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sexta-feira, 2 de novembro de 2012

TEORIA MARC FABER (ADULTOS)

TEORIA DE MARC FABER****

Curiosa teoria económica anunciada nos Estados Unidos.
O tipo chama-se Marc Faber. É analista e empresário. Em Junho de 2008,
quando a Administração Bush estudava o lançamento de um projecto de
ajuda à economia americana, Marc Faber escrevia na sua crónica mensal
um comentário com muito humor:

«O Governo Federal está a ponderar conceder a cada cidadão o montante
de 600,00 $. Se o gastarmos no Walt-Mart, vai para a
China. Se o gastarmos em gasolina, vai para os árabes. Se comprarmos
um computador, vai para a Índia. Se comprarmos fruta, vai para o
México, as Honduras ou a Guatemala. Se comprarmos um bom carro, vai
para a Alemanha ou o Japão. Se comprarmos bugigangas, vai para Taiwan,
e nem um centavo ajudará a economia americana. O único meio de manter
esse dinheiro nos Estados Unidos é gastá-lo com putas ou cerveja,
considerando que são os únicos bens realmente produzidos aqui. Eu já
estou a fazer a minha parte...»

Resposta de um economista português, igualmente de bom humor:

«Estimado Marc: Realmente, a situação dos Americanos é cada vez pior.
Lamento, no entanto, informá-lo que a cervejeira Budweiser foi
recentemente comprada pela brasileira AmBev. Portanto, restam somente
as putas. Agora, se elas decidirem mandar o dinheiro aos filhos, ele
virá directamente para a Assembleia da República Portuguesa, aqui em
Lisboa.»


ATENÇÃO Á INTOXICAÇÃO, TEXTO E VÍDEO

do blog Praça do Bocage


Cuidado com o que pensas, com o que lês, com o que fazes, com o que escolhes


Para que melhor se compreendam as diferenças e se veja de que lado está o ódio e a intransigência:




“Muitas vezes o Partido Comunista Português tem definido a sua posição em relação ao problema religioso, aos católicos e à Igreja. O Partido Comunista tem afirmado e reafirmado os seus princípios de respeito pela liberdade de crença e de prática de culto e o propósito de fazer tudo quanto estiver ao seu alcance para que tais princípios sejam uma realidade no Portugal democrático de amanhã.


O Partido Comunista, ainda que tendo como base teórica o materialismo dialéctico, entende que as convicções religiosas, por si só, não são susceptíveis de afastar os homens na realização de um programa social e político e que, desta forma, comunistas e católicos podem e devem unir-se em defesa dos seus anseios comuns, em defesa dos interesses e aspirações dos deserdados e ofendidos, do povo e do país.


O Partido Comunista tem assim proclamado a sua vontade de união com os católicos e, na prática da sua actividade, tem demonstrado a sinceridade das suas afirmações.


A esta nossa posição de concórdia, de entendimento, de unidade, que resposta têm dado os católicos? Aqui há que distinguir. Por um lado, os trabalhadores católicos, assim como muitos católicos progressistas, particularmente jovens, têm compreendido a necessidade desta união e têm engrossado a frente da luta pelo pão, pela liberdade, pelo progresso e pela independência.


Por outro lado, a Igreja Católica, pela boca dos seus mais autorizados representantes, como o Cardeal Cerejeira, altos dignitários e imprensa, longe de uma posição de concórdia e tolerância, têm tomado uma posição política clara, pregando o ódio aos comunistas e outros democratas e aconselhando o apoio ao salazarismo.


A Igreja intervém assim activamente na política, colocando-se ao lado da ditadura fascista contra as aspirações democráticas do povo português.


Altera isso a nossa posição em relação aos católicos? Não, não altera. Nós, comunistas, defensores do nosso povo e da nossa pátria, continuamos desejando sinceramente a unidade com os católicos progressistas na luta pela realização das nossas comuns aspirações…”

(…)
Álvaro Cunhal
…………………………………………………..
Texto publicado no jornal «Avante!» em 1947.
Reeditado pela Editorial Avante em 2007, nas Obras Escolhidas de Álvaro Cunhal – Tomo I, pp. 
789-812

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Francisco Assis – Ou quando os eleitos têm nojo dos eleitores...


Surripiei ao Vítor Dias este “recorte” a que “agrafei” a cara do protagonista deste post. Trata-se de um artigueco do Público de ontem, onde Francisco Assis defende que o PS deve fazer um “compromisso histórico” com a direita. Claro que ele chama ao PS “esquerda democrática” e à direita “centro-direita”... mas o meu gosto por eufemismos já viu melhores dias.
Ao que parece, Assis confessa que durante o tempo em que o povo lhe estava a pagar para participar no debate do Orçamento de Estado, ele estava em “retiro”, na biblioteca da Assembleia da República, escrevendo o tal artigueco... certamente para ganhar a sua vidinha com alguma maçaroca extra, já que não acredito que escreva para o Público de borla.
Diz ainda que do lugar em que se encontrava, conseguia ouvir a «vozearia distante» dos manifestantes que se aglomeravam lá fora, aproveitando para dar mais uma insolente pincelada literária na manifestação: «lá fora, uma pequena multidão ululante invectiva os representantes eleitos da República e contesta, com fúria, as mais recentes medidas governamentais».
Claro que o deputado Francisco Assis, que parece detestar tanto as manifestações populares quanto detesta o Renault Clio, tem todo o direito à sua opinião, razão pela qual não me coibirei de deixar aqui também a minha.
Primeiro, para concordar com Assis. De facto, o “compromisso” do PS com a direita é “histórico”. Tão histórico que já vem desde o 25 de Abril de 74!
Segundo, vou refrear a vontade de chamar pelo nome um “socialista” e deputado de uma democracia, que chama a uma manifestação legítima, contra o ataque mais selvagem que foi feito ao povo português... “vozearia distante” e “pequena multidão ululante”.
Terceiro, para me espantar pelo facto de Assis, um deputado eleito, não saber que os eleitores têm todo o direito de “invectivar” os eleitos, sempre que considerem estar a ser traídos por aqueles... e nunca como agora isso foi tão evidente!
Quarto, sobre a perturbação que parece ter causado a Assis a “fúria” com que os manifestantes contestavam as “mais recentes medidas governamentais”... lamento muito o seu choque, mas nem toda a gente domina a técnica apurada da “abstenção violenta” do seu secretário-geral.
E pronto... acho que, no geral, fui bastante contido... mesmo tendo as maiores dúvidas de que (pelo menos hoje) Francisco Assis o merecesse!


visita guiada a oito dos hotéis mais estranhos do mundo (fotos)


algumas pessoas preferem ficar hospedadas em hotéis de cinco estrelas. outras, que não dão tanta importância ao luxo ou que têm menos possibilidades financeiras, optam por dormir em hotéis menos requintados. mas há oferta para todos os gostos e, nesse sentido, há quem prefira ficar alojado em hotéis “fora do normal”. em baixo, podes ficar a conhecer oito dos hotéis mais estranhos do mundo   
treebones resort, em big sur, califórnia, eua: aqui podes dormir numa tenda ou cabana tribal ou no topo de um penhasco. os quartos têm chão de madeira e portas que dão para terraços com vista sobre o oceano
hotel propeller island city lodge, em berlim, alemanha: não há quartos iguais e cada um é mais estranho que o outro. no número 31, por exemplo, é possível dormir em caixões, e o número 11 tem chão inclinado
hotel harlingen harbour crane, na holanda: aqui dorme-se numa velha casa de máquinas, no porto, que está transformada numa penthouse
hotel kennedy school, em portland, eua: os quartos têm acesso livre ao cineteatro, no antigo auditório da escola. as salas de aula são quartos e só os quadros de ardósia se mantiveram
hotel kokopelli's cave bed & breakfast, em farmington, novo méxico, eua: aqui os hóspedes têm de escalar escadas de pedra, esculpidas numa encosta, e depois descer uma escada. um hotel que é uma caverna, 100 metros acima do rio la plata
hotel de glace, no quebeque, canadá: é, todo ele, de gelo, sendo que a temperatura nunca ultrapassa os 27 graus celcius
hotel dasparkhotel, em bottrop-ebel and ottensheim, na áustria: neste hotel os hóspedes dormem em tubos de cimento espalhados pelo parque
imperial boat house beach resort, em koh samui, na tailândia: os tradicionais barcos de arroz tailandeses foram convertidos em quartos e suítes de luxo nos jardins

Ana Moura e David Fonseca no Teatro das Figuras em novembro
David Fonseca
A música vai dominar a agenda de novembro do Teatro das Figuras, em Faro, destacando-se os espetáculos da fadista Ana Moura e do cantor David Fonseca.

O programa mensal arranca já amanhã, sábado, 3, com a Grande Gala de Acordeão, que celebra o legado dos acordeonistas José Ferreiro pai e José Ferreiro filho, numa iniciativa da junta de freguesia de Santa Bárbara de Nexe e Sociedade Recreativa Bordeirense, com o apoio do município de Faro.

«Vassilissa ou a boneca no bolso» é a peça de teatro para a infância, da companhia Teatro O Bando, que conta uma “história da passagem de mãe para filha, duma geração à outra, do poder feminino da intuição, simbolizado pela boneca que Vassilissa guarda sempre no bolso”.

Realizadas no âmbito da atividade do Serviço Educativo, as sessões escolares terão lugar no dia 8, quinta-feira, às 10:00 e 14:30, e no dia 9, sexta-feira, às 10h00. A sessão para famílias tem lugar no dia 10 de novembro, às 11:00.

Devido à greve geral agendada para o dia 14 de novembro, as três sessões escolares das «Visitas Encenadas» serão adiadas para o início de 2013. Oportunamente serão anunciadas as novas datas.

No dia 17, sábado, o Teatro das Figuras será palco da 10.ª edição do Festival de Tunas Femininas Moura Encantada, que a partir das 21:00 recebe tunas femininas de várias academias do país.

No final do mês de novembro, será a vez dos já consagrados David Fonseca e Ana Moura apresentarem os seus últimos trabalhos.

David Fonseca apresenta na quinta-feira, dia 22, a sua «Seasons Tour – Rising : Falling», um espetáculo que compila a nova aventura musical do artista – um ano da sua vida através de canções.

No dia 24, Ana Moura apresenta no Teatro das Figuras, «Desfado», o seu quinto álbum de originais, que representa um momento de viragem na carreira da artista.

A fadista apostou em nomes da nova geração de compositores nacionais (como Manuel Cruz, dos Ornatos Violeta, Márcia, Pedro da Silva Martins, dos Deolinda, Miguel Araújo, dos Azeitonas, Luísa Sobral e António Zambujo) e em nomes consagrados da música portuguesa (como Aldina Duarte, Tozé Brito, Manuela de Freitas e Pedro Abrunhosa) para a criação dos temas.

Toda a programação para o mês de novembro, bem como informação relativa a preços, reservas e vendas online, está disponível no sítio http://www.teatrodasfiguras.pt.

Portugal é um sistema Feudal onde não faltam bobos da corte.



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Blog Não votem mais neles, pensem !

Líder da UGT adere à greve geral convocada pela CGTP

02.11.2012 - PÚBLICO

<p>Líder da UGT diz que faz greve porque o sindicato em que está filiado se associou à paralisação</p>
Líder da UGT diz que faz greve porque o sindicato em que está filiado se associou à paralisação
 (Daniel Rocha)
A União Geral dos Trabalhadores (UGT) não se associou à greve geral marcada pela outra central sindical, a CGTP, mas isso não impede o líder da UGT, João Proença, de aderir à paralisação.

"Farei, sim [greve]. Como sempre fiz, quando o meu sindicato [a FESAP] decretou greves. E darei indicações para me descontarem um dia de salário", diz Proença, em entrevista ao semanário Sol, nesta sexta-feira.

O dirigente sindical justifica a ausência de adesão à UGT: "Tem de haver discussão para objectivos comuns. Mesmo em 1998, na primeira greve geral, em que não havia relações entre a UGT e a CGTP, houve reuniões privadas. Agora tentou-se impor um calendário e não houve respeito pela UGT."

Apesar disso, garante Proença, esta central sindical apoiará os sindicatos ligados à UGT que fizerem greve no dia 14 de Novembro.

Sobre essa jornada de protesto, o mesmo responsável rejeita também a ideia de que se transformou numa greve ibérica e europeia. "Não há uma greve geral europeia. Tentou-se vender essa ideia. Em nenhum país do centro da Europa vai haver greves. Há é uma jornada europeia com manifestações e várias formas de luta. Greves só nos países do Sul", observa.

Dois dias antes da greve de 14 de Novembro há outra jornada de protesto que irá coincidir com a visita da chanceler alemã, Angela Merkel a Portugal, a 12 de Novembro. Também neste caso a UGT fica de fora e, desta vez, Proença manter-se-á longe. "Merkel é 'a mulher da austeridade', que põe em causa o futuro da Europa. Mas nunca contestaria a visita de um chefe de Estado, a não ser a vinda de um ditador", justifica o líder da UGT.

Merkel estará poucas horas em Portugal. Ainda que curta, a visita é considerada de alto risco e está a ser preparada pelas forças e serviços de segurança em Portugal. Durante a manhã, Merkel vai encontrar-se com o primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, e com o Presidente da República, Cavaco Silva. A tarde está reservada para uma visita à Autoeuropa, em Palmela, com Passos Coelho, e para uma conferência de investidores, que decorrerá no Centro Cultural de Belém, em Lisboa.