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sábado, 8 de setembro de 2012

SAIL - AWOLNATION


CDS – Partido Corcunda

08SET

Depois de Passos Coelho ter anunciado ao país que é para manter e extremar a sua deriva ideológica de poupar os ricos e pôr a pagar os pobres – trabalhadores, reformados e pensionistas -, ocorreu-me mesmo que o governo poderia cair naquela noite. Bastava para isso que, na sequência disto e disto, Paulo Portas e toda a trupe ministerial do CDS decidissem anunciar a sua demissão. Era aquilo que qualquer político convicto, vertical e sério faria ante uma basilar e estratégica dissonância de opções governativas, sobretudo numa matéria tão sensível e tão fundamental como a do agravamento de impostos sobre os mais fracos e sacrificados, sobre quem trabalha e sobre os idosos que vivem com pensões de miséria. Ao que parece, a anunciada subida de impostos, para o CDS, «não é uma subida de impostos». E nem sequer o justificam. Sem ponta de nexo, sem ponta de vergonha, o CDS faz valer-se hipocritamente do texto da Constituição da República Portuguesa, documento este que, aliás, como é sabido, aquele partido e particularmente Paulo Portas sonham rasgar há muitos anos. Bem dizia Jerónimo de Sousa há dias, que o CDS, que dava ares de torcer o nariz ao parceiro de governo, mais tarde ou mais cedo «iria ao sítio». E foi, claro está. Ao «sítio» de partido corcunda. À postura submissa e hipócrita de quem governa por mero oportunismo. À forma de partido sem voz própria nem pulso, sem rosto nem identidade. Um partido-bengala que tudo faz – até vende a alma se necessário for – para manter lugares na governação. Um partido de espinha quebrada, cegamente servil ao PSD, à troika, aos interesses e ao grande capital.

Que os portugueses não esqueçam. Que todos os trabalhadores, reformados, pensionistas percebam que há um claro «nós» e «eles». Que se consciencializem que estas políticas são criminosos actos de guerra dos senhores do dinheiro contra quem nada tem e apenas vive do seu trabalho. Que todos aprendam, de uma vez por todas, que a História é feita de dominadores e dominados, e que os actuais governantes não passam de serventuários e, nalguns casos, são eles próprios parte de quem domina. Que não esperem sequer pela hora do voto, quando o governo também não espera na hora de quebrar promessas e compromissos estabelecidos em campanha eleitoral. Que o povo aja ruidosamente nas ruas. Que os trabalhadores que não o são se sindicalizem nas organizações que não subscrevem nem dão guarida à austeridade. Que os desempregados sejam parte activa junto das organizações sociais e políticas que se opõem de forma clara e coerente ao pacto de agressão em curso. Que todos participem nas manifestações e em todas as formas legítimas de protesto organizadas. Que mostrem de forma evidente, na prática, dentro dos preceitos constitucionais da livre expressão, do direito à indignação, à opinião e ao protesto, o seu descontentamento, onde quer que o governo vá, onde quer que algum membro de governo apareça. Eles têm de saber que o povo não aprova esta conduta. Eles têm que ser derrotados nas suas intenções. Não basta dizer que «atingimos o limite». É preciso com urgência «impor o limite». E ontem… já era tarde.


Ad Argumentandum

[Shanghai World Expo Closing Ceremony Concert 720HD] 04 - Fusion of Art ...



Shanghai World Expo - Cerimônia de encerramento


Assista ao espetáculo e, ao mesmo tempo, tente responder  as seguintes perguntas:

1)  Onde estão presos os sinos?!...

2)  Onde estão sentadas as mulheres da orquestra?!...

3)  Onde estão presas as mulheres que flutuam?!...

4)  E, finalmente, onde estão os cabos?!...

GNR exonera comandante devido à participação de militares no "Funeral de Portugal"

07.09.2012 - 19:01 Por Samuel Silva

O comandante da GNR de Braga, Mota Gonçalves, foi ontem afastado do cargoO comandante da GNR de Braga, Mota Gonçalves, foi ontem afastado do cargo (Paulo Pimenta )
 O comandante da GNR de Braga, Mota Gonçalves, foi ontem afastado do cargo na sequência da participação de sete militares numa iniciativa da Capital Europeia da Cultura (CEC). O comando nacional não gostou de ter visto os homens fardados no “funeral de Portugal”, uma performance promovida pelo artista Miguel Januário, tendo decidido exonerar o responsável.

A decisão foi tomada na sequência de um processo de averiguações interno à participação dos guardas no cortejo realizado a 22 de Agosto. Fardados com traje de gala, sete militares escoltaram um caixão simbolizando Portugal pelas ruas da cidade. No final da performance, na praça do Toural, dispararam salvas de tiros de espingarda, enquanto carpideiras choravam a morte do país.

A intervenção artística caiu mal junto de alguns sectores da GNR. Há dois dias, a Associação Sócio-Profissional Independente da guarda tinha criticado a participação dos guardas na iniciativa cultural, considerando-a um “espectáculo degradante da instituição”. “Os militares da GNR juraram, com a própria vida, defender a pátria, e apesar de estarmos perante uma peça de teatro, estão em causa valores intocáveis como a defesa da pátria”, sublinhava a direcção da associação.

Ontem, foi o comando nacional da força policial que, num comunicado enviado à agência Lusa, confirma que Mota Gonçalves, “após averiguações, foi exonerado de funções o comandante do Comando Territorial de Braga". O coronel será substituído pelo actual número dois da guarda no distrito.

A presença dos seis guardas no funeral foi paga pela produção dessa iniciativa da Guimarães 2012. O “funeral de Portugal” continental é um de seis intervenções que Miguel Januário está a fazer na CEC, no âmbito do projecto “mais-menos”, que já o levou também a grafitar paredes noutras dias do país, como a de um prédio devoluto na rua do Alecrim, em Lisboa.

O artista diz-se “surpreendido” e “chocado” com a exoneração do comandante distrital da GNR. Ainda mais quando a guarda foi contratada para o efeito. “Fizemos o mesmo que outras manifestações artísticas ou os organizadores de jogos de futebol”, explica o artista ao PÚBLICO.

O funeral tinha por objectivo chamar a atenção para a diminuição da soberania do país e a perda de valores da democracia. Miguel Jerónimo considera, por isso, que a polémica em torno da performance mostra “o estado em que o país se encontra”. Esta não é a primeira polémica envolvendo este artista e a Guimarães 2012. A primeira intervenção na cidade foi a pintura de uma versão revista do hino nacional em várias paredes. A primeira estrofe, “Ireis pagar/pobre povo”, foi gratifada na parede de uma fábrica abandonada junto ao Centro Cultural Vila Flor, mas, apesar da autorização do proprietário, foi apagada dias depois pelos serviços municipais.

Governo reduz salário mínimo líquido mensal em 34 euros...

"O salário mínimo vai baixar em Portugal pela primeira vez desde que foi criado..." 
Erro?..
Claro que não...
Isto, é a maior e mais vergonhosa filha da putice que se podia fazer aos mais pobres e desgraçados dos portugueses!.. 
Isto choca. Isto é aviltante. 
É isto o caminho certo, como nos quis fazer acreditar o bardamerda que ontem veio anunciar estas coisas?.. 
Ontem,  o bardamerda não o disse, mas sabia-o perfeitamente, e hoje está claro: o salário mínimo vai descer de forma brutal pela primeira vez no nosso País. 
E se tudo isto é chocante para todos, porque enquanto não tivermos tabelas salariais competitivas, não saímos desta merda - mais chocante é vermos que todos serão tratados de igual modo. 
Um trabalhador que ganha cinco mil euros por mês, é tratado da mesma maneira que um desgraçado que ganhe o ordenado mínimo. Brilhante. 
Merda para isto tudo. 
Puta que os pariu e a quem neles votou.


Ainda se não aperceberam?
A troika diz que apenas apresenta o esboço, e que as decisões são tomadas pelo Governo. Passos Coelho já nos havia advertido que fora para lá do que a troika exigira.
A troika diz que apenas apresenta o esboço, e que as decisões são tomadas pelo Governo. Passos Coelho já nos havia advertido que fora para lá do que a troika exigira. Fizera-o em nome da prevenção e a fim de tranquilizar os "mercados." Os "mercados" têm servido para toda a espécie de embustes e de dissimulações, porque o pretendido é mascarar a crise alargada que o capitalismo atravessa. Bem gostaria de assistir a uma palestra ou ler um artigo de qualquer economista sério que nos esclarecesse da natureza exacta da crise. Dizem eles que a natureza exacta é sempre difícil de clarificar. E andamos nesta roda de balbúrdia atrás de balbúrdia, estando nós no meio dela.

A ideologia neoliberal tem-se expandido, com panegiristas não só entre os economistas "modernos", para os quais a ética é, somente, uma experiência anacrónica, como em certos sectores jornalísticos. Não é inocente a citação constante do "Financial Times", cuja influência, manifestamente, suplantou a do "The Wall Street Journal." Numa época em que a incerteza é dominante, o conflito acerca das debilidades da democracia serve, objectivamente, os prosélitos do neoliberalismo. Não será significativo que, no caso português, poucas vezes a democracia seja objecto de estudo e de defesa, e que uma tendência para branqueamento do fascismo tenha, por exemplo, suscitado, na Imprensa, um sururu que está longe de ser uma polémica por notória deficiência intelectual de uma das partes? Fernando Rosas, com a inteligência que se lhe reconhece, e a rectidão cultural de que é tributário, fez editar, no "Público" de anteontem, um notável artigo, no qual põe as coisas em pratos limpos e chama aos animais os nomes que os animais merecem. 


A ideologia neoliberal é uma aberração, que põe em questão os fundamentos da própria democracia, não para a melhorar, sim para a destruir. Em Portugal, a I República tem servido de pretexto para se elogiar o salazarismo, velada ou declaradamente. Pode um inimigo da República situar-se num plano de equilíbrio para analisar o assunto? E o louvor do salazarismo não será, ele também, um modo comparativo de se enxovalhar a democracia? As dificuldades extremas por que passamos, nesta fase histórica, não propiciam aos historiadores (com aspas e sem aspas), um discurso factual que ilumine e clarifique as origens dos nossos contratempos. 

Os partidos "de poder" estão cada vez mais desacreditados, e os políticos que os representam perderam, completamente, a caução da nossa confiança.

Que fazer? Vejamos: na luta contra o fascismo, o antifascismo não foi, simplesmente, uma batalha ideológica. Foram criadas as condições para a criação de uma frente moral, que conglomerou a nata da cultura portuguesa, a diversidade das opiniões partidárias, e o desgosto acentuado das populações. Não estará na hora de se recuperar essa grande tradição? 

O descontentamento generalizado das pessoas terá de levar àquilo que Mário Soares designou de "levantamento patriótico", correspondente a essa frente moral que abalou os alicerces do salazarismo.

Estamos numa dilemática encruzilhada histórica. E não podemos, nem devemos permitir que esta monumental manobra ideológica, muito bem preparada e organizada, consiga alcançar as rupturas carismáticas, entre a legalidade constituída, de forma que obtenha resultados definitivos. Esta gente tenta fazer com que o abandono emocional se transforme em permanente estado de espírito. O sobressalto cívico de que precisamos, para sacudir esta fatal letargia, não tem sido acompanhado, essa é que é a verdade, pelos escritores, pelos jornalistas livres, pelos artistas. O ataque à RTP e à RDP é um dos aspectos da ofensiva que se estrutura. 


Está em causa a nossa sobrevivência como nação, como povo, como entidade cultural.

Será que ainda se não aperceberam do que está em jogo, e das terríveis ameaças que sobre todos nós pairam?

Baptista Bastos

 MANIA DAS PRIVATIZAÇÕES.. PORQUÊ e PARA QUEM ???... *****

            Este governo actual e todos os seus LACAIOS (lambe botas para alcançar estatuto) defendem com todas as forças , até ao irracional, a privatização de tudo e mais umas botas, tanto aqui como em boa parte do mundo.. PORQUÊ???   É que, o actual governo, sendo um governo que se assume de direita apesar de demagógicamente usar uma sigla de esquerda (social democracia) é formado por cerebros que foram formatados para ver tudo no sentido dos interesses dos grandes e previlegiados (pelo sistema deles próprios) senhores do capitalismo financeiro, que só podem ver como positivo o LUCRO. Aqui como em toda a parte do mundo onde as ditas reformas estão em curso...
               Há mais vida para alem do LUCRO, mas tais senhores, se não estão apenas a defender interesses de ganancia, das duas uma; ou são insensíveis ao social e ao que é mais justo para a comunidade das pessoas, ou então, têm uma formação política incompleta (de funil)  que os impossibilita de entender outras relações económicas entre os humanos que não sejam a competição e o lucro, e, assim chegam ao cumulo de defender soluções contra si próprios, contra a sua classe.  É que a direita é uma visão da sociedade, visão magnifica mas apenas para quem acumulou fortunas compatíveis com os privilégios que dão toda a liberdade para quem tem muito dinheiro, e tiram toda a liberdade a quem não tem, ou tem pouco.  
                 O argumento de que tudo o que é publico não pode ser rentável, e só o privado tem a capacidade de ser rentável é uma questão falsa. O problema está em os responsáveis pela funcionalidade do estado não quererem gerir bem as empresas, por pura questão ideológica e na construção dos seus tachos de privilégio construidos á custa dos favores feitos pelas suas leis aos seus futuros patrões multi-nacionais... Daí o seu grande interesse em forçar a privatização de tudo com o objectivo de enriquecer os seus futuros patrões, donos de tudo o que dá lucro, esquecendo os direitos de quem para eles trabalha na questão de direito a viver a vida, do lazer e bem estar (não passar a vida a trabalhar cada vez mais velozmente, mais tempo e naquilo que seus donos quiserem .....
                  Alem disto, existem serviços indispensáveis numa funcionalidade de servir as pessoas, que, nunca podem ser lucrativos; então pelas lógicas dos políticos actuais no poder tais serviços têm que ser eliminados?.......Por exemplo, uma boa parte das camionetas de passageiros não podem dar lucro por motivos vários, então eliminam-se e as pessoas deslocam-se a pé ???..........Não, o correcto seria um governo eficaz, justo e com sensibilidade social , não para privatizar coisas que no privado não podem cumprir funcionalidades sociais, mas sim, diligenciar no sentido de que tais empresas publicas funcionem o melhor possível no cumprimento do seu papel verdadeiramente justo e humano ao serviço das pessoas e não do capital financeiro...
               O papel dum estado verdadeiramente ao serviço das pessoas e duma sociedade justa não é privatizar empresas que depois vão dar lucro ás minorias que menos falta têm, mas sim, nacionalizar todas as empresas com funcionalidades sociais e tambem empresas lucrativas para que o lucro obtido seja colocado ao serviço da comunidade inteira, independentemente das aptidões, do ter, poder ou saber de cada um, cumprindo assim a funcionalidade dos badalados direitos humanos iguais para todas as pessoas, e, não apenas para algumas mais sortudas bafejadas pela sorte cega e dura, ou pelos mais fortes e dominadores sem escrúpulos numa selvagem competição própria de seres irracionais..

Manuel Sousa.


Creedence - Have You Ever Seen The Rain ♥ღ♥

Ex-votos - Canção do Ladrão


Cavalos Cantores


Animação com cavalos que cantam muito bem. Clique em cada um para que ele comece e clique novamente para que ele pare, permitindo misturar os cantos.

Faça o boneco dançar no Ipod virtual.


Faça o boneco dançar no Ipod virtual.

Uma animação que demonstra as Olimpíadas de um modo trágico. clik no play


Uma animação que demonstra as Olimpíadas de um modo trágico.

CRIE A SUA ORQUESTRA DE TRAQUES !!!



Exemplos de vários tipos de peidos.

OLÁ AMIGOS, AMIGAS E CAMARADAS, FAÇAM CLIK EM CADA FIGURA DOS TOCADORES DE SAMBA E CURTAM UMA BOA MÚSICA PARA ESTE SÁBADO !


Selecione os instrumentos musicais e monte sua banda de samba.

Eles estão aí : os lobos - Vieira da Silva