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sábado, 2 de fevereiro de 2013



AS ENCRUZILHADAS DE UM CAMINHO


DN

1 comentário:

Anónimo disse...
REFLEXÃO CÍVICA

Depois da estrondosa vitória do regresso aos mercados(!!!), o Governo dá mais um importante sinal do prosseguir no bom caminho, com a contratação de mais seis boys e uma girl. Atenção muito especial para o ponta de lança Franquelim, que vai ficar com a pasta do empreendedorismo. Um velho amigo de Cavaco e Durão, titular de MBA e estágio na SLN que irá mostrar aos futuros empresários como é que se podem ganhar milhões a ludibriar as entidades supervisoras e a "encavar" os contribuintes.

A Bem da Nação

R.C.

Água pública ou privada? A água serve para matar a sua sede, ou a sede de dinheiro, dos privados?


Popout
Este vídeo é aterrador.
Os "senhores do mal", ao pressentirem o fim da época do "ouro negro", voltam-se agora para o "diamante branco" e mais uma subjugação global dos povos....
É preciso desmascarar esta situação a todo o custo.
"Água - Operação Secreta": UE Promove a Privatização da Água
Já existem em Portugal exemplos, (relatados no video) do quanto esta privatização, pode lesar os cidadãos, mas também no estrangeiro, temos exemplos que mostram o que acontece quando o dinheiro fala  mais alto que os direitos humanos. 
Na Argentina privatizaram as águas e o resultado foi catastrófico, não cumpriram os contratos nem as obras necessárias, e 800 mil pessoas ficaram sem água potável e 1 milhão sem esgotos. Quando os bens essenciais são privatizados, deixam de ser essenciais, e passam apenas a ser mantidos apenas em zonas lucrativas.Veja mais sobre o caso da Argentina... 

Isto a ser verdade é gravíssimo, porque a água é um recurso natural que pertence aos habitantes dos territórios onde esta está disponível e não a consórcios ou empresas privadas que comercializarão ao preço que bem entenderem. Haja limites para tanto capitalismo selvagem e os políticos europeus jamais podem permitir que tal aconteça, pois estão eles nos orgãos da UE para servir as suas populações ou as suas corporações?
Há também quem afirme que a água vai estar na origem dos próximos conflitos mundiais, e existem já alguns exemplos...
- "7 - Inaugurado em 2007, maior sistema de irrigação do mundo, que vem tornando o deserto (95% da Líbia) em fazendas produtoras de alimentos.;* 
- "Em Itália, num referendo uma maioria absoluta acaba de dizer NÃO à privatização da água. NaHolanda e no Uruguai, passou a ser ilegal privatizar a água. Na Bolívia, a população revoltou-se contra os efeitos nefastos da privatização da água e conseguiu reverter a situação. 
Os povos do mundo estão a ficar fartos dos oligopólios e monopólios das grandes corporações! E quando toca a um bem natural e essencial como a água, é crucial que se oponham, ou qualquer dia ainda privatizam o ar!"
"Associação Transparência e Integridade sublinha que esta privatização não constava nem do programa eleitoral do PSD nem no do CDS. 
Paulo Morais defende que privatização das águas só pode avançar com referendo.
“Se houver, da parte deste Governo ou do que esteja em função, vontade, como parece que vem aí, de privatizar a água, pela minha parte, e outras pessoas, tudo faremos para que isso se evite. Se necessário for, promovendo um referendo nacional nesse sentido”, afirmou Paulo Morais.
Acrescentou que “nenhum programa eleitoral” sufragado nas últimas eleições legislativas previa a privatização das águas e por isso, “se essa for a opção do Governo e da Assembleia da República”, a população “terá de ser chamada a pronunciar-se”.
“Que ninguém tenha a veleidade de querer, a pretexto de uma crise financeira, privatizar um bem público. Se houver essa vontade política, que a população se levante e exprima a sua vontade”, disse.
Privatização recusada em referendo em Itália
Sublinhou, a propósito, o referendo realizado em Itália que “chumbou” a pretensão do Governo liderado por Sílvio Berlusconi de privatizar a gestão da água.
“A água não é um bem privado, é um bem público que pertence a todos. A sua distribuição tem naturalmente custos e por isso deve ser onerada aos utentes, mas o bem, enquanto tal, é público”, reforçou.
Paulo Morais falava à margem de uma conferência realizada esta terça-feira à noite, em Viana do Castelo, sobre o futuro da distribuição de água, organizada pela Associação Portuguesa do Direito do Consumo.
Afirmou ainda que a eventual privatização da distribuição de água, por ser uma tarefa actualmente a cargo dos municípios, “conduzirá” à entrega do negócio aos “empreiteiros do regime” de cada Câmara.
Rendas para privados, prejuízos para o Estado
A concretizar-se, assegurou Paulo Morais, essa privatização vai representar “rendas elevadas para as concessionárias, durante muitos anos” e “prejuízos para o erário público”, além de colocar as entidades públicas “em permanente chantagem”.
“Porque em situação de rotura será sempre o dinheiro público a responder ao risco sistémico”, sustentou, acrescentando que esse negócio vai “aumentar a promiscuidade entre promotores imobiliários, empreiteiros, políticos e autarcas”. “Sempre no prejuízo do erário público ou dos utentes”, rematou.
Durante esta conferência, em que participou também o presidente da Associação Portuguesa do Direito do Consumo, Mário Frota, foram revelados alguns números sobre a actividade da Águas de Portugal, empresa pública que serve oito milhões de clientes e que no exercício de 2011 registou um resultado líquido positivo de 89,6 milhões de euros.
Além disso, conta com um volume de negócios de 834,2 milhões de euros mas soma uma dívida à banca que ronda os 3000 milhões de euros, para um passivo total de 6500 milhões e activos que rondam os 7500 milhões.
Até 2009 a empresa já tinha investido na rede 7027 milhões de euros, financiados pelo Estado, fundos comunitários e banca, mas ainda prevê a necessidade de 2500 milhões de euros para novos investimentos.





A CIA na América Latina

Intervenções e democraCIA dos Estados Unidos 

Há dias, relatei que, no passado dia 28, Cuba iria presidir à CELAC (Confederação da América Latina e Caribe). Tinha já também informado que, a secretária das Nações Unidas, Alicia Bárcena, qualificou como muito positivo o facto de que Cuba assumir a presidência da CELAC.

Informei também que os Deputados do PCP no Parlamento Europeu João Ferreira e Inês Zuber, defenderam que o Parlamento Europeu, deverá terminar urgentemente com a inaceitável "posição comum" contra Cuba, assumir uma posição de defesa do fim do bloqueio económico dos EUA a Cuba e estreitar relações com a CELAC.

Todas estas notícias foram escondidas nos nossos jornais e Televisão.

Vi entretanto na ARGENPRESS um artigo de Alberto Maldonado que relembra as intervenções da CIA no mundo e em especial na América Latina. 


DemocraCIA, crimes e ingerênCIAs

Diz Maldonado que nos Estados Unidos da América (EUA) é um crime denunciar alguém que trabalha para a CIA. Quem o fizer pode acabar na prisão. E a propósito da Presidência de Cuba na CELAC, revela que, recentemente, apareceram em Santiago o "Sr. Ignacio Wolker e seu irmão Patrick, (agentes da CIA) que começaram a promover a CDAL (Centro de Abertura e Desenvolvimento), que é a contrapartida da CELAC".

Lembra ainda que a CIA é um aparelho que tem anualmente centenas de milhões de dólares de orçamento. Serve para garantir o neoliberalismo no mundo.

Há muitos casos na América Latina, que são bem conhecidos, como da intervenção da CIA. Anteriormente essa intervenção era do FBI, mas os governos consideraram que era mais prático ser o presidente do grande império a comandar diretamente essa ação através da CIA.

 
A "lei da bala" 

Por alguma razão se diz que não há operação no mundo, que não envolva a CIA. Na américa latina, são constantes as intervenções da CIA como o assassinato de Salvador Allende, o ataque ao Panamá e a prisão de Piña, a agressão na República Dominicana, onde o povo elegeu um presidente que não era do agrado dos Estados Unidos, o bloqueio feroz e criminoso contra Cuba e muitas diversificadas agressões a países soberanos.

A CIA tentou o assassinato de Fidel e planeou o de Hugo Chávez Frias. Foram denunciadas verbas enormes para financiar a oposição aos presidentes ne América Latina, não do agrado dos Estados Unidos como Rafael Correa, Evo Morales e Chavez.

Tudo isto leva-nos a pensar o que virá a acontecer com as intervenções dos Ignacio Wolker, Patrick e a CDAL, peças da CIA.

É assunto que porventura virá ainda a fazer correr muita tinta, ou não caso a CIA consiga manter controlada, como tenta, a informação em todo o mundo.  

C de....

Posted: 02 Feb 2013 04:52 AM PST
Fotografia miserável num jornal miserável…
por Pedro Campos
 
"Apanhados com a boca na botija, estes fariseus não reconhecem a maldade que os anima e afirmam que tudo se reduz a um «erro de enorme gravidade» provocado pela falta de informação por parte do governo venezuelano, esquecendo que todos os dias, às vezes mais de uma vez, aparecem nos media comunicados oficiais sobre a situação de Hugo Chávez. "

- Define-se como «o jornal global em espanhol». Coisas do marketing, porque a sua melhor definição seria «o jornal mais miserável de todas as Espanhas». Mas, claro, isso não venderia...

El País, que nasceu pouco depois da morte de Franco, faz parte do grupo mediático Prisa – muito ligado à direita do PSOE – que, desde há dois anos, tem como dono maioritário a Liberty Acquisition Holding, cujos accionistas principais são os norte-americanos Nicolas Berggruen e Martin Franklin. O grupo mediático inclui várias estações de rádio, entre eles o circuito de SER, o jornal desportivo Diário As, outro sobre temas económicos, canais de televisão e várias casas editoras, entre elas Aguilar, Alfaguara e Santillana. Conhecido isto, é fácil entender por que é um dos grandes arautos do neo-liberalismo selvagem e está muito longe dos valores democráticos que apregoa defender. Um dos seus alvos principais são os regimes progressistas da América Latina, na medida em que, uns mais outros menos, têm tomado medidas que travam a depredação do continente por parte de empresas espanholas na área financeira ou dos recursos naturais, especialmente energia e água. E de entre esses regimes o governo bolivariano é, sem sombra de dúvida, o alvo a abater, o que explica a sua participação no golpe de Abril de 2002 e o rápido reconhecimento da ditadura de Carmona, o breve. Razões? Talvez uma seja exemplar. Santillana tinha praticamente o monopólio dos textos escolares. Esse «negócio» foi arruinado por Hugo

Chávez. Agora os alunos dispõem de outros textos – com outros conteúdos adaptados à nova realidade política – que são de distribuição gratuita. Grande pecado!


II – Um erro que não foi erro. Quando este jornal miserável decide publicar uma alegada foto de Hugo Chávez entubado não se trata de um erro, mas sim de uma provocação – outra mais – contra o processo venezuelano. Contudo, parecem não ter calculado adequadamente a reacção que iria provocar um acto tão reles, na América Latina, no mundo e até entre os seus leitores. A mesma fotografia foi oferecida anteriormente ao seu concorrente El Mundo – não menos reaccionário – mas este rejeitou-a por falsa e porque sentiram que Hugo Chávez merecia um mínimo de dignidade.

Quando El País decide publicar essa fotografia fê-lo sabendo que a mesma era falsa e que correspondia a um vídeo de 2008, tal como foi denunciado, dias antes da publicação, pelo canal oficial da Venezuela. De facto, a dita – e várias outras igualmente falsas – anda há dias a dar voltas pelas redes sociais. Nuns casos tratando de a passar como verdadeira, noutros a denunciar a falsificação. Como escreve Juan Carlos Monedero, professor universitário espanhol, se «a luta de uma pessoa pela sua vida num quirófano fosse de interesse nacional, o jornal El País teria publicado pelo menos uma dúzia de fotografias do chefe de Estado espanhol na mesa de operações.» (...) «As razões de El País para publicar essa fotografia são outras. Não têm que ver com a dignidade».



III – Confrontados com a censura massiva dos seus leitores, o provedor do leitor e o director do jornal fazem malabarismos rocambolescos para explicar o inexplicável. Metem os pés pelas mãos. Começaram dizendo que uma enfermeira cubana teria passado a fotografia para o exterior e agora afirma-se que foi uma venezuelana que a transmitiu por whatsapp. Dentro de pouco dirão que foi «a prima de uma vizinha que está casada com filho da porteira da empresa onde trabalha a cunhada do tio de ....». Como bem disse a presidente argentina aquilo não é uma fotografia, «é uma canalhada».

Mas ainda que apanhados com a boca na botija, estes fariseus não reconhecem a maldade que os anima e afirmam que tudo se reduz a um «erro de enorme gravidade» provocado pela falta de informação por parte do governo venezuelano, esquecendo que todos os dias, às vezes mais de uma vez, aparecem nos media comunicados oficiais sobre a situação de Hugo Chávez.

Lamentavelmente para estes necrófagos as notícias não são as que gostariam de conhecer. Eles desfrutam mais com as que são elaboradas em Miami ou então preferem «a assessoria» de Moisés Naim, um dos responsáveis pelo programa económico neoliberal de Carlos Andrés Pérez – que levou à rebelião popular de 1989 – que se caracteriza por mentir sistematicamente sobre a Venezuela inventando resultados económicos contrariados pelo próprio Banco Mundial, insuspeito de chavismo, e do qual foi director.
 
 
 
Fonte: Jornal Avante em www.avante.pt