como titulares da conta bancária onde esse dinheiro foi depositado
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Ataque unilateral à Síria: Obama decidiu ser mais seguro comprar o Congresso do que avançar só por Paul Craig Roberts Enquanto continua a reclamar poderes ditatoriais para iniciar uma guerra por conta própria, Obama adiou seu ataque unilateral à Síria ao receber uma carta de mais de 160 membros da Câmara dos Deputados recordando-o que levar o país à guerra sem aprovação do Congresso é ofensa punível com o impedimento (impeachment). Além disso, teve de adiar quando viu que nenhum país poderia servir como cobertura para um crime de guerra, pois nem mesmo o governo fantoche britânico e os estados fantoches da NATO apoiariam a anunciada agressão militar da América contra a Síria.



por Paul Craig Roberts
Enquanto continua a reclamar poderes ditatoriais para iniciar uma guerra por conta própria, Obama adiou seu ataque unilateral à Síria ao receber uma carta de mais de 160 membros da Câmara dos Deputados recordando-o que levar o país à guerra sem aprovação do Congresso é ofensa punível com o impedimento (impeachment). Além disso, teve de adiar quando viu que nenhum país poderia servir como cobertura para um crime de guerra, pois nem mesmo o governo fantoche britânico e os estados fantoches da NATO apoiariam a anunciada agressão militar da América contra a Síria. 
No ataque à Líbia Obama conseguiu escapar sem um OK do Congresso porque utilizou fantoches da NATO e não forças militares dos EUA. Aquele estratagema permitiu a Obama afirmar que os EUA não estavam directamente envolvidos. 
Agora que a falta de cobertura e o desafio do Congresso levou o aspirante a tirano Obama a adiar seu ataque à Síria, o que se pode esperar? 
Se Obama fosse inteligente – e evidentemente alguém que indica Susan Rice como sua conselheira de segurança nacional não é inteligente – ele simplesmente deixaria o ataque à Síria desvanecer-se e morrer até o Congresso retornar do recesso em 9 de Setembro para enfrentar os problemas insolúveis do défice orçamental e do tecto da dívida. 
Uma administração competente perceberia que um governo incapaz de pagar as suas contas sem a intensa utilização das máquinas de impressão está com demasiada perturbação para se preocupar com o que está a acontecer na Síria. Nenhuma administração competente arriscaria um ataque militar que pudesse resultar numa conflagração do Médio Oriente e uma ascensão nos preços do petróleo, piorando portanto a situação económica enfrentada por Washington. 
Mas Obama e a sua colecção de incapazes demonstraram não terem competência. O regime também é corrupto e todo o edifício repousa sobre nada, excepto mentiras. 
Agora que a Casa Branca percebeu que Obama não pode cometer um crime de guerra sem cobertura, eis o que provavelmente podemos esperar. A argumentação mudará da utilização ou não de armas químicas por Assad e tornar-se-á que o Congresso não deve minar o prestígio e a credibilidade dos EUA deixando de apoiar o presidente Obama, o homem frontal para guerras de agressão americanas.

A Casa Branca subornará, seduzirá e intimidará o Congresso. O argumento do regime será que o prestígio e a credibilidade da América estão em causa, portanto o Congresso deve apoiar o presidente. O presidente e o secretário de Estado fizeram declarações inequívocas acerca da culpabilidade de Assad e da sua determinação em puni-lo. Dada a insanidade de Washington, o modo como Washington pune Assad por (alegadamente) matar sírios com armas químicas é matar sírios com mísseis de cruzeiro.

Se isto não faz sentido para si, é porque não pertence ao governo de Obama ou aos media americanos e você nunca poderia ser um neoconservador.

A Casa Branca argumentará que Obama se comprometeu junto ao Congresso ao deixá-lo votar sobre a decisão e que parte do compromisso do Congresso é dar-lhe apoio. Encontramo-nos a meio caminho, dirá a Casa Branca.

O Lobby de Israel, Susan Rice, o neocons e belicosos como os senadores John McCain e Lindsey Graham argumentarão que a falta de apoio para o ataque de Obama prejudica a credibilidade da América, ajuda os "terroristas" e "deixa a América indefesa". Já é bastante mau, argumentarão, que Obama tenha mostrado indecisão com a espera da aprovação do Congresso e irresolução ao substituir por um ataque limitado o plano original de mudança de regime.

Confrontados com ameaças de um corte nas generosas doações de campanha do Lobby de Israel e do complexo militar/segurança, a Câmara e o Senado podem ser postos na ordem para "apoiar o país" quando ele comete mais um crime de guerra. A combinação de subornos, intimidação e apelos patrióticos para apoiar o prestígio da América pode inclinar o Congresso. Ninguém realmente sabe se os 160 e tantos membros da Câmara são sinceros acerca da advertência a Obama, ou se eles simplesmente queriam alguma coisa. Talvez quisessem apenas que Obama gaguejasse a pedir a sua aprovação. 
Se o Congresso dá o seu apoio a mais este crime de guerra americano, o primeiro-ministro britânico David Cameron pode voltar ao Parlamento e dizer-lhe que Obama "agora pôs o Congresso na ordem, portanto providenciem cobertura e se o Parlamento não for em frente será privado do dinheiro". 
Poucos políticos britânicos, além de George Galloway, ficam confortáveis ao serem privados do dinheiro. 
Se Cameron arrebanha o Parlamento, os outros países NATO podem decidir embarcar no comboio da alegria (bandwagon) dos pagamentos. A regra predominante da civilização ocidental é que mais dinheiro é melhor do que nenhum dinheiro. 
Washington e seus fantoches europeus da NATO criticarão a Rússia e a China por utilizarem seus vetos no Conselho de Segurança para impedir a ONU de levar justiça, liberdade e democracia à Síria. Estes falsos argumentos serão utilizados pela prostituída imprensa ocidental para minimizar a importância da oposição do Conselho de Segurança ao ataque de Washington à Síria. Por que deveria Washington ser dissuadida pelos membros do Conselho de Segurança que apoiam a utilização de armas químicas por Assad?, perguntarão os media prostituídos dos EUA. Os prostitutos que compõem os media estado-unidenses farão tudo o que podem para assegurar que Washington mate ainda mais sírios. Matar é a característica inconfundível da América. 
Como prova a história da humanidade, as pessoas farão qualquer coisa por dinheiro. Excepções notáveis são Edward Snowden, Bradley Manning e Julian Assange. Se qualquer destes homens que dizem a verdade tivesse ido a Washington e dissesse "compre-me", em troca do seu silêncio Washington lhes teria proporcionado grandes fortunas com as quais poderiam viver uma vida confortável. 
Considerando quão corrupto é o governo dos EUA e como Washington está determinada no seu caminho, os inspectores de armas químicas da ONU estão em risco. É improvável que venham a ter um acidente como SEAL Team Six [1] . Mas a menos que sejam sequestrados como um júri, eles são alvos para corrupção. Se o relatório da ONU não apoiar a posição da Casa Branca, o secretário-geral será pressionado a tornar o relatório inconclusivo. Afinal de contas, Washington preenche os cheques que mantêm a ONU no negócio. 
Ninguém deverá esperar que o Congresso dos EUA vote com base nas provas. Além disso, o Congresso até agora não mostrou qualquer entendimento de que tenha ou não Assad utilizado armas químicas, é um crime de guerra os EUA cometerem uma agressão aberta contra a Síria, um país que não atacou os EUA. Não é assunto de Washington como o governo sírio deita abaixo os esforços dos extremistas da al-Nusra para derrubá-lo. 
O argumento de Obama de que está certo matar pessoas com fósforo branco e urânio empobrecido, como fazem os EUA e Israel, mas não com gás sarin, não tem lógica. www.washingtonsblog.com/... 
A própria Washington tem planos de contingência para utilizar armas nucleares destruidoras de bunkers contra instalações subterrâneas de energia nuclear do Irão. Se Washington acredita que não são permissíveis armas de destruição em massa, por que tem tantas delas e planos de contingência para utilizá-las? Será que Washington lamenta ter lançado duas bombas nucleares sobre civis em cidades japonesas no próprio momento em que o governo japonês fazia tudo ao seu alcance para a rendição? 
Mesmo depois de terminada a Guerra-fria, a guerra quente permaneceu a base da política externa dos EUA. George H.W. Bush atacou o Iraque depois de a embaixadora de Bush ter dado sinal verde a Saddam Hussein para atacar o Kuwait. Clinton atacou a Sérvia com falsos pretextos e sem qualquer autoridade constitucional ou legal. George W. Bush atacou o Afeganistão e o Iraque na base de mentiras. Obama renovou o ataque ao Afeganistão e atacou também o Iémen, o Paquistão e a Somália – e agora pretende impedir a derrota dos seus mercenários mediante o ataque à Síria. 
Washington está a construir uma cadeia de bases militares em torno tanto da Rússia como da China. Estas bases são extremamente provocadoras e prenunciam guerra nuclear. 
Os EUA, um país com um vasto arsenal de armas nucleares, cujos líderes políticos são tanto como corrupto como insanos, constituem um grande perigo para a vida sobre a terra. Que Washington é o perigo número um para o mundo é agora universalmente reconhecido, excepto pelos americanos que exibem manifestações exteriores de ultra-patriotismo. São estes crédulos tolos que possibilitam a morte da humanidade através da guerra. 
Até a economia dos EUA entrar em colapso, Washington ainda imprime dinheiro e pode comprar aquiescência para os seus crimes. Washington pode confiar nos media prostituídos para que contem as suas mentiras como seu fossem factos. O mundo não estará seguro enquanto o castelo de cartas americano não entrar em colapso. 
Sinto pena por aqueles americanos desinformados que pensam viver no melhor país do mundo. Demasiadamente poucos americanos se importam em que o seu governo tenha destruído vidas incontáveis desde a América Central e o Vietname até o Médio Oriente e a África. Os militares dos EUA rotineiramente assassinam civis no Afeganistão, Paquistão, Iémen, Somália e são responsáveis por até 1.000.000 de mortos e 4.000.000 deslocados iraquianos. A definição americana do "melhor país do mundo" é o país que pode assassinar o máximo de pessoas inocentes, pessoas que nunca atacaram a América, pessoas que outrora encaravam a América como a esperança do mundo e agora vêem-na como uma ameaça mortal. 
Demasiados americanos não fazem ideia de que um quinto dos seus concidadãos estão dependentes do apoio governamental ou, se souberem, culpam os infelizes por serem sanguessugas do dinheiro dos contribuintes. Nos EUA os salários e as oportunidades de emprego estão a declinar. Não há restrições ao saqueio de cidadãos por instituições financeiras. Não há constrangimentos para a ilegalidade e brutalidade da polícia e nenhum limite para as mentiras que mantêm a população americana presa na Matrix inconsciente da realidade. 
Como um tal povo poderá manter a liberdade ou restringir um governo comprometido com a guerra puxa pela imaginação. 
Aqueles republicanos que se preocupam acerca do fardo da dívida dos nossos filhos e netos estão preocupados com um futuro que pode nunca acontecer. A arrogância de Washington está a empurrar o mundo rumo para a guerra nuclear. 
"O melhor país do mundo" é a força do mal que está a destruir as vidas e as perspectivas de muitos povos diferentes e ainda pode destruir toda a vida sobre a terra.