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sábado, 27 de abril de 2013

SERÁ DESTA VEZ !?



às vezes....


o meu Boby



Como o FBI fabricou o ato terrorista em Boston27.04.2013

Como o FBI fabricou o ato terrorista em Boston. 18137.jpeg

Os EUA estiveram praticamente paralisados por dois jovens, ou melhor, seus colaboradores zelosos no FBI. Depois de terem capturado um adolescente de 19 anos a multidão louca de alegria cumprimentou- os como se a tivessem libertado de um jugo. O espetáculo foi realizado segundo o cenário já aprovado muitas vezes. Tudo nesta pista chechena parece improvável, especialmente examinando -a da Rússia.


"Nós nunca enfrentamos um problema com separatistas chechenos, aqui nos EUA" — confessou o ex-prefeito de Nova York Rudolph Giuliani. "É estranho que eles nos ataquem", disse. Não é só que o estranha, Sr. Giuliani, estranha-nos também. Dos 200 (!) chechenos residindo legalmente nos Estados Unidos, de acordo com o jornal USA Today (para compar, na Áustria -30.000), dois revelaram-se os bombistas autodidatas talentosos, fazendo ficarem ajoelhados os EUA .

Primeiro, examinemos os desajeitamentos. A principal evidência criminal que levou aos irmãos Tsarnaev é as mochilas pretas usadas para guardar os dispositivos explosivos improvisados. No entanto, com uma análise cuidadosa das imagens relevantes, fica claro que o irmão mais velho a tinha de cor acinzentada, e o mais jovem — branca. Ao mesmo tempo, uma organização de pesquisa canadense independente The Centre for Research on Globalization (CRG) viu no local do crime um grupo de guardas da empresa de segurança privada Blackwater com mochilas pretas muito semelhantes. Também foram observados na linha de chegada os "soldados da fortuna" da outra empresa privada Craft International. O vídeo mostra que após a explosão os seguranças ajudaram a desmontar os escombros das arquibancadas e depois da picape da Blackwater aproxima-se um elemento com a abreviatura FBI nas costas da uniforme dele. Quem contratou esses guardas, e quais foram as tarefas, está perguntado CRG. Nem o FBI, nem a prefeitura de Boston por enquanto não respondeu.

Suponhamos que empresas tenham contratadas para o evento, mas a uniforme deles pode ser comprada livremente na Internet. E se foi uma luta competitiva entre duas empresas privadas pelo mercado, onde estão vinculando mundialmente, segundo a revista The Economist, US $ 100 bilhões? A imprensa americana informou que nos primeiros 9 meses da presidência de Barack Obama o número de combatentes privados de empreiteiros do Pentágono tem crescido 2, 4 vezes no Afeganistão e em outros países onde os EUA mantêm suas tropas, e é estimado de 22 a 30 por cento. É um negócio enorme e competitivo. Porque é que a investigação desta pista aparente não é refletida na mídia norte-americana? Talvez por ter a imagem capturando um agente do FBI?

A seguir, que motivo podiam ter tido os irmãos? Existem duas opções, ou eles são os terroristas isolados ou atrás deles fica, pelo menos, o líder tos terroristas chechenos Docu Umarov (FBI fez um pedido de referência a FSB (Serviço Federal de Segurança russo). O irmão mais velho, Tamerlan, foi o melhor boxeador em Boston, casado com mulher americana Katherine Russel de 24 anos, que se converteu ao islamismo. Este fato é apresentado como a principal peça de evidência de extremismo islâmico de Tamerlan. Mas para os americanos que estão cozinhados em uma enorme racial, religiosa e outra caldeira, tal mudança nada significa, é apenas um sinal de respeito ao marido. Vídeo, mostrando Tamerlan morto, mostra-o deitado, estendendo as mãos como se tivesse rendido. Nas mãos não há nenhuma arma.

O irmão mais novo — Johar, foi o melhor estudante de medicina de uma universidade de prestígio. O seu perfil psicológico (escrito em rede russa VKontacte " há uma coisa na vida: carreira e dinheiro"), comportamento (um dia antes do ataque terrorista estava presente em uma festa), e o fato de não esconder seu rosto diante as câmeras contradizem os "fatos" de ele 24 horas ficar disparando e correndo ao redor Boston enfrentando as forças especiais de enorme experiência profissional. Colocar sete bombas sem cúmplices também se apresenta impossível ou não eram sete, e também é uma mentira?


Examinemos a segunda opção, os irmãos são membros de uma grande organização terrorista. Mas Tamerlan estava controlado pelo FBI. Foi dito por sua mãe. "Ele estava sob o controle do FBI por três, cinco anos. Eles sabiam o que o meu filho estava fazendo, eles sabiam quais ações ele traçou, e que sites visitava. Eles o controlavam a cada passo, e agora dizem que este é um ataque terrorista … ", disse. Como é que o FBI podia faltar a formação deste ataque terrorista? Não teria podido, se não tivesse participado dele. Também gera dúvidas a escolha de pó preto para as bombas, pois, resulta em um forte barulho e muita fumaça, sem efeitos especiais mortais, não é uma bomba terrorista.

"Eles estudavam, tinham as perspectivas para o futuro: boas perspectivas, negócio, dinheiro. Isso foi inventado por alguém, alguém fê-lo e envolveu -os, pois foi. Alguma situação política está detrás deste caso … uma ataque terrorista bem planejada por forças especiarias. Isso foi feito por serviços especiais, eu não sei das quais, disse à BBC Anzor Tsarnaev, o pai dos suspeitos.

A suposição é correta. Em abril de 2012, o jornal New York Times, na secção "Opinião" publicou um artigo de David K. Shipler chamado de "Tramas terroristas, feitas pelo FBI" (Terror Plots, Hatched by the FBI) que descreve uma tática comum para a organização dos falsos atos de terrorismo. Em primeiro lugar, a vítima infeliz pega-se numa mesquita ou rede social por agente especial (informante).

Ele é da mesma nacionalidade que o "frango" e até do mesmo território, e encoraja o "cliente" como estão mal tratados os muçulmanos nos Estados Unidos, mostra-lhe vídeos, onde soldados americanos os torturam nas masmorras da Abu Ghraib e no Afeganistão. A seguir envolve em fóruns a discutir estes assuntos discutidos de forma negativa, e assim por diante. Processado ​​e provocado, de costume, um estudante, uma vez entra num carro cheio de explosivos, e vai com o "cúmplice" — um agente do FBI, ao local do ataque. E no momento de ativar a bomba, fica pego em flagrante. No julgamento o informante e outras "testemunhas" podem gastar muito tempo para manobrarem, mudarem de evidências, lavando o cérebro dos juízes com o envolvimento de todos juntos em uma conspiração terrorista.

Alguns dos juízes, no entanto, ficam entendendo. Assim, o juiz Colleen McMahon, examinando o caso da tentativa de explosão em duas sinagogas, disse: "Só o governo podia fazê-lo (o acusado) terrorista, cuja palhaçada é realmente de Shakespeare no seu âmbito" e chamou o espetáculo, interpretado em frente dele, de "operação terrorista fantástica". No entanto, um tal James Cromitie foi condenado a 25 anos de prisão, escreve Shipler.

Porque é que desta vez a operação preparada desleixadamente (gafe com mochilas e lendas) culminou com a explosão? Lembremo-nos da experiência, previamente testada na Europa. "Operação Gladio" foi um projeto plurianual da NATO realizado nos tempos da Guerra Fria para influenciar os acontecimentos políticos na Europa. Organizações fascistas recrutadas explodiam bombas ao ar livre, em estações de trem, supermercados e assim por diante, mas os culpados foram encontrados entre grupos de esquerda e "ameaça vermelha". Como resultado, o governo, que tinha parado os nazistas, aumentava drasticamente a sua taxa de popularidade. Não é disso de que precisa hoje a administração de Obama?

E a última pergunta, por que os chechenos, e não Al-Qaeda? Contra a Al-Qaeda não é o momento de revelar. A razão fica na Síria, onde há pouco o grupo influente An-Nusra tomou o juramento de fidelidade a líder da Al-Qaeda, Ayman al-Zawahiri. E quem recentemente dotou à oposição síria 60 milhões de dólares? Quem está fabricando na Jordânia comandantes para os terroristas? Os EUA. Pode haver outro motivo, tal como deixar uma parte do contingente militar no Azerbaijão, com a retirada das tropas na NATO do Afeganistão, sob o pretexto de aumento da ameaça caucasiana.
Lyuba Lulko

TVI suspende jornalista que se queixou de Judite Sousa

Ana Leal está suspensa e impedida de entrar nas instalações da estação de Queluz.
Ana Leal, jornalista da TVI ENRIC VIVES-RUBIO

Na manhã desta sexta-feira, a jornalista da TVI Ana Leal recebeu uma nota de culpa que a suspende de funções e a informa que está impedida de entrar nas instalações da estação televisiva até à conclusão do processo disciplinar, aberto após uma participação da repórter ao Conselho de Redacção contra uma notícia sua retirada do alinhamento do Jornal das 8 no sábado de 26 de Janeiro, pela subdirectora Judite Sousa.
A informação foi confirmada ao PÚBLICO pelo advogado da jornalista, Ricardo Sá Fernandes. “É uma grande surpresa porque estive com a Ana Leal quando foi ouvida durante o inquérito e a matéria sobre a qual ela foi inquirida não tem qualquer relevância disciplinar”, afirma o advogado. E acrescenta: “Recorreremos a tribunal se a Ana for objecto de qualquer sanção disciplinar, por mais leve que seja”.
Em final de Março, o PÚBLICO noticiou que a TVI abriu um processo de inquérito, na sequência da participação da jornalista Ana Leal ao Conselho de Redacção (CR). Contactada então pelo PÚBLICO, a assessora de imprensa da TVI respondeu através de um email: "A TVI não tem por hábito pronunciar-se sobre questões internas, pelo que não se irá pronunciar sobre este assunto".
Um advogado da estação de televisão começara a ouvir, em meados de Março, vários dos envolvidos no episódio, incluindo o director de informação, José Alberto Carvalho, e a subdirectora, Judite Sousa. Igualmente inquirida foi a jornalista Ana Leal, o jornalista Carlos Enes, elemento do CR e envolvido indirectamente no caso, a par de alguns editores que combinaram as duas peças sobre o polémico Sistema Integrado das Redes de Emergência e Segurança de Portugal, conhecido pela sigla SIRESP.
Em causa, na notícia, estava o facto de o Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP), então dirigido por Cândida Almeida, ter avocado um processo sobre a polémica parceria público-privada do SIRESP, mas depois ter optado por não reabrir o caso.
A notícia de Ana Leal, que dava conta deste recuo do DCIAP numa altura em que se aproximava a eventual renovação da comissão de serviço de Cândida Almeida (que acabou por ser afastada pela nova procuradora-geral da República), deveria ter sido emitida a 26 de Janeiro, a par de uma outra do jornalista Carlos Enes. Esta última dava conta do não-funcionamento do SIRESP, durante a vaga de mau tempo, ocorrida uns dias antes.
Este sistema de comunicações custou ao Estado mais de 500 milhões de euros, tendo a sua adjudicação dado origem a um inquérito que acabaria arquivado em Março de 2008.
A participação de Ana Leal ao CR queixava-se da retirada da notícia do alinhamento e ignorava que a peça tinha sido entretanto divulgada no 25.ª Hora, da TVI24, o que até os directores ignoravam quando prestaram declarações ao PÚBLICO.  A participação da jornalista foi dirigida a José Alberto Carvalho e remetida aos elementos do CR, um órgão que representa os jornalistas junto da direcção editorial. A repórter alertava para situações que, do seu ponto de vista, podiam ter "repercussões negativas para a imagem e credibilidade do jornalismo da TVI, bem como para o prestígio dos seus profissionais". A participação visava, assim, "de forma construtiva, esclarecer o que se passou".
No início desta semana, depois de conhecida a decisão da TVI de abrir o inquérito e temendo que Ana Leal pudesse ser alvo de um processo disciplinar, seis membros do CR confirmaram que o que analisaram foi um mero "pedido de esclarecimento da jornalista" e não uma "participação de censura". Para clarificar a questão, os membros do CR anexam à nota a acta da última reunião e a participação de Ana Leal. Acrescentam que "o artigo 38 da Constituição da República Portuguesa garante aos jornalistas o direito de participação na orientação editorial dos órgãos de informação e o direito de elegerem o CR".

Nova Iorque 

Polícia descobre parte de avião do 11 de Setembro
A polícia de Nova Iorque anunciou sexta-feira ter encontrado perto do local dos atentados do 11 de Setembro uma peça de um dos aviões que se precipitou contra as torres gémeas do World Trade Center.
Polícia descobre parte de avião do 11 de Setembro07:
Uma parte de um trem de aterragem, que parece pertencer a um dos aviões de passageiros destruídos no 11 de Setembro, foi descoberta entalada nas traseiras" de dois edifícios de Manhattan, afirmou o porta-voz da polícia Paul Browne.
Os dois edifícios, o número 50 de Park Place e o número 50 da rua Murray estão localizados a dois quarteirões do World Trade Center.
Paul Browne acrescentou que a parte do avião possuía "um número de identificação Boeing claramente visível".
As autoridades não precisaram o tamanho, mas a cadeia de televisão local NBC refere uma peça de cerca de um metro e meio.
O espaço entre os dois imóveis é extremamente estreito, o que pode explicar como esta peça do avião escapou a todas as buscas durante perto de 12 anos.
A polícia "estabeleceu um perímetro de segurança em redor da área, como faz habitualmente para a cena de um crime, tirando fotografias e limitando o acesso", precisou Paul Browne num comunicado.
É possível que venha a ser tomada a decisão de inspeccionar o solo em busca de possíveis restos humanos, acrescentou.
A peça do avião foi descoberta acidentalmente após uma inspecção na parte traseira do edifício de Park Place, a pedido do seu proprietário. Os inspectores chamaram a polícia depois de descobrirem o que pensaram ser uma máquina danificada.
Ao todo, 2.753 pessoas morreram nos atentados de 11 de Setembro em Nova Iorque, quando dois aviões de passageiros tomados por terroristas da Al-Qaeda chocaram com as duas torres do World Trade Center.
Segundo os médicos legislas, não foi encontrado nenhum rasto de 1.122 pessoas desaparecidas num dilúvio de aço e fogo assim que as torres desabaram.
Ao todo foram encontrados 21.817 restos humanos, mas só 59% puderam ser identificados.

BOM FIM DE SEMANA !