AVISO

O administrador deste blogue
não é responsável pelas opiniões
veiculadas por terceiros
nem a sua publicação quer dizer
que delas partilhe, apenas as
publica como reflexo da
sociedade em que se inserem
dando-lhes visibilidade
mas nunca fazendo delas opinião própria.
Ao desenvolturasedesacatos reserva-se ainda o direito
de eliminar qualquer comentário anónimo ou não identificado, que contenha ataques
deliberadamente pessoais, que em nada contribuampara o debate de ideias ou para a denúncia
de situações menos claras do ponto de vista ético.


quarta-feira, 3 de julho de 2013

INTERNACIONAL Polícia deteta mais transferências suspeitas no Banco do Vaticano Jornal italiano avança que monsenhor Nunzio Scarano, detido na passada semana, terá alegadamente oferecido as suas contas para transferir dinheiro de amigos

Polícia deteta mais transferências suspeitas no Banco do Vaticano

Jornal italiano avança que monsenhor Nunzio Scarano, detido na passada semana, terá alegadamente oferecido as suas contas para transferir dinheiro de amigos


A polícia italiana detetou mais 13 transferências de dinheiro suspeitas, através do banco do Vaticano, noticiou, esta quarta-feira, o jornal «Corriere della Sera». O diário afirmou que o monsenhor Nunzio Scarano, detido na passada semana, terá alegadamente oferecido as suas contas para transferir dinheiro de amigos.

As operações do suspeito foram superiores a um milhão de euros e semelhantes - no esquema - à transferência de 23 milhões de euros, que levou a uma investigação do Instituto para as Obras Religiosas (IOR), nome oficial do banco do Vaticano, de acordo com o jornal.

O «Corriere della Sera» citou documentos da investigação contra Scarano, suspeito de autorizar amigos a usarem a sua conta no IOR. «Ele é uma fachada para os beneficiários económicos da operação e interrompeu o percurso do dinheiro», impedindo que os vestígios deixados fossem acompanhados, acrescentou.

Scarano tinha aparentemente acesso a várias contas do IOR em Itália e no estrangeiro, e a depósitos da agência que gere os bens do Vaticano (APSA), onde trabalhava, de acordo com o jornal, que citou a polícia italiana.

O padre foi detido sob suspeita de tentar transferir 20 milhões de euros para os irmãos D'Amico, proprietários de uma frota de petroleiros. Os advogados disseram que Scarano rejeitou a acusação.

O jornal adiantou que o inquérito vai, provavelmente, ser encerrado dentro de dias e os procuradores deverão apresentar acusações formais contra o então diretor geral do banco Paolo Cipriani e o vice-diretor Massimo Tulli, que apresentaram a demissão no princípio desta semana.

Muitos especialistas religiosos descreveram esta investigação como uma potencial revolução, que começou com a nomeação, em junho, de Battista Mario Salvatore Ricca para supervisionar a administração do IOR. Ricca é considerado um dos mais fiéis aliados do papa Francisco.

Na semana passada, o Papa criou uma comissão especial de cinco membros, cuja missão é investigar o banco e transmitir as informações direta e pessoalmente ao líder da Igreja católica. O primeiro relatório da comissão deverá estar pronto em outubro e poderá levar a maiores reformas no banco. O IOR não empresta dinheiro, mas gere fundos para os departamentos do Vaticano, obras católicas e congregações, bem como de padres e freiras que vivem e trabalham em todo o mundo. O banco gere fundos no montante de cerca de sete mil milhões de euros.

Em maio, Rene Bruelhart, diretor da Autoridade Financeira do Vaticano, afirmou terem sido comunicados seis relatórios de atividades financeiras suspeitas no Vaticano, no ano passado, e três pedidos de informação de autoridades estrangeiras.

A pensar de forma livre e diferente (do PS, claro!) Setúbal Começa a ser penoso assistir à desonestidade política do PS setubalense na pré-campanha eleitoral para as autárquicas.

A pensar de forma livre e diferente (do PS, claro!)



lon chaney
(LON CHANEY, LONDON AFTER MIDNIGHT, 1927)
Começa a ser penoso assistir à desonestidade política do PS setubalense na pré-campanha eleitoral para as autárquicas.
Convencidos de que encontraram a melhor arma de arremesso possível, agarram-se à questão das taxas máximas do IMI praticadas no concelho para um exercício da mais apurada — mas pouco fina — demagogia, desonestidade e absoluta incoerência política.
Estas são, aliás características a que o PS nos habituou e das quais dificilmente abrirá mão. Fazem de tal modo parte do seu código genético que não podem viver sem a aldrabice, a meia verdade, o jogo político baixo de que todos estamos fartos.
A propósito do IMI em Setúbal, e antes de qualquer outra consideração, importa destacar a absoluta incoerência do PS, que introduziu neste concelho como protagonista político a ainda presidente socialista da Câmara Municipal do Montijo, autarquia que, como a de Setúbal, pratica, desde sempre, as taxas máximas de IMI, sem que a tal seja obrigada por um Contrato de Reequilíbrio Financeiro que só teve de ser celebrado em Setúbal para garantir que a autarquia setubalense não ia à falência em 2004 e para pagar os 30 milhões de euros de dívidas a fornecedores deixados por Mata Cáceres, impossíveis de pagar na altura por falta de liquidez e por a capacidade legal de endividamento da câmara estar esgotada.
O PS, e o seu candidato à Câmara Municipal de Setúbal, omitem sistematicamente este ”detalhe”, na esperança de que ninguém dê pela incoerência, e vai alegremente entretendo-se em atirar pedras aos telhados do vizinho.
Também no Montijo a maioria PS na Assembleia Municipal recusou, em anos anteriores, propostas de redução do IMI. Também aí não se viu uma lágrima vertida pelos proprietários montijenses, com a diferença de que, hoje, face à reavaliação dos imóveis decidida pelo Governo e executada em deficientes condições que apenas visaram a maximização da cobrança de receita fiscal, os valores patrimoniais que resultaram dessa reavaliação terem ditado aumentos muito consideráveis do IMI a pagar. Mas, também aqui, não é às autarquias, sejam elas do PS ou da CDU, que se podem imputar responsabilidades. Neste caso, apenas o Governo que mais aumentou impostos na nossa história recente, ainda que se considerem os mais liberais de sempre, pode ser responsabilizado, com a agravante de, unilateralmente, ter decidido reter indevidamente, para custos imputados ao processo de reavaliação, uma boa parte da fatia do IMI que era devida às câmaras municipais. Também por esta via se criaram ainda mais dificuldades às autarquias, já afetadas pelos sucessivos cortes nas transferências do Estado ditadas por alterações à Lei das Finanças Locais.
Em tempo de eleições, porém, vale tudo e nada disto comove o PS.
No Montijo, os proprietários de imóveis sofreram, este ano, com a reavaliação, enormes aumentos neste imposto. Parece, porém, que, para o PS, este munícipes podem e devem pagar sem reclamar, mas já em Setúbal o assunto muda de figura.
No Montijo, aliás, a autarquia PS chegou até a praticar, no fim dos anos noventa, valores mais elevados de Contribuição Autárquica, o antecessor do IMI, do que a autarquia PS liderada em Setúbal por Mata Cáceres. Por isso, o presidente da Câmara setubalense na altura se apelidava a si próprio de “campeão da contribuição autárquica no distrito”…
O mais curioso, porém, é que o PS, em Setúbal, já em situação financeira difícil, optou, em 2000 e 2001, por baixar os valores da Contribuição Autárquica, numa operação que só pode ter uma justificação eleitoralista, face ao processo eleitoral de 2001 que se aproximava e à já então evidente degradação da base de apoio local do PS. A verdade é que as contas municipais ainda mais depauperadas ficaram e nem assim o PS conseguiu, em 2001, ganhar as eleições.
Os que vieram atrás tiveram de fechar a porta. Fizeram-no, como é sabido, com o famoso Contrato de Reequilíbrio Financeiro, cujas causas e origens o PS se esforça arduamente por esquecer.
É importante referir que o PS, com má consciência e ciente das responsabilidades que tinha na situação financeira da câmara municipal em 2001, quando perdeu as eleições, não se opôs, na Assembleia Municipal, em reunião realizada em 30 de dezembro de 2002, à declaração de rutura financeira, primeiro passo necessário à celebração de um CRF – Contrato de Reequilíbrio Financeiro. O PS, de acordo com o que declarou o seu porta-voz nesta reunião “não via qual era o problema em votar favoravelmente aquele documento [a declaração de rutura financeira], caso tivesse sido discutido previamente. Aquele documento, com uma análise ou uma concertação pela sua bancada era perfeitamente possível ser aprovado”. Encontrado o pretexto, o PS viria a abster-se nesta votação.
A mesma posição de abstenção foi assumida pelo PS em 29 abril de 2003 na votação da proposta do CRF a apresentar ao Governo. Nesta sessão da Assembleia Municipal, o Partido Socialista defendeu, em declaração de voto, que a Câmara Municipal de Setúbal poderia ter aproveitado uma alegada capacidade de endividamento que ainda teria no início de 2002 para pagar dívidas a fornecedores e outros credores que, diziam os eleitos do PS, tinham “entretanto atingido valores incomportáveis”, esquecendo, porém, que se estava a referir a dívidas contraídas na totalidade pela anterior gestão do PS. Ou seja, o Partido Socialista defendia, na altura, que a Câmara Municipal de Setúbal se endividasse mais, isto porque entendia que a capacidade de endividamento não estaria esgotada.
Toda a declaração de voto é, aliás, um fino exercício de falta de seriedade política que culmina com o deputado a afirmar que, embora o PS “discorde da forma como o Executivo tem vindo a gerir a autarquia [a CDU governava a câmara há apenas um ano e quatro meses, sem qualquer capacidade financeira que não fosse a necessária para, com enorme dificuldade, assegurar os encargos de funcionamento], bem como a forma pouco correta como tem procurado atirar para cima dos anteriores executivos a culpa pela atual situação financeira, a bancada do PS não vota contra o CRF para não prejudicar a margem de negociação junto do Poder Central e na perspetiva de que a aprovação do contrato permita liquidar as dívidas da câmara às muitas dezenas de empresas, em especial pequenas e médias, às coletividades, às instituições, aos artistas e a muitos outros credores individuais”.
Em síntese, ao abster-se nestas votações com fracos pretextos, o PS, na prática, caucionou o CRF e, por essa via, a aplicação de valores máximos nas taxas e tarifas municipais, bem como no IMI e na derrama, que agora tanto contesta, ainda que se esqueça de fazer o mesmo no Montijo.
Claro que esta é uma história longa, recheada de episódios e intricadas questões financeiras e jurídicas difíceis de explicar. O PS sabe disso e empenha-se na construção de uma nova narrativa que oculte a irresponsabilidade financeira que praticou durante mais de uma década na autarquia setubalense. Basicamente, o único princípio válido para os socialistas setubalenses é o do vale tudo…
PS (aqui como Post scritum, está claro) – O candidato do PS distribuiu, na cidade, um jornal de campanha com uma entrevista sua recheada de pérolas. São muitas e seria difícil dissecar todas. Há, porém, duas que, pela piada que têm, vale a pena destacar.
A primeira é a das lágrimas que verte a propósito da taxa de proteção civil. Aqui, o candidato é contido e não vai além da referência à taxa, na esperança de angariar simpatias.
Compreende-se.
 É que esta taxa foi criada pelo Secretário de Estado da Proteção Civil de um Governo do PS, Ascenso Simões, que resolveu, desta brilhante forma, a reivindicação que os vários municípios que são detentores de corpos de bombeiros profissionais apresentavam há anos (entre os quais Setúbal) e que, na base, defendia que o poder central também se devia responsabilizar pelo financiamento destas companhias de bombeiros, já que prestam um serviço que, em primeira instância, é uma obrigação do Estado. O PS, tão lesto na crítica a esta taxa, não só a criou, como a aplica noutros concelhos, com uma diferença essencial: aplica-a, o PS e o PSD, indiscriminadamente a todos os cidadãos, ou por via de um valor fixo cobrado da fatura da água, ou por via do valor patrimonial dos edifícios, a partir do qual é calculada a taxa a cobrar a esses proprietários. Em Setúbal, com base numa tabela de risco, a taxa apenas é cobrada a estabelecimentos comerciais e a estabelecimentos industriais, ficando os restantes munícipes de fora.
O interessante da história é, sobretudo, que o PS, manifestando, uma vez mais, a sua profunda incoerência e falta de seriedade, contesta uma taxa municipal por si criada enquanto Governo apenas para atacar, numa conjuntura muito precisa, um adversário político. Nada de novo portanto…
A outra pérola, essa verdadeiramente brilhante, é quando afirma que “teria sido uma coligação natural em Setúbal [a que se faria entre a CDU, o PSD e o CDS]”. E acrescenta, com ar sisudo, que “já não seria a primeira vez”, para, a seguir, rematar, definitivo: “estiveram juntinhos para pôr lá o Passos Coelho”. Esta última mereceria um tratado, tal é a estupidez da pretensa ironia, mas o que interessa aqui são as alegadas coligações locais. Uma afirmação destas, vinda de um partido que, no governo, já esteve coligado com o PSD e o CDS e que se está a pôr a jeito para mais um arco de governabilidade com o Partido de Portas só pode ser encarada como uma boçalidade risível vinda de quem acredita que somos todos parvos. Mais boçal ainda é, porque esquece — talvez por pura ignorância, admitamos — que o PS esteve, no seu primeiro mandato na Câmara Municipal de Setúbal, entre 1985 e 1989, coligado com o PSD, com os efeitos nefastos que são conhecidos no urbanismo da cidade.
A coisa é, pois, má demais para ser verdade.
Custa a entender como é que o PS local aceita um candidato destes. Ou então não e é o que lá arranjaram…
E tanto que Setúbal necessitava de uma oposição credível!

Praça do Bocage

TENHO ESTADO A OUVIR O DEBATE NA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA AQUI, NESTA CASA, ONDE SE DEVIA RESPEITAR O POVO, ONDE A VERDADE DEVIA SER A BANDEIRA, AQUI ONDE SE DISCUTEM E MODIFICA A VIDA DOS PORTUGUESES JÁ SÓ REINA A VERGONHA..

TENHO ESTADO A OUVIR O DEBATE NA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA

AQUI, NESTA CASA, ONDE SE DEVIA RESPEITAR O POVO, ONDE A VERDADE DEVIA SER A BANDEIRA, AQUI ONDE SE DISCUTEM E MODIFICA A VIDA DOS PORTUGUESES JÁ SÓ REINA A VERGONHA..

ESTE GOVERNO TRANSPORTOU PARA TODOS OS ORGÃOS DE SOBERANIA A MENTIRA, O DESCRÉDITO E ATÉ A CORRUPÇÃO.

AQUI JÁ ENXAMEIAM OS FALA BARATOS QUE ELEITOS COM O VOTO DO POVO NADA MAIS FAZEM NA AR DO QUE SENTAR O CU E RECEBEREM O CHORUDO ORDENADO E AS NÃO MENORES REGALIAS QUE SÃO SACADAS DO DINHEIRO DO POVO E DE QUE DISPÔEM.

AQUI ONDE A "REFORMADA" CONCEIÇÃO ESTEVES (UMA VERGONHA) E O PSD JÁ QUEREM PROIBIR A ENTRADA DO POVO NAS GALERIAS JÁ NÃO HÁ DIGNIDADE E TRANSPARÊNCIA.

TENHO ESTADO A OUVIR O DEBATE E EM TOADAS AS INTERVENÇÕES DOS DEPUTADOS (XUXIALISTAS) NÃO OUVI NO DEBATE UMA UNICA CRÍTICA AO CDS/PP.

PARA OS XUXAS ESTA DIREITA CONSERVADORA E FASCISTA LIDERADA PELO PAULO PORTAS É AGORA UM POTENCIAL ALIADO NUM FUTURO GOVERNO.

QUEREM DEPOIS QUE O POVO CONTINUE A VOTAR E QUE EXERÇA OS SEUS DIREITOS PARA DEPOIS SEREM PROTAGONISTAS DAS MAIORES PALHAÇADAS DE QUE HÁ MEMÓRIA EM PORTUGAL.

O FADÁRIO PORTUGUÊS - BAPTISTA BASTOS - HOJE

BAPTISTA-BASTOS

O fadário português

por BAPTISTA-BASTOS

Hoje
Vítor Gaspar foi embora compulsivamente. Era preciso ter um espírito coriáceo incomum para aguentar o que aguentou. Um cerco infernal de insultos, execrações, vitupérios rodeou uma actuação cuja doutrina em que se escorava era tão absurda como apavorante: tínhamos de rastejar na miséria, no empobrecimento e na dor, para renascer, como a Fénix, na felicidade e na fortuna. Não digam que o não disseram: Passos Coelho alertou-nos, com a convicção de um fanático e a obstinação de um anacoreta.
A história destes dois anos é um fadário. A intrusão de modelos estrangeiros suscita, inicialmente, rejeição e repulsa, mas, progressivamente, acabam por ser admitidos com resignação. Pensavam eles. O tiro saiu pela culatra. Nunca Portugal se tinha levantado em massa como o fez. No armorial das nossas indignações aprendemos a conhecer o poder de que dispúnhamos.
Mas há o inevitável cansaço, insidioso, viscoso e denso. Passámos demasiado tempo num tempo semelhante. Foi ontem, foi muito longe. A memória faz emergir coisas excessivamente dolorosas. É preciso não esquecer que morreu muita gente, punida pela razão singela de querer ser livre. Um dos mais belos livros que fala dos dias claros, Alvorada em Abril, do Otelo, ilumina, ainda hoje, muitos de nós, para essa construção justa, de coragens insólitas e exaltações grandiosas. O festim foi curto. "Qual é a tua, ó meu/ Andares a dizer/ Quem manda aqui sou eu..." Rematou a marcha de José Mário Branco, melancólica por já não podermos pertencer e defender a cultura do interdito. A sociedade fora chamada pelas classes dominantes, acordadas do susto e recompostas para julgar e castigar o nosso modesto grito de subversão. Desde aí, sobrenadamos nesta impossibilidade trágica de ser felizes. Pedro Passos Coelho resulta de um desenraizar dos ensinamentos e dos padrões com os quais vivemos. Não sabe, nunca soube, por impreparação e alarmante incultura, que abria a caixa de Pandora. Vítor Gaspar representou-se-lhe como uma espécie de guru, ainda não totalmente riscado da nossa tragédia. Extirpar o desígnio maléfico do programa imposto vai levar décadas. A pouca atenção dada aos excluídos e a indiferença moral que nos foi inculcada não é um plano recente: nasceu há muitos anos e foi cuidadosamente apensa a uma ideologia.
Gaspar, tão elogiosamente referido pelo fatal Catroga e pelo inexcedível Beleza, deixou sementes do ódio. A senhora que o substituiu não poderá proceder à reforma deste pensamento e muito menos à inversão da sua acção, pela impossibilidade que a dinâmica dos factos impõe. Trocar alguém ou um governo por outro alguém não é factor tributário de "mudança". Talvez melhore, mas não resolve. Está por fazer a narrativa do que nos tem sido ocultado, e a releitura crítica destes dois últimos anos de vassalagem de um Governo a outro. Gaspar foi embora ou não?
(Por decisão pessoal, o autor do texto não escreve segundo o novo Acordo Ortográfico)

ESPECIAL FOTOGALERIA - A ITALIANA GABRIELE GALIMBERTI DESCOBRIU AVÓS COZINHEIRAS EM MUITAS PARTES DO MUNDO

Armenia, Tolma (Roll of Beef and Rice Wrapped into Grape Leaves)

Haiti (Lambi in Creole Sauce)

Malawi, Finkubala (Caterpillar in Tomato Sauce)

Morocco, Bat Bot (Berber Bread Baked in a Pan)

Italy (Swiss Chard and Ricotta Ravioli with Meat Sauce)

Philippines, Kinunot (Shark in Coconut Soup)

Cayman Islands (Honduran Iguana with Rice and Beans)

Lebanon, Mjadara (Rice and Lentils Cream)

China, Hui Guo Rou (Twice-Cooked Pork with Vegetables)

India (Chicken Vindaloo)

Latvia, Silke €“(Herring with Potatoes and Cottage Cheese)

Zimbabwe, Sadza (White Maize Flour and Pumpkin Leaves Cooked in Peanut Butter)

Brazil (Fejoada Light)

Algeria (Chicken and Vegetables CuosCous)

Sweden, Inkokt Lax – (Poached Cold Salmon and Vegetables)

Turkey, Karniyarik (Stuffed Aubergines With Meat and Vegetables)

Canada (Bison Under the Midnight Sun)

Bolivia, Queso Humacha (Vegetables and Fresh Cheese Soup)

Kenya, Mboga and Orgali (White Corn Polenta With Vegetables and Goat)

Argentina, Asado Criollo (Mixed Meats Barbecue)

Egypt, Kuoshry (Pasta, Rice and Legumes Pie)

Thailand, Kai Yat Sai (Stuffed Omelette)

Spain, Asadura de Cordero Lecca con Arroz (Milk-Fed Lamb Offal with Rice)

Ethiopia (Enjera with Churry and Vegetables)

Georgia, Khinkali (Pork and Beef Dumplings)

Iceland, Kjotsùpa (Lamb and Vegetables Soup)

Norway, Kjottsuppe (Icelandic Bull Meat and Vegetables Soup)

Zanzibar, Wali, Mchuzina Mbogamboga (Rice, Fish and Vegetables in Green Mango Sauce)