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segunda-feira, 8 de julho de 2013

NO PAÍS DA PENA DE MORTE (EUA) ONDE SE PODE ASSISTIR ÀS EXECUÇÕES AGORA TAMBÉM SE DÃO AO LUXO DE DIVULGAR AS ÚLTIMAS DECLARAÇÕES DOS CONDENADOS - SIMPLESMENTE MACABRO

CLIK NO LINK A SEGUIRhttp://www.tdcj.state.tx.us/death_row/dr_executed_offenders.html

BANDEIRA PORTUGUESA FOI HUMILHADA EM ARCE DE LA PAZ - GOVERNO BOLIVIANO PEDE EXPLICAÇÕES AOS EMBAIXADORES DE PORTUGAL, ESPANHA E FRANÇA, ESPANHA DIZ NÃO TER INTERDITADO ESPAÇO AÉREO



O governo boliviano convocou nesta segunda-feira os embaixadores de Espanha, França e Itália, e o cônsul de Portugal para que deem explicações sobre o fechamento do espaço aéreo desses países para impedir que o avião do presidente Evo Morales sobrevoasse ou aterrissasse durante sua viagem de retorno de Moscou para La Paz na semana passada.
A ministra boliviana de Comunicação, Amanda Dávila, confirmou em entrevista coletiva que os diplomatas deverão comparecer à chancelaria ao longo do dia para dar "uma explicação sobre o acontecido".
"Esta convocação tem como objetivo expressar também nosso protesto oficial perante estes governos em relação à situação", acrescentou.
Amanda fez este anúncio em meio a fortes protestos populares registrados hoje em La Paz por causa do incidente sofrido por Morales na Europa em decorrência das suspeitas de que o ex-técnico da CIA Edward Snowden estivesse à bordo do avião presidencial.
Na manhã de hoje, centenas de pessoas protestaram na avenida Arce de La Paz, uma das principais do centro da capital e onde ficam várias embaixadas, entre elas a espanhola e a americana.
Os manifestantes atiraram rojões e utilizaram máscaras de burro com as bandeiras de França, Espanha, Itália e Portugal, os países que segundo o governo boliviano ofenderam toda a nação.
O governo espanhol negou que tenha proibido a passagem e a aterrissagem do avião de Morales, apesar de o presidente ter se sentido ofendido pelo tratamento que recebeu do embaixador espanhol em Viena, onde ficou retido durante mais de 10 horas até que fosse comprovado que Snowden não estava à bordo.
Morales anunciou no último sábado que se o americano pedir asilo à Bolívia ele concederá em represália à ofensa dos países europeus. Mas, por enquanto, o país andino não recebeu nenhum pedido oficial de Snowden.

NODO MODELO DE SOFÁS, ARRUMAN-SE FACILMENTE PARA GANHAR ESPAÇO

A TOMADA DE POSSE - MAIS UMA PALHAÇADA DE BRANQUEAMENTO DO GOVERNO PORTAS/PASSOS/CAVACO


E NA CONTINUIDADE DAS HOMILIAS REACCIONÁRIAS DO REFORMADO POLICARPO O AGORA PADRECO-MOR INTITULADO DOM MANUEL III DISSE.... ESTE GOVERNO TEM LEGITIMIDADE DEMOCRÁTICA PARA GOVERNAR !

ESTAMOS NO CAMINHO DA DESGRAÇA, PORTAS RESSUSCITOU OS VICE, CLEMENTE O MEDIAVAL, O TÍTULO DE DOM.

ISTO CHEIRA TRESANDA A FASCISMO.

AFINAL QUE ESTAVAM A FAZER LÁ AQUELA GENTE APERALTADA NOS JERÓNIMOS ? A QUE DEUS ESTAVAM A ADORAR ?

ESTAVA LÁ ALGUÉM DO POVO, DA RAIA MIÚDA !?

Bruxelas prepara um “resgate brando” para Portugal sem o FMI Segundo o diário espanhol El País, Bruxelas já estará a negociar com Lisboa “uma linha de crédito de precaução”. A Comissão Europeia está a preparar um segundo resgate a Portugal, prevendo um cenário em que o país tenha dificuldade em financiar-se nos mercados em meados de 2014, altura em que termina o actual programa de resgate da troika.

Bruxelas prepara um “resgate brando” para Portugal sem o FMI

Segundo o diário espanhol El País, Bruxelas já estará a negociar com Lisboa “uma linha de crédito de precaução”.

A Comissão Europeia está a preparar um segundo resgate a Portugal, prevendo um cenário em que o país tenha dificuldade em financiar-se nos mercados em meados de 2014, altura em que termina o actual programa de resgate da troika.
A informação é avançada pelo jornal espanhol El País que cita duas altas fontes comunitárias, segundo as quais Bruxelas já estará a negociar com Lisboa “uma linha de crédito de precaução”.
De acordo com o mesmo jornal, o dinheiro dessa linha de crédito virá do Mecanismo Europeu de Estabilidade (ESM), o que significa que a avaliação do programa de ajuda será feita pelos dirigentes europeus e não pelo triunvirato FMI, Comissão Europeia e BCE.
Este “resgate brando”, como lhe chama o El País, implica condições, ou seja, mais cortes. O jornal espanhol avança, no entanto, que as medidas de austeridade a adoptar em Portugal serão menos exigentes do que as que foram aplicadas até agora.
Este cenário já tinha sido avançado pelo PÚBLICO, embora realçando que este é um debate que os europeus querem deixar fora dos radares pelo menos até às eleições de Setembro na Alemanha, de modo a não dar argumentos à contestação interna dos programas de ajuda, que permanecem fortemente impopulares.
Até ao início desta semana, o cenário dado como o mais provável era Portugal recuperar gradualmente ao longo dos próximos meses o acesso ao mercado da dívida de modo a poder financiar-se plenamente dentro de um ano.
Neste processo, o país deveria ser apoiado pela zona euro através de um programa "cautelar" ou "de precaução", possivelmente sob a forma de uma linha de crédito do fundo de socorro do euro (ESM) para a concessão de empréstimos ou compra directa de dívida no mercado primário (na emissão pelo Governo) para cobrir algum eventual aumento das taxas juro para níveis insustentáveis. Estas linhas de crédito serão criadas por períodos de um ano, renováveis duas vezes por seis meses.
Além de constituir um sinal para os mercados de que Portugal continuará a contar, se necessário, com o apoio financeiro dos parceiros, este programa "cautelar" constitui igualmente a condição para o país poder beneficiar do novo programa de compra de dívida no mercado secundário anunciado pelo BCE.
Para beneficiar destes apoios, Portugal terá de subscrever um novo programa de ajustamento com a Comissão "em ligação com o BCE e, quando possível, juntamente com o FMI". O novo programa será menos rígido do que o actual, o mesmo acontecendo com a "vigilância reforçada" que permanecerá sobre o país enquanto durar o programa "cautelar". Se Portugal não recuperar a confiança dos investidores, precisará de novo resgate, o que significará voltar quase à estaca zero.

O NOVO CARDEAL PATRIARCA DE LISBOA. TEMAS: 9. POLIS ✪ NO COMMENT YET O até agora bispo do Porto, D. Manuel Clemente, novo patriarca de Lisboa, não é um homem qualquer. Homem preparado, homem de cultura, podemos exigir dele o melhor testemunho do que vale a Igreja Católica hoje em Portugal. Só que, quanto maior a expectativa, maior a decepção possível.

O NOVO CARDEAL PATRIARCA DE LISBOA.

✪ NO COMMENT YET

O até agora bispo do Porto, D. Manuel Clemente, novo patriarca de Lisboa, não é um homem qualquer. Homem preparado, homem de cultura, podemos exigir dele o melhor testemunho do que vale a Igreja Católica hoje em Portugal.

Só que, quanto maior a expectativa, maior a decepção possível. Algumas declarações mais ou menos soltas do novo patriarca de Lisboa, um lugar sempre de referência na Igreja portuguesa (embora não seja o seu chefe, como alguns pensam), merecem preocupação. Vir, num momento político como este, dar a ideia de que está a defender uma determinada fórmula governativa (em concreto, o actual governo, ou a actual maioria) é, no mínimo, pouco prudente (se deu a entender o que não queria realmente dizer) e, no máximo (se estava conscientemente a pronunciar-se a favor de uma determinada saída e contra outras, como eleições antecipadas), um sinal grave de enviesamento do seu múnus.

Esperemos para ver. Esperemos que se dê ao respeito quem deve ser respeitado, para não termos de concordar com os que, da direita, trataram logo de tentar apropriar-se de D. Manuel Clemente (seja pela presença impositiva dos dignitários da República à procura de fotografia em cenário bento, seja pela palavra de comentador muito embrenhado em tribunais eclesiásticos por interesse próprio).

O essencial é que me importa; coisas do cerimonial, que podiam evoluir, como deixar de tratar o senhor por D. Manuel III (logo nos Jerónimos), são sinais, mas não são o que me escandaliza. O que me escandalizaria seria que o patriarca de Lisboa usasse de uma suposta candura para fazer jeitos políticos aqui ou ali, tornando-se um digno sucessor de quem não merece ter propriamente sucessores (e refiro-me aqui àquele cardeal recordado na toponímia ali para os lados do parque Eduardo VII, em Lisboa).


Adenda: não é "novo" quem quer, mas quem sabe.
Não resisto a colocar aqui o comentário do Miguel Marujo, no Facebook:

«O novo Papa chegou e apresentou-se como Francisco, o novo patriarca entra e recupera um título com dezenas (centenas?) de anos: D. Manuel III, aquele que antes todos chamavam de Clemente.»

Machina Speculatrix

ESTÁ CALOR !!! VAI UM BANHITO !?