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quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

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São Brás de Alportel celebrou o ano novo e dia de reis ao som das “Charolas, a Força da Tradição”

O município de São Brás de Alportel deu as boas vindas ao ano novo a cantar na companhia do Programa de Valorização das Tradições Musicais – Charolas, a Força da Tradição, um costume preservado de geração em geração que leva a música e a alegria das charolas aos 4 cantos do município.
CharoladoClubeÁguiasdaMesquita_SãoBrásAlportelCharola do Clube Águias da Mesquita
No primeiro dia do ano, dia 1 de janeiro, o Grupo de Charolas de Machados celebrou o Ano Novo com a sua primeira atuação em público na Sede do Grupo Desportivo e Cultural de Machados.
A Força da tradição prosseguiu no dia 5, sábado, na habitual digressão pelos sítios do município, com a participação da Charola do Grupo Desportivo e Cultural de Machados, da Charola do Grupo Desportivo Águias da Mesquita e do Grupo de Cantares “Searas do Monte”.
GrupoSearasdoMonte_SãoBrásAlportelGrupo Searas do Monte
As charolas marcaram encontro no espaço exterior do Mercado Municipal de São Brás de Alportel para um espetáculo que surpreendeu os visitantes com bonitas melodias de ano novo e louvor ao menino.
À tarde as Charolas do município partiram em digressão com ponto de paragem no café União, em São Brás de Alportel, Café 1º de Maio, em Vilarinhos, Café Correia, em São Romão e ainda no Centro Museológico do Alportel, em Alportel. Esta digressão visou quebrar barreiras de solidão e iluminar de esperança o novo ano, através da tradição musical, enriquecida anualmente por novas rimas e histórias cantadas.
CharoladoGrupoDesportivoeCulturaldeMachadosCharola do Grupo Desportivo e Cultural de Machados
Hoje dia 6, Dia de Reis, pelas 16h00, o Salão de Festas da Santa Casa da Misericórdia acolheu mais uma atuação das Charolas do Concelho relembrando memórias e tradições do passado, preservadas no presente e para o futuro pelas novas gerações.
À noite, pelas 21h00, o Cineteatro São Brás abriu as portas à tradição do XXX Encontro de Charolas de São Brás, um espetáculo anual promovido pela Associação Cultural Sambrasense, com o apoio da Câmara Municipal de Junta de Freguesia de São Brás de Alportel que levou a palco diversos grupos de charolas da região algarvia.
Na edição deste ano, e ao fim de 30 anos a preservar a tradição dos cantares ao menino Jesus, o Encontro de Charolas contou com a participação da Charola dos Cavacos, a Charola da Casa do Povo da Conceição de Faro, a Charola do Grupo Desportivo e Cultural de Machados, o Grupo Força da Tradição de Paderne, a Charola do grupo Desportivo Águias da Mesquita e ainda o Grupo de Cantares “Searas do Monte”.
O Programa de Valorização das Tradições Musicais – Charolas a Força da Tradição é promovido anualmente pela Câmara Municipal de São Brás de Alportel, em parceria com grupos de charolas e cantares do município, e o apoio de um conjunto de entidades locais que todos os anos se juntam a esta grande festa da tradição.

Press Algarve

CANTARES DE JANEIRAS PERCORREM ALBUFEIRA

No passado sábado, véspera de Dia de Reis, vários grupos de janeireiros juntaram-se em Albufeira para desejar à comunidade um Bom Ano de 2013. O local escolhido foi o Mercado Municipal dos Caliços, numa iniciativa inédita, que teve como intuito dinamizar aquele espaço e envolver a população numa das tradições mais antigas do país.
no Mercado dos CaliçosNo passado dia 5 de janeiro, quem escolheu o Mercado Municipal dos Caliços para realizar as suas compras, teve a oportunidade de fazê-lo ao som dos cânticos tradicionais das Janeiras.
Grupo de Janeireiros de Boliqueime
Trajados a rigor e acompanhados por instrumentos típicos como o acordeão, ferrinhos, pandeireta ou flauta, foram vários os grupos que se reuniram para interpretar músicas alusivas ao Natal e ao Menino Jesus, e desejar um próspero Ano Novo à população.
ACRODA
No final das canções, como manda a tradição, o Agrupamento 714 do Corpo Nacional de Escutas, a ACRODA -Associação Cultural e Recreativa de Olhos de Água, e o Grupo de Janeireiros de Boliqueime receberam pela mão do presidente da Câmara Municipal de Albufeira as aguardadas Janeiras. José Carlos Rolo ofereceu um Bolo Rei às associações presentes e retribuiu os votos de feliz ano.
vereaçao
“Este ano, trouxémos as Janeiras para o Mercado para as aproximar das pessoas que, ao sábado de manhã, costumam visitar este espaço.
Agrupamento 714 Corpo Nacional Escutas
As tradições devem ser recuperadas e passadas às gerações vindouras para que os costumes e a identidade da terra não se percam”, frisou o presidente da autarquia.
Rolo vereadora e as crianças das escolas
Refira-se que o Município tem procurado revitalizar o Mercado Municipal dos Caliços através de diversas iniciativas, entre elas a sua abertura nas vésperas de Natal e de Ano Novo e a escolha deste espaço como local de partida para a tradicional Caminhada do Pai Natal.
juventude
As crianças do Jardim de Infância de Caliços, em Albufeira, também participaram nas Janeiras e visitaram os Paços do Concelho para desejar um bom ano de 2013 ao executivo. No dia 7 de janeiro, os alunos subiram ao palco do Salão Nobre, cada um com uma coroa de rei feita por si, e interpretaram algumas musicas infantis sobre as Janeiras.
Rolo recebe lembrança
Os grupos de janeireiros passaram ainda pelo salão da Casa do Povo de Paderne, no Dia de Reis, e a 19 de janeiro vão visitar a Junta de Freguesia de Olhos de Água, pelas 20h30, num evento gratuito e aberto a toda a população.

Ayamonte e Vila Real de Santo António transformam-se em «Eurocidade»

Os municípios vizinhos de Vila Real de Santo António e Ayamonte (Espanha) tornaram-se, esta quarta-feira, dia 9, na primeira Eurocidade do Sul da Península Ibérica.
assinat protocolo eurocidadeO protocolo de colaboração foi formalizado numa embarcação, em pleno Rio Guadiana, onde foram acordadas as primeiras linhas de atuação da nova Eurocidade, tendo em conta os laços históricos, culturais e comerciais das duas cidades.
Mesa HonraA cerimónia contou com a presença do presidente da autarquia de Vila Real de Santo António, Luís Gomes, do presidente do Ayuntamiento de Ayamonte, António Rodríguez Castillo, do presidente da Eurorregião Alentejo-Algarve-Andaluzia, David Santos, do Secretário de Estado da Administração Local, Paulo Simões Júlio, da Secretária General da Ação Exterior da Consejería de Presidencia e Igualdad da Junta de Andaluzia, Dona Maria Sol Calzado Garcia, e do Delegado do Governo Andaluz em Huelva, Don José Fiscal López.
logo da eurocidadeO rio Guadiana será o elo de ligação da nova «Eurocidade Ayamonte – Vila Real de Santo António», já que foi através desta via fluvial que se foram cimentando as relações entre as duas localidades e criando vínculos. Disso são exemplo a Ponte Internacional do Guadiana ou a travessia via ferry.
L Gomes - Desid Silva e David SantosEstes elementos alusivos a Portugal e Espanha são a base da imagem do logótipo da recém-criada Eurocidade, cuja composição gráfica e cores representam a união ibérica de duas cidades irmãs e aliam a tradição ao futuro.
foto familiaA criação da Eurocidade surge no âmbito do plano de atividades apresentado pelo Presidente da CCDR-Algarve, durante a II Reunião do Conselho da Eurorregião, quando assumiu a presidência da Eurorregião Alentejo-Algarve-Andaluzia, a 28 de setembro de 2012, em Sevilha, por um período de dois anos.
aperto de mãoA Eurocidade Ayamonte – Vila Real de St.º António é um projeto que vai além da cooperação institucional e pretende o fortalecimento na ligação já existente entre os dois municípios, exemplificando um novo modelo de cooperação de segunda geração e promovendo a convergência económica, social, cultural, turística e ambiental entre as duas cidades.
O acordo ultrapassa mesmo as trocas comerciais e culturais e possibilitará aos habitantes de VRSA utilizar os equipamentos coletivos de Ayamonte, beneficiando das mesmas condições dos residentes daquela localidade espanhola, e vice-versa.Assim, o «efeito de fronteira» deixa de ser um inconveniente para se tornar uma oportunidade.
Para isso, está em estudo a criação do cartão do Eurocidadão, cujas vantagens deverão estender-se ao comércio tradicional, através de um conjunto de descontos e promoções concedidos aos portadores.
Para o presidente da Câmara Municipal de Vila Real de Santo António, Luís Gomes, «mais do que um protocolo, a criação da Eurocidade é um instrumento importante para o desenvolvimento dos dois municípios e das suas populações, sendo igualmente o testemunho de uma nova geração de políticas locais».
Na cerimónia, realizada no porto de Ayamonte, o autarca português agradeceu ainda ao seu homólogo espanhol «a visão estratégica» demonstrada e que esteve na base da assinatura do acordo que «atenuará ainda mais os limites administrativos dos dois países».
O que é uma Eurocidade?
A «Eurocidade Ayamonte – VRSA» é exemplo de um novo modelo de cooperação que vai mais além da colaboração institucional e do somatório de simples programas e iniciativas, adotando uma nova visão de cidadania europeia.
O projeto visa a conjugação de esforços e recursos, através do planeamento e da gestão conjunta dos serviços e dos equipamentos dos municípios fronteiriços. As intervenções, dirigidas aos cidadãos, pretendem promover a convergência institucional, económica, social, cultural e ambiental entre as duas cidades que passam a utilizar o efeito fronteira como uma oportunidade de desenvolvimento territorial e sócio-económico.
foo-reportagem João Conceição – Veja, curta e faça amizade em ALGARVE PRESS Facebook
ARMAZÉM SURPRESA
Surpresa no Armazém! Um americano comprou uma propriedade em Portugal com um armazém fechado. As portas de aço estavam soldadas. Quando foram abertas.....que surpresa !!!!! A propriedade, modesta, estava abandonada há 15 anos. Os antigos proprietários faleceram sem deixar herdeiros. Depois de longo processo, o estado tornou-se proprietário do imóvel e decidiu leiloá-lo. Não houve interessados, já que o comprador deveria assumir a conta de quinze anos de impostos atrasados. Como a propriedade estava abandonada e o tal armazém fortemente lacrado, ninguém se interessou em abri-lo. Um americano, de Nova York, acabou comprando as terras e o armazém, por menos da metade do preço inicial. O valor total dos carros é superior a 35 milhões de dólares! (observem bem as matrículas portuguesas...)

















“Odeio os indiferentes.

“Odeio os indiferentes.
Acredito que viver
significa tomar partido.
Indiferença é apatia,
parasitismo, covardia.
Não é vida.

Por isso, abomino os indiferentes.
Desprezo os indiferentes,
também, porque me provocam
tédio as suas lamúrias
de eternos inocentes.
Vivo, sou militante.

Por isso, detesto
quem não toma partido.
Odeio os indiferentes.”


- Antonio Gramsci (1891-1937), pensador italiano.

Afrodite 
Afrodite
Afrodite, na mitologia grega, era a deusa da beleza e da paixão sexual. Originário de Chipre, seu culto estendeu-se a Esparta, Corinto e Atenas.
Seus símbolos eram a pomba, a romã, o cisne e a murta.
No panteão romano, Afrodite foi identificada com Vênus.
A mitologia oferecia duas versões de seu nascimento: segundo Hesíodo, na Teogonia, Cronos, filho de Urano, mutilou o pai e atirou ao mar seus órgãos genitais, e Afrodite teria nascido da espuma (em grego, aphros) assim formada; para Homero, ela seria filha de Zeus e Dione, sua consorte em Dodona.
Por ordem de Zeus, Afrodite casou-se com Hefesto, o coxo deus do fogo e o mais feio dos imortais. Foi-lhe muitas vezes infiel, sobretudo com Ares, divindade da guerra, com quem teve, entre outros filhos, Eros e Harmonia.
Outros de seus filhos foram Hermafrodito, com Hermes, e Príapo, com Dioniso. Entre seus amantes mortais, destacaram-se o pastor troiano Anquises, com quem teve Enéias, e o jovem Adônis, célebre por sua beleza.
Afrodite possuía um cinturão mágico de grande poder sedutor e os efeitos de sua paixão eram irresistíveis.
As lendas freqüentemente a mostram ajudando os amantes a superar todos os obstáculos.
À medida que seu culto se estendia pelas cidades gregas, também aumentava o número de seus atributos, quase sempre relacionados com o erotismo e a fertilidade.
Fonte: www.nomismatike.hpg.ig.com.br
Afrodite


Deusa do amor e da beleza. Na lenda de Homero, ela é dita como sendo a filha de Zeus e Dione, uma de suas consortes, mas na Teogonia de Hesíodo, ela é descrita como nascida da espuma do mar e, etimologicamente, seu nome quer dizer "erguida da espuma".
De acordo com Homero, Afrodite é a esposa de Hefaístos, o deus das artes manuais.
Afrodite
Seus amantes incluem Ares, deus da guerra, que posteriormente foi representado como seu marido.
Era a rival de Perséfone, rainha do mundo subterrâneo, pelo o amor do belo jovem Adônis.
Talvez a lenda mais famosa sobre Afrodite diga respeito à causa da Guerra de Tróia. Eris, a personificação da discórdia - a única deusa que não foi convidada ao casamento de Peleu e da ninfa Tétis - ressentida com os deuses, arremessou uma maçã dourada no corredor onde se realizava o banquete, sendo que na fruta estavam gravadas as palavras "à mais bela".
Quando Zeus se recusou a julgar entre Hera, Atena, e Afrodite, as três deusas que reivindicaram a maçã pediram à Páris, príncipe de Tróia, para fazer a premiação.
Cada deusa ofereceu à Paris um suborno: Hera, prometeu-lhe que seria um poderoso governante; Atena que ele alcançaria grande fama militar; e Afrodite que ele teria a mulher humana mais linda do mundo.
Páris declarou Afrodite como a mais bela e escolheu como prêmio Helena, a esposa do rei grego Menelau.
O rapto de Helena por Páris foi a causa da Guerra de Tróia.
Fonte: geocities.yahoo.com.br


Histórias de quem finge ser o que não é

O homem que se fez passar por colaborador da ONU é apenas um entre muitos que enganam meio Mundo com falsidades

Um simples cartão de visita com o logotipo oficial da ONU e muita lábia foi quanto bastou a Artur Baptista da Silva, 61 anos, para discursar em instituições de referência, dar entrevistas sobre o estado da nação e ser citado pela Reuters, insuspeita agência internacional de notícias. Tinha ideias novas para enfrentar a crise, que ilustrava com um relatório copiado da tese de um alto quadro do Banco Mundial. Economista, apresentava-se como professor de uma universidade americana encerrada há três décadas, dizia-se distinguido com o inexistente Feeling Awards da Unesco, mas era o alegado título de coordenador de um Observatório Económico e Social da Organização das Nações Unidas que lhe abria portas.
Durante muito tempo, ninguém se deu ao trabalho de verificar a sua identidade. E Baptista da Silva, que saíra da prisão em 2011, onde esteve por causa de dois atropelamentos mortais, e tinha sido já condenado por burla, abuso de confiança e emissão de cheques sem cobertura, também não explicou as razões que o levaram a enganar meio mundo. Não é caso único. Em Portugal e no mundo, são muitos os que forjam identidades para ganhar dinheiro ou protagonismo.
FALSO PROFESSOR
Durante 30 anos, António Ramalho Raposo deu aulas e chegou a presidente do Conselho Executivo da Escola Básica 2/3 Cristóvão Falcão, em Portalegre, sem que para tal estivesse habilitado. Popular na terra, onde acumulava o ensino com a presidência da junta e a direção do Desportivo Portalegrense, foi a sua prepotência que chamou a atenção de um colega.
Em 2007, então com 53 anos, foi demitido por suspeita de falsificação do certificado de habilitações. Dizia-se licenciado em Economia e Finanças com a nota final de 13 valores, pelo Instituto Superior de Economia da Universidade Técnica de Lisboa, que nunca frequentou. Foi acusado de crime de usurpação de funções e expulso da Função Pública. Ainda assim, em tribunal, professores, auxiliares e antigos alunos classificaram-no como "exemplar".
DETIDO NUM BATIZADO
Ninguém desconfiava do ‘padre João Luís’, simpático, ainda jovem – cerca de 34 anos –, que tinha "o dom da palavra". Amigo de ajudar a paróquia, fez peditórios, celebrou missas, batizados e até um casamento na Sé de Braga. Afinal, chamava-se Agostinho Caridade e contava no currículo com uma acusação por burla informática. Chegou à Igreja em 2004, quando contactou o pároco de Santiago de Bougado, Trofa, à época já muito debilitado. Apresentou-se como padre missionário da Ordem dos Camilianos e ofereceu-se para ajudar. Por ser ‘recomendado’ por um colega de ofício, nunca lhe exigiram identificação. Foi chamado para serviços nas dioceses de Braga, Porto e Algarve, mas acabou por ser apanhado em contradições e desmascarado em pleno altar, durante a celebração de um batizado, em Santo Tirso. Praticara burlas de milhares de euros.
Condenado a pena de prisão, pedido de desculpa e pagamento de três mil euros por "lesar a fé dos paroquianos", deixou saudades: "As missas dele eram bonitas, muito bonitas mesmo", disse um primo afastado, que assistia às homilias.
‘CAPITÃO ROBY’
A vida de Jorge Veríssimo Monteiro foi de tal ordem que acabou em série de TV. Nascido em 1943 nos Açores, entrou no imaginário nacional como ‘Capitão Roby’, protagonista de inúmeras aventuras amorosas e judiciais. Filho de família educada, frequenta boas escolas mas não se aplica nos estudos. Aposta no talento de ‘D. Juan’ e, logo na década de 1960, vê-se a braços com o primeiro processo de burla. Preso, põe anúncios nos jornais para cativar amizades femininas e, quando sai em liberdade, acaba a extorquir o que pode às companheiras. Hospeda-se em hotéis onde não paga conta, apresenta-se como adido da embaixada de Portugal em Estocolmo e troca de carro como quem muda de camisa. O porte altivo ajuda a criar a aura de sedutor. No pós-
-25 de Abril, quando os capitães estavam no auge da fama, adota o nome de ‘Roby’, promete casamento a 70 mulheres, envolve-se em fraudes e é novamente condenado. Algumas queixosas colocam-se do seu lado, e é atrás das grades que se casa com uma delas. Depois da série da SIC, o ‘Capitão Roby’ escreveu um livro, processou o canal de televisão e participou num programa de celebridades. Vive afastado da ribalta, com página no Facebook.
A ‘GENERALA’
Durante 20 anos, Maria Teresinha Gomes fez-se passar por general do exército português. Enganava vizinhos e comerciantes, a quem extorquia dinheiro com promessas de bons investimentos. Nascida em 1933, na ilha da Madeira, fugiu de casa aos 16 anos. Vivia em Lisboa enquanto a família a dava como morta. Um fato de general encomendado num alfaiate da Baixa para o Carnaval de 1974 e o nome de um irmão falecido em criança bastaram para que todos acreditassem ser o general Tito Aníbal da Paixão Gomes. Só em 1992 descobriram que era mulher.
Em tribunal, a enfermeira ‘Quininha’, Joaquina Costa, com quem viveu 15 anos, garantiu nunca ter desconfiado da verdadeira identidade de Gomes pois não partilhavam o quarto. Foi condenada a três anos de pena suspensa e refugiou-se em Alenquer, onde morreu em 2007.
FALSO PILOTO DA TAP
José Perestrelo Nogueira servia-se do 1,80 m de altura e da farda de comandante da TAP para alimentar o charme de sedutor. Aos 55 anos, foi preso por burla a seis mulheres. Seduzia na internet e em locais de encontros e, com a ajuda de uma cúmplice que se fazia passar por juíza, roubava o que podia. "Exibia documentos, até do brevet de piloto. No início era romântico. Depois mentia e criava conflitos com as nossas famílias para nos deixar isoladas e desprotegidas", contou uma das vítimas ao CM. Também se fez passar por oficial da Força Aérea, piloto comercial e engenheiro aeronáutico.
Em 2004, a estação de TV britânica BBC entrevistou Jude Finisterra, identificado como porta-voz da Dow Chemical, que admitia em nome da empresa a responsabilidade na tragédia de Bhopal – ocorrida na Índia em 1984. Anunciava a criação de um fundo milionário para ressarcir as vítimas do desastre químico. A notícia correu mundo, mas revelou-se ser resultado de uma fraude.
Também elaborados eram os planos do francês Frederic Bourdain, que durante dez anos assumiu 39 identidades. Chegou a fazer-se passar por um adolescente americano, Nicholas Barclay, que desaparecera anos antes. Os pais acreditaram na história e levaram o falso filho para viver consigo. Descoberta a verdade, graças à persistência de um detetive privado que registou as impressões digitais, foi condenado a seis anos de cadeia. De volta à liberdade, fingiu ser um órfão espanhol, foi deportado para França, reincidiu e voltou à prisão. Aos 30 anos, casou-se e assumiu a verdadeira identidade, justificando a conduta com falta de amor na infância. Pai de três filhos, decidiu contar a sua vida em documentário.
O ITALIANO QUE INVENTOU ENTREVISTAS
Tommaso Debenedetti, jornalista freelancer italiano, tinha na sua lista de entrevistados personalidades tão ilustres como Dalai Lama, Lech Walesa, Mikhail Gorbachev e o cardeal Joseph Ratzinger pouco antes de ser eleito Papa Bento XVI. Os maiores escritores vivos também faziam parte do rol de entrevistas publicadas em jornais regionais. Só foi desmascarado quando uma repórter do ‘La Repubblica’ questionou o escritor Philip Roth sobre a sua "fé inquestionável em Obama", frase que teria proferido a Debenedetti.
Roth negou a frase e a entrevista. Afinal, eram todas fruto da imaginação do italiano. Em sua defesa, Debenedetti disse que "queria ser um jornalista cultural sério e honrado", algo "impossível em Itália". Este professor de italiano e história, nascido em Roma em 1969, filho e neto de ilustres críticos literários, pouco ou quase nada ganhava com as entrevistas inventadas. Hoje, dedica-se a criar falsos rumores no Twitter.
NOTAS
DOS REIS
Alves dos Reis forjou um diploma de engenheiro de Oxford antes de criar notas falsas.
LOROSA
Lorosa de Matos foi condenado por burla e extorsão. Fez-se passar por PJ e enganou magistradas.
UM FILME
O caso de Frank W. Abagnale deu um filme. O americano fingiu ser piloto de avião, médico, advogado e professor.
12 NOMES
Christophe Rocancourt, francês de 45 anos, dizia ser herdeiro de Rockefeller e usou ainda outras 12 identidades para entrar em festas sociais. 

CM

AÍ ESTÁ O D. DURÃO... "O OPORTUNISTA"!!!

«O presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, afirmou que "O debate no nosso país está centrado no curto prazo e não se reflete nas oportunidades que uma crise como esta abre a Portugal". Barroso questionou ainda se Portugal terá aplicado da melhor maneira os cerca de 96 mil milhões de euros que Bruxelas já enviou para no nosso país no âmbito dos diversos quadros comunitários de apoio.
"Será que fizemos sempre as melhores escolhas no sentido do desenvolvimento do país?", questionou.
Barroso lembrou ainda que quando as coisas correm bem, muito políticos reclamam para si os êxitos, mas quando correm mal, culpam Bruxelas.»

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Este grande salafrado, que participou activamente como governante na delapidação dos fundos comunitários... que acabou por fazer como escolha abandonar o país para ir para o bem-bom da mordomia europeia... vem-nos falar de oportunidades que a crise abre!!! Oportunidades para quem?

  • Para os que ficam no desemprego? Para os que caiem na miséria e na pobreza?
  • É a precariedade uma oportunidade para quem tudo tem de aceitar em troca de um salário de miséria, sem garantias ou direitos?
  • É uma oportunidade para as crianças que vão para a escola de barriga vazia, para os idoso que não podem comprar os medicamentos por falta de dinheiro?
  • É uma oportunidade para quem perde perde tudo e acaba a viver debaixo de uma ponte?
São este os grandes oportunistas da crise?

  • Ou só se estava a dirigir aos banqueiros que enriquecem à custa da crise, às grandes fortunas que as aumentaram em 13% em ano de recessão?
  • Ao grande patronato que tem gente a trabalhar em regime de quase escravidão?
  • Ou será aos liberais para aplicarem o seu plano de destruição de tudo o que seja estado social?
Atirá-lo ao Tejo ainda era pouco!!!
Por: J.C.

Jornal da Caserna

Deus , Sexo e Procriação


Desde o momento que ouvi falar da gravidez da Ministra que andava com vontade de lhe fazer um boneco. Não que ir ter um filho seja uma coisa má, antes pelo contrário a vinda de uma nova vida é sempre motivo para festejar. Neste caso, se isso fizer a Ministra ficar em casa (coisa que muitos vão perder com a lei do arrendamento que pariu), já são dois motivos.
O que esta gravidez me fez lembrar foi o famoso deputado João Morgado do CDS, o partido da Ministra, que uma vez afirmou na Assembleia da Republica que a  Igreja Católica entende que "o acto sexual só serve para procriar". Sendo esta Ministra tão democrata e tão cristã posso imaginar que também siga as normas da Santa Igreja, que infelizmente para si só conseguiu arranjar um caso em que, por responsabilidade da pomba do Espírito Santo, a mãe gerou e pariu  mantendo-se virgem. Posso portanto imaginar que a Ministra encontrou tempo no seu exigente trabalho, talvez inspirada nas galinhas, vacas e porcos com que tem de conviver, para efectuar o acto sexual pela quarta vez.
Aproveito para deixar os desejos deste blog de que tudo corra bem com a criança e que esta nasça cheia de saúde.

PS: Já agora deixo o poema que a Natália Correia dedicou ao deputado João Morgado na Assembleia da Republica

Já que o coito - diz Morgado -
tem como fim cristalino,
preciso e imaculado
fazer menina ou menino;
e cada vez que o varão
sexual petisco manduca,
temos na procriação
prova de que houve truca-truca.
Sendo pai só de um rebento,
lógica é a conclusão
de que o viril instrumento
só usou - parca ração! - uma vez.
E se a função faz o órgão - diz o ditado -
consumada essa excepção,
ficou capado o Morgado.

FMI propõe corte de 20% dos funcionários públicos e de 7% nos salários do Estado

Documento, entregue ao Governo propõe formas de cortar 4000 milhões de euros e refere que há classes profissionais (polícias, militares, professores, médicos e juízes) que têm “demasiadas regalias”. Fundo sugere ainda cortes nas pensões e dispensa de professores.

No relatório divulgado nesta quarta-feira pelo Jornal de Negócios, o Fundo Monetário Internacional (FMI) propõe uma série de caminhos para que o Governo avance com o corte de 4000 milhões de euros na despesa do Estado a partir de 2014.
A maior fatia está no corte de entre 10 e 20% do número de funcionários públicos, afirma o FMI. Só nesta medida, o Estado poderia poupar 2700 milhões de euros, abatendo mais de metade do valor total da revisão das funções do Estado do programa do Governo.
A seguir encontra-se o corte nos salários da Função Pública. Um corte de três a sete por cento na tabela salarial do Estado poderia garantir ao Estado até 760 milhões de euros em poupanças anuais. Já um corte nos suplementos dos trabalhadores da Função Pública, que pode chegar aos 30%, pouparia 300 milhões de euros aos cofres do Estado.
O relatório, datado de Dezembro e entregue ao Governo, contém medidas diversas mas é classificado como consultivo. Foca-se na despesa com os funcionários públicos e pensionistas, área em que o executivo poderá ter mais margem de manobra e um maior volume de poupanças. Participaram neste relatório o Banco Mundial, a Comissão Europeia. O FMI agradece, segundo o Jornal de Negócios, aos dez ministros e a cinco secretários de Estado, pelo contributo na elaboração do documento. A instituição frisa, contudo, que o país deve agora procurar um consenso social em torno das medidas a adoptar.
Algo que, pelas primeiras reacções, vai ser difícil de conseguir. As duas centrais sindicais afirmaram já que não vão aceitar as conclusões do relatório do FMI. O secretário-geral da CGTP,Arménio Carlos, disse, na manhã desta quarta-feira, que as medidas propostas vão "condicionar brutalmente o acesso a serviços fundamentais [do Estado]" e condenou o relatório por atingir os serviços de saúde, educação e segurança social. Já a UGT diz que "não aceitável que se ponha em causa a Constituição e que se destrua a vida das pessoas".
Profissões privilegiadas
Segundo o relatório do FMI, elaborado em conjunto com a Comissão Europeia, os salários da Função Pública são “relativamente elevados” e privilegiam “trabalhadores com baixas qualificações”, uma vez que a diferenciação nos salários acontece em função da antiguidade e não do desempenho. 
O documento refere que há classes profissionais (polícias, militares, professores, médicos e juízes) que têm “demasiadas regalias”, que os médicos têm salários excessivamente elevados (principalmente devido ao pagamento de horas extraordinárias) e os magistrados beneficiam de um regime especial que aumenta as pensões dos juízes em linha com os salários.
Esta é uma das mudanças propostas pelo relatório que, afirma oJornal de Negócios, o Governo está a analisar. A progressividade dos salários do Estado deve passar a ser feita em função do desempenho e não da antiguidade, como forma de “atrair profissionais mais motivados e qualificados”, como escreve o jornal.
Mexer nas pensões
Uma segunda área de acção encontra-se nas pensões da Caixa Geral de Aposentações, diz o relatório do FMI. Neste campo, a instituição dirigida por Christine Lagarde propõe dois caminhos: a extensão do corte nos subsídios de férias e de Natal conjugado com um segundo corte de 15% nas pensões acima de um valor mínimo (não determinado). Um segundo caminho passa por alterações nas regras de cálculo das pensões.
Diz o FMI que o Estado pode considerar a extensão da idade de reforma até aos 55 anos e a proibição expressa de reformas antes dos 65 anos. O Governo pode ainda estudar a possibilidade de alterar o cálculo do valor das pensões em função das condições orçamentais e assumir um ajuste periódico nestes valores.
Neste sentido, o Estado pode somar um corte de 20% a todas as pensões da Caixa Geral de Aposentações, além das novas formas de cálculo para os pensionistas.
O FMI chama também a atenção para o sistema de protecção social, que diz ser “demasiado dispendioso, injusto  especialmente para os mais jovens”, defendendo que o “subsídio de desemprego continua demasiado longo e elevado”
Milhares de professores dispensados
Uma terceira grande proposta do FMI dirige-se ao sector da educação. O Estado pode colocar entre 30 a 50 mil funcionários da educação em regime de mobilidade especial, o que permitiria uma poupança na ordem dos 430 a 710 milhões de euros por ano.
A juntar-se à entrada na mobilidade especial está ainda a proposta do FMI para que os funcionários do Ministério da Educação passem a trabalhar 40 horas semanais, uma proposta que, a ser aplicada, resultaria num corte de despesa de 150 milhões de euros por ano. Outros 300 milhões de euros de poupança podem ser conseguidos através do alargamento do bloco de aulas dos 45 para os 60 minutos, escreve nesta quarta-feira o Jornal de Negócios. 
Com a saída dos quadros, o Estado consegue assim não só poupar com a factura da educação como também, defende o FMI, incentivar o “desempenho” dos professores “que querem ficar de fora das listas de mobilidade”.
Aumentar taxas moderadoras
Os preços do Serviço Nacional de Saúde têm também margem para subir, afirma o Fundo Monetário internacional. O FMI afirma que, para além da poupança que surge com “uma maior partilha de custos”, o Estado deve conseguir ainda evitar “preocupações em torno do consumo excessivo [de cuidados de saúde]”.
A par das subidas nas taxas moderadoras devem estar ainda mudanças nas isenções e a introdução de uma categoria de pagamentos mais altos nos cuidados de saúde “não essenciais”, escreve o Jornal de Negócios.
Em relação às negociações que o Governo tem mantido com o Ministério da Saúde para a redução do leque de cuidados de saúde ao decidir um pacote de cuidados essenciais assegurados pelo Estado, o FMI alerta que o Estado não deve pôr em causa o acesso da população aos cuidados.
Aumento de propinas e apostar no privado
O relatório do FMI realça o facto de apenas um quinto do financiamento do ensino superior partir das propinas. O Estado gastou 1500 milhões de euros em 2011 nesta área. O relatório que está a ser analisado pelo Governo tem uma direcção clara: o aumento de propinas para os estudantes universitários como forma de reduzir a despesa. 
“Para alcançar poupanças significantes e duradouras e reduzir o subfinanciamento, Portugal precisa de reduzir a despesa pública com o Ensino Superior e aumentar as propinas”, lê-se no relatório do FMI, segundo o Jornal de Negócios.
As sugestões para a poupança passam também por uma reorganização no ensino obrigatório. Pelas contas do FMI, o Estado consegue poupar cerca de 400 euros por aluno numa escola privada com contrato de associação. Alargando o cálculo aos 1,5 milhões de estudantes do ensino primário e secundário, o Estado tem diante si um caminho de 580 milhões de euros em poupança anual se apostar nos contratos de associação.
Redução nos activos policiais
À semelhança da argumentação utilizada para o caso dos funcionários no ensino, o FMI afirma que existem polícias em excesso e que uma correcção nos números pode facilitar a vida ao Estado, sem contudo avançar números para os cortes. 
No relatório entregue ao Governo, o FMI destaca que “a densidade das forças policiais está entre as mais altas da Europa" e que “as forças de segurança representam cerca de 17% do emprego público”. A reforma no sector da segurança, afirma o FMI, não deve passar tanto pelos salários excessivos mas sim pelo número de forças activas. 
Já o sistema de regalias para militares pode ser alvo de alterações pelo Governo, nomeadamente através da migração dos membros e familiares das Forças Armadas para o Serviço Nacional de Saúde e da abertura das instalações de cuidados de saúde exclusivas aos militares para os utentes do sistema nacional. 
Para além das regalias na saúde, o FMI destaca também a utilização da reserva como "um mecanismo de reforma antecipada" e propõe ao Governo que elimine os créditos extra nas contribuições sociais dos militares.