AVISO

O administrador deste blogue
não é responsável pelas opiniões
veiculadas por terceiros
nem a sua publicação quer dizer
que delas partilhe, apenas as
publica como reflexo da
sociedade em que se inserem
dando-lhes visibilidade
mas nunca fazendo delas opinião própria.
Ao desenvolturasedesacatos reserva-se ainda o direito
de eliminar qualquer comentário anónimo ou não identificado, que contenha ataques
deliberadamente pessoais, que em nada contribuampara o debate de ideias ou para a denúncia
de situações menos claras do ponto de vista ético.


quarta-feira, 6 de março de 2013

VEJA AQUI NO DESENVOLTURAS & DESACATOS OS VÍDEOS DO - CONTRA - PODER



Contrapoder de 05-03-2013






Vídeo in SIC Notícias online




Vídeo in SIC Notícias online

Maquiavel Relvas em Contrapoder





Vídeo in SIC Notícias online

Tacos Coelho em Contrapoder


  



Vídeo in SIC Notícias online

Asseguro em Contrapoder


  




Vídeo in SIC Notícias

Ai Jesus em entrevista na SIC Notícias


  





Vídeo in SIC Notícias online

Maquiavel Relvas ensaia "Grândola, Vila Morena"







Vídeo in SIC Notícias online

10 Cidades perdidas, porém agora redescobertas



Os seres humanos tem mania de imaginar o passado como “maior” que o presente; isso porque nos parece que os antigos tinham algum conhecimento que nós perdemos. Tal ideia é reacendida por descobertas arqueológicas esplêndidas de cidades importantes que ninguém sabia que existiam antes.
Cidades sempre caíram em desuso por  variedade de razões, e sem uma população residente, ficaram perdidas na história por séculos até serem redescobertas. Confira essa lista que se concentra em cidades que foram abandonadas, esquecidas e redescobertas mais tarde:

1 – PAVLOPETRI – GRÉCIA


Sempre que cidades perdidas  discutidas, Atlântida vem à mente. Embora não haja uma forte evidência de que Atlântida realmente existiu, além do conto alegórico de Platão, muitas cidades sofreram o destino suposto de Atlântida: ser engolida pelo mar.
Pavlopetri era uma cidade pré-Grécia Clássica, que foi erguida na Idade da Pedra e persistiu até 1.000 a.C. O local submerso ofereceu aos arqueólogos uma perspectiva única sobre a  no momento. A cidade foi provavelmente submersa pela elevação dos mares e a subsidência do solo causada por terremotos. Como o nível do mar oscilou muito ao longo da existência humana, é provável que outros locais existam nos oceanos aguardando descoberta.

2 – PALÁCIO CLIFF – EUA


O povo Pueblo, nativos americanos do sudoeste dos EUA, são nomeados pelas aldeias (Pueblos) que construíram. Embora existam comunidades pueblos ainda hoje, o Anasazi, uma sociedade pluebo antiga, floresceu entre 900 e 1200 d.C.
“Cliff Palace” (Palácio Cliff) foi construído nesta época de ouro dos Anasazi; a maioria dos edifícios é datado de 1.200 d.C. A ocupação do local foi de curta duração e abandonada por volta de 1.300 d.C. Ele permaneceu desconhecido no deserto até 1888.
O nome do local é meio equívoco, já que é mais como uma aldeia do que o que nós entendemos como um palácio. Embora a razão para o abandono da área não seja certo, a teoria amplamente aceita é que a primeira das grandes secas, que tem sido associada ao colapso da idade de ouro Anasazi, interrompeu a agricultura em toda a região.

3 – AKROTIRI – SANTORINI


A civilização minóica de Creta é nomeada em homenagem ao mítico rei Minos, construtor do labirinto. Há pouco material escrito da civilização, então não sabemos como eles chamavam a si mesmos. A civilização inteira foi esquecida até a virada do século 20. Com a descoberta do grande palácio de Cnossos, as glórias dos minóicos foram redescobertas.
Mas, em vez do conhecido Cnossos, nessa lista está um posto avançado dessa civilização, Akrotiri, que fica na  de Santorini. Santorini, ou Thera, é a casa do vulcão Thera. Pensa-se  que a explosão de Thera, por volta de 1.600 a.C., uma das maiores erupções na história, provocou o colapso do império. A descoberta de Akrotiri, em 1967, trouxe à luz frescos excepcionalmente bem preservados, casas de até três andares, e um complexo planejamento. O sistema de abastecimento de água sugere que o povo de Akrotiri tinha acesso a água corrente quente e fria, com a água quente fornecida pelo vulcão que os destruiu.

4 – TIKAL – GUATEMALA


A cidade maia de Tikal foi a capital de um reino maia e uma grande cidade do Novo Mundo. O local foi ocupado entre 200 e 900 d.C. Graças à preservação quase perfeita da cidade, se sabe muito sobre a grandeza de Tikal no seu auge, como os reis poderosos que governaram lá.
Enquanto o local é, por vezes – como outras ruínas do Novo Mundo – listado como “misteriosamente” abandonado, pesquisas mostram que a terra não poderia suportar o grande número de pessoas reunidas lá. O abandono ocorreu ao longo de vários anos, e a cidade foi deixada para as selvas.
Parece, no entanto, que alguns moradores sabiam da sua existência durante esses anos, e rumores de uma cidade perdida na área persistiram. A primeira expedição organizada a cidade ocorreu em 1848. O que eles encontraram foi um dos maiores sites de sobreviventes do Novo Mundo. Existem pirâmides de até 70 metros de altura, palácios reais, monumentos e uma arena para jogar um jogo de bola maia.

5 – TIMGAD – ARGÉLIA


Timgad é a cidade perdida arquetípica das histórias de aventura. No passado uma cidade vibrante, fundada no deserto por ordem do imperador Trajano, sobreviveu às revoltas do império e cresceu a uma cidade de comércio de grande porte.
No século 5, renasceu como um centro da vida cristã. No século 7, vândalos levaram ao completo abandono da cidade. Nisso, as areias do Saara cobriram o local e o preservaram até sua redescoberta, em 1881. Agora, as ruínas da cidade dão um insight brilhante sobre cidades romanas das províncias africanas. As ruas seguem um design perfeito, como seria de esperar de uma cidade construída sob encomenda. Hoje, pode-se ver o arco de Trajano, os locais de banhos e o templo de Júpiter. O templo é tão grande quanto o panteão em Roma, mostrando a importância da cidade. No fórum, lê-se a inscrição: “Para caçar, tomar banho, jogar e rir. Esta é a vida!”.

6 – MACHU PICCHU – PERU


Nenhuma lista de cidades perdidas está completa sem Machu Picchu. Esta cidade inca fica em um pico nos Andes. Foi apenas habitada por um curto período de tempo, de 1450 a 1572 d.C., antes de ser abandonada como resultado da conquista espanhola da América do Sul.
Como os espanhóis nunca encontraram a cidade, e moradores não revelaram a sua localização, Machu Picchu só chamou a atenção do Ocidente no início do século 20. Ainda há debate sobre a “função” de Machu Picchu: seria um retiro real, um santuário religioso?
Hoje, é fácil chegar até lá, com ônibus e trens regulares. Isto levou a preocupações sobre a sustentabilidade de um grande número de visitantes, no entanto, dadas as vistas maravilhosas e as ruínas esplêndidas, não dá pra deixar de ir até a região.

7 – MOHENJO-DARO – PAQUISTÃO


Junto com as civilizações egípcia e mesopotâmica, a civilização do Vale do Indo é considerada uma das mais antigas do mundo. A civilização do Vale do Indo atingiu o seu pico cerca de 2000 a.C., embora seja consideravelmente mais velha.
Ciência, comércio, artesanato, religião e agricultura progrediram notavelmente. A natureza avançada desta civilização pode ser vista em Mohenjo-daro, com as suas ruas ordenadas e sistema de drenagem. Ao contrário de outros locais desta lista, não há palácio ou complexo, ou templo. Isso levou alguns a considerar a civilização do Vale do Indo como igualitária, no entanto sabemos muito pouco das pessoas que viviam em Mohenjo-daro, de modo que tal declaração não é definitiva. A inundação parece ter destruído a cidade, e novas cidades foram construídas diretamente sobre as ruínas. O que causou seu abandono final não é claro, mas ocorreu por volta de 1800 a.C. Mohenjo-daro só foi redescoberta em 1922.

8 – PETRA – JORDÂNIA


A inclusão de Petra nessa lista pode se provar controversa, já que se pode questionar se estava realmente perdida. Foi certamente abandonada, mas pode ter sido muito bem conhecida pelos locais.
De qualquer forma, ela foi perdida do conhecimento ocidental por pelo menos mil anos. Ela foi levada para o domínio romano em 103 d.C. A cidade floresceu no deserto até que um terremoto destruiu seu sistema de água vital. Com outras cidades disponíveis, pareceu mais fácil simplesmente abandonar o local do que o reconstruir. A partir de então, o local foi deixado pelo deserto, atraindo apenas viajantes curiosos e ladrões de túmulos. Agora, é um dos grandes sites arqueológicos no Oriente Médio. A cidade é meia construída, meia esculpida nas rochas vermelhas das colinas que habita. A arquitetura é uma fusão de nabateu, romano, grego e nativo.

9 – TRÓIA – TURQUIA


“Cante, ó Musa, a ira de Aquiles, filho de Peleu”. Assim começa a Ilíada de Homero, o texto fundamental da literatura ocidental. Por toda a importância colocada na Ilíada, foi por muito tempo pensado que Tróia era tão mítica quanto Atlântida.
Então, em 1871, um classicista autodidata, Heinrich Schliemann, financiou uma escavação em uma colina em Hissarlik. Lá, onde em tempos antigos uma cidade chamada Ilium (assim Ilíada) tinha estado, eles descobriram enormes muralhas defensivas do tipo descrito por Homero.
Bem como as muralhas de Tróia, Schliemann descobriu joias de ouro que mostrou como as joias de Helena. Este tesouro que se pensava perdido após a Segunda Guerra Mundial foi, de fato, saqueado pelos soviéticos e pode ser encontrado no museu Pushkin.
Escavações modernas do local revelam que a cidade era grande, grande o suficiente para ser a base da lenda antiga. Eles também descobriram que foi fundada por volta de 3000 a.C. e destruída várias vezes. Cada nova cidade foi construída sobre as ruínas da passada. Há um intenso debate sobre qual destas camadas pode se relacionar com a cidade sitiada pelos gregos. Curiosamente, as paredes poderosas da cidade teriam muito superado qualquer armamento de cerco disponível por atacantes – isso é o que a Ilíada descreve, e explica a necessidade de trapaças como o cavalo de Tróia.

10 – POMPÉIA E HERCULANO – ITÁLIA


“Havia alguns com tanto medo da morte, que rezavam para morrer”. Isso escreveu Plínio, o Jovem, sobre a erupção do Monte Vesúvio em 79 d.C.
Seu tio, o grande ancião Plínio, tinha tomado a frota romana em toda a baía de Nápoles para resgatar as pessoas presas no sopé do vulcão. A expedição custaria a Plínio, o Velho, sua vida, conforme as cidades de Pompéia e Herculano foram sufocadas em cinzas.
As cinzas, que destruíram tantas vidas, perfeitamente preservaram as duas cidades por 1.700 anos. Enquanto muitas vezes nós pensamos nos antigos romanos como um povo habitando um mundo perfeito de mármore branco, Pompéia revela uma cidade real, com muitas características que reconheceríamos hoje.
Slogans políticos são pintados nas paredes – “Vote para Sabino Popídio Lucius!” – e há grafites nas paredes dos banheiros. Um mural mostra um motim que ocorreu ao redor do anfiteatro na cidade. Ela tem sido uma mina de ouro para os arqueólogos e é um local turístico. Ao contrário de outras cidades, aqui você ainda pode ver alguns de seus habitantes; pontilhados ao longo das ruínas, estão os fantasmas medonhos dos mortos cujos corpos deixaram buracos nas cinzas.

Ocioso
Parlamento Europeu treina "patrulha de trolls" para controlar a opinião públicaPDFPrint

patrulhadetrolls02
O Parlamento Europeu decidiu investir 2,5 milhões de euros numa campanha de propaganda para infiltrar "trolls" nas redes sociais com o objectivo de "controlar a opinião pública", sobretudo em casos onde se manifeste "euroceticismo". A formação dos "trolls" começa ainda este mês, para que a sua ação se faça sentir antes e durante as eleições europeias de 4 a 8 de Junho de 2014.
A informação foi divulgada a partir de documentos secretos sobre despesas e estratégias de ação obtidos pelo correspondente em Bruxelas do jornal britânico Daily Telegraph. Os gastos vão ser feitos numa ocasião em que as instituições comunitárias procedem a cortes orçamentais nunca vistos na história da integração europeia.
Os "trolls", que em terminologia de internet se podem caracterizar segundo os conceitos de agente provocador ou agente desestabilizador, devem funcionar, segundo um documento interno do Parlamento Europeu, como instrumentos de controlo da opinião pública de modo a identificar o mais cedo possível se debates de natureza política entre seguidores de redes sociais e blogues têm potencial para atrair "o interesse" dos cidadãos e dos meios de comunicação social.
A actividade da "patrulha de trolls", como já é conhecida entre alguns eurodeputados, deve prestar "especial atenção" aos países onde os sentimentos eurocéticos têm vindo a desenvolver-se.
Um documento interno do Parlamento Europeu citado pelo Daily Telegraph afirma que "os comunicadores institucionais do PE têm que estar preparados para controlar as conversações e os sentimentos no terreno em tempo real, para identificar tópicos dominantes e de ter a capacidade de reagir rapidamente, de maneira direta e relevante, associando-se às conversas e influenciando-as, por exemplo contribuindo com factos e números para desconstruir mitos".
A notícia do correspondente do Daily Telegraph cita ainda um documento interno que revela a existência, no interior do setor administrativo do Parlamento Europeu, de opiniões dissonantes sobre o assunto, ao reconhecer que "são muito ténues as linhas que separam a comunicação institucional da comunicação política".
No entanto, a estratégia do processo foi aprovado pelo gabinete administrativo do Parlamento já em Julho do ano passado. O documento principal intitula-se "linhas políticas para a informação institucional e a campanha de comunicação". Parte do principio de que é necessário combater a degradação constante da imagem da União Europeia decorrente da gestão da crise e da aplicação das políticas da austeridade. Situação que o documento define como um "nítido contraste" entre uma realidade de "insegurança crescente e instabilidade financeira" e as promessas de "liberdade, segurança e justiça social com um próspero mercado interno".
Instruções para os "trolls" sobre este assunto são exemplificadas da seguinte maneira: "de maneira a contrariar a perceção de que 'a Europa é o problema' necessitamos de comunicar que a resposta aos desafios existentes é 'mais Europa' e não 'menos Europa'".


Murais Políticos 1977-1983

Coisas do PREC


"No tempo em que os pincéis e a tinta vingavam sobre os cartazes de papel, as mensagens passavam nas paredes, independentemente dos dotes artísticos dos autores. Era a liberdade de expressão que valia, acima de tudo." (In, IOL PortugalDiário)


Mural alusivo ao 25 de Abril .Estrada das Laranjeiras, Lisboa. 1978.

Mural dos GDUP. Lisboa. 1977?

Mural anunciando comício do PCP(R). 1977.

Mural da UDP. Lisboa? 1980.
 
Mural à União Cooperativa de Promoção Camponesa. Grandola. 1978.

Mural alusivo ao 25 de Abril. Lisboa. 1981.

Mural anunciando a festa do Avante. Vale do Jamor. 1978.

Mural anunciando festa do jornal A Voz do Povo. Local? 1978.

Mural ao jornal Luta Popular do PCTP-MRPP. Lisboa. 1979.

Mural do PRP. Oeiras, Porto Salvo. 1977?

Mural anunciando o III Congresso do PCP(R). Lisboa. 1979.

Mural anti-fascista. Lisboa? 1980.

Mural com propaganda política da Juventude Monárquica. Lisboa. 1982.

Mural com propaganda política da UDP, PSR e PCP. Lisboa. 1983.

Mural com propaganda política do LST - Liga Socialista dos Trabalhadores. Local? 1983.

Mural do MES,  anunciando manifestação. Lisboa. 1977.

Mural com propaganda política do Partido Comunista Português. Local? 1980.

Mural com propaganda política do PCTP-MRPP. Local? 1980.

Mural com propaganda política do PPD/PSD. Lisboa.1983.

Mural com propaganda política. Vendas Novas. 1980.

Mural da JCP, anunciando comemoração do 28 de Março. Leiria. 1980.

Mural da USL-CIL em defesa da Reforma Agrária. Local? 1979.

Mural em defesa da Reforma Agrária. Grandola. 1978.

Mural na sede do PS. Lisboa. 1981.

Mural na sede do PS. Lisboa. 1981.
Citizen Grave

FOTOGALERIA - FEDERAÇÃO PORTUGUESA DOS SINDICATOS DE CONSTRUÇÃO, CERÂMICA E VIDRO – MANIFESTAÇÃO (LISBOA, 6 DE MARÇO DE 2013)








fotos Ephemera


Cantinflas visita Diego Rivera

 
Cantinflas (Mario Moreno) de visita a Diego Rivera pouco antes da morte de Rivera, 1957. Allan Grant.


Cantinflas, (Mario Moreno, 1911-1993)

"A mi me gustan las palabras claras y el chocolate espeso"


Comediante de origem mexicana, considerado o maior actor cómico da língua espanhola, conquistou fama mundial a partir de 1956, ao actuar em A Volta ao Mundo em 80 Dias (Around the World in 80 Days), ao lado de David Niven e personificando seu criado, Passepartout. Mario Moreno Reyes, seu nome na vida real, iniciou a sua carreira artística trabalhando num circo, vindo de uma família de poucos recursos, o sexto de quinze filhos de um humilde funcionário do correio. Embora criado na pobreza, seus pais conseguiram mandá-lo para a Faculdade de Medicina, mas o jovem estava mais interessado em cantar e dançar do que em estudar.


 
Cantinflas (Mario Moreno) de visita a Diego Rivera pouco antes da morte de Rivera, 1957. Allan Grant.


A partir da década de 40, seus filmes já divertiam toda a América Latina. Reunindo considerável fortuna, avaliada, em 1990, em 52 milhões de dólares, dedicava muito de seu tempo e dinheiro para ajudar os outros, chegando a fazer cerca de 100 espectáculos beneficentes por ano e separando boa parte de sua renda anual para obras de caridade. Era também aviador exímio e participou de cerca de 50 filmes, tornando famoso seu personagem de bigodinho nos cantos da boca, as calças caídas e presas por uma corda, o lenço no pescoço e seu linguajar extremamente rápido e sem sentido. Seus personagens retratavam um tipo malandro ingénuo e o seu talento foi reconhecido por Charles Chaplin, que referiu-se a ele como o melhor comediante do mundo. 
(In,memorialdafama.com/biografiasCD/Cantinflas)


 
Cantinflas (Mario Moreno) de visita a Diego Rivera pouco antes da morte de Rivera, 1957. Allan Grant.

Diego Rivera (1886-1957)


Diego Rivera foi um dos maiores pintores mexicanos e um dos protagonistas do muralismo mexicano, juntamente com Orozco e Siqueiros. Rivera era um homem empenhado políticamente. A sua militância reflecte-se claramente nas temáticas da sua pintura. Rivera pinta o povo índio em toda a sua dimensão social e histórica, de uma forma profundamente idealista e utópica. Rivera também praticou a pintura de cavalete, apesar de considerar esta uma modalidade menor em comparação com a pintura mural, uma vez que não tinha a mesma força de intervenção política pois não levava a sua mensagem às massas. (In, wikipedia.org/wiki/Diego_Rivera e citi.pt/cultura)

La Historia del Teatro
mural de Diego Rivera imortalizando Cantinflas
 
O detalhe da pintura mural situada na avenida de Insurgentes na Cidade do México: Cantinflas no centro da pintura mural está distribuindo a riqueza dos ricos aos pobres.

Diego Rivera pintou en 1953 para o Teatro Insurgentes de México, um mural que tem o actor Mario Moreno "Cantinflas" como figura principal.
"La historia del teatro" é o nome do mural que Rivera elaborou em mosaico veneziano e bizantino, e que mede uns 11 por 50 metros e pesa mais de 25 toneladas.

"La historia del teatro": O mural completo.

Para saber a historia e significado deste mural visite:
http://www.azc.uam.mx/publicaciones/tye/tye16/art_hist_05.html



(fotos da Life Archive; as fotos do mural estavam à solta
 na net)

Citizen Grave