AVISO

O administrador deste blogue
não é responsável pelas opiniões
veiculadas por terceiros
nem a sua publicação quer dizer
que delas partilhe, apenas as
publica como reflexo da
sociedade em que se inserem
dando-lhes visibilidade
mas nunca fazendo delas opinião própria.
Ao desenvolturasedesacatos reserva-se ainda o direito
de eliminar qualquer comentário anónimo ou não identificado, que contenha ataques
deliberadamente pessoais, que em nada contribuampara o debate de ideias ou para a denúncia
de situações menos claras do ponto de vista ético.


quinta-feira, 11 de outubro de 2012

MEDO TÊM

Reforço da segurança dos ministros tira polícias das ruas
Nas últimas semanas as situações de ameaça sobre membros do Governo e políticos têm-se sucedido. 

Receando agressões ou ser atacados com ovos ou legumes, os ministros seguem à risca as instruções de segurança da PSP, quando participam em eventos públicos. Cada vez que um membro do Governo, principalmente se for um ministro, informa um comando distrital da PSP sobre uma sua deslocação prevista para essa cidad

e, são mobilizados para a sua segurança meios que, normalmente, estariam afetos à segurança da população e patrulhamentos de prevenção da criminalidade, informa hoje o Diário de Notícias.
Segundo explicou ao DN uma fonte policial envolvida na segurança governamental, "quando há visitas e são previsíveis ações de protesto, os comandantes distritais mobilizam todos os meios disponíveis para garantir a proteção da entidade e o sucesso do perímetro de segurança". No entanto, sublinha esta fonte, "em cidades mais pequenas, como já tem acontecido, isso implica desviar para essa missão praticamente todo o efetivo disponível nesse turno, o que deixa a descoberto todo o restante trabalho de policiamento".

Reforço da segurança dos ministros tira polícias das ruas | Económico

Cartola

Suíte de ideias

oh Assis então não gostas do CLIO

Neste contexto, o ex-líder parlamentar do PS referiu-se às notícias sobre a fatura paga pela bancada socialista no recente aluguer de quatro viaturas, para reforçar o seu ataque à corrente populista.

«Qualquer dia querem que o presidente do Grupo Parlamentar do PS ande de Clio quando se desloca em funções oficiais», comentou Assis, citado por um deputado socialista.
DINHEIRINHO Á VARA LARGA !

Partido PS gasta mais de 200 mil euros em quatro carros novos

O grupo parlamentar do PS renovou a frota automóvel, comprando quatro viaturas novas: um Audi A5 e três Volkswagen Passat, noticia esta quinta-feira o Jornal de Notícias, que adianta que o valor total dos carros deve rondar os 210 mil euros, dinheiro proveniente do Orçamento da Assembleia da República.

O Jornal de Notícias escreve hoje que o grupo parlamentar do Partido Socialista (PS)

 comprou quatro carros novos para renovar a sua frota com dinheiro proveniente do Orçamento da Assembleia da República.




De acordo com o jornal, o PS adquiriu um Audi A5 e três Volkswagen Passat e o valor total dos quatro carros novos deve rondar os 210 mil euros.

A assessoria do Grupo Parlamentar socialista admitiu, quando confrontada com esta informação, que foram comprados quatro carros novos, explicando que a aquisição das viaturas de deveu ao fim dos contratos de aluguer de outras quatro viaturas – dois Audi e dois BMW - utilizadas pelos deputados do partido.

"Para sua substituição foram adquiridas em regime de Aluguer Operacional de Viaturas outras tantas - três Volkswagen e um Audi - de menor cilindrada, mais baratas e mais económicas. As viaturas, adquiridas em 54 prestações mensais, são usadas unicamente em serviço pelos 74 deputados", esclareceu o PS

Ciclismo Armstrong usou o método de dopagem "mais sofisticado" da história
A Agência Antidopagem Norte-Americana divulgou, quarta-feira, o dossiê da investigação que prova que Lance Armstrong utilizou o método de dopagem "mais sofisticado e profissionalizado" da história do desporto.
DESPORTO
Armstrong usou o método de dopagem mais sofisticado da história
Num dossiê com mais de mil páginas, a Agência Antidopagem Norte-Americana revela toda a investigação sobre o caso que envolve o antigo ciclista norte-americano. E-mails, pagamentos e outros documentos provam que Lance Armstrong e a US Postal "montaram o mais sofisticado, profissional e bem-sucedido programa de doping da história do desporto" durante anos.
O organismo diz ainda que estes documentos contêm provas "esmagadoras" contra o antigo ciclista que, recorde-se, sempre negou ter usado substâncias ilícitas.
Neste processo foram ouvidas 26 pessoas com conhecimento de causa, incluindo 15 ciclistas. Desse grupo, 11 são antigos companheiros de equipa de Armstrong, que admitem que o ciclista os encorajou ao uso de doping e lhes administrou ele próprio substâncias dopantes.
Neste grupo estão nomes conhecidos da modalidade como Levi Leipheimer, Tyler Hamilton, Floyd Landis e George Hincapie, ou Frankie Andreu, Michael Barry, Tom Danielson, Stephen Swart, Christian Vande Velde, Jonathan Vaughters e David Zabriskie.

A Agência Antidopagem Norte-Americana do ciclismo decidiu expulsar Lance Armstrong do desporto, para além de lhe ter retirado todos os sete títulos da Volta a França.
Um dos advogados do antigo ciclista, Timothy J. Herman, já reagiu à publicação deste relatório, afirmando no New York Times que documento está baseado em “mentirosos em série, testemunhos coagidos e histórias motivadas por ameaças".


O pragmatismo de Ângela Merkel

(Post não aconselhável a pessoas susceptíveis)

Não sei se repararam (  nos telejornais foi bem visível...) que na visita de Ângela Merkel a Atenas, depois dos discursos finais, a chancelerina dirigiu-se  a Samarras e disse-lhe qualquer coisa ao ouvido. Obviamente que revi a notícia centenas de vezes e estou agora em condições de divulgar aos leitores que Merkel, depois de ter ouvido Samaras dizer  "o povo grego sangra" pretendeu confortá-lo e disse:
Não se preocupe, meu amigo. Eu  sei o que isso custa  mas, com a idade,  esse problema passa.


OBSERVATÓRIO DO TACHO



Nunca me passou pela cabeça existir tanta gente a observar em Portugal, somos um país de observadores, de tantos observatórios faz falta um - OBSERVATÓRIO PARA O CIDADÃO MANDAR À MERDA OS TIPOS QUE INVENTARAM ESTES OBSERVATÓRIOS.

Observatório do medicamentos e dos produtos da saúde
Observatório nacional de saúde
Observatório português dos sistemas de saúde
Observatório vida
Observatório do ordenamento do território
Observatório do comércio
Observatório da imigração
Observatório para os assuntos da família
Observatório permanente da juventude
Observatório nacional da droga e toxicodependência
Observatório europeu da droga e toxicodependência
Observatório geopolítico das drogas
Observatório do ambiente
Observatório das ciências e tecnologias
Observatório do turismo
Observatório para a igualdade de oportunidades
Observatório da imprensa
Observatório das ciências e do ensino superior
Observatório dos estudantes do ensino superior
Observatório da qualidade em serviços de informação e conhecimento
Observatório da comunicação
Observatório das actividades culturais
Observatório local da Guarda
Observatório de inserção profissional
Observatório do emprego e formação profissional
Observatório nacional dos recursos humanos
Observatório regional de Leiria
Observatório permanente do ensino secundário
Observatório permanente da justiça
Observatório estatístico de Oeiras
Observatório da criação de empresas
Observatório Mcom
Observatório têxtil
Observatório da neologia do português
Observatório de segurança
Observatório do desenvolvimento do Alentejo
Observatório de cheias
Observatório da sociedade de informação
Observatório da inovação e conhecimento
Observatório da qualidade em serviços de informação e conhecimento
Observatório das regiões em reestruturação
Observatório das artes e tradições
Observatório de festas e património
Observatório dos apoios educativos
Observatório da globalização
Observatório do endividamento dos consumidores
Observatório do sul Europeu
Observatório europeu das relações profissionais
Observatório transfronteiriço Espanha-Portugal
Observatório europeu do racismo e xenofobia
Observatório dos territórios rurais
Observatório dos mercados agrícolas
Observatório virtual da astrofísica
Observatório nacional dos sistemas multimunicipais e municipais
Observatório da segurança rodoviária
Observatório das prisões portuguesas
Observatório nacional dos diabetes
Observatório de políticas de educação e de contextos educativos
Observatório ibérico do acompanhamento do problema da degradação dos povoamentos de sobreiro e azinheira
Observatório estatístico
Observatório dos tarifários e das telecomunicações
Observatório da natureza
Observatório qualidade
Observatório da literatura e da literacia
Observatório da inteligência económica
Observatório para a integração de pessoas com deficiência
Observatório da competitividade e qualidade de vida
Observatório nacional das profissões de desporto
Observatório das ciências do 1º ciclo
Observatório nacional da dança
Observatório da língua portuguesa
Observatório de entradas na vida activa
Observatório europeu do sul
Observatório de biologia e sociedade
Observatório sobre o racismo e intolerância
Observatório permanente das organizações escolares
Observatório médico
Observatório solar e heliosférico
Observatório do sistema de aviação civil
Observatório da cidadania
Observatório da segurança nas profissões
Observatório da comunicação local
Observatório jornalismo electrónico e multimédia
Observatório urbano do eixo atlântico
Observatório robótico
Observatório permanente da segurança do Porto
Observatório do fogo
Observatório da comunicação (Obercom)
Observatório da qualidade do ar
Observatório do centro de pensamento de política internacional
Observatório ambiental de teledetecção atmosférica e comunicações aeroespaciais
Observatório europeu das PME
Observatório da restauração
Observatório de Timor Leste
Observatório de reumatologia
Observatório da censura
Observatório do design
Observatório da economia mundial
Observatório do mercado de arroz
Observatório da DGV
Observatório de neologismos do português europeu
Observatório para a educação sexual
Observatório para a reabilitação urbana
Observatório para a gestão de áreas protegidas
Observatório europeu da sismologia
Observatório nacional das doenças reumáticas
Observatório da caça
Observatório da habitação
Observatório do emprego em Portugal
Observatório Alzheimer
Observatório magnético de Coimbra

 Não têm onde cortar na despesa? Para que servem estas tretas? 

Se nenhum destes "observatórios" servem para coisa nenhuma, reparem bem nestes:

magnético de Coimbra, da Caça, mercado de arroz, Timor-Leste, Restauração,  ambiental de teledetecção atmosférica e comunicações aeroespaciais, pensamento de política internacional, do fogo, robótico, urbano do eixo atlântico, comunicação local, solar e heliosférico, europeu do sul, nacional da dança, ciências do 1º ciclo, inteligência económica, sistemas multi-municipais e municipais, virtual da astrofísica, sul Europeu, globalização, das cheias, têxtil, de Oeiras, de Leiria, da Guarda.

Nota
Observatório do arroz? Deve ser para ver se é agulha ou carolino
....das cheias? Deve ser para verificar se em Reguengo do Alviela a água é doce ou salgada

Bem, neste país generalizar-se o tacho, o compadrio e o roubo ao cidadão. 

Ferroadas
DESOBEDIÊNCIA CIVIL

Com a bonomia que lhe é peculiar, António Capucho avisou: “Se sobrar algum dinheiro às pessoas, elas pagarão os impostos. Mas como não vai sobrar, não pagarão. Entrarão em desobediência civil.”

A desobediência civil está já a observar-se em vários sectores. Entupidos, os tribunais que o digam; paranóico, o fisco que o comprove. O país desiste de o ser. Um vento suicida crispa os portugueses, povo de propensões ora para a desistência (inacção), ora para o

 delírio (anarquia). Os que (julgam) governar-nos não percebem sequer que o português é ardiloso (“manhoso”, na caracterização de Agostinho da Silva), oculta o que pensa, gosta de ludibriar, de subverter.

Veja-se: os estabelecimentos comerciais voltam a não passar, com a conivência do público, facturas; a fuga aos impostos torna-se comportamento de resistência, de vingança. Boiamos hoje em águas de um neofeudalismo terrorista.

“O cio autoritário dos psicopatas no poder traz sede de sangue no bico”, alertava Natália Correia. “Parta-se-lhe, pois, o bico!” De tal modo a política seguida é aberrante que o FMI viu-se obrigado a sublinhar que “a austeridade deve ter um ritmo suportável”. A ser imposto, o aumento do IMI vai rebentar com o eleitorado (sobretudo) do PSD e do CDS e a seguir com o governo. O desprezo por ele tornou-se irreversível. Isso revela-se, aliás, o aspecto mais crítico do Estado, cuja autoridade está a ficar em ruínas – tal como a democracia.

O pus do regime escorre por todos os poros.

Fernando Dacosta
[publicado no jornal i em 11 de Outubro de 2012]