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sexta-feira, 7 de dezembro de 2012


25 de Abril opcional nas Embaixadas
O Ministério dos Negócios Estrangeiros, encabeçado por Paulo Portas, decidiu que o dia em que se comemora a Revolução dos Cravos deixará ser feriado obrigatório nas embaixadas, missões bilaterais e serviços consulares portugueses, avança a edição desta sexta-feira do semanário Sol.
O 25 de Abril passará a ser um feriado opcional para funcionários de embaixadas, missões bilaterais e serviços consulares portugueses, de acordo com um decreto de lei do Governo sobre o novo regime laboral destes trabalhadores de serviços externos do Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE), que está em discussão na Assembleia da República.
Assim, apenas o dia de Natal e o 10 de Junho continuam a ser feriados obrigatórios, por assim dizer. Os restantes feriados, sem ultrapassar um total de nove, são escolhidos pelos chefes de missão. Até aqui, saliente-se, as embaixadas portuguesas beneficiavam de feriados a dobrar: os do País de origem e os do país em que estavam instaladas.


Esta alteração, sublinhe-se, conta com a reprovação do Partido Socialista. “É totalmente inaceitável que o dia 25 de Abril tenha sido excluído dos feriados a gozar obrigatoriamente e de forma universal pelos trabalhadores dos serviços externos, por ser um dia histórico com um grande significado simbólico associado à fundação da nossa democracia”, sustenta o deputado ‘rosa’ Paulo Pisco, num parecer que assina sobre o diploma do ministro Paulo Portas, transcrito pelo Sol.

Enfermeira que deu informações sobre a duquesa de Cambridge encontrada morta

Foi enganada por uma jornalista australiana que se fez passar pela rainha.

Uma das enfermeiras que deu informações sobre a gravidez de Kate Middleton, a duquesa de Cambridge, a uma jornalista que se fez passar, ao telefone, pela rainha Isabel II, foi encontrada morta. A polícia suspeita de suicídio, avança a BBC.
"É com grande pesar que confirmamos a sua morte. Trabalhava neste hospital há quatro anos e era uma excelente enfermeira, muito respeitada e muito popular entre as colegas”, disse o director do hospital, John Lofthouse.
Identificada  pelo hospital Edward VII, em Londres, como Jacintha Saldanha, estava na recepção (era madrugada de quinta-feira) e atendeu o telefone a uma pessoa que, dizendo ser a “avó” da duquesa, queria saber do seu estado de saúde. Kate, grávida de dois meses, dera entrada naquele hospital com enjoos matinais severos ­- saiu na quinta-feira e foi-lhe recomendado repouso absoluto.
Soube-se depois que quem telefonou não foi a rainha Isabel II mas sim uma jornalista de uma estação de rádio australiana que pôs a gravação no ar, explicando o mecanismo que usara. Dois locutores (um homem e uma mulher) lembraram-se de telefonar para o hospital, fazer uma imitação da voz da rainha e do príncipe Carlos, e ouvir a reacção.
As autoridades do hospital, citadas pela BBC, consideraram Jacintha Saldanha  - de ascendência indiana - uma "profissional de primeira". Estava previsto que a enfermeira explicasse, esta sexta-feira, aos responsáveis do hospital exactamente o que sucedeu (fora aberto um inquérito). Foi encontrada morta pela polícia perto das 9h30 da manhã, num apartamento não longe do hospital Edward VII.
“Fomos chamados perto das 9h25 a uma morada na rua Weymoyth. Enviámos uma ambulância. Infelizmente, a paciente, uma mulher, estava morta”, explicou em comunicado o serviço de emergência médica de Londres.
O telefonema foi considerado pela imprensa britânica uma falha na segurança da família real, pois mesmo tratando-se de uma informação inócua  há protocolos sobre o fornecimento de informações sobre os Windsor, sobre o seu paradeiro e estado de saúde. Para o hospital de eleição da família real, foi um embaraço e está a ser avaliado se o Edward VII irá ou não processar a estação de rádio australiana e os dois locutores, que entretanto pediram desculpa.
“Lamentamos. Ficámos muito surpreendidas por o nosso telefonema ter resultado. Pensámos que iriam desligar o telefone na nossa cara”, disseram Mel Greig e Michael Christian, da 2Day. Greig fez-se passar pela rainha – pediu para falar com “a neta Kate” -, enquanto que Christian fazia ruídos de fundo dando a ideia de que era o príncipe  Carlos. Jacintha Saldanha respondeu: “Sim, claro, um momento minha senhora”. Passou depois a chamada a outra enfermeira que divulgou mais detalhes sobre o estado da duquesa. A identidade da segunda enfermeira envolvida no incidente não foi divulgado até ao momento.
O pedido de desculpas foi feito antes da notícia da morte da enfermeira.

Publico

Governo Portas envia carta à troika à socapa de Gaspar
A insatisfação com as medidas do Orçamento do Estado para 2013 levou o ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Paulo Portas, a decidir enviar uma carta à troika na qual defende a negociação “política e técnica” do memorando de entendimento.
Portas envia carta à troika à socapa de Gaspar
O CDS-PP vai enviar uma carta ‘fechada’ à troika, na qual mostra a sua posição sobre a sexta revisão do programa de ajuda a Portugal, avançou o semanário Sol. O documento, acrescenta o Diário Económico, está a ser elaborado pelo próprio ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Portas, em articulação com o deputado com Adolfo Mesquita Nunes.
O propósito da carta é criar “um canal directo” de diálogo com a troika, que permita ao CDS por em cima da mesa das negociações propostas que têm sido travadas pelo ministro Vítor Gaspar.
De acordo com o Diário Económico, citando uma fonte centrista, o documento alerta para a necessidade de o Governo encontrar mecanismos de redução estrutural do défice e da despesa do Estado, não se limitando a uma redução nominal, como tem sucedido.

Na carta, Paulo Portas procura sustentar como é que isso pode ser aplicável no memorando e estabelece as prioridades do CDS para a próxima avaliação, em Fevereiro, destaca o Sol.
O semanário lembra ainda que apesar de o CDS estar no Governo, os principais interlocutores com a troika têm sido o ministro das Finanças e o secretário de Estado Adjunto do primeiro-ministro, Carlos Moedas.

Agricultura urbana - «Garantia alimentar no futuro»

A agricultura urbana representa actualmente uma aposta de algumas autarquias, empresas e cidadãos. Para Leonardo Costa, professor na Faculdade de Economia e Gestão da Universidade Católica do Porto, as hortas urbanas constituem um «complemento de rendimento para as famílias em dificuldades», mas também «uma forma de recreio alternativa ao consumo», de «integração social» e «educação ambiental». Para o docente a crise leva a que se equacionem outros modelos de vida e se procurem alternativas. O acesso à terra pode ser um caminho.

Ana Clara | segunda-feira, 3 de Dezembro de 2012

Café Portugal - Defendeu recentemente no congresso sobre «Agricultura do Futuro», organizado pela Confederação Nacional das Cooperativas Agrícolas, que a agricultura urbana pode desempenhar um papel estratégico em termos de segurança alimentar. Em que medida é que isso será vital para a vida das pessoas?
Leonardo Costa - 
Com a globalização do pós Segunda Guerra Mundial, a maioria da população vive em Megacidades ou grandes aglomerações urbanas e em territórios urbanos (cidades) no seio destas grandes aglomerações. Esta população não tem, em média, acesso à terra. O acesso à terra, via agricultura urbana, permitir-lhe-ia evitar situações piores como a fome, em situação de necessidade (perturbações do comércio mundial, desemprego, etc.) e ter acesso a alimentos de qualidade. O acesso à terra desta população deve ser encarado, a meu ver, como um elemento essencial de uma estratégia que vise assegurar a segurança alimentar, em particular, das famílias mais carenciadas. No princípio dos anos de 80 do século XX duas regiões industriais portuguesas viveram graves situações de desemprego e emergência social: a Península de Setúbal e o Vale do Ave. Na primeira houve fome enquanto na segunda não houve. Na primeira os operários não tinham acesso à terra. Na segunda os operários eram também agricultores. Foi o acesso à terra que evitou a fome dos operários agricultores no Vale do Ave e falta de acesso à mesma que não permitiu evitar a fome dos operários na Península de Setúbal.

C.P. - De que modo a população que vive nas cidades pode ter acesso directo à terra, sabendo que nem todas dispõem de terrenos e projectos de hortas urbanas?
L.C. - 
Nem todas as cidades dispõem de projectos de hortas urbanas, no presente. Todavia, o futuro não tem de ser igual ao presente. Acresce que o movimento das hortas urbanas é composto por iniciativas muito variadas, por vezes privadas: empresas que deixam os funcionários cultivarem as franjas circundantes dos terrenos onde se encontram instaladas (iniciativas no contexto da responsabilidade social), associações que entram em contacto com senhorios de terrenos que se encontram expectantes (no sentido de os poderem cultivar durante esse tempo de espera), hortas em estabelecimentos prisionais, em escolas, em hospitais, etc. Do ponto de vista do espaço público, o enquadramento legal dos processos de urbanização obriga à cedência de uma percentagem dos terrenos para espaços verdes e equipamentos públicos. Muitas vezes, as câmaras não têm dinheiro para fazer o tratamento de todos estes terrenos, levando a que estes fiquem em situação expectante. A cedência temporária dos mesmos para hortas urbanas permite a atribuição de um uso que se revela como um duplo benefício: para as Câmaras e para os utilizadores. A Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia está, neste momento, a seguir esta estratégia, na implantação que está a fazer de hortas urbanas.

C.P. - Pode-nos situar o momento do nascimento desta agricultura urbana e as causas que potenciaram o seu crescimento?
L.C. -
 O fenómeno começa com a revolução industrial do século XIX e acentua-se nas duas grandes guerras mundiais do século XX, com jardins públicos a converterem-se em hortas, também em Portugal. No Pós Segunda Guerra Mundial, o fenómeno acompanha os processos de globalização e urbanização em curso, sendo que se vê reforçado com as preocupações ambientais, a partir dos anos 60 do século XX. No presente, o fenómeno é mundial, abrangendo países desenvolvidos e países em desenvolvimento.

C.P. - À crise económica que vivemos não é alheio o crescimento do fenómeno que estamos a abordar…
L.C. -
 Sim, na medida em que estas hortas urbanas constituem um complemento de rendimento para as famílias em dificuldades. Constituem também uma forma de recreio alternativa ao recreio do consumo. A crise faz equacionar os modelos de vida e procurar alternativas.

C.P. - Qual a importância da agricultura urbana actualmente no enquadramento de uma sociedade de consumo que tende a mostrar-se desligada desta realidade?
L.C. - 
São variados os motivos por detrás das hortas urbanas e estas mobilizam pessoas de diferentes classes sociais. Há quem procure nas hortas urbanas uma ligação à terra, um suporte à educação ambiental dos filhos. Há quem procure um complemento de rendimento. Há quem procure um destino temporário a dar a um terreno urbano expectante. Há quem procure ocupar o tempo, como é o caso dos reclusos em estabelecimentos prisionais. Há quem procure novas formas de recreio, convívio, encontro, integração social. As hortas urbanas podem também servir de terapia para problemas emocionais através do cuidar e de resposta a problemas de saúde, com a produção de alimentos saudáveis e com o exercício físico
As nossas sociedades não se esgotam no consumo. Têm outros valores como: o amor, a amizade, a liberdade, o ambiente, a cultura, a identidade, a verticalidade, a transparência, a política e outros valores de cidadania. A crise actual ao limitar o consumo ajuda a perspectivar uma vida colectiva melhor – separar o que é essencial do que não é. Há mais vida, para além do consumo tout court.

C.P. - Em termos ambientais, as hortas urbanas também contribuem para a sustentabilidade das cidades…
L.C. -
 A maioria das hortas urbanas é biológica. Por outro lado, como espaços verdes que são, as hortas urbanas contribuem para o sequestro do carbono e a redução da poluição nas cidades. Permitem também a reciclagem de resíduos urbanos através da compostagem, o aumento da biodiversidade, ou seja, com maior diversidade de plantas e de animais, abrigo e alimento para a fauna, a manutenção da fertilidade do solo e a melhoria da permeabilidade do mesmo. A impermeabilização do solo é um problema importante nas cidades.

C.P. - As câmaras municipais em Portugal têm apostado, nos últimos anos, de forma mais intensa nas hortas urbanas. Este esforço tem sido fundamental?
L.C. -
 O impulso tem sido fundamental. No quadro do enquadramento legal dos processos de urbanização, as câmaras têm bolsas de terrenos que facilmente podem ceder a este tipo de utilizações (à falta de melhor utilização e tendo em conta as dificuldades orçamentais do momento). O poder local tem uma ligação com o território e uma noção das necessidades das populações locais que o poder central não tem.

O gozo


É difícil imaginar o que estará a passar-se na cabeça de Paulo Portas, apenas sabemos que intelectualmente o líder do CDS deixa Pedro Passos Coelho a um canto, que como político não só é um sobrevivente como sabe eliminar os que se lhe atravessa no seu caminho. Neste jogo de xadrez em que se está transformando o relacionamento entre Portas e Passos Coelho o líder do CDS tem levado a melhor.
   
Portas fez uma abertura melhor, os seus ministros ficaram com pastas de grande importância, o próprio ficou com uma pasta onde é tradição os titulares ficarem com boa imagem junto da opinião pública, alargou a sua esfera de influência à custa do esvaziar das competências da “vedeta” que Passos Coelho foi buscar ao Canadá para a pasta da Economia, uma pasta importantíssima que foi esvaziada.
   
O nível intelectual da abertura de Passos Coelho está no patamar do principiante, convencido de que o Vítor Gaspar era um discípulo dos deuses germânicos apostou tudo nas suas teses extremistas. Acabou por ultrapassar a fase da abertura com as suas peças mal colocadas e algumas à beira de serem perdidas, o Relvas é uma torre fora da protecção dos peões, bispos e cavalos. O Álvaro tem-se portado como um cavalo fora do sítio e o Miguel Macedo é outro cavalo no meio deste tabuleiro. As peças de Paulo Portas têm jogado melhor e estão melhor posicionadas.
   
A estratégia de Paulo Portas tem sido inteligente, deixa a iniciativa aos inexperientes e vaidosos do PSD, tem-lhes “metido uma palhinha no rabo” e os rapazes incharam ao ponto de fazerem asneiras sucessivas. Convencido de ter o líder do CDS na mão Passos Coelho chega ao ponto de quase o humilhar, fez chantagem para o calar na questão do OE e fez questão de o rebaixar quando disse que Vítor Gaspar, a maior desgraça deste governo, era o seu número dois.
   
Sem o apoio de Portas o PSD nunca teria a maioria, reduzir um parceiro de uma coligação governamental ao estatuto de figura decorativa, realçando que é o nº 3 e ignorando o seu estatuto de líder do outro partido da coligação foi mais uma ofensa que põe em causa a dignidade de Paulo Portas. O líder do CDS engoliu a primeira com o argumento do interesse nacional, mas gente como Passos Coelho pensa que não há diferença entre estar no governo e ir beber uns shots a uma discoteca e não resiste à tentação de gozar.
   
O que Passos fez foi gozar com Paulo portas, dizer-lhe que é insignificante. Passos Coelho está convencido de que pode usar a crise que ajudou a agravar-se em seu favor, a estratégia do n.º 2 parece ser afundar o país para o forçar a aceitar todas as suas teses extremistas e não resta a Paulo portas outra saída senão sujeitar-se a tudo em nome do interesse nacional.
    
Só que o país não é uma discoteca e a democracia é mais forte do que Passos e Gaspar pensam, não há nada mais fácil de conseguir neste país do que encontrar economistas mais competentes do que o Gaspar ou políticos mais inteligentes do que Passos Coelho. Passos Coelho é um péssimo jogador, não percebeu a abertura e o meio do jogo de Paulo Portas e convencido de que podia gozar com o líder do CDS ensaiando um cheque pastor vai pagar esse gozo muito caro. Neste momento Paulo Portas tem todas as condições para começar a preparar um cheque mate a Passos Coelho, fazendo-o engolir as humilhações, os atentados à dignidade e o que tem gozado de Portas.

O jumento

Corrijam lá o tiro e acertem no alvo, s.f.f.


Já todos percebemos, há muito, que Vítor Gaspar é incompetente. Utilizou os seus contactos na Europa para subir na cotação interna, mas a a verdade é como o azeite e vem sempre ao de cima. Gaspar é um lacaio de Schäuble e  o seu objectivo não é retribuir ao país o dinheiro que gastou na sua esmerada educação. O seu único objectivo é agradar ao alemão, para ser recompensado com um cargo na Europa, depois de ter arruinado Portugal.
Não espanta, por isso, que depois de ter sido endeusado por gente próxima do governo que o considerou repetidas vezes " técnico experimentadíssimo, altamente cotado nas instâncias europeias e intocável neste governo" os analistas e comentadores tenham começado a  perceber que Gaspar é apenas um traidor disfarçado de salvador. 
Ontem começaram os ataques a Gaspar. Marques Mendes acusou-o de tratar os portugueses como atrasados mentais, Pacheco Pereira chamou-lhe aldrabão, Lobo Xavier ( deve ter lido isto)  brincou a propósito das "garotas de programa", Honório Novo  acusou- de ser ventríloquo de Schäuble e é muito provável que no domingo Marcelo desfira novo ataque ao ministro das finanças.
Obviamente concordo com os ataques a Vítor Gaspar, mas creio que os seus críticos estão a falhar o ponto de mira e acertam no alvo errado. O cancro deste governo não é Vítor Gaspar. Nem é ele o mentiroso  da companhia. Os verdadeiros cancros deste governo - que precisam de ser urgentemente estirpados-  são Pedro Passos Coelho e Miguel Relvas. São eles que regem esta orquestra e os únicos responsáveis pela  desafinação. 
No canto da sala, a assistir ao espectáculo, está o director e encenador, principal responsável pela chegada desta gente de mau porte ao governo. Perante a desafinação total, ameaça intervir, mas nunca o fará por  uma razão: tem medo que a Coelha saia da toca e salte para as primeiras páginas dos jornais, desfilando uma história que poderá acabar no BPN.

Crónicas do rochedo