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domingo, 2 de setembro de 2012

AGENTE LARANJA - AFINS E NÃO CORRUPÇÃO - CARTOON



CARTOON - A HIENA


humor e não só - os grandes líderes xuxialistas


QUANDO O TACHO FALA MAIS ALTO QUE A JUSTIÇA

A procuradora-geral Adjunta Cândida Almeida afirmou sábado que «Portugal não é um país corrupto» e que existe uma «perceção» exagerada da dimensão deste crime, sublinhando que é dos poucos Estados europeus onde se investigam «grandes negócios do Estado».

«O nosso país não é um país corrupto, os nossos políticos não são políticos corruptos, os nossos dirigentes não são dirigentes corruptos. Portugal não é um país corrupto. Existe corrupção obviamente, mas rejeito qualquer afirmação simplista e generalizada, de que o país está completamente alheado dos direitos, de um comportamento ético (...) de que é um país de corruptos», disse a diretora do Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP), numa conferência na Universidade de Verão do PSD, em Castelo de Vide.

«Acontece que as pessoas, de uma maneira geral, sem saber exatamente o que estão a dizer, falam de corrupção num conceito sociológico, ético-político eventualmente, mas falam de coisas que não são corrupção, falam de coisas afins», disse, acrescentando que «a corrupção tem a ver com cidadãos ou funcionários que se vendem ou querem vender-se».

A nível do combate a este crime, «Portugal está na média europeia» e é até um dos países que vai mais longe na investigação deste tipo de ilícito, dando como exemplo o processo judicial relacionado com a compra de submarinos pelo Estado português.

«Temos feito efetivamente o nosso trabalho (...) Ninguém nos impediu e, portanto, se vocês virem a nível europeu (...) não veem ninguém a ser investigado. Não há investigação de grandes negócios do Estado e que interessam ao Estado. E nós temo-lo», afirmou.

Cândida Almeida defendeu alterações legislativas «pontuais» no combate à corrupção e disse que não deve haver «caça às bruxas» nestas matérias, numa resposta a uma aluna da Universidade de Verão do PSD sobre José Sócrates.

Um dos aspetos a melhorar, disse, é a questão do «lobby», cujas fronteiras com os crimes de tráfico de influências e de corrupção é pouco clara, considerou. «Enquanto lá fora isto está regulamentado, em Portugal não está. E isto tem servido de panaceia para estas situações. E portanto quando há qualquer coisa é lobby», explicou.

Cândida Almeida pediu ainda um novo estatuto para «o colaborador, o arrependido», que devia, defendeu, passar a ficar isento de pena.

Uma aluna da Universidade de Verão do PSD disse não entender como é que pessoas sobre as quais existem «fortes suspeitas» são investigadas e detidas, ainda que preventivamente, e isso não acontece com o anterior primeiro-ministro, José Sócrates. Esta aluna referiu que Sócrates vive e estuda em Paris, levando «uma vida de grande luxo com o dinheiro dos salários que ganhou em Portugal» e questionou se o ex-primeiro-ministro terá alguma proteção diferente.

Na resposta, Cândida Almeida voltou a referir a incapacidade do Ministério Público comparar declarações de património e património real. «Vamos instaurar o inquérito por suspeitas de quê?», questionou. «Hoje é este, amanhã é aquele e então é uma caça às bruxas e nós não queremos nenhuma república de juízes. Somos magistrados, devemos cumprimento à lei, as investigações seguem os termos da lei, os termos do processo penal, não há nem pode haver nenhuma república de juízes», afirmou.

«Imaginem o que era os magistrados agora dizerem: vou ver a conta daquele e agora vou ver a conta deste¿Isso acaba por ser também um perigo maior para a democracia», reforçou.

A procuradora-geral Adjunta defendeu ainda uma alteração na forma de eleição dos juízes do Tribunal Constitucional, dizendo que «alguma coisa está errada» quando a sua escolha implica um entendimento ente partidos políticos.


Catastroika 2012 - legendas em português-BR (corrigidas)- a não perder - veja-o ainda hoje

Bom dia! PARTILHEM E VEJAM ainda hoje este documentário. Neste novo documentário dos mesmos autores de Dividocracia, podemos constatar como se originou a política global de privatizações em massa, com a aplicação dos métodos muito bem relatados por Naomi Klein em seu conceituado livro A doutrina do choque.
Podemos ver que, para implementar o propalado modelo de "Estado mínimo", é preciso usar ao máximo a força do Estado, especialmente forças militares e policiais, para vencer as enormes resistências de grande parte da população. Ou seja, os defensores do "Estado mínimo" apelam para o Estado máximo para impor suas condições a toda a sociedade.




A partir dos postulados do neoliberalismo, entenderemos que o Estado só deverá manter-se afastado na hora da apropriação dos recursos gerados pelo conjunto da nação (para evitar que os mesmos caiam nas mãos erradas da maioria). Estes recursos devem sempre ficar à disposição dos grupos econômicos (especialmente os representantes do capital financeiro) que de fato comandam o Estado. A participação estatal na questão da distribuição da renda só será admitida (e, na verdade, exigida) quando o modelo entrar em crise e gerar situações que ponham em risco os interesses dos grupos econômicos dominantes. Aí, sim, o Estado precisa desempenhar um papel de primeira linha e deve atuar para fazer com que o conjunto da sociedade assuma os custos da crise originada pelas ações especulativas daqueles que vinham se beneficiando do sistema.

O documentário nos mostra em detalhes como se gestou a crise na Grécia. Também nos deixa muito claro que permanece plenamente em vigor a máxima do neoliberalismo econômico, a qual reza que: "Todo lucro deve sagradamente ser apropriado de forma privada, e todos os prejuízos que surjam desse processo de apropriação devem necessariamente ser assumidos pelo conjunto da sociedade".
Este documentário e o relatório seguinte serão incluídos no meu Dossiê Privataria- austeridade é mentira e agressão

BLOG BIOTERRA

Os maiores teleféricos do mundo!

A emoção de uma pessoa pode ser o horror de outra, especialmente quando se trata de alturas. Com vistas cênicas ou não, o que leva-se em conta é estar dentro de uma caixa de aço, suspensa por um fio, a milhares de pés do chão, sem que se possa pedir para sair. Com dezenas se não centenas de rotas de teleféricos em todo o mundo não é fácil escolher o mais assustador de todos, por isso selecionamos 11, os 11 principais, vamos dizer assim. Entre eles, naturalmente está o mais assustador. Acompanhem essa viagem.

1) Tianmen Shan, na China. Leva a essa incrível gruta em forma de arco natural feita pela erosão de séculos com uma abertura de 30m de altura, 70m de profundidade e 30m de largura. (Foto ao lado) (Nos próximos dias pretendo postar uma matéria só sobre essa gruta). Mas vamos à foto do teleférico, que, segundo dizem é o maior teleférico do mundo,percorrendo uma distância de 7.455 metros e subindo a altura de 1.279 metros.







2) - Teleférico de Massada, em Israel. Em termos de altitude é considerado o "menor" passeio do mundo. Verdade! É que a sua estação de base fica a 257 m abaixo do nível do mar. Isso não significa que dá para se jogar, mas que é interessante é. O topo do teleférico fica a apenas 33 m acima do nível do mar.


3) Ainda em Israel o Stella Haifa, que leva as pessoas da costa do Mediterrâneo para o topo do Monte Carmelo.



4) O Teleférico de l'Aiguille du Midi é um cabo a uma montanha com o mesmo nome no Massivo de Mont Blanc, nos Alpes franceses. Este passeio irá fazer o coração do amante de teleférico bater mais rápido. Construído em 1955 ainda detém o título de maior do mundo em subida vertical. Cobre uma lacuna de mais de 2.800 m, subindo de 1.035 m para 3.842 m. Na sequência duas fotos: a da montanha e a do teleférico. 



5) Skyrail, em Hong Kong. Passeio de teleférico com certeza de um dos melhores ponto de vista cênico do mundo, mas olhando para baixo, suspenso sobre a água, não é para os fracos. E basta olhar para as cabines alinhadas uma após a outra, como um gigantesco colar com bolinhas. Não seria bom ficar preso na fila ...

Hong Kong Skyrail

Vamos fazer uma pequena pausa para levantarmos alguns fatos: Os teleféricos são também chamados de "bondes aéreos" e não devem ser confundidos com os bondes de rua ou carros elétricos - que é o termo utilizado em inglês. Os termos franceses e alemães Telepherique e Seilbahn, respectivamente, também são bastante conhecidos, porque muitos deles podem ser encontrados nas regiões alpinas. Apesar de o sistema hoje ser associado com o transporte de pessoas, o primeiro teleférico, concebido em 1644, foi construído como uma ferramenta para mover o solo a uma distância de altura. Mais tarde, os sistemas de teleférico no século 19 também foram construídos principalmente para o transporte de minério. Foi somente na década de 1920 com o surgimento de uma indústria de lazer que os cabos como meio de transporte público foram desenvolvidos, primeiro para passear.
Depois vieram os teleféricos para fins recreativos, alcançando os mais altos picos dos Alpes na Áustria, Alemanha e Suíça. Após a Segunda Guerra Mundial se estenderam para os picos das montanhas em outras regiões da Europa, das Américas, Japão, Canadá e África do Sul. Falando nisso o 6º teleférico desta série é o deCape Town's, na Table Mountain, Africa do Sul. Duas fotos. 





7) O nosso belo e famoso Pão de Açúcar, no Rio de Janeiro. Para chegar no ponto mais alto os visitantes precisam tomar dois teleféricos: um ao Morro da Urca e outro para o Pão de Açúcar, propriamente dito, a 396 m acima do nível do mar. Também duas fotos.






8) Na Yellow Mountain ou Huang Chan, na China. Não tenho certeza, mas  parece ser o mais assustador, tanto pela visão para baixo como pela proximidade do cabo e das cabines com a montanha. É até de se perguntar: uma súbita rajada de vento não poderia empurrar as cabines contra a face da rocha. Aliás, a exemplo do primeiro teleférico, este também merece uma matéria especial. Qualquer dia destes vou postar. Esse teleférico leva a uma montanha maluca onde milhares de pessoas peregrinam, e isso a mais de 1.200 anos. A Yellow Mountain é, na verdade, uma cadeia de picos de granito. As pessoas, aos milhares, levam 5 horas em subidas íngremes, ponte estreitas e passarelas à beira do abismo. Quem não quer se cansar usa o teleférico, que acaba sendo tão assustador como a própria subida a pé.



9) O Klein Matterhorn, teleférico em Zermatt, Suíça. É o que alcança a maior altura da Europa. O cabo leva a um terminal localizado a 3.320 metros - apenas 563 metros do pico. Duas fotos para você curtir: 










10) Teleférico para a ilha de Langkawi, na Malásia. Já postamos aqui uma matéria sobre este local. É aquele que tem uma ponte panorâmica. Vejam as fotos.


11) O último: o Skyway, em Genting, na Malásia. Fica a cerca de uma hora de distância de Kuala Lumpur. Tem uma particularidade, é o mais rápido do mundo. O passeio leva ao pico do Genting Highlands, a 1.760 m de altura.