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quinta-feira, 4 de julho de 2013

PASSOS COELHO NÃO TEM CONTA BANCÁRIA



PASSOS COELHO NÃO TEM CONTA BANCÁRIA !

Rendimentos. Passos ganhou 123 mil euros em 2010. Mas não tem conta bancária

Passos declarou apenas um Opel Corsa, no Tribunal Constitucional, e nem uma conta bancária


Passos Coelho esperou até ao fim do prazo legal para entregar no Tribunal Constitucional a declaração de rendimentos. O documento, que só deu entrada ontem, dá conta de que Passos recebeu quase 123 mil euros brutos por rendimentos de trabalho no ano passado.

A grande fatia do que recebeu em 2010 diz respeito a trabalho dependente, quase 120 mil euros. Recorde-se que nesse ano Passos Coelho renunciou ao cargo de administrador no grupo Fomentinvest para assumir a presidência do PSD em Março. O restante declarado refere-se a rendimentos prediais, no valor de 3 mil euros, um valor superior ao de 2009, quando Passos Coelho, que ainda não era líder dos sociais--democratas, recebeu por trabalho dependente 96 391 euros.

Quando comparados com os dos restantes membros do governo, os rendimentos de 2010 do primeiro-ministro são dos mais baixos. Atrás de Passos Coelho ficam apenas Paulo Portas, Miguel Macedo, Assunção Cristas e Pedro Mota Soares, como os governantes que menos receberam o ano passado. Quatro nomes que têm em comum o facto de terem ocupado funções de deputados o ano passado.

A declaração de rendimentos do primeiro-ministro foi entregue ontem, na data limite, no Tribunal Constitucional. Todos os governantes a entregaram a tempo, mas com um grau de pormenor diferente. Na declaração de Passos, por exemplo, não aparecem mencionadas contas à ordem ou a prazo, nem investimentos em acções. O primeiro-ministro e presidente do PSD declarou apenas ser proprietário de um Opel Corsa e de dois apartamentos (um T2 e um T4) em Massamá, apartamentos que está a pagar através de dois empréstimos ao banco: um no Millennium BCP, com mais de 225 mil euros em dívida, e outro, com cerca de 42 mil euros de remanescente, na Caixa Geral de Depósitos.

A ministra da Agricultura foi a última a entregar a declaração de rendimentos. Assunção Cristas declarou mais de 61 mil euros em rendimentos dependentes, mas a ministra, que o ano passado foi deputada do CDS, recebeu mais de 32 mil euros por trabalho independente.

No documento, Assunção Cristas refere ainda ser co-proprietária de dois prédios em Lisboa e de um apartamento em Albufeira. No seu parque de estacionamento conta com um Ford Galaxy e um Volvo v70. Ao contrário de Passos, a centrista declarou contas bancárias: ao todo quatro contas que dão um valor total que ronda os 85 800 euros. Só é obrigatório declarar contas à ordem no valor superior a 50 salários mínimos, ou seja, acima dos 24 250 euros.

A vitória de Cavaco:parabéns, senhor presidente! Cavaco alcançou uma assinalável vitória. Tantas vezes pediu consenso, que os parceiros sociais acabaram por lhe fazer a vontade. Patrões e sindicatos são unânimes em considerar a actuação do governo desastrosa e Cavaco Silva uma nulidade. Agora, que conseguiu o seu objectivo, era altura de cumprir a sua parte: demitir o governo e demitir-se a seguir..

A vitória de Cavaco:parabéns, senhor presidente!

 Cavaco alcançou uma assinalável vitória. Tantas vezes pediu consenso, que os parceiros sociais acabaram por lhe fazer a vontade. Patrões e sindicatos são unânimes em considerar a actuação do governo desastrosa e Cavaco Silva uma nulidade.
Agora, que conseguiu o seu objectivo, era altura de cumprir a sua parte: demitir o governo e demitir-se a seguir..
Devia fazê-lo daqui a umas horas, depois de receber Pedro Passos Coelho e confirmar que as negociações entre Passos e Portas foram uma fantochada.
Um governo de coligação sem o líder de um dos partidos é um governo a prazo que só beneficiará quem lá fica.
Um governo em que  o líder do mais pequeno partido da coligação se comporta como uma bailarina badalhoca, que sai de casa  num dia e regressa no dia seguinte, depois de receber uns anéis do amante, não perde apenas a credibilidade. Fica à mercê dos caprichos da bailarina, sempre disponível por trocar de amante, desde que haja quem pague mais.
Daqui a poucos meses os portugueses estarão a ser confrontados com mais austeridade, nova crise dentro da coligação e um país mais pobre a caminho de um segundo resgate.
Cavaco sabe muito bem o que vai acontecer nos próximos meses porém,  convocar eleições e dar posse a um novo governo dá um trabalho do caraças e ele, reformado, não está para chatices. Prefere brincar ao faz de conta e fingir que está tudo bem outra vez, porque os namoradinhos fizeram as pazes. Apesar de o país inteiro estar desejoso que este governo caia, Cavaco opta por entrar na brincadeira de garotos entre Pedro e Paulo, esquecendo-se que a sua função é ser árbitro.
Depois ofende-se quando lhe chamam palhaço!

Crónicas do rochedo

Jumento do Dia Paulo Portas

Jumento do Dia

  
Paulo Portas

Esta crise artificial que há muito veio sendo lançada cuidadosamente por Paulo Portas visava aquilo que há muito é óbvio, ficar com todo o poder na economia. Essa ambição é evidente em Paulo Portas desde o primeiro dia e agora que se aproxima o momento de prestar contas aos eleitores só resta a Paulo portas jogar todas as cartas na mesa a tempo de salvar o CDS da extinção.

Há muito que Portas cercava Passos Coelho e a escolha de Maria Luís Albuquerque não passou do argumento para Portas dar o golpe. O país ficou a saber do baixo nível do líder do CDS, alguém com ambições sem limite e sem quaisquer escrúpulos.

O Jumento

TODOS OS SERES VIVOS TÊM AMIGOS

Passos e Portas - Refundar o programa... reafundar o país!

Passos e Portas - Refundar o programa... reafundar o país!


Enquanto dura a incerteza sobre o desenlace da farsa, entre compras e vendas de “personalidades” ministeriáveis, na dúvida persistente e lancinante sobre o regresso ao governo por parte de Portas... e, a regressar, quais os novos “negócios” de que se encarregará... salta à vista este título:
A lembrar o velho slogan de tom anarquista e fino humor:
“Queremos mentiras novas!”

Governo Álvaro pode ser a chave para desbloquear crise política

Governo 

Álvaro pode ser a chave para desbloquear crise política
O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, e o ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Portas, que na passada terça-feira pediu a demissão, poderão estar em vias de chegar a um acordo para salvar a coligação governativa. Segundo avança o semanário Expresso, se o ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira, sair do Executivo, a crise poderá ficar desbloqueada.
Álvaro pode ser a chave para desbloquear crise política
DR
POLÍTICA
Porém, e após ter sido pressionado pelos elementos do partido a que preside, Portas disponibilizou-se para dialogar com o primeiro-ministro, por forma a ser encontrada uma solução para a crise política.
Ora, neste sentido, e de acordo com o que avança a edição online do semanário Expresso, a solução para o desbloqueio deste impasse poderá passar pelo ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira. Caso o governante deixe de integrar o Executivo, Portas poderá recuar, sobretudo se a pasta for entregue a um rosto centrista.
E se o primeiro-ministro até poderá vir a ceder a esta exigência do líder do CDS, o mesmo já não se aplica à nova ministra das Finanças, Maria Luís Albuquerque. No caso desta responsável, terá se ser Portas a ceder.
Refira-se que a nomeação da ex-secretária de Estado para a pasta antes coordenada por Vítor Gaspar, alegadamente sem o consentimento do ministro dos Negócios Estrangeiros, foi um dos motivos evocados por Portas para abandonar o barco do Governo.
Contudo, existem versões algo contraditórias quanto à produtividade do encontro de ontem à noite, em São Bento, entre os dois líderes. Enquanto o gabinete de Passos Coelho veicula uma mensagem positiva, o gabinete Portas é mais cauteloso, salientando, indica a TSF, que nada ficou, para já, fechado e que só haverá acordo se o chefe do Executivo mudar de atitude, passando a governar, efectivamente, em coligação, através da partilha de decisões.
Ao mesmo tempo, decorre esta manhã a habitual reunião de Conselho de Ministros, sendo que, a este propósito, fonte governativa revelou ao Diário Económico que “era desejável” que uma solução fosse acertada entre os governantes, por forma a ser apresentada ao Presidente da República, Cavaco Silva, na audiência que terá lugar da parte da tarde.
Portas não está presente no Conselho de Ministros, tudo indica, em virtude da nova ronda negocial com Passos agendada para hoje.