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sexta-feira, 14 de junho de 2013

FOTOGRAFIA MODERNA - VEJAM O TRABALHO DESTE ARTISTA

Dez302012

ok
Podem espreitar o trabalho do senhor aqui.

Eu não fui ensinada por mágicos ou feiticeiros...


Estudo no 12º ano, tenho 18 anos. Sou uma entre os 75 mil que têm o seu futuro a ser discutido na praça pública.

Dizem que sou refém! Dizem que me estão a prejudicar a vida! Todos falam do meu futuro, preocupam-se com ele, dizem que interessa, que mo estão a prejudicar…

Ando há 12 anos na escola, na escola pública.
Durante estes 12 anos aprendi. Aprendi a ler e a escrever, aprendi as banalidades e necessidades que alguém que não conheci considerou que me seriam úteis no futuro. Já naquela altura se preocupavam com o meu futuro. Essas directivas eram-me passadas por pessoas, pessoas que escolheram como profissão o ensino, que gostavam do que faziam.
As pessoas que me ensinaram isso foram também aquelas que me ensinaram a importância do que está para além desses domínios e me alertaram para a outra dimensão que uma escola “a sério” deve ter: a dimensão cívica.

Eu não fui ensinada por mágicos ou feiticeiros, fui ensinada por professores! Esses professores ensinaram-me a mim e a milhares de outros alunos a sermos também nós pessoas, seres pensantes e activos, não apenas bonecos recitadores!

Talvez resida ai a minha incapacidade para perceber aqueles que se dizem tão preocupados com o meu futuro. Talvez resida no facto de não perceber como é que alguém pode pôr em causa a legitimidade da resistência de outrem à destruição do futuro e presente de um país inteiro!
Onde mora a preocupação com o futuro dos meus filhos? Dos meus netos? Quem a tem?
Onde morava essa preocupação quando cortaram os horários lectivos para metade e mantiveram os programas?
Onde morava essa preocupação quando criaram os mega-agrupamentos?
Onde morava essa preocupação quando cortaram a acção social ou o passe escolar?
Onde mora essa preocupação quando parte dos alunos que vão a exame não podem sequer pensar em usá-lo para prosseguir estudos pois não têm posses para isso?
Não somos reféns nessa altura?               
E  a preocupação com o futuro dos meus professores? Onde morava essa preocupação quando milhares de professores foram conduzidos ao desemprego e o número de alunos por turma foi aumentado?

Todas as atrocidades que têm sido cometidas contra nós, alunos, e contra a qualidade do ensino que nos é leccionado não pode ser esquecida nunca mas especialmente em momentos como este!

Os professores não fazem greve apenas por eles, fazem greve também por nós, alunos, e por uma escola pública que hoje pouco mais conserva do que o nome. Fazem greve pela garantia de um futuro!

De facto, Crato tem razão quando diz que somos reféns, engana-se é na escolha do sequestrador!

E em relação aos reféns: não são só os alunos; são os alunos, os professores, os encarregados de educação, os pais, os avós, os desempregados, os precários, os emigrantes forçados... Os reféns são todos aqueles que, em Portugal, hipotecam presentes e futuros para satisfazer a "porra" de uma entidade que parece não saber que nós não somos números mas sim pessoas!
Se há momentos para ser solidária, este é um deles! Estou convosco*


Inês Gonçalves
FREGUESIA DE SANTA BÁRBARA DE NEXE

Estou confiante que a população da minha Freguesia saiba valorizar e honrar a luta tantas vezes desigual que o Drº Leonardo Abreu e a equipa da CDU que compôem o executivo da Junta de Freguesia e que já demonstraram merecer a confiança da nossa gente possam vir a continuar o seu trabalho á frente dos destinos da Freguesia.
Todos os Nexenses sabem das dificuldades com que a Junta se tem deparado ao longo destes anos com retenção e não pagamento de verbas devidas e com todo o tipo de boicote por parte da CMF e do Governo.

Começam agora a perfilar-se "candidatos à Junta" até aqui desaparecidos e praticamente desconhecidos que mais não visam que ficar nas graças dos futuros presidentes de Câmara para defender interesses próprios e satisfazer egos pessoais.

QUE É FEITO DAS FORÇAS POLÍTICAS NOMEADAMENTE O PS/PSD/CDS AO LONGO DESTES ANOS NA LUTA POR MELHORES CONDIÇÕES E MELHORIAS NA NOSSA FREGUESIA !? ONDE ESTIVERAM ESSAS FORÇAS, QUE FIZERAM OS SEUS REPRESENTANTES NOS ORGANISMOS ONDE SUPOSTAMENTE DEVERIAM DEFENDER A NOSSA TERRA !? QUE INICIATIVAS DE PARTIDO OU PESSOAIS TOMARAM ESSES ASPIRANTES A COMANDAR A FREGUESIA !?

O POVO DA FREGUESIA DE SANTA BÁRBARA DE NEXE SABE QUE A CDU É TRANSPARENTE E IRA HONRAR SEMPRE A NOSSA TERRA. EU ESTOU COM ELES ! VIVA A CDU.

Jerónimo fala de corte de 4,7 mil milhões de euros como "operação kamikaze"

O secretário-geral do PCP classificou, esta sexta-feira, como uma "operação kamikaze" o corte de 4,7 mil milhões de euros na despesa acordado com a 'troika', questionando o primeiro-ministro sobre quem serão as vítimas desse corte.
foto GUSTAVO BOM / GLOBAL IMAGENS
Jerónimo fala de corte de 4,7 mil milhões de euros como "operação kamikaze"
Jerónimo de Sousa desafiou o primeiro-ministro a explicar quais são os objetivos do executivo
"Diga senhor primeiro-ministro, esses 4 mil e 700 milhões que os senhores pretendem vão ser sacados a quem? Os senhores definiram o montante, os senhores e o FMI já decidiram as vítimas, mas pode haver ainda dúvidas quanto à forma de aplicação", afirmou o secretário-geral comunista, Jerónimo de Sousa, durante o debate quinzenal com o primeiro-ministro no Parlamento.
Referindo-se ao corte de 4,7 mil milhões de euros como uma "operação kamikaze", Jerónimo de Sousa desafiou depois o primeiro-ministro a explicar quais são os objetivos do executivo.
"Vem aqui encher a boca de reformas estruturais, seria bom que explicasse e explicitasse aos portugueses quais são os vossos objetivos, qual o conteúdo disso que chama de reformas estruturais", disse.
Na resposta, o primeiro-ministro voltou a garantir que "não existe nenhum corte adicional de 4,7 mil milhões de euros para 2014", pedindo a Jerónimo de Sousa para não insistir "nessa interpretação errónea".
"O que está nesse valor do quadro do Fundo Monetário Internacional já foi explicitado pelo próprio Fundo Monetário Internacional, era aquilo que estava inicialmente previsto mais o que foi comprometido até 2015, na parcela de 2014. Não há nenhum corte adicional de 4,7 mil milhões de euros, haverá um corte adicional face aquilo que estava inicialmente previsto de 4 mil milhões de euros até 2015, não houve nenhuma alteração", sustentou Pedro Passos Coelho.
Na réplica, o secretário-geral do PCP assegurou a Passos Coelho que não irá esquecer aquilo que disse esta manhã, ou seja, que os cortes não serão feitos "à custa de salários, de reformas e pensões".
"Fica o registo. Aquilo que se diz no parlamento tem que ter fundamento, tem que ser verdade", sublinhou.
Caso contrário, acrescentou, "é a própria democracia que fica em causa com a falta de honestidade intelectual".

IMI deve render mais 200 milhões este ano, diz Governo
ECONOMIA


O Governo estimou que os municípios devem receber este ano mais 200 milhões de euros relativos ao IMI, assegurando que "nas próximas semanas" serão disponibilizados dados concretos com base na avaliação extraordinária de imóveis, realizada recentemente.

  "Os municípios deverão receber mais 200 milhões de euros este ano, com as cláusulas de salvaguarda", disse hoje o secretário de Estado do Poder Local, António Leitão Amaro, perante a Comissão Parlamentar do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Poder Local, onde acompanhou o ministro-adjunto e do Desenvolvimento do Território, Miguel Poiares Maduro.
Este foi um dos temas que mais polémica causou entre os governantes e os deputados, devido aos desencontros que nos últimos meses se têm verificado entre as contas dos municípios e as do Governo relativas à receita do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI).
As contas do Governo, ainda apresentadas pelo anterior ministro Miguel Relvas, estimavam que os municípios deveriam receber mais 700 milhões de euros de receita de IMI, depois da avaliação extraordinária de imóveis que o Governo está a terminar.
No entanto, a Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) nunca subscreveu esta hipótese e sempre afirmou que o aumento de receita não chegaria aos 300 milhões de euros.
Como lembraram hoje os deputados Paulo Sá, do PCP, e Helena Pinto, do Bloco de Esquerda, foram as previsões de 700 milhões de euros extras que sustentaram a apresentação pelo Governo da proposta de Lei das Finanças Locais, que está atualmente em discussão no parlamento.
Por isso, os deputados exigiram aos governantes que apresentassem "os estudos em que o Governo se baseou" para chegar àquele montante, por suspeitarem que eles "nunca existiram".
Sem apresentar "os números baseados em estimativas", António Leitão Amaro prometeu para "as próximas semanas" a apresentação pelas Finanças de "números rigorosos" que resultam da avaliação de "toda a realidade dos imóveis avaliados".
"Vão ser públicos, como eu já disse. A tutela, como sabe, está no Ministério das Finanças, que vai entregar a simulação com base em números reais", afirmou.
Ainda na semana passada, Fernando Ruas, presidente da ANMP, revelou que as receitas de IMI diminuíram 2,7%, o equivalente a menos seis milhões de euros, no primeiro semestre deste ano.