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segunda-feira, 27 de maio de 2013


Seria o inferno?...




Este artista, não identificado, traz em suas obras alguns dos maiores medos da humanidade, o inferno. Suas obras realmente assustam, mas para sua mente criativa, este seria o inferno, o que supostamente aguardaria muitos.
Confira algumas das mais bizarras obras artísticas, que refletiriam o inferno.
Trilho do castelo

O QUE GOZA COM O POVO



Comemorações do Dia Mundial da Criança no Seixal

27/05/2013
A Câmara Municipal do Seixal, em colaboração com as juntas de freguesia, escolas do 1.º ciclo do ensino básico e jardins de infância, celebra o Dia Mundial da Criança, que se comemora a 1 de Junho, com um extenso conjunto de actividades para escolas e particulares.
Música, dança, teatro, cinema e desporto são algumas das atividades propostas em que as crianças do concelho podem participar até ao final do mês de Junho.
Do programa destaque para o espetáculo infantil com o Palhaço Companhia, no dia 1 de Junho, sábado, às 15h30, no Cinema S. Vicente, Paio Pires.
Actividades abertas – De 31 de maio a 28 de JunhoDe terça a sexta-feira, das 10h00 às 20h30, e sábado, das 14h30 às 20h30 - Exposição Crianças do Mundo – Com Direitos. Inclui Jogo dos Direitos - Biblioteca Municipal do Seixal.
Dia 31 de Maio, sexta-feira – 10h30
As Aventuras e Desventuras do Capitão Ventura e o seu Criado Gijon –Teatro pela Companhia Sem Pé nem Cabeça na Quinta D. Maria.
Das 10h00 às 16h00 - Actividades lúdico-desportivas na EB Casal do Marco.
10h00 e 14h30 - Visitas temáticas A Pé pela Amora, Dança com Barcos, A Pé pela Arrentela, Um Perna-Longa no Moinho e O Ratinho da Cortiça no Núcleos do Ecomuseu Municipal do Seixal. 
Dia 1 de Junho, sábado15h30 - Espectáculo infantil com Palhaço Companhia no Cinema S. Vicente, Paio Pires. Ingresso: 3 euros.
17h00 – Sangre Espanhol – Teatro pela companhia Azar Teatro, Espanha no Largo do Mercado de Miratejo.
Das 21h30 às 12h00 - Uma Noite na Biblioteca na Biblioteca Municipal do Seixal.  
Dia 2 de Junho, domingoDas 10h00 às 12h00 - Actividades desportivas no Parque da Quinta dos Franceses, Seixal.
16h00 - A Cuadros – Teatro pela Companhia Vagalume, Espanha no Parque Urbano das Paivas.  
Dia 8 de Junho, sábadoDas 15h00 às 18h00 - Mercado de Histórias - Feira de troca de livros para crianças no exterior da Biblioteca Municipal do Seixal.

Tribunais 

Governo desiste de contrato que custou meio milhão
O Ministério da Justiça desistiu do projeto da empresa Critical Software, a quem pagou meio milhão de euros, para criar mais funcionalidades e tornar mais seguro o sistema informático dos tribunais.
Governo desiste de contrato que custou meio milhão
DR
ECONOMIA

A empresa Critical Software tinha sido contratada pelo anterior Governo, em meados de 2010, por cerca de um milhão de euros, mas o acordo, por ajuste direto, não foi cumprido e o Ministério da Justiça optou pelo trabalho desenvolvido por uma equipa interna, que se demitiu no início do ano.
"A empresa Critical não teve qualquer participação neste projeto", garante o Ministério da Justiça, que, desde terça-feira, optou pela instalação em todos os tribunais de uma versão com novas funcionalidades e melhorada, ao nível da segurança e do desempenho, pela equipa de Coimbra.
Segundo o Ministério da Justiça, após "análise técnica", esta versão, que foi desenvolvida "com recursos internos do Ministério da Justiça", permite "suportar o novo Código de Processo Civil".
Esta análise técnica corroborou as conclusões de uma anterior que o Instituto das Tecnologias de Informação na Justiça (ITIJ), extinto em 2012, já tinha apresentado à tutela em 2011.
Na altura, o relatório do então ITIJ considerava que a proposta da empresa Critical Software não acrescentava a funcionalidade e a segurança desejáveis, e mantinha algumas das suas fragilidades e realçava que o modelo de migração para uma linguagem mais moderna (.Net) tinha sido baseado "na lei do menor esforço".
O Ministério da Justiça esclarece que a versão do Citius Plus, adjudicada por ajuste direto por 950 mil euros (mais IVA), "ficou parada no tempo, com desenvolvimento incompleto, em meados de 2011".
Contudo, no site dos contratos públicos online, é possível encontrar a adjudicação, já este ano (04 de janeiro), por 70.000 euros, de um serviço de ‘roolout’ – instalação da aplicação noutros tribunais.
A Lusa questionou o Ministério da Justiça sobre esta adjudicação, designadamente para perceber para que serviria, uma vez que o desenvolvimento da versão do Citius Plus, tal como admitiu a tutela, estava “incompleto”, mas até ao momento não obteve qualquer esclarecimento.
Depois de este Governo tomar posse – explicou a tutela -, o contrato com a Critical Software foi revisto e renegociado no início deste ano, tendo sido pagos cerca de 500 mil dos 950.000 euros (mais IVA) previstos no ajuste direto feito pelo Governo de José Sócrates.
O sistema informático Citius surgiu em 2001, para a área cível, e originalmente chamava-se Habilus. Depois, passou a funcionar como Citius para os magistrados e Habilus para as secretarias dos tribunais.
Para desenvolver o sistema, o Governo anterior adjudicou à Critical Software um projeto que veio a resultar no Citius Plus, que surgiu em 2011 e estava até ao início desta semana instalado no Tribunal Judicial da Figueira da Foz, no Tribunal de Trabalho da Figueira e no Tribunal da Relação de Coimbra.
Face às necessidades dos tribunais e ao descontentamento com o trabalho desenvolvido pela Critical, a equipa de desenvolvimento do então ITIJ (hoje Instituto de Gestão Financeira e Infraestruturas da Justiça) trabalhou numa evolução da aplicação informática original (Habilus/Citius).
Segundo fonte ligada ao processo, a plataforma estava em “construção” e já tinha recebido algumas das novas funcionalidades necessárias para agilizar e melhorar o trabalho nos tribunais, nomeadamente com aplicações consagrando as alterações introduizdas pelo novo Código de Processo Civil.
O resultado desse trabalho (Citius Piloto) já estava, desde 2012, instalado no Tribunal Judicial de Santarém, Tribunal da Concorrência, Regulação e Supervisão, Tribunal da Propriedade Intelectual, Tribunal Judicial de Faro, Juízes Cíveis de Coimbra, Tribunais de Família de Coimbra e na Comarca da Grande Lisboa Noroeste.