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quarta-feira, 10 de abril de 2013


Verdadeiros absurdos da bíblia





Bíblia sobre escravidão 


Cada pessoa tem que ser submissa às autoridades, já que as que existem vieram ou foram estabelecidas por Deus. 
- Romanos 13:1 

"Escravos, obedecei em tudo aos vossos senhores terrenos, não só sob o seu olhar, como se os servísseis para agradar aos homens, mas com simplicidade de coração, por temor de Deus". 
- Colossenses 3:22 

"Servos, sedes submissos, com todo o temor aos senhores, não só aos bons e humanitários, mas também aos que são duros". 
- I Pedro 2:18 

O Senhor manda amar uma mulher infiel como Deus ama os filhos de israel, que se voltam para outros deuses e gostam das tortas de uvas passas. 
- Oséias 3:1 

Todos os escravos devem considerar os seus senhores dignos de toda a honra, para que não se fale mal do nome de Deus. 
- I Timóteo 6:1 

Escravos, obedeçam aos vossos senhores. 
- Efésios 6:5 

Os escravos devem estar submissos em tudo aos senhores. Que lhes sejam agradáveis, não os contradigam, não roubem. 
- Tito 2:9-10 

"Se alguém ferir seu escravo ou sua escrava com um bastão e morrer sob suas mãos, seja punido severamente, mas se sobreviver um ou dois dias, não seja punido, porque é seu dinheiro" 
- Êxodo 21:20-21 

"Quando comprares um escravo hebreu, servir-te-á seis anos, mas ao sétimo sairá livre e gratuitamente. Se entrou sozinho, sozinho sairá; se estava casado, sua esposa sairá com ele. Se seu amo lhe tiver esposa, e esta lhe tiver dado à luz filhos ou filhas, a mulher e os filhos serão de seu amo e ele sairá sozinho. Se o escravo, porém, disser: "Amo meu senhor, minha esposa e meus filhos; não quero sair livre", então seu senhor o levará diante de Deus, fá-lo-á aproximar-se da porta ou do umbrau da mesma e lhe furará a orelha com uma sovela, e ficará seu escravo para sempre. 
- Êxodo 21:2-6 

"Escravos e escravas para vos servires, podereis adquiri-los entre os povos circunvizinhos. Poderes também comprá-los dentre os filhos dos estrangeiros, que habitarem entre vós e dentre suas famílias, nascidos e crescidos na vossa terra, e serão vossa propriedade". 
- Levítico 25:44-45 

"De fato, vós, irmãos, vos fizestes imitadores das igrejas de Deus que estão na Judéia, que se deram a Cristo Jesus, tendo igualmente devido sofrer, da parte dos vossos compatriotas, o mesmo que eles próprios sofreram da parte dos judeus; judeus esses que deram a morte a Jesus e as profetas e nos perseguiram; eles não agradam a Deus e são adversários de todos os homens". 
- I Tessalonicenses 2:14-15 

A Bíblia sobre mulheres 

Deus disse à mulher: "Multiplicarei grandemente os teus sofrimentos e a tua gravidez; darás à luz teus filhos entre dores; contudo, sentir-te-ás atraída para o teu marido, e ele te dominará". 
-Gênesis 3:16 

Se uma mulher der à luz um menino ela ficará impura por sete dias. Mas se nascer uma menina, então ficará impura por duas semanas. 
- Levítico 12:2-8 

Quando um homem e uma mulher se unirem com emissão de sêmen, se banharão e ficarão impuros até a tarde. Se uma mulher menstruar, ficará impura até sete dias após o término do fluxo, sendo que tudo o que ela tocar ficará impuro até a tarde. Se alguém tentar tocá-la ou tocar em um móvel deixado impuro por ela, ficará impuro até a tarde. Quem se juntar a ela durante este período ficará impuro por sete dias. 
- Levítico 15:18-33 

"Mulheres, sede submissas aos vossos maridos, como convém no Senhor" 
- Colossenses 3:18 

As mulheres tem de ser submissas aos vossos maridos. 
- I Pedro 3:1 

Os maridos devem permitir que as suas mulheres, que são de um sexo mais frágil, possam orar. 
- I Pedro 3:7 

A cabeça do homem é Cristo, a cabeça da mulher é o homem e a cabeça de Cristo é Deus. 
- I Coríntios 11:3 

O homem não foi criado para a mulher, mas a mulher para o homem. 
- I Coríntios 11:9 

As mulheres devem ficar caladas nas assembléias de todas as igrejas dos santos, pois devem estar submissas, como diz a lei. 
- I Coríntios 14:34 

Se a mulher trair o seu marido, ela será feita em objeto de maldição pelo Senhor, sua coxa irá descair e seu ventre inchará. 
- Números 5:20-27 

Se uma jovem é dada por esposa a um homem e este descobre que ela não é virgem, então será levada para a entrada da casa de seu pai e a apedrejarão até a morte. 
- Deuteronômio 22:20-21 

"É melhor alojar-se num canto do terraço, do que com mulher rixenta em casa espaçosa". 
- Provérbios 25:24 

"Aquela que é verdadeiramente viúva e desamparada, põe em Deus a sua esperança e persevera, noite e dia, nas súplicas e nas orações. Aquela, porém, que se entrega aos prazeres, mesmo vivendo, está morta. " 
- I Timóteo 5:5-6 

Que a mulher aprenda em silêncio, com total submissão. A mulher não poderá ensinar nem dominar o homem. 
- I Timóteo 2:11-12 

O marido é a cabeça da mulher, como também Cristo é a cabeça da igreja. Do mesmo modo que a igreja é submissa a Cristo, assim também as mulheres sejam em tudo aos maridos. 
- Efésios 5:22-24 


Atrocidades e Absurdos na Bíblia 
"E, se o Senhor, teu Deus, a entregar nas tuas mãos, passarás a fio de espada todos os seus varões. As mulheres, porém, as crianças, o gado e tudo o que houver na cidade, todos os seus despojos, os tomarás para ti, e desfrutarás da presa dos teus inimigos, que o Senhor, teu Deus, te houver entregue". 
- Deuteronômio 20:13-14 

"E comerás um biscoito de cevada, a qual cozerás, à vista deles, com excrementos humanos." 
- Ezequiel 4:12 

"Suscitai ao seu lado um malévolo, e um acusador esteja à sua direita. Citado em juízo, seja condenado, e fique sem efeito a sua defesa. Sejam abreviados os seus dias, e receba outro o seu lugar. Fiquem órfãos os seus filhos, e viúva a sua esposa. Andem errantes e mendigando os seus filhos, e esmolem longe das suas casas em ruínas. Vincule-lhe o credor todos os seus bens, e os estranhos roubem as suas fadigas. Ninguém mais lhe mostre benevolência, nem haja quem se compadeça de seus órfãos. Sua descendência seja voltada ao extermínio; e na próxima geração extinga-se o seu nome." 
- Salmo 109:6-13 

"Bravo o que tomar os seus filhinhos e os esmagar contra uma pedra!" 
- Salmos 137:9 

"Não deixarás viver nenhuma feiticeira." 
- Êxodo 22:17 

"Quem sacrificar a algum deus que não seja o único Senhor, será posto em interdito." 
- Êxodo 22:19 

[Moisés para os soldados dele:] "Agora, pois, matai todos os varões de entre as crianças e toda a mulher que tenha tido relações com homem; mas conservai com vida, para vós, todas as donzelas que não tenham conhecido varão." 
- Números 31:17-18 

"Aos que crerem acompanhá-los-ão estes milagres: em meu nome expulsarão demônios, falarão novas línguas, pegarão em serpentes e, se beberem algum veneno mortífero, não lhes fará mal, imporão as mãos aos doentes, e eles recobrarão a saúde." 
- Marcos 16:17-18 

"E, se a tua mão é para ti ocasião de pecado, corta-a; é melhor entrares na vida mutilado, do que tendo ambas as mãos e ires para a geena, para o fogo inextinguível. E, se o teu pé é para ti ocasião de pecado, corta-o; melhor é entrares na vida coxo, do que tendo ambos os pés e seres lançado na geena. E, se o teu olho é para ti ocasião de pecado, arranca-o; melhor é entrares no reino de Deus com um só olho, do que tendo ambos os olhos e seres atirado à geena, onde o seu verme não morre e o fogo não se extingue. Pois todos serão salgados pelo fogo." 
- Marcos 9:43-49 

"não cortareis o cabelo em redondo, nem rapareis os cantos da barba. Não fareis incisões no corpo em sinal de luto, nem usareis tatuagem alguma no corpo. Eu sou o Senhor." 
- Levítico 19:27-28 

"Eis que vos quebrantarei o braço e atirar-vos-ei ao rosto as fezes das vítimas que vos imolai nas solenidades, e sereis lançados fora com elas." 
- Malaquias 2:3 

"Respondeu-me ele: Vê, concedo-te esterco de boi em lugar de excrementos humanos, e cozerás sobre ele o teu pão." 
- Ezequiel 4:15 

"Mas o copeiro-mór respondeu: Porventura foi ao teu amo e a ti que meu senhor me enviou para dizer estas coisas? Não foi antes aos homens que estão sobre as muralhas e que, como vós, terão de comer os próprios excrementos e beber a própria urina?" 
- Isaías 36:12 

Deus mata milhares de inocentes (I Crônicas 21:14 & II Samuel 24:15), por um erro na qual somente David cometeu (I Crônicas 21:17 & II Samuel 24:17). 

Bíblia sobre família 
O que diz realmente a bíblia sobre valores familiares 


Valores familiares são freqüentemente uma frase de propaganda usada por grupos religiosos, normalmente em uma colocação política. Eles implicam que a Bíblia é defensora de uma força-de-família. Aparentemente eles não lêem de fato o livro, como seria mais preciso dizer que, em equilíbrio, a bíblia é a anti-família. 

As duas declarações seguintes são citadas a favor da família: 
"Honrarás teu pai e tua mãe" (Êxodo 20:12). 
Deus pode unir um casal em uma só carne (Mateus 19:5-6) (Marcos 10:8-9). 

Essas se tornam apenas slogans vazios quando considerados ao lado das muitas específicas declarações de anti-família na Bíblia: 

* Desde o princípio dos tempos, a concepção de filhos é feito com um castigo: 
"Darás à luz teus filhos entre dores" (Gênesis 3:16). 
"Ai das mulheres grávidas e das lactantes naqueles dias!" (Mateus 24:19) (Marcos 13:17) (Lucas 21:23). 

* Chegará um dia em que somente as mulheres que nunca tiveram filhos e nunca deram de mamar serão felizes: 
"Porque sabei que virá tempo, em que se dirá: Ditosas as que são estéreis, e ditosos os ventres que não geraram, ditosos os peitos que não deram de mamar." (Lucas 23:29). 

* Abraão iria matar o filho único dele por ordem de Deus. O ato de Abraão é apresentado como uma virtude (Gênesis 22:1-12) (Tiago 2:21). 

* A esposa Agar de Abraão e Ismael, o filho deles, foram para o deserto, por nenhuma razão a não ser que a outra esposa dele, Sara, tivesse tido ciúmes (Gênesis 21:14). A Bíblia não mostra nenhuma crítica quanto a ter duas mulheres, e Abraão e Sara continuam juntos. 

* A maioria de nós diria que incesto está contra os interesses da família, mas Lot, quem a bíblia considera ser um homem de bem, fez sexo com as duas filhas dele (Gênesis 19:33-36); e não houve nenhum castigo para Lot ou para as filhas. 

* Para ganhar favor com um rei, Abrão disse que sua esposa era sua irmã, e a ofereceu ao rei para tomá-la como esposa. Isto aconteceu duas vezes (Gênesis 12:19) (Gênesis 20:2). Isaac fez uma coisa semelhante (Gênesis 26:9). E Lot uma vez ofereceu as filhas virgens dele (Gênesis 19:8)

* Jacob enganou seu irmão Esaú (Gênesis 25:31-33). Após isso, Jacob então mentiu para seu pai (Gênesis 27:19). Deus amou a Jacob e odiou Esaú, a vítima (Malaquias 1:3) (Romanos 9:13). 

* Jesus prometeu grande recompensa para todos aqueles que largarem sua família em seu nome (Mateus 19:29). 

* Jesus diz muito claramente que para ser seu discípulo tem que aborrecer seu pai, sua mãe, sua esposa, seus filhos, seus irmãos e suas irmãs (Lucas 14:26). 

* Jesus declara: "Porque vim separar ao homem contra seu pai, e a filha contra sua mãe, e a nora contra sua sogra; E os inimigos do homem serão os seus mesmos domésticos" (Mateus 10:35-36). Esta passagem não indica uma atitude a favor da família por parte de Jesus. 


http://www.portaldascuriosidades.com/forum/index.php?topic=32954.0
Blog do Carlos Maia


Vítor Gaspar – O ruir do mito


Eles sabem que é extremamente difícil vir a conseguir-se desfazer os crimes que estão a cometer contra os trabalhadores portugueses.
Eles sabem que sem uma Revolução e as convulsões que ela acarretaria neste lugar do mundo, ou com despesas absolutamente incomportáveis para o Estado, não será possível reverter as privatizações que eles têm como uma das principais missões.
Eles sabem que uma vez perdidas quer a TAP, quer a RTP, quer a água pública, uma boa parte da saúde, ensino etc... tal como já aconteceu com sectores absolutamente estratégicos da nossa economia, será praticamente impossível o povo português tomar de volta aquilo que lhe foi roubado.
Eles sabem que para cumprir até ao fim a tarefa de que foram incumbidos, terão que suportar toda a contestação, todas as humilhações, insultos, moções de censura... tudo o que vier. Nada os fará sair a bem!
Esta nova canalhice, anunciada por Gaspar, bem classificada pelo PCP como uma chantagem a merecer toda a repulsa, é apenas mais um passo na estratégia da quadrilha de celerados colocada no governo com a tarefa de desmembrar Portugal, como se faz a uma empresa que se quer vender às parcelas.
Já é tarde para continuar a considerar Gaspar como um técnico competente que, simplesmente, tem uma ideologia com que não concordamos... ou sequer alguém que, embora defendendo outro caminho, é movido por boas intenções. Nada disso!
Gaspar é um simples lacaio! Um inútil enquanto ministro e um incompetente miserável enquanto técnico. Um incompetente que não consegue acertar uma única previsão nem cumprir uma única das metas com que se tem comprometido. Nem sendo dirigido pelos donos como um boneco teleguiado (até fala como tal!).
Já não é mais possível separar o homem do político ou do técnico. É abjecto. É repulsivo. É nojento. É nocivo. É daninho. É asqueroso.

Tudo considerado e à mistura... é um canalha!

HUMOR - A DAMA DE AÇO



Alterações ao Código da Estrada discutidas hoje no parlamento


A redução do limite de velocidade para 20 quilómetros por hora, em algumas zonas residenciais, e a redução da taxa de álcool para condutores profissionais e recém-encartados, são algumas alterações ao Código da Estrada hoje discutidas no parlamento
A discussão vai contar com a presença do secretário de Estado da Administração Interna, Filipe Lobo D"Ávila, estando também em debate no plenário da Assembleia da República dois projetos de lei do partido "Os verdes" e um outro do Bloco de Esquerda.
A proposta do Governo reduz a taxa de álcool permitida para 0,2 gramas por litro de sangue, para os condutores em regime probatório e de veículos de socorro ou de serviço urgente, de transportes coletivos de crianças, táxis, automóveis pesados de passageiros e de mercadorias perigosas.
Estes condutores, quando apresentarem uma taxa de álcool igual ou superior a 0,2 gramas por litro de sangue, vão passar a ser multados.
As mexidas no Código da Estrada preveem também a criação das "zonas residenciais de coexistência", áreas partilhadas por peões e veículos, onde vigoram regras especiais de trânsito, tais como limites reduzidos de velocidade, nomeadamente a velocidade máxima de 20 quilómetros por hora.
O Governo propõe igualmente a redução da altura das crianças que são seguras por sistemas de retenção, passando dos atuais 150 centímetros para os 135 centímetros, além de procurar incentivar o uso da bicicleta.
Os condutores, que até agora tinham de moderar a velocidade junto das passadeiras, vão passar a ser obrigados a abrandar também junto às ciclovias.
Nas zonas para bicicletas, os condutores vão ceder passagem aos ciclistas e, à semelhança do atualmente determinado para as passadeiras de peões, vai passar a ser proibida a ultrapassagem nas ciclovias.
O novo Código da Estrada prevê também que as bicicletas deixem de dar prioridade aos veículos com motor.
As alterações já mereceram críticas, nomeadamente da Associação de Cidadão Auto-Mobilizados, que considerou que a segurança dos peões e dos ciclistas "não foram acauteladas", e da Federação de Cicloturismo e Utilizadores de Bicicleta, que afirmou ter sido "uma oportunidade perdida de se avançar para uma redação mais progressista e evoluída" da lei.

Difícil de acreditar.... mas é !

Essas fotos fazem parte de uma coletânea tirada por fotógrafos amadores que participam 
de um concurso anual das "Fotos Mais Belas da Natureza" promovido pelo site do jornal 
Daily Mail da Inglaterra. Essa primeira trata-se de um grupo de arraias navegando na Baixa California, no sul do México, captadas pela lente do fotógrafo alemão Florian Schulz. Role a página e veja as demais. 


Vencedor do grupo Sub-21: "A Cartomante" por Radoslav Radoslavov Valkov. 
Esta é a imagem de uma mosca tomada quintal de uma casa em Radoslav na Bulgária
Vencedor do Grupo Mundial Natural: o fotógrafo Bence Mate capta a imagem de um
beija-flor atacando uma jararaca verde
Finalista do grupo Sub-16: Alex Marttunen com a imagem, intitulada 
"Home Sweet Home",  que mostra um caranguejo usando uma tampinha de garrafa no
 lugar de um escudo
Finalista do grupo Clima em Mudança: imagem de inundações no Pólo Norte, 
em sinal de derretimento de gelo e degelo
Finalista no grupo Subaquático: Bela imagem intitulada
'Nascimento'.
Em um dos pequenos lagos de águas cristalinas de uma montanha da Hungria, rãs já
colocaram seus ovos no fundo. Os girinos são aguardados após o momento de seu
nascimento.
Finalista no grupo Subaquático: Imagem de Kaido Haagen mostra uma foca
 Grey perto
da ilha de Vilsandi, Estónia
Finalista do Grupo Mundial Natural: Julienne Bowser capta a imagem uma onda 
em Snapper Rocks, Queensland, Austrália.
Post(s)à beira mar

FOI HÁ 40 ANOS (1) História simples do roubo de um carro às forças policiais


Helena Pato.
FOI HÁ 40 ANOS (1) 
História simples do roubo de um carro às forças policiais 

O ano de 1973 seguia particularmente animado por algumas correntes políticas democráticas. Em Abril, o III Congresso da Oposição abalara o regime. Em Outubro, íamos voltar às eleições legislativas e a campanha eleitoral estava em marcha (e que marcha!). A constituição de uma comissão nacional de recenseamento, apelando à mobilização dos portugueses com direito a voto, tinha sido reprimida, desde logo, na sua acção. 
Decorria o mês de Setembro, a campanha acontecia sob o olhar atento do novo Presidente do Conselho, mas a expectativa de abertura do regime, com que alguns sectores da oposição haviam recebido a queda de Salazar e a nomeação de Marcelo Caetano, encontrava-se já praticamente esvaecida, que a demagogia «liberalizante» fora sol de pouca dura.
 Nos concelhos de Lisboa, sucediam-se os comícios, as festas para angariar fundos e as colagens de cartazes (alguns proibidos) produzidos em catadupas - com a espantosa criatividade de Ary dos Santos, então publicitário, e de Ruben Carvalho; e com a inestimável colaboração fotográfica de Eduardo Gageiro. As caravanas de automóveis animavam e despertavam os mais adormecidos, numa contínua luta de guerrilha contra a PIDE/DGS que não dava sossego, reprimindo tudo.
A legislação tinha limitado o uso da palavra, em comícios e sessões da oposição, apenas aos candidatos efectivos do respectivo distrito, com expresso impedimento, em cada distrito, da intervenção de não candidatos e de candidatos de qualquer outro distrito.
Dia após dia, constatava-se que, nessas eleições, continuava a não se dispor de um mínimo de condições de liberdade para uma participação democrática: o direito de voto muito limitado, os cadernos eleitorais não mereciam confiança, esperava-se um acto eleitoral, novamente recheado de «chapeladas» de votos e, acima de tudo, sabia-se que os limites à liberdade de expressão surgiriam permanentes e infindáveis. Da guerra colonial, pura e simplesmente, não se podia falar: interdição total. 
Não havia, pois, qualquer dúvida de que se tratava de mais uma «farsa eleitoral», isto é, ninguém tinha a ilusão de ganhar o que quer que fosse naquelas eleições legislativas, e já poucos admitiam que se sairia da ditadura por transição democrática. (A História veio dar razão àqueles que acreditavam que a democracia teria de ser conquistada pela via revolucionária). Mesmo assim, havia que aproveitar aquela oportunidade – embora ínfima, seria maior a tolerância propiciada nesse período – para se divulgar a situação do país e se provocar outro abanão na ditadura. Íamos à luta, preparados para a repressão, mais ou menos brutal, e sabendo de antemão que prisões haveria, seguramente – eram um dado de facto. O que fazíamos, então? Protegíamo-nos, o mais possível, ao mesmo tempo que nos atirávamos para a frente, também o mais possível. 
No distrito de Lisboa, a oposição apresentou-se com uma lista única (um luxo!)* e, nesse período, os candidatos a deputados passaram tempo sem fim nas esquadras da PSP e da GNR, ora porque aí acorriam, tentando libertar activistas detidos em iniciativas pacíficas, ora por serem «detidos para averiguações», eles próprios. O clima de violência e de sucessivas intimidações surpreendeu os próprios dirigentes do movimento democrático e acabou com as expectativas dos últimos crentes na regeneração do regime.
É neste quadro que tem lugar a «historinha» que passo a contar.

A caravana do dia 22 de Setembro, no concelho de Loures, partiu de Lisboa já com dezenas de carros, muitos deles conduzidos pelos candidatos a deputados do distrito. Começaram a circular pela manhã, procedendo à distribuição de manifestos de apresentação das candidaturas e, como ainda não tivera lugar a abertura oficial da campanha, receava-se o pior. Chegou, pois, sem surpresa. 
Loures era um concelho aguerrido, especialmente activo na dinamização de acções de luta e de resistência. Prestigiados militantes anti-fascistas, integrados na caravana – lembro o Zé Gouveia e o A. Cerqueira – agitavam bandeiras nos carros, e alguns dos candidatos tomavam a dianteira do desfile. O demasiado impacto nas populações rurais – que assistiam na berma da estrada, expectantes ou em atitude de manifesto apoio - deixou a polícia política a disparar ordens em todas as direcções. Prenderam diversos manifestantes, dando igual tratamento aos candidatos, apreenderam-lhes os automóveis e, depois de exigirem cauções à direcção da CDE e esta ter recusado, esperaram alguns dias, até às vésperas da abertura da campanha, para os libertarem. Assim aconteceu, excepto com um deles: José Tengarrinha, de quem a DGS contava vir a maior «agitação» em torno da questão colonial, por ser o tema com que, nesse período, o candidato vinha encerrando todas as intervenções. Que não, que não seria libertado até ao início da campanha, e que não podia sair enquanto não assinasse uma declaração de compromisso, em como não voltava a falar da guerra colonial. E ele, que não, que não assinava. Assim sendo, apenas saiu à meia-noite do exacto dia de início oficial da campanha eleitoral. Entretanto…

Durante o tempo em que os candidatos e restantes activistas se mantiveram presos, os carros da caravana permaneciam todos apreendidos, em frente do edifício da CM de Loures, lugar onde os condutores tinham sido obrigados a estacionar. Horas depois da detenção, soubemos por activistas que o «Renault 16» do J.Tengarrinha, cujo porta-bagagem estava atafulhado de cartazes e propaganda, escapara à revista, no momento em que aí estacionara sob apreensão. Receando que todos aqueles materiais viessem a ser descobertos e fossem destruídos, pus-me a caminho de Loures, ao princípio da noite, com uns companheiros, a Esmeralda Gonçalves André e o irmão, para inspeccionarmos o local e a posição do carro. Que hipótese teríamos de o resgatar? 
Irresistível! Um fino cordel envolvia cada automóvel, ao jeito de fita de seda em embrulho de Natal: voltas e voltas, à volta, passando por cima, em cruz, e para terminar, finalmente, uma laçada com um nó. Um nó cego, não fosse desatar-se! Tudo sob a alçada (e a vigilância) da GNR, que àquela hora, repousava adormecida ou pelo menos descansada, uma vez que os presos tinham sido recambiados para Caxias e aí se encontravam.
Já a noite ia avançada, voltámos lá, munidos do duplicado da chave e de uma tesoura. Chegámos à Praça do Município, pelas 3 ou 4 horas da madrugada. Nem vivalma por perto. A vila dormia, pacata, longe da violência, das ameaças e da estupidez da PIDE/DGS. Cortámos o fio, abrimos o carro e conduzimo-lo rumo à morada do candidato, na Rua da Penha de França, a menos de 50 metros do Quartel da Legião Portuguesa. As «forças da ordem», geralmente, não primavam pela coordenação, e não seria dessa vez. Efectivamente.

Quando, dias depois, na hora de abertura da campanha eleitoral (meia-noite) libertaram J.T., este, na sequência dos acontecimentos relacionados com o aprisionar dos carros, dirigiu-se com alguns companheiros à GNR de Loures. Entrou, cumprimentou e, sem mais, quis conhecer o destino do seu próprio automóvel. Agitação nas hostes. Enquanto aguardava resposta, os guardas saíam, entravam, falavam ao telefone e entre si, e tornavam a sair. O mistério enchia-lhes as cabeças, sem folga para mais. Foi então que o candidato exigiu que rapidamente lho devolvessem, que não tinha tempo a perder, fazendo menção de apresentar queixa ali mesmo, na GNR. Perturbação, perplexidade, quase aflição nas «forças da ordem».
- «Um carro? Parece que o roubaram, senhor Tengarrinha. Já vamos ver o que se passa».
O resto desta história pouco interessa. Creio que alguém do «nosso lado» esclareceu, a seguir, que o «veículo» estava na posse dos serviços da candidatura. 
O fascismo tinha destas fragilidades.

(*) Candidatos (efectivos e suplentes): Arons de Carvalho; António Abreu; António de Carvalho; Caiano Pereira; Costa Fernandes; Helena Neves; Herberto Goulart; Sequeira Branco; Gonçalves André; José Tengarrinha; Luísa Amorim; Pe- dro Coelho; Vítor Dias; Roque Lino; Tavares da Cruz; Pereira de Moura; Lindley Cintra; Martins Coelho; Sottomayor Cardia; Marcelo Curto; Urbano Tavares Rodri- gues; Gilberto Lindim Ramos; Salgado Zenha; Abranches Ferrão.
FOI HÁ 40 ANOS (1)
História simples do roubo de um carro às forças policiais

O ano de 1973 seguia particularmente animado por algumas correntes políticas democráticas. Em Abril, o III Congresso da Oposição abalara o regime. Em Outubro, íamos voltar às eleições legislativas e a campanha eleitoral estava em marcha (e que marcha!). A constituição de uma comissão nacional de recenseamento, apelando à mobilização dos portugueses com direito a voto, tinha sido reprimida, desde logo, na sua acção.
Decorria o mês de Setembro, a campanha acontecia sob o olhar atento do novo Presidente do Conselho, mas a expectativa de abertura do regime, com que alguns sectores da oposição haviam recebido a queda de Salazar e a nomeação de Marcelo Caetano, encontrava-se já praticamente esvaecida, que a demagogia «liberalizante» fora sol de pouca dura.
Nos concelhos de Lisboa, sucediam-se os comícios, as festas para angariar fundos e as colagens de cartazes (alguns proibidos) produzidos em catadupas - com a espantosa criatividade de Ary dos Santos, então publicitário, e de Ruben Carvalho; e com a inestimável colaboração fotográfica de Eduardo Gageiro. As caravanas de automóveis animavam e despertavam os mais adormecidos, numa contínua luta de guerrilha contra a PIDE/DGS que não dava sossego, reprimindo tudo.
A legislação tinha limitado o uso da palavra, em comícios e sessões da oposição, apenas aos candidatos efectivos do respectivo distrito, com expresso impedimento, em cada distrito, da intervenção de não candidatos e de candidatos de qualquer outro distrito.
Dia após dia, constatava-se que, nessas eleições, continuava a não se dispor de um mínimo de condições de liberdade para uma participação democrática: o direito de voto muito limitado, os cadernos eleitorais não mereciam confiança, esperava-se um acto eleitoral, novamente recheado de «chapeladas» de votos e, acima de tudo, sabia-se que os limites à liberdade de expressão surgiriam permanentes e infindáveis. Da guerra colonial, pura e simplesmente, não se podia falar: interdição total.
Não havia, pois, qualquer dúvida de que se tratava de mais uma «farsa eleitoral», isto é, ninguém tinha a ilusão de ganhar o que quer que fosse naquelas eleições legislativas, e já poucos admitiam que se sairia da ditadura por transição democrática. (A História veio dar razão àqueles que acreditavam que a democracia teria de ser conquistada pela via revolucionária). Mesmo assim, havia que aproveitar aquela oportunidade – embora ínfima, seria maior a tolerância propiciada nesse período – para se divulgar a situação do país e se provocar outro abanão na ditadura. Íamos à luta, preparados para a repressão, mais ou menos brutal, e sabendo de antemão que prisões haveria, seguramente – eram um dado de facto. O que fazíamos, então? Protegíamo-nos, o mais possível, ao mesmo tempo que nos atirávamos para a frente, também o mais possível.
No distrito de Lisboa, a oposição apresentou-se com uma lista única (um luxo!)* e, nesse período, os candidatos a deputados passaram tempo sem fim nas esquadras da PSP e da GNR, ora porque aí acorriam, tentando libertar activistas detidos em iniciativas pacíficas, ora por serem «detidos para averiguações», eles próprios. O clima de violência e de sucessivas intimidações surpreendeu os próprios dirigentes do movimento democrático e acabou com as expectativas dos últimos crentes na regeneração do regime.
É neste quadro que tem lugar a «historinha» que passo a contar.

A caravana do dia 22 de Setembro, no concelho de Loures, partiu de Lisboa já com dezenas de carros, muitos deles conduzidos pelos candidatos a deputados do distrito. Começaram a circular pela manhã, procedendo à distribuição de manifestos de apresentação das candidaturas e, como ainda não tivera lugar a abertura oficial da campanha, receava-se o pior. Chegou, pois, sem surpresa.
Loures era um concelho aguerrido, especialmente activo na dinamização de acções de luta e de resistência. Prestigiados militantes anti-fascistas, integrados na caravana – lembro o Zé Gouveia e o A. Cerqueira – agitavam bandeiras nos carros, e alguns dos candidatos tomavam a dianteira do desfile. O demasiado impacto nas populações rurais – que assistiam na berma da estrada, expectantes ou em atitude de manifesto apoio - deixou a polícia política a disparar ordens em todas as direcções. Prenderam diversos manifestantes, dando igual tratamento aos candidatos, apreenderam-lhes os automóveis e, depois de exigirem cauções à direcção da CDE e esta ter recusado, esperaram alguns dias, até às vésperas da abertura da campanha, para os libertarem. Assim aconteceu, excepto com um deles: José Tengarrinha, de quem a DGS contava vir a maior «agitação» em torno da questão colonial, por ser o tema com que, nesse período, o candidato vinha encerrando todas as intervenções. Que não, que não seria libertado até ao início da campanha, e que não podia sair enquanto não assinasse uma declaração de compromisso, em como não voltava a falar da guerra colonial. E ele, que não, que não assinava. Assim sendo, apenas saiu à meia-noite do exacto dia de início oficial da campanha eleitoral. Entretanto…

Durante o tempo em que os candidatos e restantes activistas se mantiveram presos, os carros da caravana permaneciam todos apreendidos, em frente do edifício da CM de Loures, lugar onde os condutores tinham sido obrigados a estacionar. Horas depois da detenção, soubemos por activistas que o «Renault 16» do J.Tengarrinha, cujo porta-bagagem estava atafulhado de cartazes e propaganda, escapara à revista, no momento em que aí estacionara sob apreensão. Receando que todos aqueles materiais viessem a ser descobertos e fossem destruídos, pus-me a caminho de Loures, ao princípio da noite, com uns companheiros, a Esmeralda Gonçalves André e o irmão, para inspeccionarmos o local e a posição do carro. Que hipótese teríamos de o resgatar?
Irresistível! Um fino cordel envolvia cada automóvel, ao jeito de fita de seda em embrulho de Natal: voltas e voltas, à volta, passando por cima, em cruz, e para terminar, finalmente, uma laçada com um nó. Um nó cego, não fosse desatar-se! Tudo sob a alçada (e a vigilância) da GNR, que àquela hora, repousava adormecida ou pelo menos descansada, uma vez que os presos tinham sido recambiados para Caxias e aí se encontravam.
Já a noite ia avançada, voltámos lá, munidos do duplicado da chave e de uma tesoura. Chegámos à Praça do Município, pelas 3 ou 4 horas da madrugada. Nem vivalma por perto. A vila dormia, pacata, longe da violência, das ameaças e da estupidez da PIDE/DGS. Cortámos o fio, abrimos o carro e conduzimo-lo rumo à morada do candidato, na Rua da Penha de França, a menos de 50 metros do Quartel da Legião Portuguesa. As «forças da ordem», geralmente, não primavam pela coordenação, e não seria dessa vez. Efectivamente.

Quando, dias depois, na hora de abertura da campanha eleitoral (meia-noite) libertaram J.T., este, na sequência dos acontecimentos relacionados com o aprisionar dos carros, dirigiu-se com alguns companheiros à GNR de Loures. Entrou, cumprimentou e, sem mais, quis conhecer o destino do seu próprio automóvel. Agitação nas hostes. Enquanto aguardava resposta, os guardas saíam, entravam, falavam ao telefone e entre si, e tornavam a sair. O mistério enchia-lhes as cabeças, sem folga para mais. Foi então que o candidato exigiu que rapidamente lho devolvessem, que não tinha tempo a perder, fazendo menção de apresentar queixa ali mesmo, na GNR. Perturbação, perplexidade, quase aflição nas «forças da ordem».
- «Um carro? Parece que o roubaram, senhor Tengarrinha. Já vamos ver o que se passa».
O resto desta história pouco interessa. Creio que alguém do «nosso lado» esclareceu, a seguir, que o «veículo» estava na posse dos serviços da candidatura.
O fascismo tinha destas fragilidades.

(*) Candidatos (efectivos e suplentes): Arons de Carvalho; António Abreu; António de Carvalho; Caiano Pereira; Costa Fernandes; Helena Neves; Herberto Goulart; Sequeira Branco; Gonçalves André; José Tengarrinha; Luísa Amorim; Pe- dro Coelho; Vítor Dias; Roque Lino; Tavares da Cruz; Pereira de Moura; Lindley Cintra; Martins Coelho; Sottomayor Cardia; Marcelo Curto; Urbano Tavares Rodri- gues; Gilberto Lindim Ramos; Salgado Zenha; Abranches Ferrão.

Baleias avistadas na costa algarvia


Esta é a baleia avistada na segunda-feira na zona de Lagos
Esta é a baleia avistada na segunda-feira na zona de Lagos
Uma baleia com cerca de doze metros de comprimento foi avistada, na segunda-feira, na zona de Lagos, próximo da Meia-Praia, e ontem junto à praia de D. Ana, devendo, segundo especialistas, "andar em rota de migração à procura de cardumes para se alimentar".
Com aquela baleia, apareceu uma mais pequena, entre sete e nove metros de comprimento. A primeira surgiu, na segunda-feira, a cerca de "30 ou 40 metros da Meia-Praia" e agora está com a outra a uma distância calculada "entre cem e duzentos metros da praia de D. Ana", ao largo da baía de Lagos, disse ao DN o biólogo marinho Élio Vicente, diretor do parque temático Zoomarine, após ter sido alertado pela Polícia Marítima.
"Pelo que já foi possível apurar, ambas pertencem à espécie Anã, conhecida por ter uma alimentação oportunista, alimentando-se indiscriminadamente de várias espécies, ou de presas mais fáceis de capturar, além de se caracterizar por ser pouco sociável, mas ainda não se pode concluir se existe alguma relação entre elas, se são mãe e cria. Não é muito incomum o aparecimento destes mamíferos na costa algarvia nesta altura do ano, mas não há perigo para a navegação, nem para as pessoas que frequentam praias. Para já, nada indica que estejam doentes, nem debilitadas. O risco será para as próprias baleias se ficarem presas nalguma arte de pesca de qualquer embarcação. Porém, se ouvirem o barulho do motor a funcionar acabarão por se afastar do local", observou Élio Vicente.
Numa altura em que se encontram na costa portuguesa como ponto de passagem entre o Atlântico Norte e o Mar Mediterrâneo, as duas baleias "vão-se alimentando por exemplo de sardinhas e carapaus, entre outras espécies", acrescentou aquele biólogo marinho.
E embora continue "atento" à evolução da situação, não pensa tomar medidas. "Neste momento, não precisam de ajuda e a presença delas nesta zona significa que o nosso mar é bastante saudável", sublinhou Élio Vicente.
Também o comandante dos portos de Lagos e Portimão, Santos Pereira, assegurou ao DN que "não existe perigo para a navegação". A Marinha continua a acompanhar o percurso das baleias nesta zona da costa algarvia.