AVISO

O administrador deste blogue
não é responsável pelas opiniões
veiculadas por terceiros
nem a sua publicação quer dizer
que delas partilhe, apenas as
publica como reflexo da
sociedade em que se inserem
dando-lhes visibilidade
mas nunca fazendo delas opinião própria.
Ao desenvolturasedesacatos reserva-se ainda o direito
de eliminar qualquer comentário anónimo ou não identificado, que contenha ataques
deliberadamente pessoais, que em nada contribuampara o debate de ideias ou para a denúncia
de situações menos claras do ponto de vista ético.


quarta-feira, 4 de setembro de 2013

CRÓNICA DE UM SÁBADO SOPORÍFERO - Nada me obrigava... mas tentei! Neste sábado quente e lento, juro que me interessei por ir dando umas olhadelas às “universidades” (e outros subprodutos mediáticos) do PPD, do CDS, do PS e do BE. Convidei uma amigo para o sofá... e lá “fomos” de controlo remoto em punho.

Crónica de um sábado soporífero


forgifs.com


Nada me obrigava... mas tentei! Neste sábado quente e lento, juro que me interessei por ir dando umas olhadelas às “universidades” (e outros subprodutos mediáticos) do PPD, do CDS, do PS e do BE. Convidei uma amigo para o sofá... e lá “fomos” de controlo remoto em punho.
Queria saber, no caso do PPD e do CDS, se já havia mais alguma mentira nova para justificar o segundo pedido de resgate, se há mais alguma coisa, antes da solução final de tirar a vida, que se possa cortar aos reformados e pensionistas, para “poupar”... ou se há mais alguma maleita nacional cuja culpa possa ser assacada à Constituição e ao Tribunal Constitucional. Nada!Tudo muito batido!
No caso do PS, interessava-me saber se há alguma coisa, sei lá... “tipo qualquer coisa de esquerda”, que consiga fazer esquecer o facto de terem ajudado (e tanto!) o país a chegar ao ponto em que está.
No caso do BE a coisa era mais comezinha. Estava curioso em ver quantos participantes nos debates conseguiriam manter-se com uma cara séria, quando lhe fosse proposto que o piropo passasse a ser classificado como assédio sexual... logo, criminalizado, num debate que adoptou o nome (elegantíssimo, diga-se!) de "Engole o teu piropo". Queria, confesso, apanhar o possível ar aterrorizado de alguém que se descuidasse... e gabasse o penteado, ou a roupa, ou, topete dos topetes!!!, a beleza de alguém. Não tive sorte! Nenhum dos meuszappings acertou no que procurava.
Para cúmulo e apesar do pouco que me mobiliza... até o futebol deu em nada, cos diabos!!!
Se o meu amigo, que tem sete vidas, ficou neste estado... 
imaginem o meu desânimo!

O Vaticano... e as cenouras Quem se sentir tentado a pensar que esta coisa dos descontos em cartão e “promoções” semelhantes, que alguns grandes hiper-merceeiros nos "oferecem", são vantagens reais, ou sequer uma inovação... tire daí o sentido.

O Vaticano... e as cenouras


Quem se sentir tentado a pensar que esta coisa dos descontos em cartão e “promoções” semelhantes, que alguns grandes hiper-merceeiros nos "oferecem", são vantagens reais, ou sequer uma inovação... tire daí o sentido.
Na verdade, não só as tais vantagens são pouco mais do que virtuais, como obrigam a continuar a consumir, eternamente, no mesmo fornecedor, para além de já existirem desde que a ideia de “concorrência” ultrapassou a qualidade e honestidade, como factor distintivo na actividade comercial.
Mais ainda, os próprios capitalistas do retalho, não inventaram nada. Esta cegueira das “promoções” é praticada pelas grandes religiões há séculos.
Qual o candidato a mártir muçulmano, que não se faz explodir com muito mais alegria, tendo a perspectiva de ir imediatamente para o paraíso, onde será “pastoreado” reiteradamente, por 70 virgens doidas para a brincadeira?
Qual o peregrino que não esbardalha os pés ou os joelhos com muito mais devoção, na perspectiva de sacar uns favorzinhos à santa da sua devoção?
Vem esta reflexão (algo inopinada, admito!) a propósito da notícia de mais uma destas “promoções”, oferecida pelos “serviços comerciais e de marketing”da Igreja Católica, que nos dá conta das “indulgências e bênçãos” a conceder pelo Vaticano aos potenciais clientes da Romaria da Penha, em Guimarães.
Talvez com o propósito - que muito agradeço – de me fazerem rir a propósito de uma tão triste realidade, coisa tão difícil nos tempos que correm, os serviços do Vaticano anunciam que o Papa Francisco, num inequívoco toque de modernidade e inovação, oferece as indulgências e as bênçãos também àqueles que sigam a missa pela televisão ou pela rádio.
Boa malha! Se o Vaticano prometer passar a pagar, todos os meses, a minha conta da ZON... eu prometo seguir a missa muito atentamente... pela internet!

'Governo conhece swaps da Carris desde que é Governo' O antigo presidente do Carris afirmou hoje no Parlamento que o Governo conhece a existência dos quatro swaps tóxicos contratualizados pela Carris entre 2005 e 2007 "desde que é Governo", ou seja, desde 2011

'Governo conhece swaps da Carris desde que é Governo'

O antigo presidente do Carris afirmou hoje no Parlamento que o Governo conhece a existência dos quatro swaps tóxicos contratualizados pela Carris entre 2005 e 2007 "desde que é Governo", ou seja, desde 2011.José Manuel Silva Rodrigues recordou que a secretária de Estado do Tesouro em 2011, e actual ministra das Finanças, Maria Luís Albuquerque, nunca suscitou qualquer dúvida relacionada com a forma, conteúdo ou objectivos dos contratos.
De acordo com o antigo presidente da Carris, cargo ocupado entre Fevereiro de 2003 e Junho de 2013, o Governo recebia "religiosamente" a cada três meses um relatório com informação sobre os produtos financeiros contratualizados pela Carris.
Esta informação foi solicitada pela Direcção-geral do Tesouro e Finanças (DGTF) e devolvida através de um formulário à própria DGTF, organismo que "obviamente reúne frequentemente" com a tutela para passar infirmação sobre as empresas, frisou.
O primeiro reporte sobre os quatro contratos da Carris a que este Governo teve acesso foi a 11 de Julho de 2011, garante o ex-responsável pela empresa pública.
"Não era informação superficial e se falta alguma coisa é porque a DGTF e o Governo não quiseram pedir. Enviamos informação sobre o tipo de suporte, maturidade, juros a pagar e a receber bem como a volatilidade destes produtos", notou Silva Rodrigues.
"Não havia motivos para demissão", diz Silva Rodrigues
Silva Rodrigues recordou que o relatório do Tribunal de Contas (TC) publicado em Junho último é "bem claro no seu entendimento sobre as razões dos efeitos dos swaps e não suscita qualquer reparo à actuação e às decisões dos administradores da Carris".
Isto, não obstante o IGCP ter concluído que dois contratos swap comercializados pelo Santander em 2006 e 2007 representarem,  no final do ano passado, perdas potenciais conjuntas no valor de 50 milhões de euros.
Silva Rodrigues garantiu que nunca chegou a ter acesso a este relatório do IGCP, inclusive nas duas reuniões que manteve com membros do Governo, nomeadamente com a actual ministra das Finanças e com o secretário de Estado dos Transportes, Sérgio Monteiro.
Segundo Silva Rodrigues, a contratação destes contratos não teve como objectivo, "em momento algum", maquilhar ou melhorar de forma artificial os resultados da empresa que tem uma dívida superior a 800 milhões de euros, segundo o próprio.
No dia 26 de Março, na assembleia geral da Metro Lisboa/Carris, o acionista Estado reconheceu isto mesmo e não só deu o seu voto de confiança a toda administração como individualmente elogiou o trabalho de todos os seus administradores.
"O que aconteceu neste curtíssimo estado de tempo (de 26 de Março até dia 6 de Junho, dia em que Silva Rodrigues foi exonorado do cargo) que fez alterar radicalmente a posição do Governo?", questionou o ex-presidente da empresa pública.
Para Silva Rodrigues, o Governo quis "transformar os swaps num processo político" e demitiu os três gestores públicos da Carris "para os deixar livres para virem a esta comissão".
"A minha demissão foi só consequência do Governo decidir tratar o tema como decidiu tratar. Não são os swaps que põem em causa a sustentabilidade da empresa", concluiu Silva Rodrigues.

Sindicatos da função pública recusam cortes nas pensões da CGA e avisam que a lei irá acabar no Tribunal Constitucional Governo prepara-se para fechar cortes nas reformas sem acordo

Sindicatos da função pública recusam cortes nas pensões da CGA e avisam que a lei irá acabar no Tribunal Constitucional

Governo prepara-se para fechar cortes nas reformas sem acordo

Hélder Rosalino, secretário de Estado da Administração Pública
04/09/2013 | 00:10 | Dinheiro Vivo

O distanciamento entre sindicatos e Governo na convergência das pensões do sector público com o privado não dá sinais de abrandar. E as “alterações de pormenor” que poderão ainda ser feitas à proposta não convencem Fesap, Frente Comum e STE que reforçam o cenário de que o diploma acabará no Tribunal Constitucional.

Hélder Rosalino recebeu ontem os sindicatos da função pública para aquela que terá sido a penúltima reunião sobre o diploma que prevê cortes de cerca de 10% às pensões atribuídas pela CGA já em pagamento, sem conseguir diminuir a oposição que esta questão suscitou desde o início aos dirigentes sindicais. O diploma deve, no entanto, seguir para o Parlamento na próxima semana, depois de nova reunião que ficou marcada para terça-feira.
 “Esta federação não aceita cortes de espécie nenhuma”. Foi desta forma que o coordenador da Fesap, Nobre dos Santos, fechou a disponibilidade da Fesap para aceitar  eventuais alterações em que o escalonamento de cortes  em função da  idade e do valor da pensão do reformado seja mais suave do que prevê a proposta inicial.
Mas não é sequer seguro que  a nova versão da proposta mexa nessa matéria já que, segundo José Abraão, o secretário de Estado apenas se mostrou disponível para proceder a “alterações de pormenor”. Perante esta falta de disponibilidade do Governo em negociar,  o dirigente do Sintap acredita que  lei terá o mesmo destino que a da requalificação. crivo do TC. Esta mesma convicção foi  manifestada por Ana Avoila, da Frente Comum.

Mandela – Já se escrevem por toda a parte os fartos elogios... A notícia sobre a gaffe mais ou menos balhelhas do pai Bush, ao enviar condolências pela morte de Nelson Mandela... antes da morte, fez-me sorrir, primeiro, mas depois pôs-me a magicar numa daquelas coisas em que costumo magicar quando tenho tempo para queimar:

Mandela – Já se escrevem por toda a parte os fartos elogios...


A notícia sobre a gaffe mais ou menos balhelhas do pai Bush, ao enviar condolências pela morte de Nelson Mandela... antes da morte, fez-me sorrir, primeiro, mas depois pôs-me a magicar numa daquelas coisas em que costumo magicar quando tenho tempo para queimar:
Quantos ex-presidentes dos EUA, cujas presidência foram contemporâneas da luta e sofrimento de Mandela durante os intermináveis anos de prisão... terão a suprema lata de, sem a desculpa de estarem chechés, como possivelmente estará o pai Bush, enviarem as suas condolências, quando a (iminente) morte acontecer, fazendo acompanhar as condolências dos mais rasgados elogios ao lutador pela liberdade, grande líder do seu povo, figura inspiradora para todo o mundo... ?
Eu sei que todos esses rasgados elogios se reportam a factos, mas não consigo esquecer que todos esses ex-presidentes dos EUA mantiveram, até há muito pouco tempo (2008), o nome de Nelson Mandela na lista negra de terroristas.
Para os “serviços” e governos dos EUA (com excepção de algumas individualidades com vergonha na cara), Nelson Mandela foi declarado um perigoso terrorista... desde os anos oitenta de Reagan e até bem depois de ser Nobel da Paz (1993) e Presidente da África do Sul (1994).