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quinta-feira, 13 de junho de 2013


A arte de Gianni Strino

Auto retrato
Gianni Strino nasceu em Nápoles em 1953, e desde criança demonstrou sua paixão pelo desenho e pintura, herdada de seu bisavô, escultor, e recebeu o primeiro reconhecimento ao ganhar sete anos de ensino num concurso de desenho a nível nacional e, em seguida, uma bolsa de estudos pelo "Banco di Napoli." Suas pinturas iniciais ficaram muito populares entre os comerciantes e distribuidores que operavam no bairro onde ele vivia, e apenas um desses comerciante, observando suas habilidades para a pintura, resolveu encaminhá-lo  para estudar com o experiente e bom professor Colasuonno, um dos mestres da escola napoletana. Neste post apresentamos uma coletânea de imagens das várias obras desenvolvidas por Strino e que foram expostas em seu site pessoal e no site2photo.ru do qual extraímos a maior parte dos trabalhos. Vale a pena ver a coletânea.   




























Post(s) à beira mar

FOTOGALERIA ESPECIAL NO DESENVOLTURAS & DESACATOS ! MAIS UMA ! - AGORA DE CERTEZA QUE VAI FICAR DESLUMBRADO COM ESTAS OBRAS DE ARTE NO PRÓPRIO PELO DOS CAMELOS


Quando o camelo vira uma obra de arte!

Não, isto não é uma manta, um tapete, ou muito menos pintura...
Por toda a Índia, Paquistão e Oriente Médio você vai encontrar camelos. Estes animais, quando domesticados, não são apenas usados para os trabalhos duros, mas eles também fornecem leite e carne. Pela sua importância aos povos que os utilizam estes animais são comemorados em uma variedade de festivais, incluindo o mundialmente famoso Festival Camel Bikaner, no Rajastão, Índia. Participam também de concursos de beleza de camelos em Abu Dhabi e do deserto Cholistan, no Paquistão. De acordo com o fotógrafo Osakabe Yasuo, as gravuras em forma de arte nos pêlos dos camelos podem levar até três anos para serem criadas. Durante os primeiros dois anos, o pêlo é cultivado eaparado e preparado. Para as competições, os pêlos são então cortados em intrincados padrões e formas e tingidos para que tenham o efeito dramático que você vê abaixo. Por favor, aproveite esta galeria de arte camelo incrível. 
















Fonte Flickr
Post(s) à beira mar

Atenas resiste ao encerramento da televisão pública

Os transportes e serviços públicos gregos estão paralisados pela greve geral contra o fim da ERT. Apesar da chuva, mais de 100 mil pessoas manifestaram-se em frente à sede da estação. A decisão do primeiro-ministro só conta com o apoio do seu partido e dos neonazis da Aurora Dourada. Com uma crise política à vista, o Governo ameaça agora os operadores privados que retransmitem a programação que continua a ser assegurada pelos jornalistas e trabalhadores da estação.
Mais de cem mil pessoas concentraram-se em frente à sede da ERT em dia de greve geral contra o fim da emissora pública. Foto Alexsandros Vlachos/EPA
Com o fim do sinal de transmissão da ERT, os cidadãos gregos deixaram também de ter acesso aos restantes canais emitidos através da rede de serviço público, como o canal Parlamento, mas também aos canais de informação internacionais Deutsche Welle ou a TV5 francesa. Os trabalhadores e jornalistas continuam no edifício sede da televisão pública grega a assegurar a transmissão 24 horas por dia. E contam com a preciosa ajuda da União Europeia de Radiodifusão, que através dos seus satélites permite a retransmissão do sinal pelas outras televisões e rádios regionais em solidariedade com a ERT.
O presidente da UER, Jean-Paul Philippot, afirma que o encerramento do serviço público de tv de um dia para o outro pelo Governo de Antonis Samaras representa "o pior tipo de censura", depois do governo grego  "ter mandado a polícia cortar a emissora e impedir os jornalistas de fazerem o seu trabalho". 
E de facto, as últimas palavras do Governo não escondem essa censura, com o anúncio de que todas as estações de televisão e rádio que estão a retransmitir a emissão dos trabalhadores da ERT arriscam a perder as suas licenças. O sinal da televisão 902 TV, propriedade do Partido Comunista (KKE), já foi cortado pela empresa que controla a transmissão digital na Grécia e o ministro das Finanças, que assumiu a liderança da gestão da ERT, ameaçou a Rádio Kokkino, propriedade do Syriza, com intervenção da polícia se não silenciarem a retransmissão que é feita desde o corte do sinal da tv pública.
Crise política à vista
A revolta dos gregos com o encerramento súbito do serviço público de informação provocou a greve geral desta quinta-feira, convocada pelas principais centrais sindicais, com várias manifestações a convergirem para a sede da ERT, ameaçada com uma invasão policial. Os transportes estão parados, bem como a generalidade dos serviços públicos, enquanto os controladores aéreos anunciaram uma greve parcial durante a tarde.
Os 71 deputados do Syriza decidiram organizar-se em turnos de três horas para assegurarem dia e noite a proteção da sede da televisão pública do ataque policial. "As emissoras públicas só saem do ar por duas razões: invasão por forças estrangeiras ou golpe de estado", afirmou Alexis Tsipras dirigindo-se aos manifestantes à porta da ERT.
O principal partido da oposição marcou para a próxima segunda-feira um comício pela democracia. Segundo Yiannis Bournous, dirigente do Syriza, este comício intitulado "O regresso à Praça Syntagma" assinalará "o princípio do fim deste governo neofascista". 
Esta decisão do governo de Samaras sobre a ERT conta apenas com o apoio da Nova Democracia e dos neonazis da Aurora Dourada. Os parceiros de coligação de Samaras - o PASOK e a Esquerda Democrática - dizem-se contra o encerramento da ERT, mas não avançaram com nenhum cenário de rotura do atual governo da troika. Aos seus pedidos para uma reunião urgente com o primeiro-ministro, Samaras respondeu agendando o encontro para o início da próxima semana.
Com o despedimento de quase 2700 trabalhadores da emissora pública, o primeiro-ministro grego pretende cumprir, quase de uma penada, as metas assumidas pelo governo de coligação ND/PASOK/ED com a troika sobre despedimentos no setor público. A Comissão Europeia diz que não impôs esta medida ao governo de Atenas, mas também não condenou o corte da emissão da ERT.
Entretanto, sucedem-se algumas notícias e episódios sobre a forma como o governo tem lidado com a situação. Um dia depois de anunciado o nome da futura televisão grega (NERIT), alguém registou o domínio nerit.gr, que agora retransmite também a emissão da ERT. Agora ou o Governo muda o nome da estação ou terá de registá-lo noutro domínio, se não quiser pagar uma fortuna a quem o registou primeiro… 
O blogue Keep Talking Greece refere que volta a circular na imprensa grega a lista de assessores da ERT que o Governo contratou há poucos meses. Os contratos referem-se ao período após a mudança de tutela da empresa, com o novo ministro a permitir a contratação de dezenas de assessores. Os salários acordados foram sempre acima de dois mil euros, no caso das secretárias, e de quatro mil para outros assessores. Uma situação que não é estranha numa empresa que sempre foi colonizada com os boys da Nova Democracia e do Pasok.

Nova centelha

HOJE NO

" DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Eleita da Liga Norte apela 
a violar ministra italo-congolesa

Uma deputada regional da Liga Norte apelou ontem à violação da ministra da ministra da Integração italiana, a italo-congolesa Cécile Kyenge, causando a indignação entre a classe política do país e levando á sua expulsão do partido anti-imigração. 

"Mas não haverá quem a viole de uma vez, para ela perceber o que sente uma vítima desse terrível crime? É uma vergonha!", exclamou no Facebook Dolores Valandro, conselheira da região de Pádua, colocando uma foto de Kyenge na rede social. Valandro comentava um artigo de um site especializado intitulado "Todos os crimes do imigrantes". Desde a sua chegada ao Governo, em abril, Kyenge já foi alvo de vários ataques.

*
Racismo Italiano ataca 
Cecile Kyenge, a ministra negra 

A formação do novo Governo italiano, antecedido de momentos exaltantes e até violentos, que marcou rotura com a sociedade de “mamma mia” a ter na sua composição uma ministra negra, oriunda de um país não colonizado pela antiga potência de expansão europeia na Líbia, Somália e Eritreia, trouxe, uma vez mais a ribalta, o racismo acampado da civilização europeia.

De seu nome Cecile Kyenge, a emigrante do Congo Democrático que chegou a Itália, aos dezoito anos de idade, é casada com um italiano e mãe de duas filhas, beneficiando-se de nacionalidade italiana.
Chegada em 1983 a Itália, Kyenge que tem 49 anos, é médica oftalmologista e foi eleita deputada do Partido Democrata nas eleições de Fevereiro último. Discriminada de “macaca congolesa” ou “zulua” na sua longa luta pela concessão de cidadania aos nascidos em Itália, independentemente da origem dos pais, tornou-se na primeira negra no Parlamento italiano.

Depois de dois meses de eleições gerais de Fevereiro que mergulharam a Itália num impasse político, Enrico Letta, de 46 anos e Chefe do Governo, conseguiu a aprovação dos 17 nomes para os ministérios com Cecile Kyenge, a ser sancionada no final de Abril findo para o Governo pelo presidente da Itália, Giorgio Napolitano, que declarou “esperar que esse governo possa trabalhar rapidamente no espírito de cooperação fervorosa sem qualquer preconceito ou conflito,” antevendo reacções contra a Ministra negra.

Reagindo a sua nomeação, a Ministra de Integração declarou que “é uma decisão que mostra um passo decisivo para mudar a Itália e o modo de ver a integração que já é presente no país. Para mim, é uma grande satisfação.”

A Ministra Kyenge que começou a arrumar a casa com a protecção dos emigrantes que de acordo com o Partido Democrata, “é necessário dar uma resposta jurídica aos quase um milhão de menores, filhos de pais estrangeiros que vivem no limbo burocrático porque esperam obter a cidadania italiana, já que nasceram e cresceram na península” mediterrânica, não teve peito para parar aos insultos racistas de militantes de extrema-direita italiana manifestando-se contra a concessão de nacionalidade aos menores estrangeiros nascidos na Itália.

“Kyenge, vá para o Congo”. Lia-se num cartaz colocado na sede do Partido Democrata.
“Não podemos presentear com a cidadania italiana pessoas estranhas à nossa cultura. Também não acreditamos num modelo de sociedade multirracial como a dos bairros periféricos de Paris“, afirmou num comunicado o grupo de extrema-direita Forza Nuova comparando a vizinha França.

IN "TÉLA NÓN"
16/05/13
apeidaeumregalo-donarizagentetrata

COM O MONSTRO ADAMASTOR CAVACO ABRIL VOLTOU AOS MARES TRAIÇOEIROS DE NOVEMBRO


AMBRÓÓÓÓSIO !!!!!


VAI TRABALHAR MALANDRO ! - UM VÍDEO DE ANTÓNIO GARROCHINHO COM IMAGENS RETIRADAS DA NET

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