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segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

CONCENTRAÇÃO DE FEIRANTES DIANTE DA SEDE DO FMI (LISBOA, 14 DE JANEIRO DE 2013)





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EPHEMERA

Uma questão de justiça e direitos humanos

«Portugal tem o salário mínimo mais baixo da zona euro. Com o aumento do custo de vida, a manutenção deste valor demasiado baixo gerou um crescimento exponencial do número de trabalhadores pobres em Portugal. Um em cada dez trabalhadores vive abaixo do limiar da pobreza. Em 2010, o limiar da pobreza foi definido nos 434 euros. Hoje, depois dos descontos, os trabalhadores que auferem o salário mínimo recebem 431,65 euros líquidos, ou seja, ficam abaixo daquele limiar. Uma situação em que o exercício de uma profissão e o acesso ao emprego não permite escapar à pobreza não é admissível na Europa do século XXI. A pobreza ofende e viola a dignidade da pessoa humana e impede o exercício da liberdade. Num tempo em que se acentuam as desigualdades, o salário mínimo é um garante basilar de coesão social e de proteção dos trabalhadores, devendo contrariar estratégias de vulnerabilização salarial e de exploração da força do trabalho, já facilitadas pelas lógicas da precariedade e do trabalho a tempo parcial. Num contexto em que a pobreza se acentua e alastra, combate-la é, antes de mais, reafirmar um compromisso de solidariedade. O aumento do salário mínimo é por isso, em primeiro lugar, uma questão de direitos humanos.»

Excerto do texto da «Petição Pelo aumento do Salário Mínimo Nacional - Uma questão de justiça e de direitos humanos», que será entregue ao Governo, à Assembleia da República e aos parceiros sociais. Para além de uma questão de justiça, dignidade, direitos humanos e coesão social, o aumento do salário mínimo constitui igualmente - como referido no texto - uma «medida economicamente sensata», que contribui para a «dinamização do mercado interno devastado pela crise e para a recuperação económica do país». Assinem e divulguem.

ASCLÉPIO - MITOLOGIA GREGA





Asclépio (grego) ou Esculápio (romano): o deus que nasceu mortal e que representa a medicina
O culto a Asclépio/Esculápio, deus greco-romano da medicina, teve muito prestígio no mundo antigo, quando seus santuários converteram-se em sanatórios.
Os textos primitivos não concediam caráter divino a Esculápio, que os gregos chamavam Asclépio.
Homero o apresenta na Ilíada como um hábil médico e Hesíodo e Píndaro descrevem como Zeus o fulminou com um raio, por pretender igualar-se aos deuses e tornar os homens imortais.
Com o tempo, passou a ser considerado um deus, filho de Apolo e da mortal Corônis, com o poder de curar os enfermos.
Seu templo mais famoso era o de Epidauro, no Peloponeso, fundado no século VI a.C.
O teatro dessa cidade foi construído para acolher os peregrinos que acorriam para a festa em honra de Esculápio, a Epidauria. Era também patrono dos médicos e sua figura aparecia nos ritos místicos de Elêusis.
Seu culto foi iniciado em Roma por ordem das profecias sibilinas, conjunto de oráculos do ano 293 a.C.
Na época clássica, Esculápio era representado, quer sozinho, quer com sua filha Higia (a saúde), como um homem barbudo, de olhar sereno, com o ombro direito descoberto e o braço esquerdo apoiado em um bastão, o caduceu, em volta do qual se enroscam duas serpentes, e que se transformou no símbolo da medicina.

O culto a Asclépio, deus greco-romano da medicina, teve muito prestígio no mundo antigo, quando seus santuários converteram-se em sanatórios.
Os textos primitivos não concediam caráter divino a Asclépio, que os romanos chamavam Esculápio.
Homero o apresenta na Ilíada como um hábil médico e Hesíodo e Píndaro descrevem como Zeus o fulminou com um raio, por pretender igualar-se aos deuses e tornar os homens imortais.
Com o tempo, passou a ser considerado um deus, filho de Apolo e da mortal Corônis, com o poder de curar os enfermos. Seu templo mais famoso era o de Epidauro, no Peloponeso, fundado no século VI a.C.
O teatro dessa cidade foi construído para acolher os peregrinos que acorriam para a festa em honra de Asclépio, a Epidauria. Era também patrono dos médicos e sua figura aparecia nos ritos místicos de Elêusis. Seu culto foi iniciado em Roma por ordem das profecias sibilinas, conjunto de oráculos do ano 293 a.C.
Na época clássica, Asclépio era representado, quer sozinho, quer com sua filha Higia (a saúde), como um homem barbudo, de olhar sereno, com o ombro direito descoberto e o braço esquerdo apoiado em um bastão, o caduceu, em volta do qual se enroscam duas serpentes, e que se transformou no símbolo da medicina.




teodoro, não vás ao sonoro!




































Quase todas as fotografias recolhidas em: http://restosdecoleccao.blogspot.pt
Quatro almas
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