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segunda-feira, 10 de dezembro de 2012


Recolha de imagens da RTP pela PSP foi "ilegal"

Guilherme da Fonseca, juiz conselheiro do Tribunal Constitucional,  considera que houve "vários patamares de ilegalidade e de ilegitimidade" na greve geral de 14 de novembro frente ao Parlamento.

 Segunda feira, 10 de dezembro de 2012


"As atuações policiais excessivas e desproporcionadas, contrariam os limites constitucionais", afirma Guilherme da Fonsenca
"As atuações policiais excessivas e desproporcionadas, contrariam os limites constitucionais", afirma Guilherme da Fonsenca
Tiago Miranda
O juiz conselheiro do Tribunal Constitucional Guilherme da Fonseca afirmou hoje que a atuação policial de 14 de novembro e a recolha de imagens não editadas na RTP "são ilegais" e "só podem explicar-se com um interesse ilegítimo" da Polícia.
"A conclusão que eu tiro é que [se tratou de uma] atividade ilegal e ilícita das autoridades policiais, com violação do direito ao sigilo profissional dos jornalistas", afirmou Guilherme da Fonseca, durante uma iniciativa organizada pela Comissão de Trabalhadores da RTP.
Para o juiz conselheiro, esta atuação "só pode explicar-se por um interesse ilegítimo das autoridades policiais para a possível identificação de suspeitos que participaram nestes acontecimentos".
No entanto, explicou o responsável, salvaguardando que falava a título pessoal, "a obtenção destas imagens na RTP não vale nada, é ilegitima e é passível de juízos criminais".

Atuação das autoridades foi "excessiva e desproporcionada"


O juiz conselheiro considerou ainda que houve "vários patamares de ilegalidade e de ilegitimidade" nos acontecimentos de 14 de novembro, dia de greve geral, frente ao Parlamento.
"As atuações policiais [foram] excessivas e desproporcionadas, contrariam os limites constitucionais. Esta atuação policial, pelo excesso que revela, merece a censura constitucional e não tem cobertura na lei de segurança interna", afirmou.
Relativamente ao acesso por parte das autoridades policiais às imagens não editadas recolhidas pelas equipas de reportagem da RTP, Guilherme da Fonseca referiu que, "no que toca à obtenção das imagens, não há nenhuma cobertura legal", uma vez que esse acesso "não foi precedido de nenhuma autorização das autoridades judiciárias competentes", explicou.
O juiz conselheiro disse ainda que estes direitos "podem conflituar" com o direito à Justiça: "Mas, neste caso, é fácil, porque não há verdadeiramente nenhuma confrontação entre os direitos fundamentais e o direito à justiça", defendeu Guilherme da Fonseca.
O responsável participava no debate "Caso Brutosgate: perspetivas jurídicas e deontológicas", uma iniciativa promovida hoje pela Comissão de Trabalhadores da estação pública de televisão.


Ler mais: http://expresso.sapo.pt/recolha-de-imagens-da-rtp-pela-psp-foi-ilegal=f772893#ixzz2EgY7fHFF

Posted: 10 Dec 2012 04:51 AM PST
 
Banco Alimentar: a engorda da Igreja Católica
 
"Roubam-se salários, roubam-se pensões, lançam-se no desemprego milhões de pessoas, e depois entregam o dinheiro a uns "seres morais" que, privadamente, com o dinheiro público e as doações das populações, servem as refeições aos esfomeados. O desprezo mais repugnante pela condição, a hipocrisia do falso moralizador que, hipocritamente, se intitula em salvador e em benfeitor"
 

1 - Os meios de comunicação social dominantes e os piedosos moralistas defensores da especulação caritativa deram azo à sua veia "humanista", neste últimos tempos, enaltecendo o "trabalho" de uma entidade chamada Banco Alimentar contra a Fome por uma recolha "monumental" de produtos alimentares que, segundo os seus promotores, serão entregues a 2116 "instituições de solidariedade social" com quem aquele mantém "acordos".

De onde vieram os produtos? dos próprios contribuintes. Boa malha.

Chama-se isto "auto-abastecimento" para ser distribuído pelas "capelas".

Porque não recorreu o Banco Alimentar aos dividendos dos accionistas dos bancos, aos chorudos lucros dos capitalistas para "ajudar" quem passa fome?

É o Banco uma instituição idónea, independente? Não.

Os três directores executivos para o triénio de 2012-2014, são Isabel Jonet, José Manuel Simões de Almeida e Sérgio Augusto Sawaya, que foi até, há alguns anos atrás, administrador do Banco BPI (que curiosamente tem como principal accionista a catalã La Caixa, ligada à Opus Dei).

Todos se afirmam católicos e praticantes.

O iniciador do Banco, segundo a sua história oficial, teria sido o comandante José Vaz Pinto, mas a sombra tutelar foi o destacado membro da Companhia de Jesus padre António Vaz Pinto, tido como co-fundador com o engenheiro Manuel Lencastre.

E no historial faz questão de se destacar que: "a sede social da nova instituição foi instalada, provisoriamente, no Centro Universitário Padre António Vieira".

Foi criada - acrescenta-se - uma Comissão Instaladora constituida pelo comandante José Vaz Pinto, pelo snr. eng. Manuel Ferrão de Lencastre e pelo sr. Padre António Vaz Pinto".

Tudo dito e reafirmado, para que conste.

É, portanto, necessário, dizemo-lo com todas as letras: Pertence à Igreja Católica e os benefícios reais vão direitos para essa super-estrutura do actual sistema capitalista, de que ela é uma das principais traves-mestras nos negócios obscuros, como fugas de capitais, e, consequentemente, na responsabilidade directa do despoletar da crise financeira especulativa.

O Vaticano - e as suas sucursais em cada país - é, na actualidade, um dos "pilares" mais influentes do capitalismo financeiro internacional, em perfeita parceria e união, com Wall Street e a City Londrina.

(O Banco Central Europeu tem, como seus accionistas, alguns dos principais grandes bancos ligados ao IOR, ou seja, o principal banco da Santa Sé).

Iremos, mais tarde, ao fundo da questão.


2 - Convém explicar, até com pormenor, qual a razão prática da inutilidade destes Bancos "moralistas", que são, apenas, instituições privadas, que não produzem riqueza, nem fomentam o emprego produtivo, nem educam as massas populares para exigirem os seus direitos, que são deles próprios, porque fazem descontos, logo, pagam impostos.

É função do Estado - e não de qualquer empresa privada, apelidada de de "solidariedade", ou de "caridade" - de prover o bem-estar dos seus súbditos.

A chamadas Instituições de Solidariedade Social - na sua esmagadora, imensamente esmagadora - estão sob controlo financeiro, político e social da Igreja Católica portuguesa. O dinheiro não provem da sua acção.

É o Estado que transfere os dinheiros públicos para os homens-fortes dessas instituições (IPSS, Misericórdias, e outras) os hierarcas religiosos, que dependem dos bispos.

E a dotação orçamental do Estado (OE), repito do Estado ultrapassou em 2011 os 1,2 milhões de euros.

Além do mais os utentes, nos casos dos lares, entreguem ainda até 80 por cento das suas reformas. Um duplo ganho para os cofres da Igreja Católica.

Do ponto de vista do progresso humano, da evolução societária, não podemos ser cúmplices das falsificações dos tipos de solidariedade colectiva social e das próprias relações sociais que atravessam todo o sistema da actividade humana.

Tudo isto nasce, de uma situação de favor, crismada por um documento leonino para o Vaticano que se chama Concordata.

Por muitas incompreensões que possam surgir, estes factos tem de ser denunciados.

As saudações dessa gentalha tem o seu quê de balofo, de hipócrita, de metamorfoses das verdadeiras, das reais intenções que enquadram toda a panóplia que está por detrás do Banco Alimentar contra a Fome, que é, nem mais nem menos, do que, em Portugal a Igreja Católica portuguesa, e, no Mundo, o Vaticano.

É natural que numa situação de empobrecimento real da população, que busca, em primeiro lugar, a sobrevivência, as pessoas - e são em número elevado - pensem na sua "barriga" e na alimentação, ainda que mínima, e dos seus próximos.

Naturalmente, os apaniguados da caridade, como reacção, lançar-se-ão, como leões esfaimados, contra aqueles que denunciam os manipuladores da miséria, os hipócritas do bem fazer, encobertos com a perfídia de evitar que os instigadores do empobrecimento do povo, sejam apontados e severamente castigados.


3 - O Banco Alimentar contra a Fome (BACF) é "uma grande empresa e tem de ser gerido como uma grande empresa", confessa à revista da CIA norte-americana "Selecções Reader`s Digest", numa entrevista conduzida por uma senhora chamada Anabela Mota Ribeiro à Presidente da Direcção da citada entidade, Isabel Jonet.

Ora, uma empresa em gestão capitalista tem de dar lucro, pois, caso contrário, deixará de existir.

Ela referencia, aliás, o seu papel: "o de gestora eficiente e quase implacável".

E a empresa tem recursos?

Ela responde, que sim: "temos recursos que nos são confiadas por pessoas e empresas que acreditam em nós".

E a recolha de produtos é canalizada para quem? Isabel Jonet cita, na entrevista: "1.554 instituições".

Consultado o relatório do BACF de 2010, verifica-se que o grosso da distribuição de produtos se espalha, essencialmente, por "conferências vicentinas", "centros paroquiais", "centros sociais" e "associações", umbilicalmente, ligadas à Igreja Católica portuguesa.

Naturalmente, o BACF tem, ao seu serviço, muitos voluntários, mas igualmente trabalha com "profissionalismo", ou seja há um sector que recebe dos "donativos" para seu favor. Como sempre, em instituições da Igreja Católica, os valores monetários são "enrolados", obscurecidos, como por encanto.

Vamos referir e enquadrar a parte a que isso diz respeito no relatório de actividades de 2010, que tem a assinatura principal de Isabel Jonet.

Circulam, portanto, produtos, mas também dinheiro - não sabemos quanto, porque o relatório não o divulga.

"Em 2010, registou-se um grande acréscimo (19,7%) no total de produtos angariados relativamente ao ano anterior, resultante sobretudo da dotação orçamental extraordinária aprovada pelo Conselho de Ministros da UE para o Programa Comunitário de Ajuda a Carenciados (excedentes da União Europeia), em resposta à crise vivida na União Europeia e à qual Portugal não escapou", assinala o Relatório, ou seja a UE deu dinheiro ao Banco.

No mesmo relatório, pag. 12, são explanadas, em traços, largos, as contas, em dinheiro, repito, em dinheiro, que são "movimentadas", não sabemos como!!!, com os títulos gerais "Custos" e "Proveitos". Os primeiros, no total, ascendem, em 2010, a 17.500.303,38 euros, e os "Proveitos" somam 17.510.470,89 euros.

Dos custos, retiramos que foram "gastos", nesse ano, 16.585.250,47 euros em bens alimentares doados distribuídos, e entregues 278.197,70 em "renumerações e respectivos em encargos".

Foram gastos ainda 117.322,24 euros em "transportes e combustíveis", bem como cerca de 20 mil euros "deslocações e despesas com voluntários".

Além de que nesta rubrica geral, há uma sub-rubrica chamada "provisões", não explicitada, com o valor de 101.069,19 euros.

Dos produtos, doados pelas grandes empresas, como Pingo Doce, SONAE, entre outras, recebem os "restos", bem como do MARL, ao fim do dia, ou seja quando se encontram, provavelmente, em fase de degradação.

Estamos perante uma domesticação grosseira das necessidades das pessoas carenciadas.

Roubam-se salários, roubam-se pensões, lançam no desemprego milhões de pessoas, e depois entregam o dinheiro a uns "seres morais" que, privadamente, com o dinheiro público e as doações populações, servem as refeições aos esfomeados.

O desprezo mais repugnante pela condição, a hipocrisia do falso moralizador que, hipocritamente, se intitula em salvador e em benfeitor.


4 - O Vaticano - sejamos precisos, a Igreja Católica Apostólica Romana - com sede em Roma é hoje o maior Estado capitalista mundial, cujos tentáculos empresariais e negociais se estendem por todo o Mundo: Desde a União Europeia até aos Estados Unidos, passando pela China, Ásia e África.

É o Estado mais pequeno, mais também o mais autocrático. É regido, sem qualquer repartição de poder, por um único homem, que se intitula Papa, que movimenta biliões e biliões de euros, sem prestar contas a ninguém, nem sequer torna conhecido o seu Orçamento.

Controla bancos, grandes empresas industriais, redes de transportes ferroviários, rodoviários e marítimos, sistema inteiros privados e públicos de saúde, enquadra redes transnacionais de comércio e, acima de tudo, trafica em tudo o que é ilegal, desde branqueamento de capitais, dinheiro do tráfico de droga e humanos, negócios mais escabrosos do armamento.

A Igreja Católica somente teve um papel preponderante, ao longo da História, quando teve acesso ao controlo de dinheiro. Assim ocorreu na Idade Média e no Renascimento e, assim, veio a suceder, na primeira metade do século XX, quando se aliou aos fascistas italianos em troca de uma quantidade enorme de dinheiro.

Quando perdeu poder - e isso aconteceu em plena fase da independência italiana, com a perda dos chamados Estados Papais - a Santa Sé ficou reduzida à sua insignificância.

Vamos, então finalmente, ao fundo da questão, tal como atrás apontávamos.

Em 1927, através de um Tratado que se chamou de Latrão, a Santa Sé, do falecido Papa Pio XI, em troca do apoio ao sistema fascista italiano, em todas as vertentes, recebeu das mãos de Benito Mussolini um valor de cerca de 100 milhões de dólares, que os financeiros do Vaticano aplicaram em negócios em todo o Mundo. Primeiro, em Itália, depois, na Inglaterra e Nos Estados Unidos.

Esse dinheiro foi aplicado em investimentos rentáveis imediatos e títulos de Tesouro (uma parte substancial do Tesouro inglês pertence ao Papado). O Banco do Vaticano, o Istituto per la Opere de la Religione (IOR), tornou-se um banco sem controlo, com completa imunidade nas transacções, de acordo com o Tratado citado.

O Tratado estipulava ainda que três alíneas (29, 30 e 31) que isentavam de impostos as chamadas "instituições eclesiásticas", incluindo o IOR, ou seja as nossos Instituições de Solidariedade Social e Misericórdias, entre outras, bem como o pagamento de salários aos padres

Com a permissão de Mussolini, o Papado começou a tomar conta de grandes empresas, principalmente das que ficavam sob a alçada do IRI - Istituto di Reconstruzioni Industriale, entidade criada para gerir os fundos estatais destinados a salvar empresas e bancos.

As empresas de águas das principais cidades saltaram para as mãos do Vaticano, bem como as redes de gás e grande parte da indústria automóvel e petrolífera e praticamente de mais de 3/5 do sistema bancário.

A Santa Sé interligou com a finança judia internacional, especialmente norte-americana, e hoje tem uma quota-parte significatica do investimento de Wall Street e da City Londrina (J.P.Morgan, General Electrics, Hambros Bank, Chase Manhattan, First National Bank, etc etc. Não falando já no Barclays Bank, o Santander, O Crédit Suisse,

O Vaticano tem uma supremacia acentuada, em parceria estratégica com o capital judeu (Rotschild/Rockfeller), no Banco Central Europeu.

Domina, praticamente, o Banco Central Italiano ( com bancos accionistas como as Cassa de Risparmio, Intesa saoPaolo, Unicredit, Assicucurazioni General e Unibanca), para não falar em bancos dispersos por outros países que são accionistas do BCE: como o grupo Allianz, Deutschbank, Commerzbank, Abn Amro, Barclays Bank, BNP Parisbás, grupo Santander, Royal Bank of Scotland e Bankia.



BANCO ALIMENTAR: A ENGORDA DA IGREJA CATÓLICA(fotos)



Mafarrico vermelho

Posted: 10 Dec 2012 04:51 AM PST
 
Banco Alimentar: a engorda da Igreja Católica
 
"Roubam-se salários, roubam-se pensões, lançam-se no desemprego milhões de pessoas, e depois entregam o dinheiro a uns "seres morais" que, privadamente, com o dinheiro público e as doações das populações, servem as refeições aos esfomeados. O desprezo mais repugnante pela condição, a hipocrisia do falso moralizador que, hipocritamente, se intitula em salvador e em benfeitor"
 

1 - Os meios de comunicação social dominantes e os piedosos moralistas defensores da especulação caritativa deram azo à sua veia "humanista", neste últimos tempos, enaltecendo o "trabalho" de uma entidade chamada Banco Alimentar contra a Fome por uma recolha "monumental" de produtos alimentares que, segundo os seus promotores, serão entregues a 2116 "instituições de solidariedade social" com quem aquele mantém "acordos".

De onde vieram os produtos? dos próprios contribuintes. Boa malha.

Chama-se isto "auto-abastecimento" para ser distribuído pelas "capelas".

Porque não recorreu o Banco Alimentar aos dividendos dos accionistas dos bancos, aos chorudos lucros dos capitalistas para "ajudar" quem passa fome?

É o Banco uma instituição idónea, independente? Não.

Os três directores executivos para o triénio de 2012-2014, são Isabel Jonet, José Manuel Simões de Almeida e Sérgio Augusto Sawaya, que foi até, há alguns anos atrás, administrador do Banco BPI (que curiosamente tem como principal accionista a catalã La Caixa, ligada à Opus Dei).

Todos se afirmam católicos e praticantes.

O iniciador do Banco, segundo a sua história oficial, teria sido o comandante José Vaz Pinto, mas a sombra tutelar foi o destacado membro da Companhia de Jesus padre António Vaz Pinto, tido como co-fundador com o engenheiro Manuel Lencastre.

E no historial faz questão de se destacar que: "a sede social da nova instituição foi instalada, provisoriamente, no Centro Universitário Padre António Vieira".

Foi criada - acrescenta-se - uma Comissão Instaladora constituida pelo comandante José Vaz Pinto, pelo snr. eng. Manuel Ferrão de Lencastre e pelo sr. Padre António Vaz Pinto".

Tudo dito e reafirmado, para que conste.

É, portanto, necessário, dizemo-lo com todas as letras: Pertence à Igreja Católica e os benefícios reais vão direitos para essa super-estrutura do actual sistema capitalista, de que ela é uma das principais traves-mestras nos negócios obscuros, como fugas de capitais, e, consequentemente, na responsabilidade directa do despoletar da crise financeira especulativa.

O Vaticano - e as suas sucursais em cada país - é, na actualidade, um dos "pilares" mais influentes do capitalismo financeiro internacional, em perfeita parceria e união, com Wall Street e a City Londrina.

(O Banco Central Europeu tem, como seus accionistas, alguns dos principais grandes bancos ligados ao IOR, ou seja, o principal banco da Santa Sé).

Iremos, mais tarde, ao fundo da questão.


2 - Convém explicar, até com pormenor, qual a razão prática da inutilidade destes Bancos "moralistas", que são, apenas, instituições privadas, que não produzem riqueza, nem fomentam o emprego produtivo, nem educam as massas populares para exigirem os seus direitos, que são deles próprios, porque fazem descontos, logo, pagam impostos.

É função do Estado - e não de qualquer empresa privada, apelidada de de "solidariedade", ou de "caridade" - de prover o bem-estar dos seus súbditos.

A chamadas Instituições de Solidariedade Social - na sua esmagadora, imensamente esmagadora - estão sob controlo financeiro, político e social da Igreja Católica portuguesa. O dinheiro não provem da sua acção.

É o Estado que transfere os dinheiros públicos para os homens-fortes dessas instituições (IPSS, Misericórdias, e outras) os hierarcas religiosos, que dependem dos bispos.

E a dotação orçamental do Estado (OE), repito do Estado ultrapassou em 2011 os 1,2 milhões de euros.

Além do mais os utentes, nos casos dos lares, entreguem ainda até 80 por cento das suas reformas. Um duplo ganho para os cofres da Igreja Católica.

Do ponto de vista do progresso humano, da evolução societária, não podemos ser cúmplices das falsificações dos tipos de solidariedade colectiva social e das próprias relações sociais que atravessam todo o sistema da actividade humana.

Tudo isto nasce, de uma situação de favor, crismada por um documento leonino para o Vaticano que se chama Concordata.

Por muitas incompreensões que possam surgir, estes factos tem de ser denunciados.

As saudações dessa gentalha tem o seu quê de balofo, de hipócrita, de metamorfoses das verdadeiras, das reais intenções que enquadram toda a panóplia que está por detrás do Banco Alimentar contra a Fome, que é, nem mais nem menos, do que, em Portugal a Igreja Católica portuguesa, e, no Mundo, o Vaticano.

É natural que numa situação de empobrecimento real da população, que busca, em primeiro lugar, a sobrevivência, as pessoas - e são em número elevado - pensem na sua "barriga" e na alimentação, ainda que mínima, e dos seus próximos.

Naturalmente, os apaniguados da caridade, como reacção, lançar-se-ão, como leões esfaimados, contra aqueles que denunciam os manipuladores da miséria, os hipócritas do bem fazer, encobertos com a perfídia de evitar que os instigadores do empobrecimento do povo, sejam apontados e severamente castigados.


3 - O Banco Alimentar contra a Fome (BACF) é "uma grande empresa e tem de ser gerido como uma grande empresa", confessa à revista da CIA norte-americana "Selecções Reader`s Digest", numa entrevista conduzida por uma senhora chamada Anabela Mota Ribeiro à Presidente da Direcção da citada entidade, Isabel Jonet.

Ora, uma empresa em gestão capitalista tem de dar lucro, pois, caso contrário, deixará de existir.

Ela referencia, aliás, o seu papel: "o de gestora eficiente e quase implacável".

E a empresa tem recursos?

Ela responde, que sim: "temos recursos que nos são confiadas por pessoas e empresas que acreditam em nós".

E a recolha de produtos é canalizada para quem? Isabel Jonet cita, na entrevista: "1.554 instituições".

Consultado o relatório do BACF de 2010, verifica-se que o grosso da distribuição de produtos se espalha, essencialmente, por "conferências vicentinas", "centros paroquiais", "centros sociais" e "associações", umbilicalmente, ligadas à Igreja Católica portuguesa.

Naturalmente, o BACF tem, ao seu serviço, muitos voluntários, mas igualmente trabalha com "profissionalismo", ou seja há um sector que recebe dos "donativos" para seu favor. Como sempre, em instituições da Igreja Católica, os valores monetários são "enrolados", obscurecidos, como por encanto.

Vamos referir e enquadrar a parte a que isso diz respeito no relatório de actividades de 2010, que tem a assinatura principal de Isabel Jonet.

Circulam, portanto, produtos, mas também dinheiro - não sabemos quanto, porque o relatório não o divulga.

"Em 2010, registou-se um grande acréscimo (19,7%) no total de produtos angariados relativamente ao ano anterior, resultante sobretudo da dotação orçamental extraordinária aprovada pelo Conselho de Ministros da UE para o Programa Comunitário de Ajuda a Carenciados (excedentes da União Europeia), em resposta à crise vivida na União Europeia e à qual Portugal não escapou", assinala o Relatório, ou seja a UE deu dinheiro ao Banco.

No mesmo relatório, pag. 12, são explanadas, em traços, largos, as contas, em dinheiro, repito, em dinheiro, que são "movimentadas", não sabemos como!!!, com os títulos gerais "Custos" e "Proveitos". Os primeiros, no total, ascendem, em 2010, a 17.500.303,38 euros, e os "Proveitos" somam 17.510.470,89 euros.

Dos custos, retiramos que foram "gastos", nesse ano, 16.585.250,47 euros em bens alimentares doados distribuídos, e entregues 278.197,70 em "renumerações e respectivos em encargos".

Foram gastos ainda 117.322,24 euros em "transportes e combustíveis", bem como cerca de 20 mil euros "deslocações e despesas com voluntários".

Além de que nesta rubrica geral, há uma sub-rubrica chamada "provisões", não explicitada, com o valor de 101.069,19 euros.

Dos produtos, doados pelas grandes empresas, como Pingo Doce, SONAE, entre outras, recebem os "restos", bem como do MARL, ao fim do dia, ou seja quando se encontram, provavelmente, em fase de degradação.

Estamos perante uma domesticação grosseira das necessidades das pessoas carenciadas.

Roubam-se salários, roubam-se pensões, lançam no desemprego milhões de pessoas, e depois entregam o dinheiro a uns "seres morais" que, privadamente, com o dinheiro público e as doações populações, servem as refeições aos esfomeados.

O desprezo mais repugnante pela condição, a hipocrisia do falso moralizador que, hipocritamente, se intitula em salvador e em benfeitor.


4 - O Vaticano - sejamos precisos, a Igreja Católica Apostólica Romana - com sede em Roma é hoje o maior Estado capitalista mundial, cujos tentáculos empresariais e negociais se estendem por todo o Mundo: Desde a União Europeia até aos Estados Unidos, passando pela China, Ásia e África.

É o Estado mais pequeno, mais também o mais autocrático. É regido, sem qualquer repartição de poder, por um único homem, que se intitula Papa, que movimenta biliões e biliões de euros, sem prestar contas a ninguém, nem sequer torna conhecido o seu Orçamento.

Controla bancos, grandes empresas industriais, redes de transportes ferroviários, rodoviários e marítimos, sistema inteiros privados e públicos de saúde, enquadra redes transnacionais de comércio e, acima de tudo, trafica em tudo o que é ilegal, desde branqueamento de capitais, dinheiro do tráfico de droga e humanos, negócios mais escabrosos do armamento.

A Igreja Católica somente teve um papel preponderante, ao longo da História, quando teve acesso ao controlo de dinheiro. Assim ocorreu na Idade Média e no Renascimento e, assim, veio a suceder, na primeira metade do século XX, quando se aliou aos fascistas italianos em troca de uma quantidade enorme de dinheiro.

Quando perdeu poder - e isso aconteceu em plena fase da independência italiana, com a perda dos chamados Estados Papais - a Santa Sé ficou reduzida à sua insignificância.

Vamos, então finalmente, ao fundo da questão, tal como atrás apontávamos.

Em 1927, através de um Tratado que se chamou de Latrão, a Santa Sé, do falecido Papa Pio XI, em troca do apoio ao sistema fascista italiano, em todas as vertentes, recebeu das mãos de Benito Mussolini um valor de cerca de 100 milhões de dólares, que os financeiros do Vaticano aplicaram em negócios em todo o Mundo. Primeiro, em Itália, depois, na Inglaterra e Nos Estados Unidos.

Esse dinheiro foi aplicado em investimentos rentáveis imediatos e títulos de Tesouro (uma parte substancial do Tesouro inglês pertence ao Papado). O Banco do Vaticano, o Istituto per la Opere de la Religione (IOR), tornou-se um banco sem controlo, com completa imunidade nas transacções, de acordo com o Tratado citado.

O Tratado estipulava ainda que três alíneas (29, 30 e 31) que isentavam de impostos as chamadas "instituições eclesiásticas", incluindo o IOR, ou seja as nossos Instituições de Solidariedade Social e Misericórdias, entre outras, bem como o pagamento de salários aos padres

Com a permissão de Mussolini, o Papado começou a tomar conta de grandes empresas, principalmente das que ficavam sob a alçada do IRI - Istituto di Reconstruzioni Industriale, entidade criada para gerir os fundos estatais destinados a salvar empresas e bancos.

As empresas de águas das principais cidades saltaram para as mãos do Vaticano, bem como as redes de gás e grande parte da indústria automóvel e petrolífera e praticamente de mais de 3/5 do sistema bancário.

A Santa Sé interligou com a finança judia internacional, especialmente norte-americana, e hoje tem uma quota-parte significatica do investimento de Wall Street e da City Londrina (J.P.Morgan, General Electrics, Hambros Bank, Chase Manhattan, First National Bank, etc etc. Não falando já no Barclays Bank, o Santander, O Crédit Suisse,

O Vaticano tem uma supremacia acentuada, em parceria estratégica com o capital judeu (Rotschild/Rockfeller), no Banco Central Europeu.

Domina, praticamente, o Banco Central Italiano ( com bancos accionistas como as Cassa de Risparmio, Intesa saoPaolo, Unicredit, Assicucurazioni General e Unibanca), para não falar em bancos dispersos por outros países que são accionistas do BCE: como o grupo Allianz, Deutschbank, Commerzbank, Abn Amro, Barclays Bank, BNP Parisbás, grupo Santander, Royal Bank of Scotland e Bankia.



BANCO ALIMENTAR: A ENGORDA DA IGREJA CATÓLICA(fotos)



Mafarrico vermelho

AGORA OLHINHO (NELE) VAMOS VER COMO VAI SER APLICADO O DINHEIRO


PAEL APROVADO PARA FARO

A candidatura apresentada pela Câmara Municipal ao Programa de Apoio à Economia Local (PAEL) foi aprovada pelo Governo, no valor de 21.352.465,29 Milhões de euros.
Camara edificioA Câmara Municipal de Faro (CMF) recebeu a aprovação da candidatura ao PAEL cujo valor de financiamento foi fixado em 21.353.465,29 M. “Este montante permitirá regularizar a divida contraída pelo Município após 2007 completando o esforço que se vem desenvolvendo nos últimos anos e que permitiu já ter pago neste momento a divida legalmente contraída dos anos 2000 a 2006″, anuncia a CMF em nota de imprensa.
O PAEL tem como principal objetivo a regularização das dívidas vencidas há mais de 90 dias, emitidas até ao dia 31 de março de 2012. “Este financiamento extraordinário vem igualmente permitir injetar capital nas empresas do concelho, sendo por isso também um importante contributo para o equilíbrio financeiro da economia de Faro. Para a autarquia é a única forma para honrar compromissos há muito assumidos e, acima de tudo, vem trazer uma nova esperança na revitalização económica”, salienta a autarquia.
Doca (5)A edilidade farense sublinha que “dos cerca de 12 milhões de euros que a Câmara Municipal vai receber, possivelmente em janeiro na 1ª tranche, 8,7 milhões de euros destinam-se a pagar dívidas referentes ao mandato anterior de 2007 a 2009″.
Assim, “o pagamento será dividido em três tranches: a primeira após a obtenção do visto do Tribunal de Contas ao contrato de empréstimo e que corresponde a 60% do valor total do empréstimo (cerca de 12 milhões de euros), a segunda que corresponde a 20% do empréstimo é disponibilizada mediante comprovativo do pagamento integral, por ordem cronológica, das dívidas elegíveis abrangidas pela tranche anterior e a terceira, que corresponde aos restantes 20%, é recebida com o comprovativo dos pagamentos integral das dívidas elegíveis abrangidas pela tranche anterior”, conclui a CMF.

Press Algarve

o fascismo e os seus lacaios - António Garrochinho

Reparem que raros são os fascistas que ocupam o poder que não previligiam a Igreja e a dita vice-verso.

É ver os governantes a benzerem-se, a apregoarem a propagadearem a "seita maior", até mesmo alguns que se dizem laicos.

Defendem estes manipuladores, a justiça, a amizade e o respeito entre os povos ao mesmo tempo que são eles os que promovem as guerras, a exploração, as diferenças sociais que levam á fome e á miséria a humanidade.

Gostam de deus, os fascistas, mas não e

xplicam o seu verdadeiro deus. O DINHEIRO !

O Vaticano que mais parece um bordel ajuda.

Mais perversos ainda, os que votam e defendem esta gentalha, verdadeiro podre da nossa sociedade são os cães carrapateiros que com a sua covardia nos fazem pagar a factura (aos que na direita não votam) da sua obediência e servilismo nojento.

Reparem em Marques Mendes um cão de fila que quer disfarçar o veneno do governo PASSOS/PORTAS em néctar açucarado. A isso chama ele afectividade, matar o Povo com a cicuta disfarçada de sumo de laranja, a laranja do PSD.





António Garrochinho

OTIS REDDING





lucros privados, públicos prejuízos


Vamos ficar calados? Vamos aceitar que a TAP e a RTP (isto para não falar na EDP, que já era, ou das Águas, que vão ser) passem para outras mãos em termos absolutamente escandalosos e lesivos dos interesses do País?

Por mim, já fiz uma jura: se a RTP passar para mãos ínvias, nunca mais a sintonizarei. E, entre uma TAP rendida aos dinheiros colombianos e qualquer outra companhia aérea, nunca escolherei a TAP mas uma que me dê garantias de segurança, até hoje um dos grandes trunfos da "nossa" jóia da coroa. Isto, pois está claro, se algum dia voltar a viajar. Um luxo do passado, de quem andou a viver acima das suas possibilidades, nas nuvens. Pois.

Imagem: http://restosdecoleccao.blogspot.pt
Quatro almas


Aos ricos privilégios, aos pobres, austeridade. Governo tirano.





António Marinho e Pinto, Bastonário da Ordem dos Advogados, mais uma vez aponta o 
dedo à injustiça que se faz sentir no mundo da Justiça.

«[...] O primeiro-ministro, se ainda possui alguma réstia de dignidade e 
de moralidade
- tem de explicar por que é que os magistrados continuam a não pagar impostos 
sobre uma parte significativa das suas retribuições; 
- tem de explicar por que é que recebem mais de sete mil euros por ano como 
subsídio de habitação; 
- tem de explicar por que é que essa remuneração está isenta de tributação, 
sobretudo quando o Governo aumenta asfixiantemente os impostos 
sobre o trabalho e se propõe cortar mais de mil milhões de euros nos 
poios sociais, nomeadamente no subsídio de desemprego, no rendimento 
social de inserção, nos cheques-dentista para crianças e — pasme-se — no 
complemento 
solidário para idosos, ou seja, para aquelas pessoas que já não podem deslocar-se,
 alimentar-se nem fazer a sua higiene pessoal.

O primeiro-ministro terá também de explicar ao país por que é que os juízes 
e os procuradores do STJ, do STA, do Tribunal Constitucional e do Tribunal de 
Contas, além de todas aquelas regalias, ainda têm o privilégio de receber ajudas 
de custas (de montante igual ao recebido pelos membros do Governo) por cada dia em
que vão aos respectivos tribunais, ou seja, aos seus locais de trabalho.
Se o não fizer, ficaremos todos, legitimamente, a suspeitar que o primeiro-ministro só mantém 
esses privilégios com o fito de, com eles, tentar comprar indulgências judiciais.»
"A vida corre atrás de nós para nos roubar aquilo que em cada dia temos menos."

Mais alguns exemplos de austeridade selectiva... 
Reformas douradas na justiça, luxos, carros etc
Justiça protegida?
No exército, somam
Na saúde, subtraem
Nos ricos, não cortam
Quem decide onde cortar?
Sugestões onde cortar
Fundações protegidas 
Institutos parasitas
Observatórios cegos

- "Forças de segurança vão receber um aumento de 10,8% OE 2013. Miguel Macedo garante aumento 
na ordem dos 10,8% para PSP, GNR e SEF, em 2013."
- "Portugal é o terceiro país da Zona Euro com mais polícias. Portugal está na frente na 
despesa pública com segurança e ordem pública e número de polícias por habitante da Zona Euro."
- "A despesa de Portugal com Defesa é superior à média da Zona Euro ultrapassando-a no pagamento de 
salários e nos consumos intermédios."   ... Fonte
- Educação: "Governo corta o triplo do que a troika mandou. "
- SNS: "A ‘troika’ mandou cortar 550 milhões e o Governo cortou mais 650 milhões e 
este ano vai cortar mais”, sublinhou.
- Baixar TSU foi iniciativa do Governo, não da troika, diz chefe de missão do FMI." fonte
- Portugal reduziu em mais de 5% dos funcionários públicos entre dezembro de 2011 
e setembro de 2012. Superando, assim, em mais do dobro a meta anual imposta pelo 
memorando da troika.

Mais artigos de Marinho e Pinto.


ARTIGO COMPLETO: http://apodrecetuga.blogspot.com/2012/12/aos-ricos-privilegios-aos-pobres.html#ixzz2EeWbBjZd

Como se chama a um vendedor de panelas? Relvas?


Na Assembleia da Republica foi aprovado a extinção de mais de mil freguesias, enquanto ao mesmo tempo se criam mais uns tachos de coordenadores locais ou regionais, não eleitos mas sim nomeados e a ganhar uns milhares de euros por mês. Uns tachos para agradar aos boys das concelhias e mais uma machadada na democracia. Não se deviam acabar com freguesias, o que se deviam era criar mais garantindo que nenhuma tinha mais de cinco mil habitantes e assim que nenhum membro da junta era remunerado. Assim se garantia que quem concorresse para esses cargos o fazia por cidadania e serviço público e que os cidadãos ficariam com alguém que conheciam e que os poderia atender para ouvir as suas opiniões e problemas. Aproximar os eleitos dos eleitores devia ser o caminho não o contrário, como está a ser feito, em que os eleitos nem conhecem os eleitores e os eleitores vão ver chegar gentes dos partidos, muitos vindos de bem longe, para ocuparem os lugares e os tachos administrativos agora criados.
Este Miguel Relvas é o personagem mais sinistro deste governo, é o homem que cala jornalistas, saneia outros, vai vender a RTP a amigos, anda metidos em segredos das secretas e paga favores feitos ao partido com tachos para boys. Primeiros foram os amigos importantes, em cargos de Administração bem pagos, como na EDP, CGD e outras, depois lugares de assessores e consultores pelos Ministérios e empresas públicas e agora há que satisfazer os boys locais com tachos administrativos bem remunerados. Pelo menos bom pagador de favores este governo é. Ao pé deste Relvas até o aldrabão do Sócrates parece um anjinho
.