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sexta-feira, 17 de maio de 2013

RECORDAR É VIVER ! - Portugal Abril de 1974 ENVIADO A PORTUGAL Fotos de Henri Bureau Texto de Luiz Carvalho


Portugal Abril de 1974


ENVIADO A PORTUGAL
Fotos de Henri Bureau
Texto de Luiz Carvalho
Expresso 24-04-2004


Um suposto membro da PIDE, sendo preso por soldados no Largo do Carmo.
Foto copiada do Expresso

Quando naquela manhã, pela fresquinha, os blindados do capitão Maia desceram de Santarém a Lisboa para mudarem a História, muita gente foi apanhada adormir. A música na rádio era outra, apesar de a senha para o início das hostilidades ter sido uma canção festivaleira, «E Depois do Adeus». A PIDE dormia, o regime ressonava, o reviralho tinha-se deitado tarde entre cervejas e policopiados de propaganda, mas a imprensa estrangeira já estava nas ruas de Lisboa testemunhando para o Mundo a mais pacífica das revoluções, chamada dos Cravos. Muitos dos fotojornalistas, a maioria franceses, que hoje trabalham em agências tão prestigiadas como a Magnum, a Sygma ou a Gamma e que são publicados nas mais destacadas revistas e jornais internacionais, estavam em Portugal no 25 de Abril, iniciando carreiras fulgurantes. O tempo de «quando o povo mais Ordenava»,como se uma bebedeira de liberdade tivesse transformado uma terra de fado numa nave De loucos, foi documentado por Salgado, Le Querrec, Gilles Peress ou Jean Gaumy. Eram muito jovens, ansiavam registar guerras e confusão, depararam com uma grande aventura jornalística a duas horas de casa. Um desses enviados foi Henri Bureau, co-fundador da agência Sygma, cujas fotos publicamos.
Henri Bureau ganhou um prémio World Press Photo com a fotografia de um pide cercado no Largo do Carmo. Por ironia, o homem de gabardina era tão-só um cromo de Setúbal que gostava de se fazer passar por agente da alta autoridade bufa. Michel Puech, fotojornalista, então com 26 anos e a trabalhar para odiário francês «Libération», comenta esta semana na Internet a sua experiência no 25 de Abril e refere, com especial amargura, o facto de ter estado ao lado de Henri Bureau e nem ter visto esta cena. Diz andar há 20 anos a lamentar-se por tal falhanço!

Rossio, em Lisboa. Uma multidão em fúria ataca um suspeito de pertencer à PIDE/DGS.
 Foto copiada do Expresso

O movimento dos capitães foi noticiado em França, na primeira hora, como um golpe militar, o que induziu muitas jornalistas a pensar em tratar-se de mais uma pinochetada, agora na Europa. Henri Bureau foi dos fotojornalistas mais marcantes dos anos 70 e Portugal foi um dos seus feitos.«Não dou tréguas em trabalho, mas em Portugal beijei um colega da Gamma por termos sido os únicos a fotografar a tempo a revolução».
Praça do Rossio, em Lisboa. Uma multidão em fúria ataca um suspeito de pertencer à PIDE/DGS. Os soldados tentam protegê-lo. O homem é arrastado até aos Restauradores, sempre injuriado. Henri Bureau segue de perto a aventura do refém da justiça popular. Ao lado de Bureau, um outro fotógrafo da Magnum, Gilles Peress, acabaria também por fotografar a cena. A «caça ao pide» era um dos passatempos preferidos daqueles dias de brasa. Muitas vezes, no meio de uma multidão concentrada em qualquer esquina para discutir acaloradamente um ponto revolucionário, ouvia-se: «Pide! O gajo é da pide!», e logo todos gritavam, avançando para o suspeito:«Morte à PIDE, o povo vencerá!» Seguia-se uma forte malha na vítima, com os soldados a tentarem acalmar os ânimos e os punhos. Cometeram-se injustiças e humilhações, e muitos verdadeiros pides acabaram por se safar pelas traseiras do exaltado povo. Menos os que foram apanhados com as calças na mão...

Soldados tomando posições nas ruas de Lisboa, dois dias depois do 25 de Abril.
 Foto copiada do Expresso

De Santarém a Lisboa, o caminho era longo para os blindados do capitão Salgueiro Maia. Só havia auto-estrada a partir do Carregado, as máquinas aqueciam, pouco habituadas a aventuras revolucionárias. Os soldados, acordados a meio da noite, viajaram meio estremunhados. A hora de ponta na altura, em Lisboa, era bem mais tranquila do que hoje. Ainda havia carroças a chegar com hortaliças à Praça da Ribeira, mesmo ao lado do cenário onde se desenrolou o encontro do oficial fiel ao regime caduco com o herói Maia. O semáforo caiu para vermelho no Marquês de Pombal e o soldado que conduzia o blindado da frente travou a fundo. O resto da coluna parou para deixar passar a tranquilidade cinzenta que ainda atravessava o país. A revolução começou por respeitar a prioridade e acabou por virar nos mais diversos sentidos, conforme os interesses, a força dos grupos, a vontade popular também. A calma do soldado que lê o jornal no Chaimite ou a alegria dos lisboetas, vestidos de calças largueironas e mini-saias atrevidas e gritando à democracia, são grandes momentos de glória.

 Soldado lendo o jornal dentro de uma Chaimite e populares 
no Marquês de Pombal, três dias depois do 25 de Abril.
Fotos copiadas do Expresso

Depois dos heróis, os protagonistas. Cunhal chega ao aeroporto da Portela e salta para um Chaimite, aclamado por camaradas e curiosos. Deverá ter sido dos poucos abraços que deu a Mário Soares, chegado na véspera a Lisboa, no comboio de Paris. Ao volante do Renault 16, que agora repousa na casa-museu de Cortes, João Soares conduz o pai Mário que salta da janela do carro, acenando aos populares. Os primeiros dias de festa estavam a chegar ao fim. Passado o mar de fé e gente que foi o 1º de Maio, tudo mudou. Os carros de Maia, e os seus homens, voltaram à caserna. Outros militares vieram para a ribalta fazendo de heróis. Cunhal e Soares viraram-se de costas. Foram meses de novas lutas até à implantação de uma democracia à europeia. Portugal voltou a ficar no seu canto, só, enquanto testemunhas como Henri Bureau partiam, levando fotografias que continuam a ser únicas.

Fotografias de Henri Bureau/Sygma/Corbis
Texto de Luiz Carvalho
24 Abril 2004
Expresso
«Cunhal chega ao aeroporto da Portela e salta para um Chaimite, aclamado por camaradas e curiosos.»
 Foto copiada do Expresso

 «João Soares conduz o pai Mário que salta da janela do carro, acenando aos populares.»
Citizen Grave - Para quase todos

UNITA avisa para banho de sangue em Angola


 
 
foto SIPHIWE SIBEKO/REUTERS
UNITA avisa para banho de sangue em Angola
Líder da UNITA, Isaías Samakuva
 

O líder da UNITA, principal partido da oposição em Angola, Isaías Samakuva, alertou, esta sexta-feira, em Madrid, para o risco de um novo conflito sangrento caso não haja democracia no país.
Samakuva está em Madrid no âmbito de uma viagem a vários países para pedir à comunidade internacional pressão sobre o Presidente angolano, José Eduardo dos Santos, no sentido de se cumprir os acordos de paz que puseram fim à guerra civil e continuar a aprofundar o processo democrático, o que, de acordo com o líder partidário, está a sofrer uma reviravolta.
O presidente da UNITA, citado pela agência EFE, denunciou a falta de liberdade e corrupção no país, e acrescentou que os recursos nacionais, especialmente da indústria de diamantes e petróleo, só beneficiam "um pequeno grupo de dirigentes".
Para Samakuva, a UNITA tem servido de "contenção" e considerou que uma revolta em Angola "faria correr muito sangue" e "desencadearia um conflito de dimensões imprevisíveis".
"É melhor superarmos isto com o diálogo do que entrar novamente em conflito, o que destruiria o progresso que temos alcançado", disse.
Angola é um país rico em recursos naturais e, desde o fim da guerra civil em 2002, tem um forte crescimento económico, que, denunciou o líder da oposição, "não beneficia as pessoas, que não têm água, incluindo Luanda, nem um sistema de saúde que funcione".
Samakuva também denunciou o contínuo atraso do Governo e do Movimento Popular para a Libertação de Angola (MPLA, no poder e com maioria superior a dois terços no parlamento, após as eleições gerais realizadas a 31 de agosto de 2012) na realização de eleições locais e na execução do primeiro censo desde a independência de Angola de Portugal em 1975.
Por essa razão, Samakuva expressou ceticismo sobre o começo provisório do censo anunciado na quinta-feira em Angola e que devia realizar-se de forma definitiva em 2014.
Sublinhando que o seu país oferece "muitas oportunidades" de investimento, o líder da UNITA lamentou que os investidores estrangeiros estão "totalmente desanimados" quando "veem as condições do país, onde não há transparência e a corrupção é alta".
Durante a sua viagem, com paragens nos EUA, Londres, Bruxelas, Roterdão, Paris, Madrid e Lisboa, o objetivo de Samakuva é expor o que está acontecer no seu país, porque, sustenta, "o Governo monopolizou os meios de comunicação públicos para transmitir uma informação que não corresponde à realidade".
Questionado sobre as relações de Angola com Portugal, Samakuva disse que "alguns setores portugueses estão preocupados com Eduardo dos Santos e a sua filha, que estão a comprar grandes empresas".
E acrescentou que o Presidente angolano e a sua família têm uma participação maioritária em bancos portugueses e estão interessados na televisão pública RTP.

NOVO CONSELHO DE ESTADO
O conselho de estado de inspiração ... virginal - Foto tirada por S. Jorge segundo esCavaco !

http://5dias.wordpress.com/2013/05/17/do-regime-democratico-parlamentar/

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Portugal torna-se o quinto país a aprovar co-adopção por casais homossexuais

Bancadas do PSD e do CDS tinham liberdade de voto. Diferença de cinco votos permite decisão surpreendente.

Depois de Áustria, Finlândia, Alemanha e Israel, Portugal é o quinto país onde a co-adopção de crianças por casais homossexuais é legal. O Parlamento português aprovou esta medida nesta sexta-feira, por uma magra vantagem, num cenário inesperado.
O projecto de lei português passou com 99 votos a favor, 94 votos contra e nove abstenções. Votaram 202 dos 230 deputados, vários abandonaram o hemiciclo antes do início da votação. PSD e CDS deram liberdade de voto.
Além daqueles cinco países, a co-adopção é legal em três estados dos EUA, na Tasmânia (Austrália) e na Gronelândia (Dinamarca). Quanto à adopção plena por casais homossexuais, que não é permitida pela legislação portuguesa, ela está legalmente regulada em 14 países, 21 estados dos EUA, duas regiões do México e três estados australianos.
O diploma legislativo sobre co-adopção por casais ou unidos de facto do mesmo sexo tem como primeiros subscritores os deputados socialistas Isabel Moreira e Pedro Delgado Alves. O objectivo é que seja possível estender o vínculo de parentalidade de um dos elementos do casal (pai ou mãe biológica ou adoptante) ao seu cônjuge. O Parlamento discutiu ainda mais dois projectos do BE e um do PEV sobre adopção plena por casais homossexuais, mas todos foram reprovados.
No projecto do PS pode ler-se que "quando duas pessoas do mesmo sexo sejam casadas ou vivam em união de facto, exercendo um deles responsabilidades parentais em relação a um menor, por via da filiação ou adopção, pode o cônjuge ou o unido de facto co-adoptar o referido menor". Nos termos do diploma legislativo agora aprovado, podem co-adoptar pessoas com mais de 25 anos e nas situações em que não exista "um segundo vínculo de filiação em relação ao menor". 
Votaram a favor as bancadas do BE, PCP, PEV, a maioria dos deputados do PS e 16 deputados do PSD. Abstiveram-se três deputados do PS, três do PSD e três do CDS. E votaram contra a maioria dos deputados do PSD e do CDS, assim como dois deputados do PS.
Teresa Leal Coelho, Luís Menezes, Francisca Almeida, Nuno Encarnação, Mónica Ferro, Cristóvão Norte, Ana Oliveira, Conceição Caldeira, Ângela Guerra, Paula Cardoso, Maria José Castelo Branco, Joana Barata Lopes, Pedro Pinto, Sérgio Azevedo, Odete Silva e Gabriel Goucha foram os sociais-democratas que votaram a favor do diploma do PS.
Abstiveram-se os deputados do PS Pedro Silva Pereira, Miguel Laranjeiro e José Junqueiro, os deputados do PSD Duarte Marques, João Prata e Sofia Bettencourt, e os deputados do CDS, João Rebelo, Teresa Caeiro e Michael Seufert.
Os dois socialistas que votaram contra foram António Braga e João Portugal.
No dia mundial contra a homofobia, Isabel Moreira defendeu, na apresentação do projecto, que o país deveria dar luz verde à co-adopção por casais do mesmo sexo. "Um passo civilizacional" que recusa "uma orfandade legal" que existe e que não acolhe o superior interesse da criança. Isabel Moreira referia-se assim aum projecto de lei que "chega atrasado para pais e mães e para crianças que muitas vezes na sua inocência desconhecem que o Estado desconsidera um dos seus pais".
A socialista pediu que se preenchesse um vazio legal que não responde às situações que já existem. E ilustrou com o caso de uma família homossexual com uma criança de dez anos, em que morrendo o progenitor, o seu cônjuge não tem qualquer poder legal relativamente à criança com quem vive, muitas vezes, desde o nascimento. A criança, frisou, fica sem os dois pais ou as duas mães. "É uma família destruída", disse Isabel Moreira.
"É hoje o dia de usar o voto para, mais do que nos imaginarmos no lugar do outro, sermos o outro", apelou Isabel Moreira.
Também a deputada do BE, Cecília Honório, disse ser o dia em que se pode pôr fim aos "direitos pela metade dos homossexuais".
"Todas as famílias contam, não há famílias de primeira e de segunda", argumentou a deputada bloquista, que acrescentou que é a capacidade de "acolhimento e de amor" que deve ser critério para a adopção, em detrimento da orientação sexual dos pais. "A orientação sexual não pode contar como critério impeditivo da adopção", pediu Cecília Honório.
No mesmo sentido, a líder parlamentar do PEV pediu a protecção do "superior interesse da criança". Também o líder parlamentar do PCP, Bernardino Soares, anunciou que a bancada comunista votará a favor do projecto do PS, por considerar que é preciso proteger os laços afectivos das crianças. "Não ignoramos as situações concretas existentes de famílias constituídas", disse o deputado.
Já a deputada Carla Rodrigues, do PSD, defendeu que "a defesa dos direitos humanos está no património genético do PSD", mas que, pela matéria sensível em causa, a bancada social-democrata terá hoje liberdade de voto, para que cada deputada exerça "em consciência" o seu mandato. A deputada do CDS Teresa Anjinho considerou que o assunto não está suficientemente debatido na sociedade.
A aprovação da co-adopção já foi saudada por activistas gay, embora considerem que este é "um passo pequenino numa escadaria enorme".

VEJA uma sensacional compilação de tatuagens boas e ruins

Sempre que é publicado um post sobre tatuagens, começa uma discussão nos comentários sobre serem bonitas ou feias. Dessa vez, misturamos tudo para que você mesmo diga quais são as boas e ruins.

Queda de neve em Maio 'não é inédita'

17 de Maio, 2013
A queda de neve que está a ocorrer nas terras altas do continente “não é inédita” no mês de Maio e deve-se a uma massa de ar frio polar, disse à agência Lusa a meteorologista Margarida Simões.A neve que caiu quinta-feira na Serra da Estrela, em plena primavera, levou ao corte de estradas no acesso ao maciço central, e hoje, segundo a meteorologista, já se registou queda de neve nas serras de Montemuro, distrito de Viseu, e Gerês, no Minho.
Questionada pela Lusa sobre se a queda de neve é comum naquelas regiões do país em Maio e a um mês do início do verão, Margarida Simões, meteorologista do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), explicou que esta é situação ”não é inédita, mas é pontual”.
“O último ano em que registamos queda de neve em Maio foi em 2005 e desde 1946 temos registo de várias situações destas com carácter pontual”, relatou.
De acordo com a meteorologista, a situação que está a decorrer em Portugal continental deve-se a “uma depressão que se encontra a vários níveis de altitude e que na sua corrente traz uma massa de ar frio com instabilidade associada”, ou seja, faz ocorrer precipitação sob a forma de neve.
Margarida Simões disse que seis distritos do continente (Viana do Castelo, Braga, Bragança, Vila Real, Guarda e Viseu) estão sob aviso amarelo, o segundo menos grave de uma escala de quatro, por causa da previsão de neve acima dos 1.000 a 1.200 metros, passando a partir do final da tarde para os 1.400 metros.
“A partir das 10:00 de hoje, apenas o distrito da Guarda vai manter-se [até ao final do dia] sob aviso amarelo. Isto não quer dizer que vai deixar de nevar nos outros distritos, quer dizer que não estão no limiar para a emissão de um aviso”, explicou.
Quanto à precipitação e às baixas temperaturas, a meteorologista adiantou que não vão ocorrer grandes oscilações até segunda-feira, com as máximas a ficar abaixo dos 20 graus Celsius.
“Já a precipitação vai manter-se. Será mais intensa hoje e amanhã [sábado] e no domingo e segunda-feira será mais fraca, sendo que poderá ser de neve acima dos 1.200 metros”, salientou.
O IPMA prevê para os próximos dias céu geralmente muito nublado, aguaceiros que serão de neve acima dos 1.200 metros, podendo subir para os 1.400 metros ao longo do dia, e vento fraco a moderado, sendo forte nas terras altas e no litoral, uma situação que vai manter-se até segunda-feira.
“Estamos também a prever agitação marítima com o vento a soprar moderado a forte no litoral e ondas de noroeste entre os 4 e os 4,5 metros durante o dia de hoje e sábado”, adiantou Margarida Simões.
O IPMA colocou os distritos de Porto, Aveiro, Coimbra, Leiria e Lisboa sob aviso amarelo devido à agitação marítima entre as 12:00 de hoje e as 05:59 de sábado.
Lusa/SOL

TEIXEIRA DOS SANTOS OUVIDO PELA PJ

O antigo ministro das Finanças do Governo de José Sócrates, Teixeira dos Santos, foi ouvido pela Polícia Judiciária como testemunha no âmbito do processo das parecerias público-privadas (PPP), tendo o interrogatório durado cerca de três horas, avança a edição desta quinta-feira do Diário de Notícias.

VEJA AQUI NO DESENVOLTURAS & DESACATOS OS Serial Killers dementes recentemente capturados


Serial Killers dementes recentemente capturados – Série TOP 10 #34

Não é fascinante, o fato de que tantos assassinos em série passam despercebidos; aparentemente voando sob o radar, até o dia em que finalmente são capturados? Só então, graças a exames e investigações, combinados com amostras de DNA, é que o público fica ciente da total carnificina. Pode ser que as agências policiais locais queiram evitar histeria em massa, ou os assassinos mudam significativamente suas aparências, e assim evitam serem reconhecidos ou capturados, mas a triste realidade é que há sempre algo entre 35 e 300 serial killers ativos (dependendo para quem você for perguntar, ou em qual fonte for pesquisar) somente nos EUA. Se somarmos a quantidade de assassinos no resto do mundo, e acrescentarmos a essa estatística, um número terrível de matadores ativos pode surgir. A seguir, dez deles, que foram recentemente descobertos.
10. Lonnie Franklin Jr. 2010 (Estados Unidos)
10. Lonnie Franklin Jr. 2010 (Estados Unidos)
Os investigadores passaram anos tentando encontrar o “Grim Sleeper” – assim chamado devido ao fato dele ter feito uma pausa nos assassinatos entre 1988 e 2002. Sua prisão aconteceu por acaso, quando seu filho foi preso e a polícia tomou uma amostra de DNA dele. Usando uma técnica chamada pesquisa de DNA familiar, seu nome acabou aparecendo na lista de casos de assassinatos em série não solucionados, e Lonnie Franklin Jr. foi preso. Acusado de dez assassinatos no sul de Los Angeles ao longo de um período de 20 anos, Lonnie Franklin Jr. também está sendo investigado no assassinato de mais 8 mulheres pela LAPD. As vítimas foram estranguladas, mortas com tiro, ou ambas as maneiras, logo após a violência sexual ocorrer.
9. Mark Dizon 2010 (Filipinas)
9. Mark Dizon 2010 (Filipinas)
Mark Dizon é acusado de matar nove pessoas (todas que ele conhecia pessoalmente), durante três roubos diferentes. Após os assassinatos, ele roubava equipamentos eletrônicos da vítima e penhorava-os. Os investigadores do caso já o chamam de “obcecado” por aparelhos eletrônicos, pois estes aram os únicos objetos que ele roubava das vítimas, deixando todo o resto de valor para trás. O chefe de polícia local acredita que ele pode ter querido obter dados bancários ou outras informações financeiras para conseguir acesso a pensões da vítima. Numa reviravolta estranha e inesperada, ele foi preso depois que uma testemunha o identificou positivamente a partir da foto de perfil da sua conta no facebook.
8. Anthony Sowell 2009 (Estados Unidos)
8. Anthony Sowell 2009 (Estados Unidos)
Também conhecido como o “Estrangulador de Cleveland”, o reinado de assassino de Anthony Sowell chegou ao fim quando ele estrangulou e estuprou uma mulher, porém – mesmo com tudo isso – ela acabou apenas desmaiando. Quando a mulher voltou a si, ela fugiu de sua casa e voltou com a polícia e um mandado de prisão. Sowell não estava lá, mas os restos de 11 mulheres que haviam sido massacradas foram encontrados. Havia dois corpos na sala de estar, quatro espalhados pelos demais cômodos da casa, quatro foram enterrados no quintal, e um crânio era o único vestígio deixado para trás da sua última vítima. Os investigadores acreditam que ele matou mais mulheres além das 11 pelas quais está sendo acusado, principalmente pelo fato dele ter morando no mesmo endereço durante mais de 5 anos, e porque numerosos desaparecimentos ocorreram durante esse tempo.
7. Samuel Little 2012 (Estados Unidos)
7. Samuel Little 2012 (Estados Unidos)
Samuel Little é criminoso de carreira. Sua folha criminal é tão extensa que era capaz de fornecer aos investigadores de forma extremamente precisa o seu paradeiro durante os últimos 56 anos. No ano passado, seu DNA bateu positivamente com três casos que já estavam arquivados. Em todo o EUA, foi descoberto que uma quantidade enorme de casos antigos coincide com suas passagens pela polícia e também com as datas que ele estave presente nas cidades onde os crimes ocorreram. Todos esses casos arquivados foram reabertos e os resultados de DNA estão pendentes. Detetives acreditam que Little, um ex-boxeador, dava socos nas mulheres, estrangulava-as, masturbava-se sobre os corpos e depois saia da cidade.
6. Mohan Kumar 2009 (Índia)
6. Mohan Kumar 2009 (Índia)
Mohan Kumar é um ex-professor que confessou ter matado vinte jovens mulheres em um período de cinco anos. Ele fazia amizade com suas vítimas, convivia com elas por algumas semanas e, em seguida, as convencia a fugir com ele para cidades vizinhas. Depois de passar a noite juntos, ele pedia as vítimas inocentes que ingerissem duas cápsulas de cianeto, alegando que elas eram pílulas “do dia seguinte”. Ele chegou ao ponto de dizer as jovens que elas ficariam muito doente após engolir os comprimidos, e que seria melhor que elas ingerissem as pílulas em locais próximos a estações de ônibus, ou locais com maior movimento. Todas as suas vítimas morreram momentos após terem tomado os comprimidos, desta forma ele ficava livre para roubar joias e outros objetos de valor.
5. Mulher Canibal 2011 (Indonésia)
5. Mulher Canibal 2011 (Indonésia)
Em 2011, aos 29 anos de idade, uma mulher indonésia foi presa depois de ter assassinado (e comido) mais de 30 mulheres jovens. Durante sua prisão, uma enorme quantidade de restos humanos foi encontrada em sua geladeira, incluindo as de seu marido. A canibal não identificada supostamente também separava várias partes de carne humana e servia a convidados desavisados. A mulher confessou que um desejo interior e irrefreável a levou a comer as vítimas, e que ela faria tudo novamente sem hesitar. Na Indonésia e, especificamente, em Papua Nova Guiné, o canibalismo era muito praticado no século 20.
4. Israel Keyes 2012 (Estados Unidos)
4. Israel Keyes 2012 (Estados Unidos)
Israel Keyes amava a imensa emoção que o acompanhava durante os assassinatos. Por ele ter estudado os outros famosos assassinos em série, acabou desenvolvendo suas próprias técnicas e métodos para que ninguém fosse capaz de dizer que ele copiava as formas de matar. Ele escondeu kits de homicídio (com pás, sacos de plástico, dinheiro e Drano) em todo os EUA para simplificar a disposição dos corpos. Preso pelo assassinato de Samantha Koenig, ele admitiu outros sete assassinatos. Durante suas entrevistas com o FBI, um padrão de sequestros, estupros, assassinatos e desmembramentos ficaram muito claros. Em 2 de dezembro de 2012, ele cometeu suicídio na cela onde cumpria pena. O FBI está convencido de que não havia mais vítimas e solicitou recentemente ao poder público uma relação de todas as suas viagens e outras atividades.
3. Dr. Virginia Helena Soares de Souza 2013 (Brasil)
3. Dr. Virginia Helena Soares de Souza 2013 (Brasil)
“Eu quero limpar a unidade de terapia intensiva. Isso está me dando coceira.”
Essas são as palavras da médica suspeita de ser responsável pela morte de cerca de 300 de seus pacientes, segundo informações obtidas via grampo telefônico. Ela foi oficialmente acusada de sete assassinatos, mas as investigações estão em andamento. O Ministério Público, neste caso, acredita que a médica injetou relaxante muscular nos seus pacientes antes de cortar o suprimento de oxigênio. O motivo aparente era liberar os leitos do hospital. Se a Dr. Virginia Helena Soares de Souza, de fato, matou cerca de 300 pacientes, então se tornou mais prolífica que o Dr. Harold Shipman, que matou um total de 250.
2. Zhang Yongming 2012 (China)
2. Zhang Yongming 2012 (China)
Entre 2008 e 2012, dezenas de crianças desapareceram na província de Yunnan, sudoeste da China. As investigações da polícia levaram para a casa de Zhang, onde descobriram tiras de carne humana seca e curada, globos oculares preservados e outros restos humanos. O canibal chinês não só consumia carne das crianças, ele também alimenta seus cães e vendia partes no mercado da vila de Kunming como se fosse carne de avestruz. Mais de 20 pessoas que viviam em um raio de dois quilômetros de Zhang foram dadas como desaparecidas, mas a polícia só conseguiu condená-lo pela morte de 11 vítimas. Zhang foi executado em janeiro de 2013.
1. Mikhail P 2012 (Russia)
1. Mikhail P 2012 (Russia)
Suspeita-se que o serial killer russo e ex-policial de Vladivostok seja um dos piores assassinos em série da história da Rússia. Ele matou pelo menos 24 mulheres, com mais 26 possíveis vítimas em uma província vizinha. Pegando mulheres tarde da noite, sob o pretexto de lhes dar uma carona para casa, ele as levava para as florestas, onde passava a torturá-las com chaves de fenda e facas, muitas vezes, decapitando-as e estuprando seus cadáveres. Não foi possível obter um suspeito a partir do DNA, deixando-o em segundo plano durante anos. Mikhail P foi finalmente preso quando os investigadores decidiram testá-lo contra o DNA de ex-policiais.
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