AVISO

O administrador deste blogue
não é responsável pelas opiniões
veiculadas por terceiros
nem a sua publicação quer dizer
que delas partilhe, apenas as
publica como reflexo da
sociedade em que se inserem
dando-lhes visibilidade
mas nunca fazendo delas opinião própria.
Ao desenvolturasedesacatos reserva-se ainda o direito
de eliminar qualquer comentário anónimo ou não identificado, que contenha ataques
deliberadamente pessoais, que em nada contribuampara o debate de ideias ou para a denúncia
de situações menos claras do ponto de vista ético.


segunda-feira, 1 de outubro de 2012

The Kid [HD]

Clã - "CARMEN" (videoclip)

O CURRÍCULO DO MARMANJO !



Já começa a circular o currículo do 1º Ministro!!! E é bom que o façam
e se espalhe bem por todos os vossos contactos pois tanto falavam do CV
do outro, etc., etc... e este nem um curso conseguiu tirar até aos
37 anos! e teve de o fazer numa PRIVADA... ahahahahaha ! Curriculum
do nosso primeiro-ministro....

Meus Amigos, algum de vós dava emprego (não estou a falar de
trabalho...) a alguém com esta "Carreira de Vida" (Curriculum Vitae[CV])!?...

Nome: Pedro Passos Coelho
Morada: Rua da Milharada - Massamá
Data de nascimento: 24 de Julho de 1964
Formação Académica: Licenciatura em Economia - Universidade Lusíada
(concluída em 2001, com 37 anos de idade)
Percurso profissional: Até 2004, apenas actividade

partidária na JSD e PSD;
a partir de 2004 (com 40 anos de idade) passou a desempenhar

vários cargos
em empresas do amigo e companheiro de Partido, Engº Ângelo Correia e o
Horácio Luís de Carvalho (também arguido no BPN/SLN) de quem foi diligente e dedicado 'moço-de-fretes', tais como:
(2007-2009) Administrador Executivo da Fomentinvest, SGPS, SA;
(2007-2009) Presidente da HLC Tejo,SA;
(2007-2009) Administrador Executivo da Fomentinvest;
(2007-2009) Administrador Não Executivo da Ecoambiente,SA;

(2005-2009) Presidente da Ribtejo, SA;
(2005-2007) Administrador Não Executivo da Tecnidata SGPS;
(2005-2007) Administrador Não Executivo da Adtech, SA;
(2004-2006) Director Financeiro da Fomentinvest,SGPS,SA;
(2004-2009) Administrador Delegado da Tejo Ambiente, SA;
(2004-2006) Administrador Financeiro da HLC Tejo,SA.
Este é o "magnífico" CV do homem que 'teoricamente'

governa este País! Um homem que
nunca soube o que era trabalhar até aos 37 anos de idade!

Um homem que, mesmo sem

ocupação profissional, só conseguiu terminar a Licenciatura (numa Universidade privada...) com 37 anos de idade!

Mais: um homem que, mesmo sem experiência de vida e de

trabalho, conseguiu logo
obter emprego como ADMINISTRADOR... em empresas de

Ângelo Correia, "barão" do
PSD e seu tutor e patrão político!... E que nesse universo

continua a exercer funções!

O dono/patrão da HLC é o Horácio Luís de Carvalho, o tal fulano

arguido no Procº do Aterro Sanitário da Covilhã

(Cova da Beira), cujo Julgamento recomeçou a semana passada,

passados 19 anos do “esquema” montado na

Adjudicação da Obra. Foi o célebre Eng.º António Morais (Prof. do Sócrates) que “tratou” dessa Adjudicação, sendo

nessa altura o Secretário de Estado Ambiente o Sócrates! Como veem, está tudo ligado, tudo boa rapaziada!!!

Quer as empresas do Ângelo Correia, quer as do Horácio L. de Carvalho têm feito muitos milhões com a Câmara Municipal de Cascais!

É ESTE O HOMEM QUE FALA DE "ESFORÇO" NA VIDA E DE "MÉRITO"!
É ESTE O HOMEM QUE PRETENDE DAR LIÇÕES DE VIDA A MILHARES DE TRABALHADORES
DESTE PAÍS QUE NUNCA CHEGARÃO A ADMINISTRADORES DE EMPRESA ALGUMA, MAS QUE
LABUTAM ARDUAMENTE HÁ MUITOS E MUITOS ANOS NAS SUAS EMPRESAS, GANHANDO ORDENADOS DE MISÉRIA!
É ESTE O HOMEM QUE, EM TOM MORALISTA, FALA DE "BOYS" E DE "COMPADRIOS", LOGO
ELE QUE, COMO SE COMPROVA, NÃO PRECISOU DE "FAVORES" DE NINGUÉM... PARA
ARRANJAR EMPREGO!...
EDIFICANTE... NÃO É?...
DIGA LÁ... DAVA EMPREGO (QUE NÃO FOSSE O DE 'MOÇO-DE-RECADOS') A ALGUÉM COM
ESTA 'FOLHA DE SERVIÇOS'?
POIS É...

UM CANHÃO PELO CÚ

Leiam e indignem-se se ainda não estão totalmente anestesiados!

Assunto: o texto que está a incendiar Espanha...e que não entendo porque não provoca o mesmo efeito em Portugal...e no Mundo O seguinte texto foi publicado recentemente no El País, tendo-se tornado absolutamente viral em Espanha. Reflecte sobre o terrorismo financeiro e a captura económica. Chama as coisas pelos seus nomes e faz uma análise sobre o capitalismo actual que está a incendiar não só Espanha como todo o mundo. O título é "Um canhão pelo cú", e é escrito por Juan José Millas.

Um canhão pelo cú 

Se percebemos bem - e não é fácil, porque somos um bocado tontos -, a economia financeira é a economia real do senhor feudal sobre o servo, do amo sobre o escravo, da metrópole sobre a colónia, do capitalista manchesteriano sobre o trabalhador explorado. A economia financeira é o inimigo da classe da economia real, com a qual brinca como um porco ocidental com corpo de criança num bordel asiático.
 
Esse porco filho da puta pode, por exemplo, fazer com que a tua produção de trigo se valorize ou desvalorize dois anos antes de sequer ser semeada. Na verdade, pode comprar-te, sem que tu saibas da operação, uma colheita inexistente e vendê-la a um terceiro, que a venderá a um quarto e este a um quinto, e pode conseguir, de acordo com os seus interesses, que durante esse processo delirante o preço desse trigo quimérico dispare ou se afunde sem que tu ganhes mais caso suba, apesar de te deixar na merda se descer.
 
Se o preço baixar demasiado, talvez não te compense semear, mas ficarás endividado sem ter o que comer ou beber para o resto da tua vida e podes até ser preso ou condenado à forca por isso, dependendo da região geográfica em que estejas - e não há nenhuma segura. É disso que trata a economia financeira.
 
Para exemplificar, estamos a falar da colheita de um indivíduo, mas o que o porco filho da puta compra geralmente é um país inteiro e ao preço da chuva, um país com todos os cidadãos dentro, digamos que com gente real que se levanta realmente às seis da manhã e se deita à meia-noite. Um país que, da perspetiva do terrorista financeiro, não é mais do que um jogo de tabuleiro no qual um conjunto de bonecos Playmobil andam de um lado para o outro como se movem os peões no Jogo da Glória.
 
A primeira operação do terrorista financeiro sobre a sua vítima é a do terrorista convencional: o tiro na nuca. Ou seja, retira-lhe todo o caráter de pessoa, coisifica-a. Uma vez convertida em coisa, pouco importa se tem filhos ou pais, se acordou com febre, se está a divorciar-se ou se não dormiu porque está a preparar-se para uma competição. Nada disso conta para a economia financeira ou para o terrorista económico que acaba de pôr o dedo sobre o mapa, sobre um país - este, por acaso -, e diz "compro" ou "vendo" com a impunidade com que se joga Monopólio e se compra ou vende propriedades imobiliárias a fingir.
 
Quando o terrorista financeiro compra ou vende, converte em irreal o trabalho genuíno dos milhares ou milhões de pessoas que antes de irem trabalhar deixaram na creche pública - onde estas ainda existem - os filhos, também eles produto de consumo desse exército de cabrões protegidos pelos governos de meio mundo mas sobreprotegidos, desde logo, por essa coisa a que chamamos Europa ou União Europeia ou, mais simplesmente, Alemanha, para cujos cofres estão a ser desviados neste preciso momento, enquanto lê estas linhas, milhares de milhões de euros que estavam nos nossos cofres. E não são desviados num movimento racional, justo ou legítimo, são-no num movimento especulativo promovido por Merkel com a cumplicidade de todos os governos da chamada zona euro.
 
Tu e eu, com a nossa febre, os nossos filhos sem creche ou sem trabalho, o nosso pai doente e sem ajudas, com os nossos sofrimentos morais ou as nossas alegrias sentimentais, tu e eu já fomos coisificados por Draghi, por Lagarde, por Merkel, já não temos as qualidades humanas que nos tornam dignos da empatia dos nossos semelhantes. Somos simples mercadoria que pode ser expulsa do lar de idosos, do hospital, da escola pública, tornámo-nos algo desprezível, como esse pobre tipo a quem o terrorista, por antonomásia, está prestes a dar um tiro na nuca em nome de Deus ou da pátria.
 
A ti e a mim, estão a pôr nos carris do comboio uma bomba diária chamada prémio de risco, por exemplo, ou juros a sete anos, em nome da economia financeira. Avançamos com ruturas diárias, massacres diários, e há autores materiais desses atentados e responsáveis intelectuais dessas ações terroristas que passam impunes entre outras razões porque os terroristas vão a eleições e até ganham, e porque há atrás deles importantes grupos mediáticos que legitimam os movimentos especulativos de que somos vítimas.
 
A economia financeira, se começamos a perceber, significa que quem te comprou aquela colheita inexistente era um cabrão com os documentos certos. Terias tu liberdade para não vender? De forma alguma. Tê-la-ia comprado ao teu vizinho ou ao vizinho deste. A atividade principal da economia financeira consiste em alterar o preço das coisas, crime proibido quando acontece em pequena escala, mas encorajado pelas autoridades quando os valores são tamanhos que transbordam dos gráficos. Aqui se modifica o preço das nossas vidas todos os dias sem que ninguém resolva o problema, ou mais, enviando as autoridades para cima de quem tenta fazê-lo. E, por Deus, as autoridades empenham-se a fundo para proteger esse filho da puta que te vendeu, recorrendo a um esquema legalmente permitido, um produto financeiro, ou seja, um objeto irreal no qual tu investiste, na melhor das hipóteses, toda a poupança real da tua vida. Vendeu fumaça, o grande porco, apoiado pelas leis do Estado que são as leis da economia financeira, já que estão ao seu serviço.
 
Na economia real, para que uma alface nasça, há que semeá-la e cuidar dela e dar-lhe o tempo necessário para se desenvolver. Depois, há que a colher, claro, e embalar e distribuir e faturar a 30, 60 ou 90 dias. Uma quantidade imensa de tempo e de energia para obter uns cêntimos que terás de dividir com o Estado, através dos impostos, para pagar os serviços comuns que agora nos são retirados porque a economia financeira tropeçou e há que tirá-la do buraco. A economia financeira não se contenta com a mais-valia do capitalismo clássico, precisa também do nosso sangue e está nele, por isso brinca com a nossa saúde pública e com a nossa educação e com a nossa justiça da mesma forma que um terrorista doentio, passo a redundância, brinca enfiando o cano da sua pistola no rabo do sequestrado. Há já quatro anos que nos metem esse cano pelo rabo. E com a cumplicidade dos nossos.
 
  Juan José Millas


António Borges mentiu ao atacar funcionários públicos

Na mesma intervenção em que acusou os patrões de "ignorantes", o consultor de Passos Coelho disse que os vencimentos dos funcionários públicos representavam 80% da despesa do Estado. A verdade é que essa despesa em 2012 ronda apenas 20% do total dos gastos totais da Administração Pública.
Depois de mentir sobre os números da RTP, Borges volta a tentar enganar os portugueses. Foto Melanie Map's/Lusa
Segundo António Borges, os patrões que criticaram a descida da taxa social única das empresas para aumentar a dos trabalhadores "não passariam do primeiro ano do curso" da sua faculdade. Mas as contas que o consultor do Governo apresentou em seguida para ilustrar o que diz ser um dos graves problemas do país - as despesas com os salários dos funcionários públicos - dariam um chumbo certo em qualquer aula de matemática do 1º ciclo.
Na sua intervenção perante uma plateia de empresários, o consultor de Passos Coelho para as privatizações prosseguiu dizendo que "80% da despesa do Estado são vencimentos de funcionários públicos. Ou bem que nós resolvemos ese problema ou tudo o resto é para esquecer" (ver vídeo da RTP às 20:19). Um número que não corresponde nem de perto nem de longe à realidade.
O economista Eugénio Rosa fez as contas a partir do relatório que aocmpanhou a proposta do Orçamento de Estado para 2012, que desmente categoricamente as palavras de António Borges. Na realidade, "as despesas com Pessoal nas Administrações Públicas (Central, Local e Regional) representam, em 2012, 21,3% das Despesas Totais das Administrações Públicas em Portugal, segundo dados do próprio Ministério das Finanças, e não 80% como afirmou António Borges", diz o economista.
E se a análise for feita apenas à Administração Central, ou seja, àquilo que Borges se referia como "o Estado", a percentagem de despesas com pessoal desce para os 18,8%. Mais: se levarmos à letra as palavras de Borges e fizermos as contas apenas aos vencimentos (a rubrica das "Remunerações Certas e Permanentes") chegamos à conclusão que afinal em vez de 80%, o consultor deveria ter dito 14,5% da despesa total.
Para Eugénio Rosa, as palavras de António Borges  mostram que o consultor "não conhece nem estuda minimamente os assuntos de que fala, estando mais interessado em utilizar a mentira na campanha contra os trabalhadores da Administração Pública com o objetivo de justificar os ataques do governo ao seus direitos e às suas condições de vida".
O economista, que é membro do Gabinete de Estudos da CGTP-IN e responsável pelo Gabinete Técnico da Federação Nacional dos Sindicatos da Função Pública, lamenta que sejam "personalidades deste tipo, com este estofo técnico e ético, que certa comunicação social e certos jornalistas promovem a grandes autoridades". E desmonta os argumentos de Borges em defesa da redução da taxa social única para os patrões, demonstrando que a redução dos custos das empresas não financeiras seria de pouco mais de 1%, uma variação "irrisória e ridícula" que poderia ser facilmente anulada com uma subida da taxa de câmbio do euro.
A única consequência da medida, segundo Eugénio Rosa, seria "a transferência direta de 2.200 milhões € dos bolsos dos trabalhadores para os bolsos dos patrões, reduzindo a procura agregada, o que agravaria a situação económica e financeira de centenas de milhares de empresas que vivem do mercado interno", ou seja, lançaria milhares de empresas na falência por falta de procura com a queda do poder de compra dos trabalhadores.
"Mas este 'economista', formado na escola da Goldman Sachs e do FMI, transformado por certa comunicação social em “guru”, parece não conhecer este principio elementar da economia", conclui Eugénio Rosa. Até ao momento, o único empresário que saiu em defesa de António Borges foi Alexandre Soares dos Santos, o patrão da Jerónimo Martins que emprega António Borges no seu Conselho de Administração desde março deste ano, cargo que acumula com o de consultor do Governo com ordens para privatizar rapidamente as empresas do Estado.

A CANTIGA É UMA ARMA

Pink Floyd - Dark Side Of The Moon


CGTP - Parabéns!


Hoje faz anos a CGTP. São já 42 anos a dar voz, sentido e força às lutas e anseios de muitos milhares de trabalhadores. Como sei que muitos amigos ligados à CGTP e aos seus numerosos sindicatos sabem que o riso pode ser uma arma, aqui fica um post acompanhado de um abraço e um sorriso:
Para responder à altura ao evento “cometido” no passado dia 29 pela “comunagem” da CGTP, Miguel Relvas está já a organizar aquilo que se pretende venha a ser uma colorida, entusiástica, vasta e inequívoca manifestação de apoio... a Coelho.


REFORMA DA JUSTIÇA - O PROCESSO SUMÁRIO


Juiz em tribunal por agredir casal

O juiz presidente do Círculo Judicial de Oliveira de Azeméis vai ser julgado por agressões a um casal. António Alberto Pinho e outros três homens, entre eles o filho do magistrado, foram acusados pelo Tribunal da Relação do Porto. Respondem por ofensas à integridade física qualificadas e simples. 
Segundo o despacho de pronúncia, a que o CM teve acesso, o caso remonta a 27 de Março de 2010, quando o juiz, de 49 anos, se envolveu num acidente de viação perto de sua casa em Santa Maria da Feira e do qual só se registaram danos materiais. "O arguido resolveu retirar o veículo e recolhê-lo na garagem da sua residência", diz a acusação.
Vítor Hugo e a namorada, Sónia, não gostaram, e a mulher resolveu chamar a GNR, numa altura em que António Alberto já tinha regressado ao local do acidente. "O arguido ergueu um dos braços na direcção da cara dela, para a impedir de concretizar a chamada, e com as costas da mão vibrou-lhe uma forte pancada de cima para baixo que a atingiu na face", explica o documento. Vítor Hugo terá ido em socorro da namorada agarrando o juiz. "Ao sentir-se agarrado, desferiu-lhe murros no peito e rosto", diz o tribunal. Os dois homens envolveram-se numa luta e, em socorro do magistrado, veio o filho e os amigos. "Tal agressão só não teve consequências mais gravosas porque, com a iminente notícia da chegada da GNR, os agressores abandonaram o local", acrescenta a acusação.
CM