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domingo, 7 de abril de 2013


CAVACO... A MERETRIZ QUE PARIU ESTE GOVERNO!!!

«O Presidente da República reitera o entendimento de que o Governo dispõe de condições para cumprir o mandato democrático em que foi investido», pode ler-se num breve comunicado divulgado apenas no site da Presidência da República.
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Este foi um governo inventado pela "Múmia Silva" e por isso as consequências só podiam ser as que são... uma bosta!!! Não lhe interessavam quem, nem a idoneidade, nem a competência... só a vingança!!! Estas são as consequências, e agora a única solução que lhe resta é avançar, mesmo sabendo que à frente só existe o vazio e a desgraça. É tarde para tentar um governo de salvação nacional,  e eleições só vão deixar o país nas mãos de um incompetente Seguro sem maioria absoluta.
Parece evidente que foi o próprio governo que cavou a sua sepultura, ao basear o orçamento em normas que todos, e até ele sabia serem inconstitucionais e o Presidente, - que se viu forçado a pedir a sua constitucionalidade, - não sabe agora o que fazer.
O Cavaco tem sido um cancro para este país, e é grande a sua culpa ao estado a que este país chegou, económica e politicamente. Se tivesse alguma réstia de dignidade demitia-se. Tenho vergonha de ver aquele Palácio em Belém ocupado por tal personagem.

J.C.

Paparazi indiscreto

Na dúvida, condena-se o réu mais feio


No estudo, que foi apresentado na Conferência Anual da Sociedade Britânica de Psicologia, "cada um dos 96 voluntários (metade brancos, metade negros) recebeu a transcrição de um roubo fictício, com uma foto do suposto réu. A descrição do crime era sempre a mesma, mas fotos diferentes foram anexadas. Duas das fotos mostravam réus negros, um considerado feio e outro bonito por participantes de um estudo separado. Foram usadas ainda duas fotos de réus brancos, um belo e outro feio."
Os voluntários foram orientados a julgar a culpa do réu em uma escala de zero a dez e dar um veredicto de culpado ou inocente. No caso de considerarem o réu culpado, eles precisaram ainda estabelecer uma sentença.
O estudo observou que os jurados tendem a considerar os réus atraentes menos culpados do que os réus feios. "Nosso estudo confirmou pesquisas anteriores sobre os efeitos das características dos réus, tais como a aparência física, nas decisões de júris. Os réus atraentes são, ao que parece, julgados de forma menos rígida do que os réus feios", afirmou a pesquisadora Sandie Taylor.
"Talvez a Justiça não seja tão cega assim", disse a pesquisadora. Outra descoberta interessante foi que a etnia do réu ou do jurado não afetou o veredicto. Mas os réus negros e feios tiveram sentenças mais longas quando considerados culpados.
"É interessante que ser um réu negro e pouco atraente só teve impacto na sentença, mas não no veredicto de culpa dado pelos jurados."
"Eu acho, no entanto, que é uma descoberta positiva o fato de que nem os participantes brancos nem os negros mostraram uma inclinação para com seu próprio grupo étnico", disse Taylor.
Édito de Valério: não é recente na Justiça criminal a discriminação contra os mais feios. Há muitos séculos o Imperador Valério sentenciou: "quando se tem dúvida entre dois presumidos culpados, condena-se o mais feio".
Historicamente talvez tenha sido Lombroso (1835-1909) quem mais acabou reforçando essa discriminação contra os feios. Lombroso representou a linha antropobiológica do denominado "positivismo criminológico ou Escola positiva" (movimento que nasceu na segunda metade do século XIX). Depois de examinar mais de vinte e cinco mil detentos, que se amontoavam nas "masmorras" européias do final do século XIX, Lombroso acabou construindo uma teoria sobre o chamado criminoso nato.
Analisou as expressões faciais, o tamanho das orelhas, da calvície, o queixo, a testa etc. e chegou a um protótipo de criminoso. Chegou a afirmar, num determinado momento das suas pesquisas, que existiria o criminoso nato, ou seja, o que, pelas suas características físicas e atávicas, estava "determinado" para ser criminoso (já nasceria criminoso). Já nasce com "cara de prontuário", como diz Zaffaroni.
A Escola positiva foi bastante influenciada pela teoria da evolução da Darwin, cujos principais postulados eram: (a) o delinqüente é uma espécie atávica, ou seja, não evoluída (um animal, um selvagem etc.); (b) a carga que o sujeito recebe pela herança é determinante; (c) o ser humano está privado da capacidade de autodeterminação, isto é, não conta com livre arbítrio.
O homem está condicionado pelas suas circunstâncias (biológicas, psicológicas e sociológicas), mas consegue superar muitos obstáculos. Nem sempre o mais feio é o culpado. Julgar pessoas pela sua feiúra ou beleza é pura discriminação. Supor que a criminalidade é "coisa de pobre" é ignorância. As recentes investigações da Polícia Federal brasileira estão comprovando a teoria da ubiqüidade da criminalidade, ou seja, criminosos são todos, pobres ou ricos, feios ou bonitos etc. O que ocorre de diferente é o nível de impunidade: os riscos são mais impunes que os pobres, conforme comprovam as teoria do labelling approach.
Exemplo recente de superação vem do pequeno município de Barra do Chapéu, no Vale do Ribera, uma das regiões mais pobres do Estado de São Paulo. A Faap adotou esse município para ensinar-lhe técnicas de gestão educacional. Ele entrou para a história por ser o campeão da quarta série no ranking de qualidade de ensino, do MEC.



JOÃO SEMEDO DO BLOCO DE ESQUERDA


"O buraco do BPN não tem fundo"

Depois do INE ter detetado a derrapagem nas contas públicas de 2012, o Governo admitiu esta semana que o buraco do BPN custou no ano passado aos contribuintes mais 100 milhões do que tinha informado o Parlamento. João Semedo pede explicações para este novo aumento de um buraco que "não tem fundo".

Foto José Coelho/Lusa

Esta semana, o Instituto Nacional de Estatística publicou dados relativos ao Procedimento por Défices Excessivos, revelando um novo aumento da despesa pública devido «a uma estimativa dos valores de imparidades associadas à transferência de ativos do BPN para as empresas Parvalorem S.A. e Parups S.A. em março de 2012». Mas dois meses depois desta transferência, o Governo não informou o Parlamento da nova derrapagem das contas públicas com o BPN. 
Por duas vezes, em maio e julho de 2012, a secretária de Estado do Tesouro Maria Luís Albuquerque foi à AR dizer que tinham sido «transferidos para as sociedades veículo ativos adicionais no montante de 1.495 milhões de euros, valor já líquido de imparidades».
Ao ver os dados verdadeiros publicados pelo INE na quinta-feira, a secretária de Estado escreveu à Assembleia da República a explicar que os números que tinha transmitido aos deputados eram os que lhe dera a administração do BPN em funções, antes do Governo  vender o banco ao BIC por 30 milhões de euros. "No âmbito do apuramento do défice das contas públicas de 2012 verificou-se que o montante de imparidades não terá sido suficiente", diz agora a Secretária de Estado.
Para o coordenador bloquista João Semedo, "é urgente a prestação de esclarecimentos aos cidadãos" sobre mais este buraco do BPN, dado que ele "já custou aos portugueses quatro mil milhões e nos próximos anos pode chegar a um custo de sete mil milhões de euros".
"Ao mesmo tempo que o Governo decide cortar nos rendimentos dos cidadãos, não hesita em entregar cada vez mais recursos públicos para corrigir os estragos efetuados pelos banqueiros", acusa Semedo no requerimento entregue na AR em que exige explicações sobre as razões deste novo aumento de custos e quando é que o Governo foi informado dessa derrapagem. No meio de tantas dúvidas, o coordenador do Bloco tem uma certeza: a de que "o buraco do BPN não tem fundo".

«Portugueses vão perder bem mais de um mês de rendimento»

Vital Moreira arrasa decisão do Tribunal Constitucional



O eurodeputado do PS Vital Moreira criticou a decisão do Tribunal Constitucional, que chumbou quatro normas do Orçamento do Estado, alertando que os portugueses vão ficar a perder.

«No final, todos os portugueses, incluindo os que agora festejam a decisão do TC, terão perdido bem mais de um mês adicional de rendimento por ano», avisou, no seu blog «Causa Nossa».

Para Vital Moreira, o chumbo «não cria somente um grande problema ao Governo», «mas também ao país».

«O tribunal foi do 8 ao 80 quanto aos efeitos das inconstitucionalidades que declarou. No ano passado, afastando-se da jurisprudência estabelecida, neutralizou os efeitos da declaração de inconstitucionalidade, mantendo as normas em vigor até ao fim da sua vigência. Desta vez, afastando-se de novo da jurisprudência estabelecida, mas agora no sentido contrário, declarou a inconstitucionalidade com efeitos retroativos, obrigando o Estado a repor o dinheiro já cobrado!», escreveu.

O eurodeputado socialista frisou que «até agora» o Governo utilizava o anterior Executivo como «bode expiatório», mas que «agora passa a ter outro», que é esta decisão do TC.

«Desiluda-se quem julga que ganhou com esta decisão do TC (designadamente os funcionários públicos e pensionistas que recuperaram um mês de rendimento). Os efeitos desta decisão sobre a incapacidade do país de atingir as metas de consolidação orçamental e de regresso ao mercado da dívida só vai agravar e prolongar a fase de austeridade (mais cortes de despesa, mais impostos durante mais tempo). Isto sem contar com a possibilidade de uma crise política, cujos custos financeiros podemos deduzir pelo que sucedeu na Grécia há um ano», insistiu.


Hilary Hahn – Porque a beleza pode ajudar a salvar a Humanidade...



Ainda uma jovem mulher de 33 anos, a norte americana Hilary Hahn já foi antes visita “aqui de casa”. Apeteceu-me voltar a partilhar o seu génio convosco.
Como que numa tentativa de explicar o inexplicável, Hilary diz que a sua forma de tocar e entender a música, deve-se em parte ao facto ter começado a estudar, aos dez anos de idade, com um mestre russo que ia já nos mais de oitenta anos e que não se cansava de lhe falar daqueles que tinham sido os seus mestres, fazendo-a interiorizar a sensibilidade de violinistas que abarcavam mais de um século de vida.
Se não for essa a explicação para a dimensão da sua “cultura” musical, pelo menos mostra bem o respeito que os verdadeiramente grandes têm pelos seus mestres.
No primeiro vídeo, um encore do seu concerto de estreia na Alemanha, aos 15 anos de idade, pode ouvir-se como era “fraquinha” a tocar... mas escolhi o vídeo pela escolha do guarda-roupa que, nessa altura, desgraçadamente, ainda não devia ser da sua responsabilidade.
A escolha do segundo vídeo, já dos dias de hoje, serve apenas para mostrar como ela passou a apresentar-se infinitamente mais bem vestida... embora a tocar continue a ser mesma “desgraça” de sempre.
Bom domingo!
“Guigue” (em ré menor) – Hilary Hahn
(J. S. Bach)

Popout


“Bouree” (from Partita No. 3), “Siciliana” (from Sonata No. 1)
 e
“Medley trad.” – Hilary Hahn
(Bach – Bach - Charles Ives)

do "CANTIGUEIRO"