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sábado, 26 de janeiro de 2013

RÉIA - MITOLOGIA GREGA - Na época clássica, Réia foi cultuada em alguns pontos da Grécia, principalmente em Creta, na Arcádia, na Beócia e em Atenas. Nessa cidade se localizava o santuário que a deusa compartilhava com o irmão e esposo Cronos. Réia é uma antiga deusa, provavelmente de origem pré-helênica, associada à "Grande Mãe" cretense e aos ritos agrícolas.





Na época clássica, Réia foi cultuada em alguns pontos da Grécia, principalmente em Creta, na Arcádia, na Beócia e em Atenas.
Nessa cidade se localizava o santuário que a deusa compartilhava com o irmão e esposo Cronos.
Réia é uma antiga deusa, provavelmente de origem pré-helênica, associada à "Grande Mãe" cretense e aos ritos agrícolas.
Símbolo da terra, por meio do sincretismo creto-micênico foi transformada pelos gregos em esposa de Cronos.
Segundo a Teogonia, de Hesíodo, Réia, uma das titânidas, filha de Urano e Gaia - o casal primordial, céu e terra - casou-se com Cronos, seu irmão.
Dessa união nasceram seis filhos: Héstia, Deméter, Hera, Hades, Posêidon e Zeus. Avisado por uma profecia de que um de seus filhos lhe tomaria o trono, Cronos devorava cada um deles logo que nascia.
Quando da gestação de Zeus, Réia foi para Creta e, numa caverna do monte Dicte, deu à luz o caçula, que foi amamentado pela cabra Amaltéia.
Envolveu então uma pedra em panos, como se fosse a criança, e deu-a ao esposo, que a engoliu sem perceber a troca.
Mais tarde, Zeus destronou Cronos e o obrigou a vomitar todos os irmãos.
A iconografia de Réia não figura entre as mais importantes da mitologia grega.
Suas raras representações remetem ao mito do nascimento de Zeus.
Os romanos identificaram-na tardiamente com a divindade oriental Cibele, mãe dos deuses.

Etimologia

Em grego Pea (Rhéa), talvez seu nome seja um epíteto da terra: ampla, larga, cheia da raiz wreia, com o mesmo sentido.
Pais: Urano e Geia
Conjuges: Crono
Filhos: Héstia, Deméter, Hera, Hades, Posídon, Zeus (Crono)
Trata-se, em todo caso de uma divindade minóica, de uma Grande Mãe cretense, que, no sincretismo creto-micênico, decaiu de posto, tornando-se, não apenas esposa de Crono, mas sobretudo "atriz de um drama mitológico", cuja encenação já se começou a ver com a fuga da deusa para a ilha de Creta e o estratagema da pedra.
Na época romana, Réia, antiga divindade da Terra, acabou fundindo-se com Cibele.
Réia simboliza a energia escondida no seio da Tera. Gerou os deuses dos quatro elementos.
É a fonte primordial Ctônia de toda a fecundidade.





PORTUGAL 2013

(Por Miguel Urbano Rodrigues)

Está em curso uma das mais ambiciosas operações de propaganda que o actual governo já levou a cabo. Quanto mais desastrosa é a situação do país, mais esta gente vem acenar com uma recuperação que ninguém vê. António Borges tem a desfaçatez de falar em "fim da austeridade". Essa "austeridade", que é o nome propagandístico da implacável política de saque que o governo leva a cabo, só terá fim quando esta política e as troikas que a apoiam forem efectivamente derrotadas. 

Portugal oferece nestas semanas a estrangeiros recém-desembarcados a imagem de um país onde o absurdo e o irracional marcam o quotidiano, empurrando o povo para uma catástrofe social sem precedentes. 

Os jornais e a televisão tornam públicas diariamente notícias que comprovam o agravamento de uma crise medonha. O desemprego aumenta a cada dia, atingindo já mais de um milhão de trabalhadores; as falências de empresas sucedem-se em cadeia; escolas, centros de saúde, serviços hospitalares, farmácias, restaurantes fecham as portas; centenas de famílias são desalojadas das casas onde residiam por não pagarem à banca as prestações do contrato; o custo das propinas força milhares de estudantes a abandonarem as universidades; a produção industrial e a agrícola diminuem; a fome alastra nas cidades e aldeias do País; mais de 40 mil portugueses emigraram no ano passado. 

O Banco de Portugal informa que a quebra do PIB no ano corrente será quase o dobro da prevista no Orçamento do Estado; as receitas fiscais diminuem apesar do aumento dos impostos; as exportações também caem. 

O panorama é assustador. Mas o chefe do governo, o seu ministro das Finanças e demais membros do gabinete, proclamam monotonamente que a estratégia da coligação bicéfala é um êxito absoluto. E anunciam, eufóricos, que 2014 será um ano magnífico. 

A agressão semântica complementa a social e económica. A política de saque imposta em nome da troika é qualificada de "austeridade". A desvergonha é tamanha que os governantes, ignorando gigantescos protestos populares e greves em série, elogiam os trabalhadores pelo estoicismo com que suportam os "sacrifícios", isto é, o roubo. 

Enquanto se espera que o Tribunal Constitucional se pronuncie sobre a inconstitucionalidade de medidas constantes do Orçamento de Estado, o país tomou conhecimento de um relatório do FMI – encomendado pelo governo – que considera insuficiente a "austeridade" em curso e sugere como indispensável um pacote que destruiria o que resta do Serviço Nacional de Saúde e da Segurança Social e golpearia mortalmente a Educação. Propõe nomeadamente o despedimento de 150 mil trabalhadores da Função Publica e de uns 50 mil professores. 

Reagindo ao coro de indignação nacional, o primeiro-ministro derramou elogios sobre esse documento, anunciador de uma intensificação da ofensiva contra o povo. 

O PSD promoveu uma conferência "aberta à sociedade civil" para debater a "Reforma do Estado". Mas, a comunicação social não foi autorizada a acompanhar os debates. 

Passos, Portas e ministros dirigem-se ao mundo e aos portugueses como personagens de Jarry e Ionesco em palco de teatro de absurdo. 

O governo tudo leva à prática à revelia dos cidadãos e desconhecendo a existência de uma oposição. Mas o vice-presidente do PSD, Sr. Jorge Moreira da Silva, compareceu na SIC Noticias para afirmar que, devoto da democracia, o Executivo tem elevado o nível da participação popular e nada decide sem consulta ao povo. 

A Comunicação Social, controlada hegemonicamente pelo grande capital, demonstra incapacidade para cumprir a sua função. Nos serviços noticiosos, políticos do sistema, membros do governo e medidas por ele impostas são alvo de críticas, por vezes severas. Mas as direções dos media permanecem vigilantes. Uma contradição antagónica favorece o objetivo prioritário: anestesiar a consciência social, impedir a ruptura dos mecanismos da alienação. 

Os formadores de opinião, em programas de grande audiência, atacam o acessório, insurgem-se contra medidas, sugerem mudanças, defendem uma remodelação do governo, criticam, ocasionalmente com dureza, Passos, Portas e outros. Mas convergem em coro afinado na conclusão de que a "austeridade" é necessária, que o memorando com a troika, assinado por Sócrates e aprovado com entusiasmo por Passos & Portas, deve ser respeitado. Coincidem na opinião de que, afinal, a origem do mal está no estado Moloch, o monstro que deve ser desmontado, reconstruído. A linguagem não é a de Passos e sim do seu guru Gaspar. Mas eles reconhecem, dolorosamente, que cortar milhares de milhões de euros nos gastos sociais é uma exigência indeclinável da História, uma necessidade imposta pela lógica da sobrevivência. Pouco falta para aderirem à tese de Passos sobre a "Refundação do Estado". Entre outros formadores de opinião que criticam o acessório mas são solidários com o governo no fundamental, cito Marcelo Rebelo de Sousa, Miguel Sousa Tavares, José Manuel Fernandes, José Gomes Ferreira. Pacheco Pereira, o mais inteligente, é talvez o único comentador que, na hoste dos politólogos da burguesia, demonstra lucidez na crítica à escória humana que desgoverna Portugal. 

Neste contexto com matizes de surrealismo, o discurso do primeiro-ministro e o do seu guru Gaspar vão merecer, no futuro, assim o espero, estudo acurado de psicólogos e psiquiatras. Ambos, muito diferentes, merecem o qualificativo de “avis rara”. 

Passos é uma inflorescência. Pouco dotado intelectualmente, ignorante, mas desconhecedor da sua incompatibilidade com a cultura, tenaz, mesmo firme na defesa do absurdo – acredita, admito, nos benefícios do seu projeto de destruição do país. As suas falas, arrogantes, sincopadas, são cada vez mais um amontoado de palavras sem nexo. Com frequência dá o dito por não dito. Recentemente aconselhou os jovens a emigrarem. Na semana passada, em Paris, desmentiu-se, afirmando que nunca sugeriu tal coisa. 

O melífluo Gaspar, aritmeticamente sabedor, mas irracional na aplicação das leis da economia, é um discípulo atento do austríaco Friedrich Hayek e do norte-americano Milton Friedman. Politicamente pouco inteligente, as suas arengas em defesa de decisões catastróficas, a sua teimosa insistência em mascarar de rotundos êxitos fracassos transparentes, a sua habilidade em exercer o comando do governo nos bastidores trazem-me à memória personagens desamadas do teatro de Molière e Shakespeare e do nosso Gil Vicente. 

É compreensível que poucos estrangeiros consigam entender o Portugal do ano 2013. 

Um dia, sem data previsível no calendário, a farsa dramática em palco findará, antes que, espero, desemboque em tragédia. Será o povo nas ruas, na fidelidade a grandes rupturas da nossa história, serão as massas trabalhadoras a alavanca do fim do pesadelo.
PORTUGAL 2013

(Por Miguel Urbano Rodrigues)

Está em curso uma das mais ambiciosas operações de propaganda que o actual governo já levou a cabo. Quanto mais desastrosa é a situação do país, mais esta gente vem acenar com uma recuperação que ninguém vê. António Borges tem a desfaçatez de falar em "fim da austeridade". Essa "austeridade", que é o nome propagandístico da implacável política de saque que o governo leva a cabo, só terá fim quando esta política e as troikas que a apoiam forem efectivamente derrotadas.

Portugal oferece nestas semanas a estrangeiros recém-desembarcados a imagem de um país onde o absurdo e o irracional marcam o quotidiano, empurrando o povo para uma catástrofe social sem precedentes.

Os jornais e a televisão tornam públicas diariamente notícias que comprovam o agravamento de uma crise medonha. O desemprego aumenta a cada dia, atingindo já mais de um milhão de trabalhadores; as falências de empresas sucedem-se em cadeia; escolas, centros de saúde, serviços hospitalares, farmácias, restaurantes fecham as portas; centenas de famílias são desalojadas das casas onde residiam por não pagarem à banca as prestações do contrato; o custo das propinas força milhares de estudantes a abandonarem as universidades; a produção industrial e a agrícola diminuem; a fome alastra nas cidades e aldeias do País; mais de 40 mil portugueses emigraram no ano passado.

O Banco de Portugal informa que a quebra do PIB no ano corrente será quase o dobro da prevista no Orçamento do Estado; as receitas fiscais diminuem apesar do aumento dos impostos; as exportações também caem.

O panorama é assustador. Mas o chefe do governo, o seu ministro das Finanças e demais membros do gabinete, proclamam monotonamente que a estratégia da coligação bicéfala é um êxito absoluto. E anunciam, eufóricos, que 2014 será um ano magnífico.

A agressão semântica complementa a social e económica. A política de saque imposta em nome da troika é qualificada de "austeridade". A desvergonha é tamanha que os governantes, ignorando gigantescos protestos populares e greves em série, elogiam os trabalhadores pelo estoicismo com que suportam os "sacrifícios", isto é, o roubo.

Enquanto se espera que o Tribunal Constitucional se pronuncie sobre a inconstitucionalidade de medidas constantes do Orçamento de Estado, o país tomou conhecimento de um relatório do FMI – encomendado pelo governo – que considera insuficiente a "austeridade" em curso e sugere como indispensável um pacote que destruiria o que resta do Serviço Nacional de Saúde e da Segurança Social e golpearia mortalmente a Educação. Propõe nomeadamente o despedimento de 150 mil trabalhadores da Função Publica e de uns 50 mil professores.

Reagindo ao coro de indignação nacional, o primeiro-ministro derramou elogios sobre esse documento, anunciador de uma intensificação da ofensiva contra o povo.

O PSD promoveu uma conferência "aberta à sociedade civil" para debater a "Reforma do Estado". Mas, a comunicação social não foi autorizada a acompanhar os debates.

Passos, Portas e ministros dirigem-se ao mundo e aos portugueses como personagens de Jarry e Ionesco em palco de teatro de absurdo.

O governo tudo leva à prática à revelia dos cidadãos e desconhecendo a existência de uma oposição. Mas o vice-presidente do PSD, Sr. Jorge Moreira da Silva, compareceu na SIC Noticias para afirmar que, devoto da democracia, o Executivo tem elevado o nível da participação popular e nada decide sem consulta ao povo.

A Comunicação Social, controlada hegemonicamente pelo grande capital, demonstra incapacidade para cumprir a sua função. Nos serviços noticiosos, políticos do sistema, membros do governo e medidas por ele impostas são alvo de críticas, por vezes severas. Mas as direções dos media permanecem vigilantes. Uma contradição antagónica favorece o objetivo prioritário: anestesiar a consciência social, impedir a ruptura dos mecanismos da alienação.

Os formadores de opinião, em programas de grande audiência, atacam o acessório, insurgem-se contra medidas, sugerem mudanças, defendem uma remodelação do governo, criticam, ocasionalmente com dureza, Passos, Portas e outros. Mas convergem em coro afinado na conclusão de que a "austeridade" é necessária, que o memorando com a troika, assinado por Sócrates e aprovado com entusiasmo por Passos & Portas, deve ser respeitado. Coincidem na opinião de que, afinal, a origem do mal está no estado Moloch, o monstro que deve ser desmontado, reconstruído. A linguagem não é a de Passos e sim do seu guru Gaspar. Mas eles reconhecem, dolorosamente, que cortar milhares de milhões de euros nos gastos sociais é uma exigência indeclinável da História, uma necessidade imposta pela lógica da sobrevivência. Pouco falta para aderirem à tese de Passos sobre a "Refundação do Estado". Entre outros formadores de opinião que criticam o acessório mas são solidários com o governo no fundamental, cito Marcelo Rebelo de Sousa, Miguel Sousa Tavares, José Manuel Fernandes, José Gomes Ferreira. Pacheco Pereira, o mais inteligente, é talvez o único comentador que, na hoste dos politólogos da burguesia, demonstra lucidez na crítica à escória humana que desgoverna Portugal.

Neste contexto com matizes de surrealismo, o discurso do primeiro-ministro e o do seu guru Gaspar vão merecer, no futuro, assim o espero, estudo acurado de psicólogos e psiquiatras. Ambos, muito diferentes, merecem o qualificativo de “avis rara”.

Passos é uma inflorescência. Pouco dotado intelectualmente, ignorante, mas desconhecedor da sua incompatibilidade com a cultura, tenaz, mesmo firme na defesa do absurdo – acredita, admito, nos benefícios do seu projeto de destruição do país. As suas falas, arrogantes, sincopadas, são cada vez mais um amontoado de palavras sem nexo. Com frequência dá o dito por não dito. Recentemente aconselhou os jovens a emigrarem. Na semana passada, em Paris, desmentiu-se, afirmando que nunca sugeriu tal coisa.

O melífluo Gaspar, aritmeticamente sabedor, mas irracional na aplicação das leis da economia, é um discípulo atento do austríaco Friedrich Hayek e do norte-americano Milton Friedman. Politicamente pouco inteligente, as suas arengas em defesa de decisões catastróficas, a sua teimosa insistência em mascarar de rotundos êxitos fracassos transparentes, a sua habilidade em exercer o comando do governo nos bastidores trazem-me à memória personagens desamadas do teatro de Molière e Shakespeare e do nosso Gil Vicente.

É compreensível que poucos estrangeiros consigam entender o Portugal do ano 2013.

Um dia, sem data previsível no calendário, a farsa dramática em palco findará, antes que, espero, desemboque em tragédia. Será o povo nas ruas, na fidelidade a grandes rupturas da nossa história, serão as massas trabalhadoras a alavanca do fim do pesadelo.

Colonização militar do continente? EUA reforça sua presença na América Latina


Muitas bases norte-americanas são 'disfarçadas' como típicas residências de baixos recursos ou missões humanitárias


OS Estados Unidos, sob pretexto de uma intervenção pacífica, investe milhões de dólares na construção de novas bases militares na América Latina e no treinamento de suas tropas na região.

Na maioria dos casos, as bases são "disfarçadas” de típicas residências de baixos recursos ou missões humanitárias, como campanhas de vacinação ou programas de ajuda em caso de catástrofes naturais. Esses engenheiros ou médicos são militares capazes de aplicar uma vacina ou projetar uma ponte. Bem como de disparar ou desenhar qualquer tipo de estratégia de ataque.

Pablo Ruiz, ex-preso político, assegura a RT que o Exército norte-americano conta com dezenas de bases na região. "Com as bases no Chile, no Peru e outros países, fala-se em umas 70 bases; em âmbito mundial os EUA têm cerca de 1.000 bases militares”, comenta.

Uma das bases conhecidas é o Forte Aguayo, na cidade chilena de Concón, que foi inaugurada há um ano pelo embaixador estadunidense no Chile, Alejandro Wolff. As instalações servem para exercícios táticos de operações militares conjuntas em zonas urbanas. Seu crescimento está chamando a atenção das Forças de Segurança de outros países da região.

O historiador e jornalista Ingo Niebel opina que, com a inauguração do Forte Aguayo no Chile, os EUA buscam recuperar sua influência na região latino-americana e ter acesso, através dessa instalação, a outros países da zona.

"Washington tem muito interesse em estar militarmente presente no Chile, com vistas para o norte, rumo a Bolívia. A instalação dessa base é uma tentativa de recuperar terreno perdido. Deve-se levar em consideração que Washington teve que retirar-se da Venezuela e também no Equador perdeu uma importante base militar. Porém, em seguida, foi recuperando espaço ao instalar-se na Colômbia, no Paraguai e agora no Chile”.

Os analistas internacionais indicam que os EUA têm várias razões para reforçar sua presença militar na América Latina. Uma delas são os recursos naturais, dado que a região é uma das zonas mais ricas do planeta em água, minerais e petróleo.

Além disso, Washington, que quer continuar influenciando nas questões econômicas da região, preocupa-se com a consolidação dos governos de alguns países que estão contra as políticas aplicadas pelos EUA e estão aumentando sua autonomia.

No caso de que algo "saia de controle”, a existência dessas bases permite aos Estados Unidos alcançar rapidamente qualquer lugar do continente por ar e mar.

Os especialistas ressaltam que tudo isso é uma estratégia dos EUA no marco de uma integração política desfavorável a sues interesses, enquanto que as declarações diplomáticas que são divulgadas a partir do Pentágono e por parte dos governos de alguns países sul-americanos rechaçam qualquer acusação de que haja uma estratégia militar em andamento.

Nova centelha