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quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013


Deputados a mais ou representantes do povo a menos?


Cresce o descontentamento num contexto em que a compreensão colectiva sobre os fenómenos é fortemente limitada pela intervenção daqueles que lucram com a nossa ignorância.

Sobre a ignóbil tentativa de distracção que o PS lançou sobre os portugueses e que a direita aplaudiu ferverosa, ainda que, veladamente, gostava de vos dizer a todos:

1. A Assembleia da República tem sido alvo de ataques constantes, por parte principalmente da comunicação social dominante, por ser o único órgão de soberania nacional que é representativo, proporcional e eleito. Os deputados são, um por um, eleitos pelos portugueses e entre eles encontram-se os responsáveis pela actual situação do país, mas também os que em nada contribuíram para essa situação e que a combateram activamente ao longo das décadas.

2. A ideia de que a Assembleia da República é composta por uma massa uniforme de incompetentes que convergem em todas as políticas favorece a política de destruição nacional que a direita e o PS vêm praticando desde 1976.

3. A redução do número de deputados pode manter a proporcionalidade, mas nunca a representatividade. Ou seja, se diminuíssem, por absurdo, para metade, o número de deputados, todos ficariam exactamente na mesma proporção. Todavia, a representatividade da Assembleia seria muito menor, na medida em que menos eleitores estariam representados.

4. A Assembleia da República não é o plenário de delegados da União Nacional que dava pelo nome de Assembleia Nacional durante o regime fascista e, como tal, os deputados não compõem uma câmara de ressonância do Governo. O Deputado tem obrigações: contactar o eleitor, os movimentos, os sindicatos, as autarquias, as empresas, conhecer os problemas reais do país, dos bairros, dos locais de trabalho, dos estudantes, dos operários, dos artistas, das mulheres, dos idosos, enfim, de todas as pessoas que compõem o universo que o deputado representa. Ou seja, o deputado não é, ou não deve ser, um incompetente que atingiu o topo da sua carreira de subserviência partidária. É o legítimo representante do povo, que sobre ele tem responsabilidades. Sobre isso, importa dizer que um Grupo de Deputados comunistas com 14 deputados consegue fazer mais propostas, fiscalizar mais intensamente o Governo, combater mais, contactar mais pessoas, associações, empresas, comissões de trabalhadores, sindicatos, enfim, pessoas do que 7 deputados comunistas. E mais fariam se mais deputados fossem e mais força tivessem.

5. O facto de existir uma maioria de deputados (PS, PSD e CDS) que entendem a representação parlamentar como um patamar de carreira, como uma profissão ou mesmo como a integração num clube de elite, não pode amparar as tendências anti-democráticas que surgem no terreno do mais barato e desprezível populismo. Na verdade, se 150 ou 200 deputados do PSD, PS e CDS pouco ou nada fazem, isso não pode justificar a proposta de reduzir deputados pelo simples facto de que isso significaria muito objectivamente que apenas esses que nada fazem ali ficariam. Ou seja, num cenário de redução do número de deputados, a representação parlamentar ficaria reduzida precisamente a esses, marginalizando as forças com menor representação.

6. A culpabilização da Assembleia como um todo como responsável pela situação política apaga a real responsabilidade dos governos e apaga a luta que os deputados comunistas têm vindo a travar contra a consolidação dos privilégios capitalistas, contra a destruição das conquistas de Abril e mais, coloca na democracia o problema do país. Ou seja, para solucionar os problemas, menos democracia. É a velha receita dos ditadores fascistas, agora travestida de modernidade, que é como essa receita sempre surge a cada época.

7. A demonização da Assembleia e do deputado genericamente considerado remete para a propaganda fascista de que "são todos iguais" e desmotiva o povo trabalhador, desmotiva os descontentes e revoltados e remete-os ao silêncio e ao protesto vão. No dia das eleições fica revoltado, na verdade resignado, em casa porque "são todos iguais". Os contentes, os patrões, capatazes, corruptos, a camarilha socialista e social-democrata lá vai votar sabendo que vota quase só, porque a oposição foi neutralizada por uma revolta inconsequente.

8. Se uns trabalham, contactam as populações, trazem a voz dos portugueses para dentro do parlamento e outros nada fazem além do habitual malabarismo retórico engravatado e do voto submisso às orientações do Governo, então é hora de nos questionarmos se há deputados a mais ou se há é deputados comunistas a menos! Se há deputados a mais ou se há traidores do povo a mais nas cadeiras da Assembleia, se há deputados a mais ou se há é representantes do povo a menos!

Por tudo isto, mesmo com a minha natural antipatia por este parlamentarismo doente, não aceito, não me calo, perante a propaganda anti-democrática, venha do PS ou do PNR, venha do PSD ou dos "apartidários". Não aceito que metam os comunistas que lutam na Assembleia da República pela transformação, pelo povo, que abdicam dos vencimentos de deputados, que não deixam de cumprir por um só dia as suas orbigações, no mesmo saco daqueles para quem ser deputado é apenas o motivo de brilho lá na aldeia, ou daqueles para quem ser deputado é o topo de uma carreira de oportunismos, e muito menos daqueles para quem ser deputado é servir os parasitas, os grupos económicos ou os interesses obscuros e corruptos que hoje mais mandam na república que qualquer Assembleia.

Esta é a nossa Assembleia, melhoremo-la, não abdiquemos dela.

OS ASSASSINOS DO GENERAL HUMBERTO DELGADO












ATENÇÃO !!!!A EUROPA JÁ NÃO É SUBMISSA Á IGREJA CATÓLICA, EMBORA AS SUAS RAMIFICAÇÕES AINDA CONTROLEM AS SOCIEDADES EUROPEIAS. Nota Diplomática foi emitido para o Vaticano pouco antes da renúncia do papa


A EUROPA JÁ NÃO É SUBMISSA Á IGREJA CATÓLICA, EMBORA AS SUAS RAMIFICAÇÕES AINDA CONTROLEM AS SOCIEDADES EUROPEIAS.
Nota Diplomática foi emitido para o Vaticano pouco antes da renúncia do papa
O Papa, o clero católico vão enfrentar uma acusação pela prática de crimes punidos com a pena de prisão referente ao caso "Easter Reclamation" .
Portanto o Papa resignou pouco antes de ter recebido uma nota de culpa ou acusação do Tribunal Internacional para Crimes da Igreja e do Estado em Bruxelas:

A renúncia historicamente sem precedentes de Joseph Ratzinger como Papa esta semana foi obrigado por uma acção futura por um governo europeu para emitir um mandado de prisão contra Ratzinger e uma garantia pública contra Vaticano bens e haveres até a Páscoa.

O ITCCS Escritório Central em Bruxelas é obrigado por abdicação súbita do Papa Bento XVI para divulgar os seguintes detalhes:

1. Na sexta-feira, 1 fevereiro, 2013, com base em provas fornecidas pelo nosso Tribunal de Direito afiliada Comum de Justiça (itccs.org), nosso Escritório concluiu um acordo com representantes de uma nação europeia e os seus tribunais para garantir um mandado de captura contra Joseph Ratzinger , também conhecido como o Papa Bento XVI, por crimes contra a humanidade e ordenando uma conspiração criminosa.

2. Este mandado de prisão era para ser entregue ao escritório da "Santa Sé", em Roma, em sexta-feira 15 fevereiro, 2013. Ele permitiu que o país em questão para deter Ratzinger como suspeito de um crime, se ele entrou em seu território soberano.

3. Uma nota diplomática foi emitida pelo governo do país disse para Secretário do Vaticano de Estado, Cardeal Tarcisio Bertone, na segunda-feira 4 de fevereiro, 2013, informando Bertone do mandado de detenção iminente e convidando seu escritório para cumprir. Sem resposta a esta nota foi recebida de Cardeal Bertone ou seu escritório, mas seis dias depois, o Papa Bento demitiu-se.

4. O acordo entre o nosso Tribunal e da nação, disse incluiu uma disposição segundo a emissão de uma garantia comercial através dos tribunais daquele país contra a propriedade ea riqueza da Igreja Católica Romana com início na Páscoa domingo 31 março, 2013. Esta garantia deveria ser acompanhado por um público e global "Campanha de Páscoa Recuperação", pelo qual a propriedade da igreja católica era para ser ocupado e reivindicado por cidadãos como bens públicos perdido sob o direito internacional e do Estatuto de Roma do Tribunal Penal Internacional.

5. É a decisão do nosso Tribunal e do governo do país disse para prosseguir com a prisão de Joseph Ratzinger sobre a sua desocupação do escritório do Romano Pontífice, sob a acusação de crimes contra a humanidade e conspiração criminosa.

6. É a nossa decisão ainda mais para continuar, bem como com o indiciamento e prisão de sucessor de Joseph Ratzinger como Papa sob as mesmas acusações, e para fazer valer a garantia comercial e "Easter Campanha de Recuperação" contra a Igreja Católica Romana, como planejado.

No fechamento, o nosso Tribunal reconhece que a cumplicidade do Papa Bento XVI em atividades criminosas do Banco do Vaticano (IOR) foi convincente sua demissão eventual pelos mais altos funcionários do Vaticano. Mas de acordo com nossas fontes, o secretário de Estado, Tarcisio Bertone forçou a renúncia de Joseph Ratzinger imediatamente, e em resposta direta à nota diplomática relativa ao mandado de prisão que foi dada a ele pelo governo do país disse que o 4 de fevereiro de 2013.

Apelamos a todos os cidadãos e governos para ajudar os nossos esforços para desestabilizar legalmente e diretamente do Vaticano, Inc. e prender seus diretores e membros do clero que são cúmplices em crimes contra a humanidade e da conspiração criminal em curso para ajudar e proteger tortura e tráfico de crianças.

Boletins adicionais sobre os eventos da Campanha de Recuperação de Páscoa será emitido pelo nosso escritório esta semana.
A EUROPA JÁ NÃO É SUBMISSA Á IGREJA CATÓLICA, EMBORA AS SUAS RAMIFICAÇÕES AINDA CONTROLEM AS SOCIEDADES EUROPEIAS.
Nota Diplomática foi emitido para o Vaticano pouco antes da renúncia do papa
O Papa, o clero católico vão enfrentar uma acusação pela prática de crimes punidos com a pena de prisão referente ao caso "Easter Reclamation" .
Portanto o Papa resignou pouco antes de ter recebido uma nota de culpa ou acusação do Tribunal Internacional para Crimes da Igreja e do Estado em Bruxelas:

A renúncia historicamente sem precedentes de Joseph Ratzinger como Papa esta semana foi obrigado por uma acção futura por um governo europeu para emitir um mandado de prisão contra Ratzinger e uma garantia pública contra Vaticano bens e haveres até a Páscoa.

O ITCCS Escritório Central em Bruxelas é obrigado por abdicação súbita do Papa Bento XVI para divulgar os seguintes detalhes:

1. Na sexta-feira, 1 fevereiro, 2013, com base em provas fornecidas pelo nosso Tribunal de Direito afiliada Comum de Justiça (itccs.org), nosso Escritório concluiu um acordo com representantes de uma nação europeia e os seus tribunais para garantir um mandado de captura contra Joseph Ratzinger , também conhecido como o Papa Bento XVI, por crimes contra a humanidade e ordenando uma conspiração criminosa.

2. Este mandado de prisão era para ser entregue ao escritório da "Santa Sé", em Roma, em sexta-feira 15 fevereiro, 2013. Ele permitiu que o país em questão para deter Ratzinger como suspeito de um crime, se ele entrou em seu território soberano.

3. Uma nota diplomática foi emitida pelo governo do país disse para Secretário do Vaticano de Estado, Cardeal Tarcisio Bertone, na segunda-feira 4 de fevereiro, 2013, informando Bertone do mandado de detenção iminente e convidando seu escritório para cumprir. Sem resposta a esta nota foi recebida de Cardeal Bertone ou seu escritório, mas seis dias depois, o Papa Bento demitiu-se.

4. O acordo entre o nosso Tribunal e da nação, disse incluiu uma disposição segundo a emissão de uma garantia comercial através dos tribunais daquele país contra a propriedade ea riqueza da Igreja Católica Romana com início na Páscoa domingo 31 março, 2013. Esta garantia deveria ser acompanhado por um público e global "Campanha de Páscoa Recuperação", pelo qual a propriedade da igreja católica era para ser ocupado e reivindicado por cidadãos como bens públicos perdido sob o direito internacional e do Estatuto de Roma do Tribunal Penal Internacional.

5. É a decisão do nosso Tribunal e do governo do país disse para prosseguir com a prisão de Joseph Ratzinger sobre a sua desocupação do escritório do Romano Pontífice, sob a acusação de crimes contra a humanidade e conspiração criminosa.

6. É a nossa decisão ainda mais para continuar, bem como com o indiciamento e prisão de sucessor de Joseph Ratzinger como Papa sob as mesmas acusações, e para fazer valer a garantia comercial e "Easter Campanha de Recuperação" contra a Igreja Católica Romana, como planejado.

No fechamento, o nosso Tribunal reconhece que a cumplicidade do Papa Bento XVI em atividades criminosas do Banco do Vaticano (IOR) foi convincente sua demissão eventual pelos mais altos funcionários do Vaticano. Mas de acordo com nossas fontes, o secretário de Estado, Tarcisio Bertone forçou a renúncia de Joseph Ratzinger imediatamente, e em resposta direta à nota diplomática relativa ao mandado de prisão que foi dada a ele pelo governo do país disse que o 4 de fevereiro de 2013.

Apelamos a todos os cidadãos e governos para ajudar os nossos esforços para desestabilizar legalmente e diretamente do Vaticano, Inc. e prender seus diretores e membros do clero que são cúmplices em crimes contra a humanidade e da conspiração criminal em curso para ajudar e proteger tortura e tráfico de crianças.

Boletins adicionais sobre os eventos da Campanha de Recuperação de Páscoa será emitido pelo nosso escritório esta semana.

humor - uma maioria, um presidente, um papa



Tuna Linha - sábado, 16 de Fevereiro


As letras que vamos cantar podem ser descarregadas aqui (ficheiro PDF)


Crianças em conflitos armados ainda são realidade em 35 países, alerta a ONU


Pelo calendário das Nações Unidas, 12 de fevereiro é o Dia da Mão Vermelha, que marca a luta para livrar crianças e adolescentes do recrutamento forçado para a guerra

Rogéria Araújo, da Adital


   
   
A mão vermelha é o símbolo dos que lutam para
que crianças não sejam recrutadas em conflitos
Foto: freefotouk/CC
Mesmo com um protocolo internacional que impede que menores sejam alistados para fazer parte de grupos armados, em 35 países – entre eles a Colômbia, na América Latina – esta ainda é uma realidade. Segundo dados de Anistia Internacional, estima-se que em todo o mundo o número de crianças soldados esteja entre 300 e 500 mil – por falta de clareza nas informações sobre alguns conflitos, o número de países em que há crianças em luta armada pode ser maior.
O Protocolo Facultativo à Convenção sobre os Direitos da Criança direcionado, sobretudo, à utilização de crianças e adolescentes em situações armadas, entrou em vigor no dia 12 de fevereiro de 2002. Por isso, muitas instituições, organizações civis, entidades e militantes aproveitam a data para chamar a atenção de governos e grupos paramilitares para que repensem seus métodos e respeitem os direitos básicos dos menores que têm suas vidas roubadas e entregues aos riscos de conflitos armados internos.
A ferramenta, levada à frente pela ONU, é clara quando eleva a idade mínima para recrutamento para 18 anos. Mas, segundo a Coalizão Internacional para Acabar com a Utilização de Crianças Soldados, menores de 18 anos seguem fazendo parte das filas de soldados e não somente meninos, mas meninas também são inseridas e há, inclusive, denúncias de casos de violação sexual.
Estados Unidos, Grã Bretanha, Nova Zelândia e Áustria são alguns países ditos do "primeiro mundo” que também aparecem na lista dos que utilizam menores em exércitos. Além deles estão Filipinas, Sirilanka, Tailândia, Uganda, Congo, Somália, Índia, Iraque, Palestina, Afeganistão, Miamar, Chad e Colômbia.

Colômbia
Na América Latina, a Colômbia é o país com mais casos de presença de menores de 18 anos no conflito armado interno, envolvendo grupos das forças militares estatais e grupos insurgentes. Segundo a AI, cerca de 14 mil menores estão nessas condições.
No país, a Coalizão contra a Vinculação de Crianças, Adolescentes e Jovens em Conflito Armado (Colico) realiza desde a segunda-feira (11) uma série de ações e atividades que chamem a atenção da sociedade e para pedir que o Governo previna tais abusos.
Espaços públicos, colégios, cinematecas são alguns dos espaços que recebem interessados em saber mais sobre o problema e como fazer para ampliar o número de ativistas pela causa.A entidade mantém um endereço na internet com informações sobre como participar.

Mão Vermelha
Por uma iniciativa da Organização das Nações Unidas, o 12 de Fevereiro é também denominado de Dia da Mão Vermelha. Desde então, nas manifestações contra a inclusão de crianças e adolescentes em situações bélicas, as pessoas pintam as mãos de vermelho, simbolizando o pedido para que os Estados cumpram o protocolo e o fim dessa violação aos menores de 18 anos.

Nova centelha


BAILE DE CARNAVAL NO CLUB FARENSE 2013

FOTOS DE LUIS NADKARNI E CLUB FARENSE

Ministro Relvas 'censura' acesso a relatórios de inspecções às autarquias
Desde que o ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas, anunciou, em Setembro de 2011, a fusão da Inspecção-Geral da Administração Local (IGAL) com a Inspecção-Geral de Finanças (IGF), nenhum relatório das acções inspectivas às câmaras municipais, juntas de freguesia e empresas municipais foi tornado público, quando desde 1995 que essa era uma prática instituída, denuncia o jornal Público.
Relvas 'censura' acesso a relatórios de inspecções às autarquias
DR
ECONOMIA
Desde 1995 que os relatórios das acções inspectivas às câmaras municipais, juntas de freguesia e empresas municipais eram de acesso público. Certo é que depois de o ministro-Adjunto e dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas, ter anunciado, em Setembro de 2011, a fusão da Inspecção-Geral da Administração Local (IGAL) com a Inspecção-Geral de Finanças (IGF), deixaram de o ser.


Ora, a divulgação integral desses documentos e respectivos anexos, indica o Público, e isto à excepção das matérias em segredo de justiça, era uma prática ininterrupta de todos os Governos desde 1995.
Agora, por decisão de um outro ministro, o das Finanças, Vítor Gaspar, a IGF passará a publicar na Internet, através do seu site, meros resumos de pouco mais de 30 linhas de todos os seus relatórios.
Ao mesmo tempo, a mando de Gaspar, a IGF produziu um leque de regras sobre a divulgação dos seus relatórios, sob o chapéu de "melhorar a accountability [escrutínio] e reforçar a transparência", cita o Público.
"O formato a utilizar para a divulgação das acções executadas é o do abstract (resumo), o qual deve permitir, sempre que possível e aplicável, tomar conhecimento de forma acessível, rápida e focada sobre os principais elementos da acção", pode ler-se no mesmo documento, intitulado ‘Política de Publicitação de Relatórios da IGF’.