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segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

PROSTÍBULO

NAVEGANDO PELA NET ENCONTREI ESTE ARTIGO DE BABTISTA BASTOS DATADO DE 2009.

PARECE HOJE

MAIS UMA BUSCA E NÃO ME FOI DIFÍCIL ENCONTRAR A FOTO ILUSTRATIVA DE COMO CONSIDERO ESTAR O MEU PAÍS Á BEIRA.

UM PROSTÍBULO.


O Ranço Salazarista, por Baptista Bastos

Cada vez mais nos afastamos uns dos outros. Trespassamo-nos sem nos ver.
Caminhamos nas ruas com a apática indiferença de sequer sabermos quem somos.
Nem interessados estamos em o saber.
Os dias deixaram de ser a aventura do imprevisto e a magia do improviso para se transformarem na amarga rotina do viver português e do existir em Portugal.

Deixámos cair a cultura da revolta. Não falamos de nós. Enredamo-nos na futilidade das coisas inúteis, como se fossem o atordoamento ou o sedativo das nossas dores. E as nossas dores não são, apenas, d'alma: são, também, dores físicas.

Lemos os jornais e não acreditamos. Lemos, é como quem diz - os que lêem.
As televisões são a vergonha do pensamento. Os comentadores tocam pela mesma pauta e sopram a mesma música. Há longos anos que a análise dos nossos problemas está entregue a pessoas que não suscitam inquietação em quem os ouve. Uma anestesia geral parece ter sido adicionada ao corpo da nação.

Um amigo meu, professor em Lille, envia-me um email. Há muitos anos, deixou Portugal. Esteve, agora, por aqui. Lança-me um apelo veemente e dorido: 'Que se passa com a nossa terra? Parece um país morto. A garra portuguesa foi aparada ou cortada por uma clique, espalhada por todos os sectores da vida nacional e que de tudo tomou conta. Indignem-se em massa, como dizia o Soares.

Nunca é de mais repetir o drama que se abateu sobre a maioria. Enquanto dois milhões de miúdos vivem na miséria, os bancos obtiveram lucros de 7,9 milhões por dia.
Há qualquer coisa de podre e de inquietantemente injusto nestes números. Dir-se-á que não há relação de causa e efeito. Há, claro que há. Qualquer economista sério encontrará associações entre os abismos da pobreza e da fome e os cumes ostensivos das riquezas adquiridas muitas vezes não se sabe como.

Prepara-se (preparam os 'socialistas modernos' de Sócrates) a privatização de quase tudo, especialmente da saúde, o mais rendível.

E o primeiro-ministro, naquela despudorada 'entrevista' à SIC, declama que está a defender o SNS! O desemprego atinge picos elevadíssimos. Sócrates diz exactamente o contrário. A mentira constitui, hoje, um desporto particularmente requintado. É impossível ver qualquer membro deste Governo sem ser assaltado por uma repugnância visceral. O carácter desta gente é inexistente. Nenhum deles vai aos jornais, às Televisões e às Rádios falar verdade, contar a evidência. E a evidência é a fome, a miséria, a tristeza do nosso amargo viver; os nossos velhos a morrer nos jardins, com reformas de não chegam para comer quanto mais para adquirir remédios; os nossos jovens a tentar a sorte no estrangeiro, ou a desafiar a morte nas drogas; a iliteracia, a ignorância, o túnel negro sem fim.

Diz-se que, nas próximas eleições, este agrupamento voltará a ganhar. Diz-se que a alternativa é pior. Diz-se que estamos desgraçados. Diz um general que recebe pressões constantes para encabeçar um movimento de indignação. Diz-se que, um dia destes, rebenta uma explosão social com imprevisíveis consequências. Diz a SEDES, com alguns anos de atraso, como, aliás, é seu timbre, que a crise é muito má. Diz-se, diz-se.

Bem gostaríamos de saber o que dizem Mário Soares, António Arnaut, Manuel Alegre, Ana Gomes, Ferro Rodrigues (não sei quem mais, porque socialistas, socialistas, poucos há) acerca deste descalabro.

Não é só dizer: é fazer, é agir. O facto, meramente circunstancial, de este PS ter conquistado a maioria absoluta não legitima as atrocidades governamentais, que sobem em
escalada. O paliativo da substituição do sinistro Correia de Campos pela dr.ª Ana Jorge não passa de isso mesmo: paliativo. Apenas para toldar os olhos de quem ainda deseja ver, porque há outros que não vêem porque não querem.

A aceitação acrítica das decisões governamentais está coligada com a cumplicidade. Quando Vieira da Silva expõe um ar compungido, perante os relatórios internacionais sobre a miséria portuguesa, alguém lhe devia dizer para ter vergonha. Não se resolve este magno problema com a distribuição de umas migalhas, que possuem sempre o aspecto da caridadezinha fascista. Um socialista a sério jamais procedia daquele modo. E há soluções adequadas. O acréscimo do desemprego está na base deste atroz retrocesso.

Vivemos num país que já nada tem a ver com o País de Abril. Aliás, penso,seriamente, que pouco tem a ver com a democracia. O quero, posso e mando de José Sócrates, o estilo hirto e autoritário, moldado em Cavaco, significa que nem tudo foi extirpado do que de pior existe nos políticos portugueses.

Há um ranço salazarista nesta gente. E, com a passagem dos dias, cada vez mais se me acentua a ideia de que a saída só reside na cultura da revolta.


Baptista Bastos

PORTUGAL FAZ LEMBRAR....


PORTUGAL FAZ LEMBRAR O ENFORCADO A BRINCAR COM A CORDA

HUMOR, RECADOS POLÍTICOS E NÃO SÓ

 UM LAMBEDOR AO SERVIÇO DO GOVERNO PASSOS/PORTAS
 MÁRIO SOARES DIZ QUE É O FIM DA CIVILIZAÇÃO, A 3ª GUERRA MUNDIAL SE OS MERCADOS CONTINUAREM A MANDAR NOS ESTADOS E CITA O PAPA - É PRECISO REGULARIZAR ESTA GLOBALIZAÇÃO.

NEM SEMPRE FALOU ASSIM O MOCHO-ABUTRE
AFINAL OS MÉDICOS AMERICANOS ENGANARAM-SE AO DIAGNOSTICAREM UM COÁGULO DE SANGUE NO CÉREBRO DE HILLARY CLINTON....ERA APENAS UMA PONTA DE CHARUTO

Anedota 


A Idade tem as suas vantagens

Uma mulher decide fazer uma operação de estética aos 50 anos. A
operação custou-lhe cerca de €10.000,00 mas ela ficou muito satisfeita
com o resultado. Ao voltar a casa, pára num quiosque para comprar uma
revista. Então, não se conteve e perguntou ao empregado:
- “Espero que não se importe que lhe pergunte: quantos anos me dá?”
- “Cerca de 32” - respondeu o homem.
- “Engana-se, tenho exactamente 50” - disse sorrindo.
Pouco tempo depois, entra num McDonald’s e faz a mesma pergunta à
empregada que a atendia. A rapariga responde:
- “Talvez uns 29”.
Com um grande sorriso ela responde:
- “Nada disso, tenho 50”.
Entra num café para beber uma bica e, uma vez mais, faz a mesma
pergunta. O empregado responde:
- “Talvez uns 30”.
Orgulhosamente, responde:
- “Tenho 50, mas obrigado!”.
Enquanto aguardava o autocarro para voltar a casa, ela faz a mesma
pergunta a um idoso a seu lado. Mas ele responde:
- “Minha senhora, tenho 78 anos e a minha vista já não é o que era.
No entanto, quando era mais novo raramente me enganava sobre a idade
de uma mulher. Não quero parecer abusador, mas se me deixar apalpar os
seios posso dizer com exactidão a sua idade”.
A mulher ficou atónita, mas cheia de curiosidade. Por fim, balbuciou:
- “Vamos a isso!”
Então ele deslizou as mãos por debaixo da blusa da “jovem” e começou
a apalpar cada seio, beliscando os mamilos. Após alguns minutos de
desconforto ela diz:
- “Ok, já chega... que idade tenho?”
Ele tira as mãos, abotoa-lhe a blusa e responde:
- “A senhora tem 50 anos!”
Espantada e até um pouco atordoada ela diz-lhe:

- “Incrível, como conseguiu?”
O velhote com ar malandro responde:
- “Promete que não se zanga?”
- “Prometo que não” - disse ela.
- “Eu estava atrás da senhora na fila do McDonald’s...”


Viriato á pedrada

    O HOMEM DOS CAMELOS

    Um homem, que tinha 17 camelos e 3 filhos, morreu.

    Quando o testamento foi aberto, dizia que metade dos camelos ficaria para o filho mais velho, um terço para o segundo e um nono para o terceiro.

    O que fazer?

    Eram dezassete camelos; como dar metade ao mais velho? Um dos animais deveria ser cortado ao meio?

    Tal não iria resolver, porque um terço deveria ser dado ao segundo filho. E a nona parte ao terceiro.

    É claro que os filhos correram em busca do homem mais erudito da cidade, o estudioso, o matemático.

    Ele raciocinou muito e não conseguiu encontrar a solução – matemática é matemática.

    Então alguém sugeriu: "É melhor procurarem alguém que saiba de camelos não de matemática".

    Procuraram assim um homem bastante idoso e inculto, mas com muito saber de experiência feito.

    Contaram-lhe o problema.

    O velho riu e disse: "É muito simples, não se preocupem".

    Emprestou um dos seus camelos - eram agora 18 - e depois fez a divisão. Nove foram dados ao primeiro filho, que ficou satisfeito. Ao segundo coube a terça parte - seis camelos e ao terceiro filho, foram dados dois camelos - a nona parte. Sobrou um camelo: o que foi emprestado.

    O velho pegou seu camelo de volta e disse: "Agora podem ir".

    Esta estória foi contada no livro "Palavras de fogo", de Rajneesh e serve para ilustrar a diferença entre a sabedoria e a erudição. Ele conclui dizendo: "A sabedoria é prática, o que não acontece com a erudição. A cultura é abstracta, a sabedoria é terrena; a erudição são palavras e a sabedoria é experiência"

queima - poema de António Garrochinho


ADÔNIS - MITOLOGIA GREGA


Adônis
A figura de Adônis, estreitamente vinculada a mitos vegetais e agrícolas, aparece também relacionada, desde a antiguidade clássica, ao modelo de beleza masculina.
Embora a lenda seja provavelmente de origem oriental - adon significa "senhor" em fenício -, foi na Grécia Antiga que ela adquiriu maior significação.
De acordo com a tradição, o nascimento de Adônis foi fruto de relações incestuosas entre Smirna (Mirra) e seu pai Téias, rei da Assíria, que enganado pela filha, com ela se deitou. Percebendo depois a trama, Téias quis matá-la, e Mirra pediu ajuda aos deuses, que a transformaram então na árvore que tem seu nome.
Da casca dessa árvore nasceu Adônis. Maravilhada com a extraordinária beleza do menino, Afrodite (a Vênus dos romanos) tomou-o sob sua proteção e entregou-o a Perséfone (Prosérpina), deusa dos infernos, para que o criasse.
Mais tarde as duas deusas passaram a disputar a companhia do menino, e tiveram que submeter-se à sentença de Zeus. Este estipulou que ele passaria um terço do ano com cada uma delas, mas Adônis, que preferia Afrodite, permanecia com ela também o terço restante.
Nasce desse mito a idéia do ciclo anual da vegetação, com a semente que permanece sob a terra por quatro meses.
Afrodite e Adônis se apaixonaram, mas a felicidade de ambos foi interrompida quando um javali furioso feriu de morte o rapaz. Sem poder conter a tristeza causada pela perda do amante, a deusa instituiu uma cerimônia de celebração anual para lembrar sua trágica e prematura morte.
Em Biblos, e em cidades gregas no Egito, na Assíria, na Pérsia e em Chipre (a partir do século V a.C.) realizavam-se festivais anuais em honra de Adônis.
Durante os rituais fúnebres, as mulheres plantavam sementes de várias plantas floríferas em pequenos recipientes, chamados "jardins de Adônis". Entre as flores mais relacionadas a esse culto estavam as rosas, tingidas de vermelho pelo sangue derramado por Afrodite ao tentar socorrer o amante, e as anêmonas, nascidas do sangue de Adônis.
Fonte: www.nomismatike.hpg.ig.com.br
AdônisAdônis

A Mitologia Helênica é uma das mais geniais concepções que a humanidade produziu.
Os gregos, com sua fantasia, povoaram o céu e a terra, os mares e o mundo subterrâneo de Divindades Principais e Secundárias.
Amantes da ordem, instauraram uma precisa categoria intermediária para os Semideuses e Heróis. A mitologia grega apresenta-se como uma transposição da vida em zonas ideais. Superando o tempo, ela ainda se conserva com toda a sua serenidade, equilíbrio e alegria.
A religião grega teve uma influência tão duradoura, ampla e incisiva, que vigorou da pré-história ao século IV e muitos dos seus elementos sobreviveram nos Cultos Cristãos e nas tradições locais.
Complexo de crenças e práticas que constituíram as relações os gregos antigos com seus deuses, a religião grega influenciou todo o Mediterrâneo e áreas adjacentes durante mais de um milênio.
Os gregos antigos adotavam o Politeísmo Antropomórfico, ou seja, vários deuses, todos com formas e atributos humanos. Religião muito diversificada, acolhia entre seus fiéis desde os que alimentavam poucas esperanças em uma vida paradisíaca além túmulo, como os heróis de Homero, até os que, como Platão, acreditavam no julgamento após a morte, quando os justos seriam separados dos ímpios.
Abarcava assim entre seus fiéis desde a ingênua piedade dos camponeses até as requintadas especulações dos Filósofos, e tanto comportava os excessos orgiásticos do culto de Dioniso como a rigorosa ascese dos que buscavam a purificação. No período compreendido entre as primeiras incursões dos povos helênicos de origem Indo-européia na Grécia, no início do segundo milênio a. C., até o fechamento das escolas pagãs pelo imperador bizantino Justinianus, no ano 529 da era cristã, transcorreram cerca de 25 séculos de influências e transformações.
Os primeiros dados existentes sobre a religião grega são as Lendas Homéricas, do século VIII a. C., mas é possível rastrear a evolução de crenças antecedentes. Quando os indo-europeus chegaram à Grécia, já traziam suas próprias crenças e deuses, entre eles Zeus, protetor dos clãs guerreiros e senhor dos estados atmosféricos.
Também assimilaram cultos dos habitantes originais da península, os Pelasgos, como o oráculo de Dodona, os deuses dos rios e dos ventos e Deméter, a deusa de cabeça de cavalo que encarnava o ciclo da vegetação. Depois de se fixarem em Micenas, os gregos entraram em contato com a civilização cretense e com outras civilizações mediterrâneas, das quais herdaram principalmente as divindades femininas como Hera, que passou a ser a esposa de Zeus; Atena, sua filha; e Ártemis, irmã gêmea de Apolo.
O início da filosofia grega, no século VI a.C., trouxe uma reflexão sobre as crenças e mitos do povo grego. Alguns pensadores, como Heráclito, os Sofistas e Aristófanes, encontraram na mitologia motivo de ironia e zombaria. Outros, como Platão e Aristóteles, prescindiram dos deuses do Olimpo para desenvolver uma idéia filosoficamente depurada sobre a divindade. Enquanto isso, o culto público, a religião oficial, alcançava seu momento mais glorioso, em que teve como símbolo o Pártenon ateniense, mandado construir por Péricles.
A religiosidade popular evidenciava-se nos festejos tradicionais, em geral de origem camponesa, ainda que remoçada com novos nomes.
Os camponeses cultuavam Pã, deus dos rebanhos, cuja flauta mágica os pastores tentavam imitar; as ninfas, que protegiam suas casas; e as nereidas, divindades marinhas.
As conquistas de Alexandre o Grande facilitaram o intercâmbio entre as respectivas mitologias, de vencedores e vencidos, ainda que fossem influências de caráter mais cultural que autenticamente religioso.
Assim é que foram incorporadas à religião helênica a deusa frígia Cibele e os deuses egípcios Ísis e Serápis.
Pode-se dizer que o sincretismo, ou fusão pacífica das diversas religiões, foi a característica dominante do período Helenístico.
Fonte: www.geocities.com

AS JANEIRAS QUE ELES NÃO MOSTRARAM


A MÚMIA ESTAVA RODEADA DE "LAMBEDORES" PARA LHE AQUECEREM O ANO E OS BOLSOS

O que pretende Vítor Gaspar?

Se Gaspar quisesse que as receitas fiscais correspondessem às previstas para não falhar sistematicamente nas execuções orçamentais adoptaria aumentos de impostos em níveis capazes de gerar receitas adicionais em vez de promover a evasão fiscal. Mas parece que Vítor Gaspar não está interessado em que as receitas fiscais sejam as previstas e cubram as despesas, dando lugar a défices orçamentais supostamente inesperados, a que o ministro gosta de chamar “desvios colossais”.
 
Se Gaspar quisesse estabilidade política não provocaria Cavaco ignorando-o e desprezando-o sistematicamente, não adoptaria orçamentos de tal forma inconstitucionais que são uma provocação à residência e ao próprio Tribunal Constitucional, não gostaria do papel de número três do governo quando sabe que a sua permanência no governo depende da vontade do líder do CDS.

Se Gaspar pretendesse assegurar a paz social tão elogiada pelos seus amigos alemães não provocaria sistematicamente os interlocutores da concertação social como o fez de forma demasiado grosseira com a imbecilidade da TSU e, mais recentemente, com a ideia de quase eliminar as indemnizações por despedimento.
  
Se Gaspar quisesse a coesão do seu próprio governo não trataria os seus colegas com o desprezo e sobranceria com que os trata, chegando esse tratamento a ser humilhante e a ultrapassar o aceitável quando está em causa o pobre do ministro da Economia. Álvaro Santos Pereira é o possuidor do único sucesso palpável deste governo, o acordo na concertação social, e foi o único membro deste governo a defender a necessidade de promover o crescimento.
  
Se Gaspar estivesse empenhado em promover o crescimento económico defenderia uma redução do IRC em vez de criar mais um grupo para cuja posse nem convidou o ministro da Economia. Seria mais equilibrado nos aumentos dos impostos e não conduziria a economia para o desastre.
  
O que pretende Gaspar ao fazer os possíveis para aumentar o buraco orçamental e a dívida soberana, ao boicotar a concertação social, ao lançar as culpas da crise financeira para instituições fundamentais para a democracia, como é o caso da Presidência da República e o Tribunal Constitucional, ao impedir qualquer medida que estimule o crescimento económico?

Vítor Gaspar só pode pretender aquilo que resulta objectivamente das suas políticas, um grave conflito social, um país totalmente arruinado e com o Estado em adiantado estádio de desorganização, a juventude com qualificações no estrangeiro, o investimento estrangeiro abandonando um país à beira do colapso. Para quê, para aparecer como salvador da Pátria e poder impor ao povo português as suas ideias, o seu próprio conceito de país, o modelo social que só ele sabe qual é?

Vítor Gaspar é doido? Parece que sim, só um doido pode ter esta estratégia.

OJumento

Cientistas japoneses filmaram lula gigante nas profundezas do Pacífico (vídeo)


A lula terá perto de oito metros e foi filmada até uma profundidade de 900 metros. A filmagem inédita é o resultado de uma série de expedições no Oceano Pacífico, levadas a cabo por cientistas e emissoras televisivas 

O Museu Nacional de Ciência conseguiu filmar, com sucesso, a lula no seu habitat natural pela primeira vez, em conjunto com a estação televisiva pública NHK e o Discovery Channel, dos Estados Unidos.
Depois de cerca de uma centena de expedições, durante as quais passaram 400 horas no submarino, os três tripulantes seguiram o rasto do molusco ao longo de 15 quilómetros a leste da ilha de Chichi, no norte do Oceano Pacífico.
Tsunemi Kubodera, investigador do museu, afirmou que seguiram a lula gigante a uma profundidade de 900 metros à medida que esta avançava para o 'abismo' do Oceano.
A NHK transmitiu imagens da lula, de cor prateada e de enormes olhos pretos, à medida que esta se movimentava contra a corrente.

VIDA LONGA PARA A JUSTIÇA PORTUGUESA



VIDA LONGA PARA A JUSTIÇA
                          PORTUGUESA........
Eu a pensar que tinham prendido o pinóquio, emigrado em Paris.

. A justiça portuguesa está de parabéns!*

· Desde a morte de Francisco Sá Carneiro e do eterno mistério que a rodeia…
· Ao desaparecimento de Madeleine McCann
· Ao caso Casa Pia
· Ao caso Portucale
· E Operação Furacão
· Da compra dos submarinos
· Às escutas ao primeiro-ministro
· Do caso da Universidade Independente
· Ao caso da Universidade Moderna
· Do Futebol Clube do Porto (Pinto da Costa)
· Da corrupção dos árbitros e do perdão da divida á segurança social a favor
do Benfica.
· À corrupção dos autarcas.
· De Fátima Felgueiras.
· A Isaltino Morais.
· Da Braga parques.
· Ao grande empresário Bibi.
· Das queixas tardias de Catalina Pestana.
· Às de João Cravinho.
. Do processo Costa Freire / Zeze Beleza, quem não se lembra?
· Do miúdo electrocutado no semáforo.
· Do outro afogado num parque aquático.
· Das crianças assassinadas na Madeira.
· Do mistério dos crimes imputados ao padre Frederico.
· Do autarca alentejano queimado no seu carro e cuja cabeça foi roubada do
Instituto de Medicina Legal.
· A miúda desaparecida em Figueira.
· Todas as crianças desaparecida antes delas, quem as procurou?
· As famosas fotografias de Teresa Costa Macedo. Aquelas em que ela
reconheceu imensa gente 'importante', jogadores de futebol, milionários,
políticos.
· Os crimes de evasão fiscal de Artur Albarran
· Os negócios escuros do grupo Carlyle do senhor Carlucci em Portugal.
· O mesmo grupo Carlyle onde labora o ex-ministro Martins da Cruz, apeado
por causa de um pequeno crime sem importância, o da cunha para a sua filha.
· E aquele médico do Hospital de Santa Maria, suspeito de ter assassinado
doentes por negligência.
. E Oliveira e Costa, Duarte Lima, Dias Loureiro, João Rendeiro, BPN etc.

Pois é... a justiça portuguesa está de parabéns! Depois de anos e anos a
batalhar eis que surgem os primeiros resultados.
Prenderam um jovem* *de 17 anos* *que fez um download de música...* *grande
malandro!!!!

*VIVA!!!!*
*Primeiro português condenado à prisão por pirataria musical na Internet!
O individuo poderá passar entre 60 a 90 dias atrás das grades por ter feito
o download e partilhado música ilegalmente com outros utilizadores!*
*
**Agora sim,
*sinto-me mais seguro!

A especiaria