AVISO

O administrador deste blogue
não é responsável pelas opiniões
veiculadas por terceiros
nem a sua publicação quer dizer
que delas partilhe, apenas as
publica como reflexo da
sociedade em que se inserem
dando-lhes visibilidade
mas nunca fazendo delas opinião própria.
Ao desenvolturasedesacatos reserva-se ainda o direito
de eliminar qualquer comentário anónimo ou não identificado, que contenha ataques
deliberadamente pessoais, que em nada contribuampara o debate de ideias ou para a denúncia
de situações menos claras do ponto de vista ético.


sexta-feira, 19 de julho de 2013

LOULÉ - O Naicinho da Farmácia

Bom dia caros visitantes do “Marafações de uma Louletana”.
Hoje este blog marafado traz-vos um pouco da história de um homem que sempre será querido a Loulé. Inácio Manuel Leal Mendes, conhecido como o Naicinho, será sempre lembrado pelo seu altruísmo e dedicação ao próximo.
Inácio Manuel Leal Mendes nasceu em Loulé, no dia 21 de Dezembro de 1944.
Completada, com sucesso, a instrução primária, foi com apenas dez anos de idade aprender, com Emídio do Carmo Chagas, proprietário da Farmácia Santos, que se situava no Largo de S. Francisco, em Loulé, as bases de uma profissão que iria abraçar com total empenho e dedicação.
Em finais de 1961, Emídio do Carmo Chagas solicita a transferência da Farmácia para Olhão, fundando, assim, a Farmácia Olhanense, levando para trabalhar consigo o Naicinho.
Corria o ano de 1966, quando foi mobilizado para a Guerra do Ultramar. Foi destacado para a Guiné, com as funções de Cabo Enfermeiro. Algum tempo depois viria a ser vítima de um acidente de viação em serviço, provocando-lhe ferimentos numa das vistas, situação que lhe retirou, quase totalmente, a visão dessa vista. Voltou então à Metrópole para ser recuperado.
Após tratamento no Continente regressa, novamente, à Guiné, voltando a ser vítima de um rebentamento, que provocou ferimentos numa das pernas. Contudo, este infortúnio episódio não o impediu de socorrer, nesse preciso momento, outros camaradas que ficaram em pior estado. Além de revelar a têmpera de que era feito, esse acto valeu-lhe um Louvor Militar na sua caderneta de serviço.
Em 1968, Emídio do Carmo Chagas decide abrir um Posto de Medicamentos na freguesia de Almancil e, mais uma vez, contou com o Naicinho.
Inácio Mendes dava provas de uma generosidade sem limites e de um altruísmo incansável. Disso são exemplos as inúmeras vezes que pagou do seu bolso medicamentos a clientes amigos que não podiam pagar; ou as frequentes deslocações ao fim de semana, no seu período de descanso, às casas de alguns clientes para lhes administrar injecções, entregar medicamentos, medir tensões arteriais, fazer curativos, etc… Esta singular maneira de agir, quotidianamente, levava a que muitos o considerassem um autêntico “Dr. Lopes dos ajudantes de Farmácia”.
Com espantosa facilidade em fazer amizades, via em cada cliente um amigo, tratando todos de igual forma, do mais rico ao mais pobre.
Devido a problemas de saúde vê-se forçado a apresentar baixa, por diversas vezes, sendo a última em Maio de 2008, terminando, assim, uma colaboração familiar com os seus patrões de sempre. Foram cinquenta e dois anos e meio de uma dedicação incansável, sempre ao serviço dos mais pobres e necessitados.
Uma vida inteira a trabalhar, quase sempre, no mesmo local; e, sempre, para a mesma família, resultaria numa identificação muito forte do Naicinho com a Farmácia Chagas. A Farmácia confundia-se com a Naicinho, e o Naicinho confundia-se com a Farmácia.
Viria a falecer, poucos dias depois de ter completado 64 anos de idade.
Em 2009 a Câmara Municipal de Loulé agraciou o Naicinho com a Medalha Municipal de Mérito – Grau Bronze.
Nota:
1. A fotografia que surge neste post foi “sacada” do blog do SEbastião e o Naicinho, aqui com apenas 16 anos, enverga já a bata que vestiria durante muitos e largos anos ao serviço da sua Farmácia. 

 2. O texto aqui apresentado é da autoria de João Chagas Aleixo. 


Marafações de uma Louletana
A MENINA DEVIA TER VERGONHA NA CARA !

Enquanto escrevo este texto, sei que devem estar a ser produzidas novas definições ou explicações que nunca ouvi na vida do que quer dizer "carrasco", como recentemente aconteceu com a palavra "irrevogável".

Porém, como não me encontro nas galerias da casa da democracia, é-me permitido dizer o que penso à menina Assunção Esteves, sem a menina Assunção Esteves me pedir o favor de me retirar seja para onde for.

Sabemos que na Assembleia da República, cada vez mais gradeada e policiada, o protesto é manifestamente proibido por parte de visitantes (nós, que somos os visitantes da democracia), e no local que deveria ser o expoente máximo da democracia portuguesa, apenas a elite eleita (nalguns casos nomeada), tem direito à expressão.

Porém a menina Assunção Esteves devia ter a sensibilidade de entender que os tempos que a esmagadora maioria dos portugueses estão a viver (a menina não ... os outros portugueses), é particularmente assustadora, e nós sim, è que temos tido razões para ter medo.

É esta situação em que estamos a ser colocados (nós, os visitantes da sua democracia privada), a verdadeira causa dos protestos, e não um qualquer surto de falta de educação das pessoas, ou qualquer sentimento de prazer em ir aí interrompe-la ou causar-lhe incómodos.

Por isso, se quiser ficar indignada com alguma coisinha, indigne-se com a real causa do que tem vindo a suceder na "sua" Assembleia, e um pouco por todo o país sempre que um alto dirigente político sai à rua, indigne-se com a forma como estão a ser tratados, desempregados, explorados, taxados, gozados, vendidos e excluídos os portugueses ... (sff pense nisso)

... e por falar nisso ;

Diz também que os Srs seus colegas, amigos (ou seja lá o que for), não foram eleitos para serem desrespeitados. Julgo eu que o conceito não é bem esse. A relação entre eleitos e eleitores devia ter um sentido (penso eu), contrário. A menina e os que estão aí dentro, foram eleitos para RESPEITAREM.

Respeitarem os portugueses, os seus sonhos, direitos e aspirações (que não respeitam), respeitarem a lei (que não respeitam), respeitarem a Constituição Portuguesa (que não respeitam), e respeitarem a influência que as vossas decisões têm, na vida pessoal de milhões de pessoas ... (que não respeitam).

Deveria também a menina saber, já que cita Simone de Beauvoir, que a frase "Não podemos deixar que os nossos carrascos nos criem maus costumes", tem um significado que torna ridícula a sua utilização, na situação em que a menina proferiu a frase (ou será que a torna ridícula a sí?).

Os "carrascos" a quem Simone de Beauvoir se referia, eram os ocupantes Nazis em território Francês, e segundo a minha modesta opinião, existindo Nazis, gente fascista, opressora de povos, ou no mínimo, alguém, na Assembleia da República, que faça negócios com ditadores, e dinheiro à custa de quem esses ditadores oprimem, não são com certeza aqueles a quem a menina se queria referir quando declamou Simone de Beauvoir ... são outros !

E por falar em carrascos ...

A utilização dessa palavra, para designar quem lhe paga mensalmente em ajudas de custo um valor de 2.133 euros como Presidente da Assembleia, em cima da reforma de 7.255 euros que recebe de pensão por dez anos de trabalho como juíza do Tribunal Constitucional (http://tiny.cc/s5x2zw), é uma afirmação que seria hilariante, se não fosse mais um exemplo de falta de respeito e de sensibilidade para com aqueles para quem a menina foi eleita para servir.

A menina paga a peso de ouro, no alto da sua poltrona, falando em carrascos, como se a menina e os Srs deputados aí presentes fossem algumas vítimas dos portugueses (e não o contrário), enquanto cidadãos são expulsos da Assembleia pela polícia, por a interromperem, não deixa de um quadro deveras surreal.

Mas os carrascos aí na Assembleia existem ...
não são è esses ... são outros.

Devia entender também a necessidade de conceder ao público e ao cidadão português (seu empregador, não seu carrasco), o livre acesso e o espaço ao protesto, manifestação e expressão pacifica, nesta conjuntura tão ... especial que vivemos (mais uma vez, não é a menina que vive, são os outros portugueses), mesmo que, essas manifestações de desagrado lhe causem algum incomodo, ou embaraço, porque enquanto estas podem ser exercidas pacificamente, minimizamos a necessidade que as pessoas possam vir a ter de enveredar por formas de se fazerem ouvir mais dramáticas, e isso seria muito triste.

O respeito é algo que se ganha, e nisso, a menina e os seus, estão a fazer um trabalho muito pobrezinho. E hoje, milhares e milhares de portugueses, aprenderam a respeita-la ainda menos.

Enquanto alguns discutem se é devido ou não algum pedido de desculpas aos portugueses, eu apenas lhe devolvo as suas próprias palavras terminando :

"FAÇA O FAVOR DE SE RETIRAR !"

Joao Henriques
https://www.facebook.com/joao.anonimo.9
Grupo de Redacção do RiseUp Portugal

E agora ,vamos continuar quietos? Faça-se Justiça. Os crimes,a hipocrisia e a demagogia , são tantos e tão grandes que não há cidadão de bem que não queira castigar aqueles que colocaram famílias inteiras no desespero,no desemprego, na fome e na miséria.A crise tem autores(os politicos) que têm nome e rosto, e eles andam por aí diariamente nos ecrãs das televisões,passeando a sua vaidade,mas principalmente a impunidade



E agora ,vamos continuar quietos?

Faça-se Justiça.

Os crimes,a hipocrisia e a demagogia , são tantos e tão grandes que não há cidadão de bem que não queira castigar aqueles que colocaram famílias inteiras no desespero,no desemprego, na fome e na miséria.A crise tem autores(os politicos) que têm nome e rosto, e eles andam por aí diariamente nos ecrãs das televisões,passeando a sua vaidade,mas principalmente a impunidade.Por cada homem e mulher sem trabalho que vive no desespero a ver os seus filhos privados de pão.Por cada pai perdido na angústia, sem capacidade de lutar mais porque a sua luta é inglória.Por cada criança sem esperança, sem norte e sem calor humano que a proteja.Pela raiva de todos os portugueses humilhados, ofendidos e vilipendiados por estes "gangues" que lançaram milhões na miséria, faça-se Justiça.Esta gente mergulhou o país numa crise ao ponto de o fazer perder a Independência.Venderam a nossa Soberania,hipotecaram o nosso presente,e o futuro dos nossos,filho,netos,roubando e saqueando tudo e colocando nos paraísos fiscais (offshores) os triliões fruto dos seus saques.Continuam a vender tudo que é do Estado aos seus patrões estrangeiros para que o povo, quando se libertar desta gente(se um dia nos viermos a libertar), não tenha uma migalha de que se valer para sobreviver.O Povo não conhece o seu verdadeiro poder.
Se não nos mobilizarmos vai ser tragigo o nosso fim.
Se de facto vamos "morrer" ou ser submetidos à escravatura, então vamos ajustar contas primeiro.
Joe Wolf

ARMAS RUDIMENTARES (FEITAS EM CASA)



Atenção! Esse post tem apenas fins criativos! Não aconselho ninguém a tentar fazer seu próprio trabuco!








































TUTANO MOLE

A PROPÓSITO DAS SELVAGENS EIS AQUI A HISTÓRIA DE OLIVENÇA

Breve História de Olivença



DataAcontecimento
1297Tratado de Alcanizes, celebrado entre D. Dinis e D. Fernando IV de Castela. Olivença integra-se definitivamente no território português.
1298Foral de Olivença, pelo rei D. Dinis. Construção de novas muralhas.
1488D. João II manda construir a Torre de Menagem de Olivença.
1510Foral Manuelino de Olivença. Novas obras de fortificação. Construção da Ponte de Olivença, ligando Elvas àquela localidade. Iniciada a construção da Igreja da Madalena, sede do bispado de Ceuta, durante o reinado de D. Manuel I.
1580União Dinástica entre Portugal e Espanha.
1640Restauração da Independência Portuguesa.
1668Tratado de Paz entre a Espanha e Portugal, pondo fim às Guerras da Restauração. Portugal mantém as suas fronteiras definidas pelo Tratado de Alcanizes.
1709Guerra de Sucessão de Espanha. A Ponte de Olivença é destruída por forças espanholas.
180129 de Janeiro: A Espanha e a França assinam um tratado de invasão de Portugal para obrigar o nosso país a abandonar a Aliança Luso-Britânica e fechar os seus portos à navegação da Grã-Bretanha.
27 de Fevereiro: A Espanha declara guerra a Portugal.
20 de Maio: As tropas espanholas violam a fronteira do Alentejo, ocupando Olivença, Juromenha e, alguns dias depois, Campo Maior.
6 de Junho: Tratado de Paz de Badajoz celebrado entre Portugal, por uma parte, e a Espanha e a França, pela outra parte. Por este tratado, assinado perante a ameaça de invasão das tropas francesas estacionadas em Ciudad Rodrigo, Portugal:
  • cedia Olivença à Espanha;
  • fechava os portos aos navios britânicos;
  • pagava à França uma indemnização de 15 milhões de libras tornesas; e
  • aceitava as fronteiras da Guiana até à foz do Rio Arawani.
O Tratado de Badajoz estipulava que a violação de qualquer dos seus artigos conduziria à sua anulação, o que veio a suceder com os acontecimentos de 1807.
180727 de Outubro: Tratado de Fontainbleau, assinado entre a Espanha e a França, pelo qual se previa a ocupação de Portugal e a sua divisão em três partes: a Província de Entre Douro-e-Minho para o Rei da Etrúria, o Principado dos Algarves para o ministro espanhol D. Manuel Godoy, sendo as restantes províncias e territórios ultramarinos repartidos por um acordo futuro.
Novembro: Início da ocupação de Portugal pelas forças Espanholas e Francesas. Família Real Portuguesa transfere o governo para o Brasil. Assinando o Tratado de Fontainbleau e invadindo Portugal, a Espanha provoca a anulação do Tratado de Paz de Badajoz, perdendo os direitos que poderia ter adquirido sobre Olivença.
1808O Príncipe Regente D. João publica, no Rio de Janeiro, um manifesto em que é repudiado o Tratado de Badajoz, anulado pela invasão de 1807.
1809Pedido oficial de reentrega do Território de Olivença de Portugal à Junta Central, em Sevilha.
181019 de Fevereiro: Tratado de aliança e amizade Luso-Britânico. A Grã-Bretanha compromete-se a auxiliar Portugal a recuperar Olivença, recebendo em troca a exploração, por 50 anos, dos estabelecimentos de Bissau e Cacheu.
Portugal negoceia a restituição de Olivença com o Conselho da Regência de Espanha.
181115 de Abril: Forças portuguesas ocupam militarmente Olivença. O Marechal Beresford, oficial britânico e general em chefe do exército português, mandoureentregar Olivença às autoridades espanholas, provavelmente para a Grã-Bretanha não perder as vantagens que retiraria do tratado luso-britânico de 1810.
1814Tratado de Paris, pelo artigo 3.º dos adicionais, declara nulos e de nenhum valor os Tratados de Badajoz e de Madrid de 1801.
1815Pela Acta Final do Congresso de Viena, através do seu artigo 105.º, são reconhecidos os direitos portugueses ao Território de Olivença.
1817Espanha assina o Tratado de Viena«reconhecendo a justiça das reclamações formuladas por Sua Alteza Real, o Príncipe Regente de Portugal e do Brasil, sobre a vila de Olivença e os outros territórios cedidos à Espanha pelo Tratado de Badajoz de 1801» e comprometendo-se a efectuar «os seus mais eficazes esforços a fim de que se efectue a retrocessão dos ditos territórios a favor de Portugal» o que deveria «ter lugar o mais brevemente possível.»
1818Litígio territorial entre Portugal e Espanha na América do Sul. Redigida proposta de tratado pelo qual a Espanha aceitava a devolução de Olivença.
1840Língua Portuguesa é proibida no Território de Olivença, incluindo nas igrejas.
1858Título de Cidade concedido a Olivença por Isabel II de Espanha.
1864Assinado um convénio entre Portugal e Espanha, demarcando a fronteira desde a foz do Rio Minho até à confluência do Caia com o Guadiana, não se prosseguindo a definição dos limites territoriais por causa da Questão de Olivença.
1903Rei D. Carlos solicita ao monarca espanhol que seja feita justiça no Litígio de Olivença.
1918-19Fim da 1.ª Grande Guerra. O Governo Português estuda a possibilidade de levar a Questão de Olivença à Conferência de Paz, o que não foi possível uma vez que a Espanha não participara no conflito mundial.
1926Celebrado um acordo entre Portugal e Espanha para a demarcação da fronteira desde a foz do Rio Cuncos até à foz do Guadiana. Ficou por demarcar, até hoje, a fronteira entre Portugal e Espanha, desde a foz do Rio Caia até à foz do Rio Cuncos, devido ao Problema de Olivença.
1936-39Guerra Civil Espanhola. O Regimento de Caçadores 8, estacionado em Elvas, esteve pronto para tomar Olivença, sendo impedido pelos superiores hierárquicos. Um grupo de legionários portugueses teve o mesmo propósito.
1944-45Criação em Lisboa do Grupo dos Amigos de Olivença (GAO).
1952Na Comissão Internacional de Limites, Portugal reclama a posse do Território de Olivença.
1965General Humberto Delgado (presidente da Assembleia Geral do GAO) é assassinado junto à Ribeira de Olivença, pensando-se que o seu corpo tenha passado na povoação de Olivença a caminho de Vilanueva del Fresno, onde foi abandonado.
1968Assinado um convénio entre Portugal e Espanha, garantindo a posse das duas margens do Guadiana para o nosso país, desde a confluência do Caia até Mourão, mantendo Portugal as suas reivindicações sobre o Território de Olivença.
1974Um jurisconsulto espanhol da Comissão Internacional de Limites reconheceu os direitos que Portugal possui para reclamar Olivença.
1990-94Questão da reconstrução da Ponte de Olivença. É assinado um convénio entre Portugal e Espanha para a reconstrução da Ponte de Olivença, a empreender conjuntamente pelos dois países. O projecto de Reconstrução é posteriormente bloqueado porque «o Estado português não se pode envolver em nenhum projecto que envolva o reconhecimento do traçado da fronteira num local em que não há consenso quanto a ela». A reconstrução acabou por ser feita apenas por Portugal, e na inauguração não esteve presente nenhum representante do Governo central Português.
Olivença é Portuguesa, à luz do Direito Internacional e da História.

CASTELOS DE PORTUGAL

Contra a “salvação nacional” deles e a favor da nossa e, sobretudo, de Portugal

AI NOSSO PAÍS, NOSSO PAÍS, AI A NOSSA VIDA !
Estou, estamos, muito preocupado(s) com o futuro de Portugal, com o nosso futuro e com o de filhos netos e outros familiares e amigos. Os tratantes deram cabo disto. Agora querem um acordo de “salvação nacional”, quando a miséria nacional e mesmo a fome, já grassam e mais ameaçam grassar. Os tratantes da Direita, no Poder e também outros cavalheiros do “centrão”, com o seu descuido, incompetência e, sobretudo, com a sua corrupção,capazes para além das imensas mordomias, que a eles próprios durante anos atribuíram, roubando o povo e as empresas (muitas públicas) deram cabo disto. Para além da crise Europeia, estes vigaristas e traidores de Portugal e de todos nós, criaram a crise, ou melhor, a ruína nacional. Muito do dinheiro que roubaram está já no estrangeiro, a coberto da acção da Justiça, aliás, bem cúmplice com tudo isto, com honrosas excepções de Juízes e Magistrados impolutos e, sobretudo, capazes de alertar e defender o povo desta corja de bandidos de colarinho branco, que tomaram conta de Portugal, emporcalhando o 25 de Abril e a Democracia, que usaram de forma abusiva e mesmo fraudulentamente para os seus fins obscuros e criminosos.
Agora jogam o jogo do passa culpas (chegam ao descaramento de dizer que é da Constituição da República, que violam todos os dias e de quer nós, povo, é que vivemos acima das nossas possibilidades) e, simultaneamente, coligam-se de novo ou mantêm-se coligados e arrastam o (in)Seguro para a tal “salvação nacional” e o gajo deixa-se ir.
Amanhã vou a Leiria a um evento da herbalife e fora dele descobrir a careca ao tratante Presidente de lá, que me quis culpar das suas negociatas com outros tratantes, para se limpar e passar culpas. Mas não é por isso que o vou entalar. Já o podia ter feito há muito tempo. Vou fazer o que vou fazer pela dignidade dos cidadãos de Bem, pelo 25 de Abril e todos os outros valores em que acredito, mesmo que isso me custe dissabores. No meu livro está a história do CASO BELTRÓNICA, uma história ainda muito mal contada e que, ligada a outras, dão a dimensão verdadeira de muita corrupção e patifarias. O povo tem de saber tudo. A Comunicação Social tem de informar. Os jornalistas têm de se comprometer e a polícia e a Justiça deviam de agir, já que quem o Poder ocupa …
Estive a fazer festas aos meus cãezinhos, são muito meus fiéis amigos. O Nico, que é célebre, nas Caldas e não só. A Simone muito meiguinha, a quem eu chamo a mulher/cadela barbada (tem um olhar de meiguice encantador). E o Rex Pequenote, também, muito meiguinho, que tem ciúmes do Nico, seu pai, mas de que ele desconhece o parantesco e toma por rival. São, conjuntamente, com amigas e amigos o meu escape, nestes tempos dolorosos, para Portugal e muito, muito, para os amantes do 25 de Abril, como eu.
Temos de nos unir, para reagir e ousar vencer (gentes de Bem e de “ABRIL”), em nome da verdade, da dignidade, da defesa da Liberdade e da Solidariedade !!!…

Mistura grossa
Fernando Rocha

Assembleia Parlamento volta ao vermelho com prejuízo de 680 mil euros Com um prejuízo de 679 mil euros, a Assembleia da República interrompe um ciclo de quatro anos com resultados positivos, conta hoje o jornal i.

Assembleia 

Parlamento volta ao vermelho com prejuízo de 680 mil euros
Com um prejuízo de 679 mil euros, a Assembleia da República interrompe um ciclo de quatro anos com resultados positivos, conta hoje o jornal i.
Parlamento volta ao vermelho com prejuízo de 680 mil euros
DR
POLÍTICA
Após quatro anos de resultados positivos, a Assembleia da República volta a ter prejuízos, adianta o jornal i. Com perdas de 679 mil euros, a instituição interrompe um ciclo que teve início em 2008, com principal destaque para o período entre 2009 e 2011, quando os lucros superaram os cinco milhões de euros anuais. 
O relatório apresentado pelo Tribunal de Contas (TC) à presidente da Assembleia Assunção Esteves revela uma quebra de 16% nas receitas, que foi “influenciada pela diminuição das transferências do Orçamento de Estado para a Assembleia da República”. 
A análise do TC mostra também um “decréscimo de 69% nos juros bancários da aplicação de excedentes no Instituto de Gestão de Tesouraria e do Crédito Público”, tendo o encaixe destas aplicações financeiras descido de 338 mil euros para 120 mil no ano passado.
Até as senhas de refeição da Assembleia da República renderam menos em 2012, caindo 3,6% face ao ano anterior, para aproximadamente 263 mil euros.
No total, as receitas do Parlamento passaram de 122 milhões de euros para 103 milhões em 2012.

OS FILHOS DA PUTA DOS FACHOS AGORA CHAMAM HOOLIGANS AO POVO QUE PROTESTA PELOS CRIMES QUE A DIREITA COMETE

Sanção Deputados não querem 'hooligans' na Assembleia
Os deputados do PSD e do CDS querem que os manifestantes que desrespeitem os partidos na Assembleia da República sejam sancionados, à semelhança do que acontece com os ‘hooligans’ no futebol, sem impedir, contudo, o acesso dos cidadãos às galerias, conta o semanário Sol.
Deputados não querem 'hooligans' na Assembleia
DR
POLÍTICA
Os partidos da coligação, PSD e CDS, são os mais críticos aos protestos dos cidadãos nas galerias da Assembleia da República. Segundo os mesmos, devem existir regras semelhantes às que são aplicadas no futebol no que toca aos ‘hooligans’, mas sem restringir este acesso.
Os deputados destes partidos exigem que os participantes neste tipo de situações sejam sancionados podendo, inclusive, ser “impedidos de voltar”. Quem o diz é o deputado do PSD Jorge Paulo Oliveira, adiantando ao Sol que “não se pode fazer manifestações ilegais e insultar os deputados”. 
Uma posição também defendida por Artur Rego do CDS, que afirmou àquele jornal que “quem desrespeita esta casa, os deputados e a lei, deveria ficar interdito durante algum tempo”, pelo que se “devia criar uma regra para isso”.
Em declarações ao Sol, fonte oficial do gabinete da Presidente da Assembleia, Assunção Esteves, salientou que no início da legislatura, “a Presidente deixou indicações às autoridades policiais para que, em caso de manifestação nas galerias, usassem da maior moderação possível na relação com as pessoas”.
Refira-se que ainda na semana passada a Presidente pediu que se repensassem as regras de acesso às galerias.