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quinta-feira, 22 de novembro de 2012


DEMISSÃO DE NUNO SANTOS

Trabalhadores da RTP receiam entrega à polícia de imagens em bruto

por Lusa, publicado por Ricardo Simões FerreiraHoje

Os trabalhadores da RTP receiam que a Direção de Informação da estação tenha entregado à polícia horas de imagens não emitidas da manifestação de 14 de novembro e exigem "esclarecer" um pedido de gravação para DVD desses "brutos".
O diretor de Informação da RTP, Nuno Santos, demitiu-se hoje, depois de a administração da estação ter afirmado em comunicado que "responsáveis da Direção de Informação facultaram a elementos estranhos à empresa (...) imagens dos incidentes" que ocorreram no dia da greve geral, em frente ao parlamento.
A Direção de Informação (DI), através do seu diretor-adjunto, Vítor Gonçalves, garantiu à agência Lusa, no sábado passado, que "nenhuma imagem saiu ou sairá da RTP" e que o pedido que a DI fez para a gravação de dois DVD com duas horas e quarenta e cinco minutos de imagens não emitidas é "uma salvaguarda" para a eventualidade de a empresa e uma equipa de reportagem da RTP no local, cujo carro foi danificado no dia 14, virem a apresentar queixa em tribunal contra incertos.
A explicação de Vítor Gonçalves e de Nuno Santos nunca colheu o conforto da Comissão de Trabalhadores (CT), que vem a exigir desde sexta-feira o "esclarecimento aprofundado" por parte da DI relativamente à decisão de gravar as imagens em bruto de todas as cinco equipas de reportagem que estiveram no terreno no dia da manifestação e a garantia de que nenhuma imagem não editada e não emitida - denominadas na gíria da profissão como "brutos" - "saiu da RTP ou sairá no futuro", de acordo com o porta-voz da CT, Camilo Azevedo, em declarações à Lusa.
A eventual entrega dos "brutos" às autoridades policiais "coloca em causa os princípios deontológicos pelos quais se rege a profissão de jornalista, trai a confiança entre os jornalistas e as fontes - porque as pessoas numa manifestação são fontes de uma peça de informação, ainda que não identificadas - e, sobretudo, coloca em risco a integridade física de todos os elementos de qualquer equipa de reportagem, jornalistas e pessoal técnico, que no futuro sejam destacados para cobrir eventos semelhantes", destacou ainda Camilo Azevedo.
O pedido da cópia das imagens para dois DVD, ainda de acordo com o diretor-adjunto de Informação, "foi feito de forma transparente, através dos meios normais, seguindo o protocolo das normas internas" para o efeito.

UM CAFÉ BEM QUENTE E BOA NOITE !


 

UM TEXTO JÁ ANTIGO MAS QUE VALE A PENA LER PARA CONHECER ESTE LACAIO - O QUE SERÁ QUE ELE ANDA Á PROCURA ?


Dá-lhes Angela, dá-lhes. Com força!!!


O que vale é que, apesar da dimensão da tragédia (a troca de mimos), ainda vamos tendo quem nos faça descer à terra. Como Angela Merkel, que ontem fez o favor de nos recordar que o programa de ajustamento é para cumprir.
O último fim-de-semana foi uma excelente oportunidade para os crentes, onde me incluo, caírem na real e perceberem o quão irresponsáveis somos. Não, não foi pelas manifestações. As manifestações, desde que não violentas, não são problema (embora gostasse que os manifestantes tivessem saído à rua quando os analistas começaram a alertar para onde nos levava o despesismo dos últimos anos...). Refiro-me à inqualificável troca de palavras entre os dois partidos da coligação, confirmando que o governo está a prazo. 

O que vale é que, apesar da dimensão da tragédia (a troca de mimos), ainda vamos tendo quem nos faça descer à terra. ComoAngela Merkel, que ontem fez o favor de nos recordar que o programa de ajustamento é para cumprir. Aliás, vai sendo tempo de nós, portugueses, percebermos que estamos agarrados a um ventilador. E que o ventilador não é nosso. Ou fazemos o possível por começar a respirar pelos nossos meios, ou alguém desliga a máquina. Como ficou subentendido pelo "aviso" de Bruxelas sobre o OE de 2013...

A condicionalidade a que estamos sujeitos incomoda? Claro. Mas a chanceler que impôs, a custo, ao seu país a intervenção ilimitada do BCE no mercado de dívida (que não significa outra coisa senão mutualizar o risco) tem todo o direito de ficar incomodada quando uns pigmeus da periferia desatam a cuspir-lhe no prato... greek style. Mais: se estamos tão incomodados com a condicionalidade, quanto mais depressa pusermos a casa em ordem, melhor. Mais depressa sai de cá a Troika (embora suspeite que é melhor ela continuar por aqui). Até lá... "Dá-lhes Angela, dá-lhes. Com força!". Se não aprendem a bem, aprendem a mal.

camilolourenco@gmail.com

COMEÇOU O "JULGAMENTO" DE ARMANDO VARA


Armando Vara arrolou uma verdadeira lista de ilustres do panorama político e económico para deporem a seu favor em tribunal, no julgamento que hoje começa. Almeida Santos, ex-presidente da Assembleia da República; Teixeira dos Santos, ex-ministro das Finanças; Mário Lino, ex-ministro dos Transportes; e Santos Ferreira, presidente do Conselho de Administração do Millennium BCP, são alguns dos nomes mais sonantes.
Mas na lista de defesa de Vara não faltam também ilustres como Edite Estrela, eurodeputada eleita pelo PS; António Tomás Correia, presidente do Montepio Geral; Emídio Rangel, ex-director da SIC; e Ana Paula Vitorino, ex-secretária de Estado dos Transportes. A deputada, que diz ter sido pressionada por Mário Lino para falar com o presidente da Refer, Luís Pardal, poderá pedir para depor por escrito, tal como já fez no inquérito.
Armando Vara não foi, no entanto, o único a arrolar uma autêntica defesa VIP. Paiva Nunes, antigo administrador da EDP Imobiliária, arrolou como testemunha a actual ministra da justiça, Paula Teixeira da Cruz. A governante poderá, no entanto, recusar testemunhar, uma vez que não tem conhecimento directo sobre os factos que estão em julgamento. Poderá também justificar a recusa em de-por devido ao lugar que ocupa no Governo: precisamente a tu-tela da Justiça.


O MENINO QUE O GASPAR NÃO CONHECE




Supermercado do centro comercial das Amoreiras, fim da tarde de terça-feira. Uma jovem mãe, acompanhada do filho com seis anos, está a pagar algumas compras que fez: leite, manteiga, fiambre, detergentes e mais alguns produtos.


Quando chega ao fim, a empregada da caixa revela: são 84 euros. A mãe tem um sobressalto, olha para o dinheiro que traz na mão e diz: vou ter de deixar algumas coisas. Só tenho 70 euros.
Começa a pôr de lado vários produtos e vai perguntando à empregada da caixa se já chega. Não, ainda não. Ainda falta. Mais uma coisa. Outra. Ainda é preciso mais? É. Então este pacote de bolachas também fica.

Aí o menino agarra na manga do casaco da mãe e fala: Mamã, as bolachas não, as bolachas não. São as que eu levo para a escola. A mãe, meio envergonhada até porque a fila por trás dela começava a engrossar, responde: tem de ser, meu filho. E o menino de lágrima no canto do olho a insistir: mamã, as bolachas não. As bolachas não.

O momento embaraçoso é quebrado pela senhora atrás da jovem mãe. Quanto são as bolachas, pergunta à empregada da caixa. Ponha na minha conta. O menino sorriu. Mas foi um sorriso muito envergonhado. A mãe agradeceu ainda mais envergonhada. A pobreza de quem nunca pensou que um dia ia ser pobre enche de vergonha e pudor os que a sofrem.

Tenho a certeza que o ministro Vítor Gaspar não conhece este menino, o que seria obviamente muito improvável. Mas desconfio que o ministro Vítor Gaspar não conhece nenhuns meninos que estejam a passar pela mesma situação. Ou se conhece considera que esse é o preço a pagar pela famoso ajustamento. É isso que é muito preocupante.




http://expresso.sapo.pt/o-menino-que-gaspar-nao-conhece=f768572#ixzz2CxXuE0hT

IMAGENS RTP

A SER VERDADE A CEDÊNCIA DE IMAGENS DA RTP PARA O EXTERIOR SERÁ QUE NÃO TEMOS O DIREITO DE SABER A QUEM FORAM CEDIDAS !?

AO SIS
Á POLÍCIA

A QUEM !?

MAIS UMA VEZ FICAREMOS SEM SABER NADA, AFINAL PARA QUE SERVIMOS NÓS ? PARA VOTAR, PARA PAGAR IMPOSTOS, PARA ENCHER A BARRIGA A TUDO E A TODOS. 
ENTÃO E OS NOSSOS DIREITOS DE CIDADÃOS !

«Refundações» em Portugal e na UE

O "desenvolvimento" capitalista alcançou um tal nível de sofisticação e crueldade que a maioria das pessoas no mundo tem de competir para serem exploradas, prostituídas ou escravizadas."

«Refundações» em Portugal e na UE
por Inês Zuber


«Lá se fazem, cá se pagam» foi um dos lemas que a CDU lançou, acertadamente, em 2009, na campanha para as eleições europeias. Não que os governos nacionais portugueses devam ser desresponsabilizados pelas suas atitudes subservientes e comprometidas em relação às directrizes da UE e do grande capital económico e financeiro, pois como então dizíamos em programa eleitoral «PSD, PS e CDS-PP aprovaram, em conjunto, todos os temas relevantes da integração comunitária», sendo estes partidos responsáveis pela alienação de componentes essenciais de soberania. Se hoje o nosso Governo coloca em cima da mesa a ideia da «refundação do Estado», ou seja, de destruição dos direitos sociais, económicos, políticos e culturais consagrados na Constituição de Abril, as instituições europeias têm guiado e estão em consonância com esse caminho trilhado. A multiplicidade de «pacotes» em discussão e em curso na área do Emprego são exemplo disso.

O «Pacote do Emprego» lançado pela Comissão Europeia (CE) no passado mês de Abril propunha claramente formas de «refundar» os direitos laborais através «de reformas nos mercados de trabalho que possam dar resposta às necessidades» e de aprofundamento do mercado único laboral através da «remoção de obstáculos para se encontrar um trabalho na UE» que, como se sabe, não é mais do que o chamado incentivo à mobilidade de forma a aumentar a competitividade, promover a emigração «forçada» e fazer pressão sobre os níveis salariais, provocando o chamado «dumping social». A comunicação da CE mencionava ainda a necessidade de reduzir os impostos sobre o trabalho, ou seja, os pagamentos à segurança social dos trabalhadores, medida que o nosso governo PSD/CDS-PP tentou implementar através da redução da TSU. 
No Conselho Europeu do passado mês de Junho, foi aprovado o «Pacto para o Crescimento e o Emprego» que, embora muito propagandeado na altura devido ao anúncio de 120 milhões de euros a alocar à criação de emprego – e cujos resultados não conhecemos – colocava a ênfase no aprofundamento do sistema de «governação económica» europeia, na legislação «Two-Pack» e nas políticas do Semestre Europeu. Ou seja, as políticas que impõem a chamada «consolidação e vigilância orçamental» (tradução: redução do investimento, gasto público e dos custos unitários do trabalho; despedimentos; privatizações).
 

Ou seja, as políticas que impõem recomendações aos estados-membros no quadro dos chamados «Planos Nacionais de Reforma» e que, para o ano de 2012, recomendaram ao nosso país «adoptar rapidamente reformas estruturais dos mercados de trabalho e da produção, a fim de reduzir os custos do trabalho, aumentar a flexibilidade, reduzir as barreiras à entrada». Mas ia mais longe ainda, afirmando que «as enormes potencialidades do mercado único enquanto motor de crescimento ainda não foram completamente exploradas». Sendo hoje claras as desastrosas consequências da criação do mercado único para as economias periféricas, a CE insiste na fuga para a frente, propondo, por exemplo, uma nova Directiva de «adjudicação de contratos de concessão» que não significa mais do que a liberalização dos serviços concessionados pelo Estado, através da obrigatoriedades destes atenderem às propostas de concessão economicamente mais «vantajosas» e provavelmente mais «desvantajosas» para os trabalhadores dessas mesmas empresas.

Por outro lado, a CE ambiciona aprofundar a liberalização dos serviços de «handling» – argumentando que assim aumentaria a qualidade dos serviços – quando é conhecido que, neste sector, as tendências salariais mantiveram-se sempre abaixo da inflação e do aumento geral dos salários. Para já, esta iniciativa está paralisada, muito devido à acção e mobilização dos trabalhadores deste sector. Também em suspenso – até quando? – encontra-se uma proposta da Comissão que toca no cerne do direito à greve ao pretender limitar o direito à greve dos «trabalhadores destacados», argumentando, em tom que lembra outros tempos, que se deveria equilibrar «a liberdade de acção colectiva» destes trabalhadores e a «liberdade de estabelecer e fornecer serviços».

São estas as orientações refundadoras que Comissão Europeia, Conselho Europeu e Parlamento Europeu, sem diferenças de relevo, aprovam, promovem e caucionam. E cuja derrota só será unicamente possível pela luta e pelo combate dos trabalhadores que está em marcha e se fortalece.
 
 
 
Fonte: Avante
 
 


Justiça 

Revelado 'esquema' de Duarte Lima
O despacho de acusação do Ministério Público, a que o Diário de Notícias (DN) teve acesso, revela que o Banco Português Negócio (BPN) terá financiado com 20 milhões um negócio de cinco milhões de euros efectuado por Duarte Lima e mais cinco arguidos no chamado caso ‘Homeland’.
PAÍS
Revelado 'esquema' de Duarte Lima
DR
O DN conta hoje que, no despacho de acusação do Ministério Púbico, que manteve Duarte Lima preso no passado sábado, é revelado um negócio de compra de terrenos no concelho de Oeiras no valor de cinco milhões de euros mas que recebeu um financiamento de 20 milhões de euros do BPN.
O procurador do Ministério Público, Rosário Teixeira, alegou por isso que a melhor forma de prevenir “perturbação da prova pessoal, importando manter o arguido limitado na sua capacidade de influência e contactos com terceiros”.
Neste 'esquema' de negócio estão envolvidas mais cinco pessoas: Pedro Lima (filho do antigo líder parlamentar do PSD), Vítor Raposo (sócio de Pedro Lima), dois advogados (João e Pedro de Almeida), e ainda Francisco Canas, conhecido por ‘Zé das Medalhadas’.
Em 2007, Duarte Lima contacta o administrador do BPN, Oliveira e Costa, para financiar um negócio de compra de terrenos no concelho de Oeiras. É então criado pelo banco um fundo imobiliário, chamado ‘Homeland’, com um capital de 10 milhões de euros, que ficam divididos por Pedro Lima e Vítor Raposo (4,2 milhões) e pelo BPN Fundo de Pensões (1,5 milhões).
Depois de montado o fundo e com um crédito garantido de 60 milhões de euros, “os arguidos Duarte Lima e Vítor Raposo resolveram inflacionar ficticiamente o preço dos terrenos”, revela o despacho do Ministério Público.
A teia do esquema
Os proprietários dos terrenos, representados pelo advogado João Almeida Paiva, acordam com a sociedade imobiliária Moinho Vermelho, cujo representante era Vítor Raposo, o valor de 1,5 milhões para a venda. Mas a imobiliária acorda um valor para a revenda, com o fundo ‘Homeland’, no valor de cinco milhões.
Só que “Duarte Lima e Vítor Raposo decidiram convencer as partes no negócio a que ficasse a constar no contrato-promessa um preço superior ao realmente acordado”, indica o despacho. Assim sendo, o que custava inicialmente cinco milhões passou para 7,84 milhões de euros, sendo a diferença devolvida aos compradores (a sociedade Moinho Vermelho e Duarte Lima).
É nesta fase que entram os advogados João e Pedro de Almeida Paiva, que também quiseram beneficiar “desse retorno do pagamento em excesso”, acrescenta o documento a que o DN teve acesso.
Porém, o montante que foi adiantado pelo BPN foi muito superior: 20 milhões de euros. Esta diferença, revela o Ministério Público, terá servido para pagar comissões e investimentos. Duarte Lima e Vítor Raposo pagaram 8,4 milhões de participação no fundo ‘Homeland’ e escoaram o restante para património pessoal.


Manifestação da Judiciária marcada pela 'PAZ'

Grupo pacífico juntou-se aos investigadores



Fonte: Lusa


Ontem acenderam-se velas no mesmo chão onde há uma semana se arrancaram pedras para atirar à polícia, quando um grupo "espontâneo" de manifestantes trouxe para a frente do parlamento canções e uma palavra como mote: "paz".
É um sentimento que esperam que evite cenas de violência como as que se verificaram no dia da greve geral, quando dezenas de manifestantes apedrejaram a polícia e esta respondeu com uma carga policial.
Encabeçados pela cantora lírica Ana Maria Pinto, não chegavam a uma dúzia, mas destacaram-se em frente à manifestação dos funcionários de investigação criminal da Polícia Judiciária, que encararam com bom humor os "penetras" que se puseram a cantar canções como "Somos livres", "Acordai" e "A Portuguesa".
Ana Maria Pinto afirmou à Lusa que até dia 27 vai estar todos os dias na Assembleia a assistir à discussão do Orçamento de Estado e que todos os dias, a partir das 19:00, estará frente ao Parlamento "com uma vela na mão", apelando a todos os que queiram para se juntarem a si e demonstrarem "a mesma vontade e união" que marcou as manifestações por todo o país no dia 15 de Setembro.
Depois dos acontecimentos de dia 14, afirmou ter "perdido a energia positiva" que até ali a animava.
"Não é a violência que representa a vontade do povo português. Ela acaba por acontecer pelo desespero, mas fragmenta o povo e não o une", argumentou.
Por isso, lançou na rede social Facebook esta iniciativa, chamada simplesmente "Pela paz".
No parlamento "estão a cozinhar algo que pode contribuir para a nossa desgraça, sobretudo a dos mais frágeis. Eu acredito que é preciso estar presente e não estar indiferente".
Com dezenas de pequenas velas colocadas a formar a palavra "PAZ" no local que há uma semana acabou cheio de pedras da calçada, vidros partidos de garrafas atiradas por manifestantes à polícia, o pequeno grupo pretende "dissipar o medo e mostrar a confiança e união necessárias para que as manifestações continuem".
fotos EPHEMERA














RTP. Demissões por causa de imagens de manifestações.

policia encoberto.Nov.2012
Polícias de cara tapada nas suas próprias manifestações.
  
Eles querem amedrontar. 

Nuno Santos e Vítor Gonçalves, membros da direcção de informação da RTP, demitiram-se. Em causa a disponibilização de imagens captadas pela televisão e não editadas, (da manifestação de 14 de Novembro) a “elementos estranhos” à estação pública. 

Nuno Santos diz na sua carta de demissão que reuniu com o conselho de redacção e com a comissão de trabalhadores, aí garantindo que “nenhuma imagem saiu das instalações da RTP.” 

O Conselho de Administração fala na “presença de elementos estranhos à empresa, dentro das suas instalações”, em “acção abusiva” e “quebra grave de responsabilidades”. Diz ainda que “poder-se-á verificar uma violação dos direitos liberdades e garantias, com consequências nefastas para a credibilidade e idoneidade na produção informativa da RTP.”  

Cito os comunicados do DE, que também diz que é prática corrente, pedidos de imagens pelas autoridades, mas que, “todas as estações (de televisão) assumem que em nenhuma circunstância cedem imagens que não tenham sido emitidas nos seus serviços noticiosos”.

O inquérito aberto na RTP dirá o que se passou, a boa notícia é a sua existência. Se, mais uma vez se provar que houve agentes da investigação que contornaram a lei, é grave. 

A tendência para o abuso da autoridade e a prática do chico-espertismo para obter provas é já habitual. As notícias vindas a público ao longo dos anos serão a ponta do iceberg das ilegalidades; são detectives privados a fazer escutas ilegais para a polícia, são empregados das telecomunicações seduzidos a fazer de espiões etc.  

Desde o anúncio pela polícia de que filma as manifestações, que se sabe da intenção de reduzir o número de manifestantes nas ruas, haverá sempre quem receie o destino e uso das imagens. A detenção ou identificação de manifestantes que nada fizeram de errado ou ilegal tem a mesma missão. A repressão, através da brutalidade indiscriminada, é outro passo para dificultar o uso do direito constitucional à manifestação. 

A resposta dos democratas tem de contrariar os excessos policiais e o ressurgimento de um poder “musculado”. Estar presente nas manifestações é a melhor réplica a quem pensa ser possível amedrontar um povo que quer viver em liberdade.  

O ClariNete

Orçamento de Estado - Votos à venda? E ninguém vai preso?


A fazer fé na parangona de capa do Público de ontem e no texto da notícia que lhe corresponde, «Novo empréstimo de 1100 milhões garante voto da Madeira no OE».
Se isto for verdade, desta forma nua e crua... então o cidadão que está algemado na fotografia logo abaixo... nunca passou de um malandreco que fez umas marotices com uns dinheiritos.
Se isto for verdade, desta forma nua e crua, se, mais uma vez, o dinheiro dos portugueses for usado para o Governo comprar votos no Parlamento... toda a estória tem apenas um nome:
Corrupção!



O Mundo e as mais belas imagens  - José Luiz Ávila  Herrera

O mexicano José Luiz Avila Herrera, autor do Banco de Imagens resolveu desenvolver um projeto muito pessoal que mostra aquelas fotos que ele elegeu como as mais BELAS IMAGENS . Para tanto ele pesquisou entre mais de 10 milhões de fotos e postou as eleitas. Dessas nós selecionamos 40 fotos. NÃO são cópias em alta resolução. São fotos em tamanho pequeno ou médio, mas isso parece ser proposital, pois assim não se tem o impacto da grandiosidade. A imagem em si é que vale para a análise da BELEZA. Esperamos que vocês gostem! (As fotos estão identificadas) 

Uma praia na Nova Zelândia


Praia de Amanpulo, nas Filipinas


Interior da Catedral da Sagrada Família 
Barcelona, Espanha


 Amanhecer numa estrada do interior dos Estados Unidos


Uma visão de Barcelona, Espanha


As flores e o Céu. Em algum lugar do Planeta


Campos azuis. Parque Kaihin, Hitachi, Japão 


Imagem aérea de Bora Bora, na Polinésia Francesa 


Resorts em Bora Bora 


Cachoeira em algum lugar do Planeta


Casa de Campo em um lago na Escócia


 Cachoeira de Calf Creek, em Utah, EUA


 Páteo de uma casa em Córdoba, Espanha 


Cachoeiras do Parque Nacional Plitvice, Croácia


Lago Daumesnil, Paris, França 


Entre os muros 


Festival de Edimburgo, Escócia


Início do Outono, Europa


Casa no interior da França 


Uma rua em Freiburg, Alemanha


Aldeia de Hallstatt, Austria


Cinque Terre, Itália 


Uma casa nos Alpes, Kitzbuhel, Austria


Jardins numa cidade italiana


Parque em Kioto, Japão


Lago Obersee, Alemanha


A Vila, Alemanha


Montanha Stream, Torres del Paine, Chile


Monte Rainer, Estado de Washington, EUA


Uma casa em Naantali, Finlândia


Rua/Quintal em Neal's, Londres


De cima do Monte Rothenfluh, perto de Schwyz, Suiça


Imagem típica de Santorini, Italia


Pôr do Sol na Califórnia, EUA


A transparência do mar do Tahiti, 
na Polinésia Francesa

 Outra imagem maravilhosa do Tahiti


Uma casa na árvore, Lago Goil, Escócia


 Desfiladeiro Takachiho, Japão


Val di Funes, Italia 


 Passeando num parque americano 
Post(s) á beira mar