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terça-feira, 22 de janeiro de 2013

ASCLÉPIO - MITOLOGIA GREGA


Asclépio (grego) ou Esculápio (romano): o deus que nasceu mortal e que representa a medicina
O culto a Asclépio/Esculápio, deus greco-romano da medicina, teve muito prestígio no mundo antigo, quando seus santuários converteram-se em sanatórios.
Os textos primitivos não concediam caráter divino a Esculápio, que os gregos chamavam Asclépio.
Homero o apresenta na Ilíada como um hábil médico e Hesíodo e Píndaro descrevem como Zeus o fulminou com um raio, por pretender igualar-se aos deuses e tornar os homens imortais.
Com o tempo, passou a ser considerado um deus, filho de Apolo e da mortal Corônis, com o poder de curar os enfermos.
Seu templo mais famoso era o de Epidauro, no Peloponeso, fundado no século VI a.C.
O teatro dessa cidade foi construído para acolher os peregrinos que acorriam para a festa em honra de Esculápio, a Epidauria. Era também patrono dos médicos e sua figura aparecia nos ritos místicos de Elêusis.
Seu culto foi iniciado em Roma por ordem das profecias sibilinas, conjunto de oráculos do ano 293 a.C.
Na época clássica, Esculápio era representado, quer sozinho, quer com sua filha Higia (a saúde), como um homem barbudo, de olhar sereno, com o ombro direito descoberto e o braço esquerdo apoiado em um bastão, o caduceu, em volta do qual se enroscam duas serpentes, e que se transformou no símbolo da medicina.
Homero o apresenta na Ilíada como um hábil médico e Hesíodo e Píndaro descrevem como Zeus o fulminou com um raio, por pretender igualar-se aos deuses e tornar os homens imortais.
Com o tempo, passou a ser considerado um deus, filho de Apolo e da mortal Corônis, com o poder de curar os enfermos. Seu templo mais famoso era o de Epidauro, no Peloponeso, fundado no século VI a.C.
O teatro dessa cidade foi construído para acolher os peregrinos que acorriam para a festa em honra de Asclépio, a Epidauria. Era também patrono dos médicos e sua figura aparecia nos ritos místicos de Elêusis. Seu culto foi iniciado em Roma por ordem das profecias sibilinas, conjunto de oráculos do ano 293 a.C.
Na época clássica, Asclépio era representado, quer sozinho, quer com sua filha Higia (a saúde), como um homem barbudo, de olhar sereno, com o ombro direito descoberto e o braço esquerdo apoiado em um bastão, o caduceu, em volta do qual se enroscam duas serpentes, e que se transformou no símbolo da medicina.






Carlos Peixoto – Declarações abaixo de cão... feitas em altitude



“O deputado do PSD Carlos Peixoto disse, esta sexta-feira, em declarações à Rádio Altitude, que quem admite um casamento homossexual pode também vir a aceitar o casamento entre irmãos, primos directos ou pais e filhos.”
Estas declarações do rapazola que se vê na imagem, a fazer fé na notícia, colocam várias questões. Por exemplo:
Se é sabido que a “altitude” torna o ar mais rarefeito, fenómeno que pode ter resultados funestos a nível respiratório, cardiovascular e cerebral... não sabia que a “Rádio Altitude” estava num lugar tão vertiginosamente alto. Só isso explica que o senhor deputado do PSD tenha “incestado” um chorrilho de asneiras tão tremendo.
Ou então, a coisa nada tem que ver com a altitude... e o senhor deputado limita-se a ser um parvalhão, capaz de dizer estas mesmas asneiras ainda que estivesse abaixo do nível do mar.

MANIFESTAÇÃO DOS FEIRANTES JUNTO DO PALÁCIO FOZ QUANDO DO ENCONTRO SOBRE A REFORMA DO ESTADO (LISBOA, 16 DE JANEIRO DE 2013)

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EPHEMERA




Reguengos de Monsaraz e Portel avançam com providências cautelares para travar extinção de freguesias

Anúncio de providências cautelares para suspender a aplicação da lei de reorganização administrativa sucedem-se.


Duas juntas de freguesia de Reguengos de Monsaraz e quatro de Portel, apoiadas pelos municípios, vão interpor duas providências cautelares no Supremo Tribunal Administrativo, esta terça-feira, dia 22, para tentar suspender a reorganização administrativa naqueles concelhos.
A entrega das duas providências cautelares no Supremo Tribunal Administrativo, em Lisboa, está marcada para as 15h00 de terça-feira.
Na ocasião, vão estar presentes os presidentes, não só das juntas de freguesia afectadas, como de outras de ambos os concelhos, assim como os presidentes dos municípios de Reguengos de Monsaraz e de Portel, José Calixto e Norberto Patinho, respectivamente.
A lei da reorganização administrativa do território já foi promulgada pelo Presidente da República e prevê, em Reguengos de Monsaraz, a extinção de duas freguesias (Campo e Campinho), a agregar numa união de freguesias.
Quanto a Portel, está em causa a extinção de quatro freguesias – Alqueva, Amieira, Oriola e S. Bartolomeu do Outeiro –, que são agregadas em duas uniões de freguesias.
Questionado sobre a providência cautelar que vai ser interposta pelas duas freguesias do seu concelho, o presidente da Câmara de Reguengos de Monsaraz (PS) reconhece que esta é “a via que resta”, já que “a maioria absoluta PSD-CDS impôs uma decisão contra a esmagadora maioria do território nacional”.
“Depois de todas as tentativas ao nível político, esta é a única que nos resta porque os órgãos de soberania, utilizando a maioria e depois a promulgação do Presidente, forçaram uma decisão contra a esmagadora maioria dos autarcas e das assembleias municipais”, sublinha.
A lei da reorganização administrativa, que prevê a extinção, agregação e fusão de freguesias por todo o país, “vai contra as pessoas e contra os seus eleitos”, diz. “E a única solução que temos é o acesso aos tribunais, para fazer valer os interesses das populações”, justifica.
Segundo José Calixto, com a extinção de freguesias, “nem o Estado lucra e, pelo contrário, as pessoas tenderão a perder muito”, ficando em causa “a coesão social dos territórios”, o que “é muito grave”.
O presidente da Câmara de Portel (PS) afirma que o município e as quatro freguesias do seu concelho que está previsto extinguir pretendem “tentar, dentro daquilo que a justiça permitir, inviabilizar a consumação deste acto”, servindo a providência cautelar para “atrasar” o processo.
“Alguém sem sensibilidade, sem olhar às pessoas”, tomou “a decisão de acabar com estas freguesias, sem prever as consequências. Vamos tentar, através dos tribunais, que isso não venha a acontecer”, argumenta.