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quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Capitulo 01 - Mr. Bean .rm

Sheena Easton - Strut


A Maçonaria Em Portugal- uma História de Corrupção e Conspiração


É com alguma dificuldade que tento neste pequeno texto discutir brevemente a razão pela qual todos devemos estudar as sociedades secretas cuidadosamente. Este é um tema muitíssimo vasto, e tem tantas vertentes que para proceder à denuncia da verdadeira teia de poder que transcende partidos, afiliações políticas e religiosas, tanto poderíamos considerar textos sobre finança, como livros sobre geopolítica, como tratados sobre misticismo. Mas para não complicar demasiado, e com vista a clarificar em vez de mistificar, serve este texto de breve introdução para ilustrar de que forma a maçonaria plantou, e continua a plantar as sementes da desgraça que é a condição atual de Portugal. Vamos portanto considerar elementos puramente terrestres (negligenciando por enquanto as dinâmicas filosóficas e etéreas), sendo que uma pesquisa mais aprofundada do presente tema levará necessariamente a áreas de conhecimento às quais as mentes mais fechadas se negam o acesso.
Sobretudo, a maçonaria é uma plataforma que facilita a corrupção; é sem duvida a menos secreta de entre as sociedades secretas. Pode-se dizer que começou, na sua fase dita ‘operativa’, como um sindicato de pedreiros. Para este efeito, os pedreiros necessitavam de algum secretismo para salvaguardar (ou seja, lutar contra a disseminação das) técnicas de construção de igrejas e outros edifícios, de modo a manter as suas receitas altas- quanto menos pessoas souberem praticar uma profissão, mais lucrativa ela se torna. Este é um elemento muito importante, pois muitos argumentam que na sua génese a maçonaria em si era uma boa organização e que somente na sua segunda fase deteriorou. Esta argumento é falacioso, tendo em conta que a sua função foi, desde o inicio, a salvaguarda dos interesses dos seus membros, e não a caridade nem a filantropia, como alegam os seus apologistas. A sua natureza presente é somente uma expansão e continuação do seu propósito original- defender os interesses dos maçons em detrimento do resto da população.
À segunda fase desta organização, a partir do século XVIII, dá-se o titulo de de ‘maçonaria especulativa’, agregando nesta fase pessoas destacadas (ricas, poderosas, de preferência as duas) de todas as profissões. Podemos conceitualizar esta transição da seguinte maneira. Os maçons trabalhavam com a pedra, e utilizavam as ‘lojas’ da maçonaria para trocar e guardar informação, sendo esta organização um verdadeiro sindicato (sem ter o mérito de lutar pelos direitos dos trabalhadores em geral, sendo limitado a uma profissão). Mas eventualmente começou a organização a agregar pessoas poderosas de todas as profissões, sem por isto abdicar dos símbolos e conceitos ligados à maçonaria (literalmente falando, ou seja, o trabalho com a pedra), sobretudo, mas não só, o esquadro e o compasso, mas também pilares, janelas, portas, etc. Neste contexto a pedra é utilizada como uma analogia que ilustra questões essenciais da vida, essencialmente a organização humana e a luta pelo aperfeiçoamento individual e colectivo, conceito o qual é, na língua inglesa denominado de ‘becoming’, ou seja, ‘tornar-se’, o processo através do qual o ser humano evolui, sendo a proveniência e o destino final dos humanos neste contexto secundário à deliberação do processo de mudança, ou seja, a vida como um percurso.
Ao estudar a maçonaria devemos, sempre lembrando que um maçom não pode relevar os verdadeiros ‘segredos’ da sua ‘arte’, fazer recurso a elementos de próprios maçons, mas sempre com de maneira particularmente critica. Um maçom deve, ao falar da maçonaria, ocultar informação e até desinformar o ouvinte: segundo a visão do mundo inerentemente elitista da maçonaria, quem não é maçom não é iniciado e portanto é ‘profano’, incapaz de compreender os mistérios que se ensinam na loja (local de congregação maçónica). Por exemplo, quando o grão mestre do Grande Oriente Lusitano leva a SIC Noticias (Canal que pertence a um dos pesos pesados da Maçonaria Portuguesa- Francisco Pinto Balsemão, membro fixo da conferência Bilderberg) fornece muita desinformação, argumentando que a maçonaria ‘não age sobre os poderes públicos’, e sobretudo, fornecendo somente interpretações superficiais dos símbolos e objetos da loja.
Por exemplo a pedra polida, a ‘ashlar’, não representa somente o indivíduo aperfeiçoado, representa também o Estado (segundo Albert Pike, ‘Dogmas e Morais…’), sendo que o polimento da ashlar representa a preparação do individuo para que este possa trabalhar em grupo, sendo a forma suprema deste conjunto de seres humanos o Estado; da mesma maneira que duas pedras não polidas muito dificilmente trabalham em conjunto para construir um edifício estável, também um individuo não polido não está preparado para trabalhar em conjunto com outros de forma eficiente.
António Reis, ex-Grão Mestre do Grande Oriente Lusitano
Vivemos na época da externalização, como previu Alice Bailey. Segredos previamente guardados são hoje visíveis a todos, todos os que não se recusem a abrir os olhos. É portanto com pouco espanto que constatamos que até as instituições de comunicação social que  normalmente contribuem para a dissimulação das verdadeiras teias de poder hoje em dia afirmam que existem 80 maçons em ‘cargos de poder’ (sendo este numero obviamente muito baixo, provavelmente sendo o resultado de uma definição do que constitui um cargo de poder muito arbitrária).
Mas a maçonaria esteve, brevemente, na menta colectiva (mente esta cada vez mais susceptível a ataques agudos de Alzheimer’s e a memória particularmente curta, assim como uma capacidade de concentração diminuta) por que foi precisamente esta organização que serviu como plataforma para ligações políticas que comprometem a democracia e infringem a lei: O antigo Director do Serviço de Informações Estratégicas da Defesa (SIED), Silva Carvalho, utilizou os seus conhecimentos na maçonaria para facilitar a reabilitação de um edifício que pertencia à empresa que o viria a contratar, a Ongoing. Foi igualmente acusado o líder da loja Maçónica Mozart 49, José Manuel Anes, que, como Silva Carvalho oficialmente deixou a loja depois do escândalo, de utilizar a loja como plataforma que lhe permitia instrumentalizar indevidamente instituições do Estado para servir as suas ambições pessoais. Silva Carvalho utilizou conhecimentos que adquiriu a partir da loja Mozart para recolher informação para a empresa de informação Ongoing que mais tarde o viria a contratar.
José Manuel Anes em traje Maçónico
Mais recentemente, descobriu-se que Miguel Relvas e Manuel Damásio, que facilitou a obtenção da licenciatura de Relvas na Lusofona, são de facto os dois membros da maçonaria. Relvas solicitou também ao seu ‘irmão’ maçom, Silva Carvalho, um relatório sobre o igualmetne maçom Francisco Pinto Balsemão.
A maçonaria é massivamente influente em Portugal desde o século XIX, tendo sido instrumental na instauração da República Portuguesa.
Para textos sobre a história da maçonaria mais detalhados, ver o resumo do trabalho de Isabel Oliveira, assim como o trabalho do maçom A. M. Gonçalves (tentando sempre tomar em conta a advertência inicial relativa à necessidade de analise critica), assim como algumas obras de José da Costa Pimenta, entre outros. É um tema muito bem documentado mas relativamente pouco discutido na esfera pública.
Em conclusão, a maçonaria é um instrumento de corrupção, que dilui a separação de poderes (que já por si é deficiente, ver até virtualmente inexistente), promovendo a promiscuidade entre os ricos e poderosos. A existência de sociedades como a maçonaria explica em grande parte a razão pela promiscuidade entre políticos com visibilidade, sendo que grande parte da classe política em Portugal é de facto uma grande teia cujas ligações superam divisões partidárias; por detrás da fachada que é a falsa discórdia teatral a que assistimos na assembleia todos os dias, estão plataformas como, mas não só, a maçonaria que permitem coordenação e concertação entre os ricos e poderosos. É igualmente uma pirâmide de controle por ser uma sociedade esotérica (ou seja, é uma organização altamente hierarquizada, onde a progressão se efetua por graus [ou degraus] supostamente pré-definidos). Podemos dizer que a maçonaria é de certa forma uma estrutura militarizada que por definição instrumentaliza os que ocupam os graus inferiores para beneficio dos que ocupam os graus superiores, em detrimento dos ‘profanos’, os ‘goyim’ (gado), ou seja, nós, 99.9% da população. A maçonaria é igualmente utilizada por outras sociedades, como os infames Jesuítas e a Sociedade Teosófica para recrutar membros e atingir os seus fins. A maçonaria é a menos secreta de todas as sociedades secretas, e por esta razão é particularmente susceptível a ser infiltrada e utilizada por terceiros.
Os Graus da Maçonaria do Antigo Ritual Aceite Escocês
Uma das sociedades acusada por muitos de infiltrar a maçonaria é a Sociedade de Jesus (Sociedade de Loyola, normalmente chamados de ‘Jesuitas’), sociedade à qual Paulo Portas implicitamente afirma pertencer. Quando um jornalista lhe perguntou recentemente se pertencia à Maçonaria, ripostou dizendo ‘Eu fui educado nos Jesuitas, a minha praia não é bem essa‘, sorrindo. Também o fundador dos Iluminados da Baviera (organização à qual se referem aqueles que utilizam o termo ‘Illuminati’) Adam Weishaup, foi educado por Jesuitas.
João Silva Jordão
Casa das Aranhas

O FANATISMO ASSASSINO DO EXÉRCITO SIONISTA PROMOVE EM TSHIRTS O ASSASSÍNIO DE MULHERES GRÁVIDAS



TShirts de Soldados Israelitas Promovem Assassinato de Mulheres Grávidas e Crianças

A t-shirt da esquerda diz 'Um Tiro, Duas Mortes', enquanto que a da direita diz 'Quanto Mais Pequeno, Mais Dificil'
T-shirts que glorificam o assassinato de mulheres grávidas e crianças servem como mais um exemplo da perversidade da mentalidade do exercito Israelita, num caso que gerou alguma controvérsia em 2009. Como é exemplificado acima, uma das t-shirts em questão ilustra uma mulher grávida com um alvo apontado à sua barriga, com a frase ‘Um Tiro, Duas Mortes’, em hebraico e inglês. Uma outra, ilustra uma criança, também ela com uma arma, com a frase ‘Quanto Mais Pequeno, Mais Difícil’. Um soldado Israelita disse, sobre esta ultima t-shirt, que “Quando é uma criança, então é mais problemático, moralmente e porque o alvo é mais pequeno”. O exercito Israelita nega ter produzido ou aprovado as t-shirts, e disse num comunicado que estas ‘não reflectem os seus valores’. Porém, será impossível negar que estas não reflectem os valores dos soldados, e muito menos que não reflectem os resultados das suas operações.

Uma outra t-shirt do exercito Israelita mostra uma Mesquita a ser bombardeada, com a frase: 'Só Deus Perdoa'
Mas estas não são as únicas t-shirts que causaram controvérsia. Uma outra mostra uma Mesquita a ser bombardeada, com a frase ‘Só Deus Perdoa’. Outros exemplos são uma t-shirt que diz ‘Não Descansarei até Confirmar um Assassinato’, enquanto que outra, com a imagem de uma mulher a chorar ao pé do seu bebé morto, diz, ‘É Melhor Usar Durex’, insinuando que seria melhor se a criança morta não tivesse nascido.

Uma imagem de uma mãe a lamentar a perda do seu bebé, com a frase 'É Melhor Usar Durex'

A arte sobre os livros

Deste mês, até agosto, acontece num shopping em Hong Kong, patrocinada pela loja local da gigante do varejo Joyce, a exposição individual do artista americano Mike Stilkey, um pintor que vive e trabalha em Los Angeles. Mike Stilkey sempre foi atraído pela pintura e o desenho não só no papel vintage, como também em capas de discos, páginas e capas de livros. Usando uma mistura de tinta, lápis de cor e verniz, Stilkey retrata um melancólico e às vezes lunático elenco de personagens que habitam espaços ambíguos e narrativas de fantasia e contos de fadas. Uma sensação persistente de dicas de perda e saudade em profundidade emocional, atraindo o espectador para o seu escravo introspectivo com uma mistura de poesia caprichosa, sagacidade e mistério. Seu trabalho é uma reminiscência do expressionismo alemão de Weimar, e seu estilo tem sido descrito por alguns como a captura de recursos de artistas que vão de Edward Gorey a Egon Schiele. Vale a pena ver algumas das obras expostas.
Mike ao lado de uma das suas obras














FontePost(s)á beira mar

UM NOIVO E DUAS NOIVAS



Cartório oficializou união poliafetiva a três no Brasil

por Patrícia Viegas com BBC
Cartório oficializou união poliafetiva a três no Brasil

Um noivo e duas noivas. Uma espécie de casamento a três. Oficializado. Tudo aconteceu em Tupã, no estado brasileiro de São Paulo, pela mão da tabeliã (conservadora) e advogada Claudia do Nascimento Domingues, que criou a primeira união estável "poliafetiva" entre três pessoas no Brasil. A polémica não tardou em surgir.

A escritura pública de união poliafetiva foi feita há três meses e agora revelada pela tabeliã, citada pelos media brasileiros e pelo serviço brasileiro da BBC. O trio, cujas identidades não foram divulgadas, vive na mesma casa, divide as contas e mantém uma relação de "lealdade e companheirismo" há mais de três anos no Rio de Janeiro.
Os três foram ajudados por um jurista e encaminhados até Claudia do Nascimento Domingues, que faz investigação nesta área, tendo daí resultado a formulação de um acordo que foi oficialmente denominado de "escritura pública declaratória de união estável poliafetiva". Em entrevista à BBC Brasil, a tabeliã de Tupã disse considerar que, dadas as alterações sofridas pelo conceito de família nos últimos anos, esta união poliafetiva "não afeta o direito das outras pessoas".
A responsável disse esperar que este caso abra precedentes para outros tipos de famílias e explicou que o documento deixa claro apenas a vontade das três pessoas, com cláusulas relativas a assuntos como pensão, comunhão de bens ou separação, mas que cabe a empresas e órgãos públicos aceitarem ou rejeitarem o trio como "unidade familiar" e admitiu que, apesar de tudo, os tribunais podem avaliar eventuais recursos.
"O modelo descrito na lei é de duas pessoas. Mas em nenhum lugar está dizendo que é crime constituir uma família com mais de dois. E é com isso que eu trabalho, com a legalidade. Sendo assim o documento me pareceu bastante tranquilo. Trata-se de um contrato declaratório, não estou casando ninguém", disse Claudia, à BBC Brasil, numa altura em que outros juristas rejeitam o sucedido, lembrando que uma família apenas pode ser constituída por duas pessoas, criticando o novo conceito tanto em termos jurídicos como morais.
"É um absurdo. Isso não vai para frente, nem que sejam celebradas milhares dessas escrituras. É inaceitável, vai contra a moral e os costumes brasileiros", declarou a advogada Regina Beatriz Tavares da Silva, presidente da Comissão de Direito da Família do Instituto de Advogados de São Paulo.
José Carlos de Oliveira, professor de direito, disse também à BBC Brasil que o documento não é válido por "contrariar a Constituição" do Brasil. O responsável acrescentou: "A escritura em questão alterou de forma unilateral aquilo que já é tipificado pela lei, ou seja, que uma família é constituída por duas pessoas somente, sejam heterossexuais ou homossexuais. Fizeram um contrato de acordo com os interesses deles, que, se chegar ao Supremo Tribunal Federal, será prontamente julgado como ilegal".

Os gatos estão a ficar mais velhos...

Sabe que idade humana terá o seu gato quando apagar 12 velas? Feitas as contas, 64 anos! Uma bela idade mas que, tal como nos seniores humanos, implica cuidados especiais.


Conheça os 29 gatos mais premiados em 2010
Os animais de companhia estão a ganhar anos de vida! Nos últimos anos, a média de idade aumentou consideravelmente. A longevidade de um gato hoje em dia ronda os 15 anos e não é raro alguns chegarem aos 20 anos de vida! Por curiosidade, o gato mais velho viveu até aos 34 anos! Mas se, por um lado, é reconfortante saber que terá a sua companhia por muitos e longos anos, também é preciso reconhecer que a idade pesa! Tal como acontece com os humanos!
O envelhecimento dos animais é acompanhado por mudanças graduais ao nível da actividade /agilidade, da pele e pelagem e no seu peso. Se bem que cada espécie tem um padrão de envelhecimento claro e distinto, é possível estabelecer o paralelo entre a idade dos felinos e dos humanos: um gato de 7 anos é equivalente a uma pessoa com 44 anos de idade, enquanto os 14 anos correspondem a um indivíduo de 72 anos de idade.
Tudo muda… com a idade!
Um estudo da Universidade Purdue, EUA, divulgado em Abril de 2011, reforça que os animais de companhia estão a viver mais anos, graças à melhoria dos cuidados de saúde. A juntar ao papel do médico veterinário, a mudança progressiva do comportamento dos seus donos tem sido decisiva para garantir a saúde do seu animal. Muito por que começam a reconhecer os benefícios do alimento industrial, orientado para a raça, a idade, estilo de vida e necessidades fisiológicas.
No fundo, a escolha do alimento em função das necessidades nutricionais específicas do seu animal de companhia garante que ele ingere diariamente o conjunto equilibrado de nutrientes que são indispensáveis. Mas porque é que é tão importante adaptar a alimentação à idade?
  • Fase de crescimento (até ao primeiro ano): Nesta altura, o seu gato necessita de um alimento que seja fácil de ingerir e digerir; que reforce o seu sistema imunitário; que contemple os nutrientes necessários de forma a manter o peso ideal; e que fortaleça o desenvolvimento dos músculos e do esqueleto;
  • Fase adulta (até aos sete anos): Numa fase mais activa da sua vida, a alimentação deverá ser indicada para o ajudar a manter a vitalidade; eficiente no controlo da ingestão de calorias; que garanta a sua saúde renal e responda às necessidades específicas de cada raça;
  • Fase matura (dos 7-12 anos): Eis que o seu gato começa a ficar mais velho. Apesar de manter o mesmo aspecto, a verdade é que está menos enérgico e mais sedentário, daí que as necessidades nutricionais também se alteremA partir dos sete anos, o alimento que dá ao seu felino deverá ajudá-lo a manter uma boa forma física, através da ingestão de vitaminas e nutrientes com propriedades antioxidantes; por outro lado, deverá também permitir o reforço da sua saúde articular e favorecer o funcionamento renal;
  • Fase sénior (+ de 12 anos)Com mais de 12 anos, o seu animal de companhia está ainda menos activo, mas mais exigente ao nível das necessidades nutricionais. Assim, o alimento industrial deverá ter uma textura e sabor que estimule o seu apetite e responda às necessidades de cada raça. Deverá ainda conseguir estimular as funções cognitivas e actuar na prevenção do envelhecimento celular.
O aumento de peso nos gatos está, por esta razão, também associado à senioridade, sendo cada vez mais frequentes casos de obesidade nos animais de companhia. Com a esterilização é também usual os gatos ficarem mais gordos. Mais uma vez, e também nestes casos, a opinião e ajuda do médico veterinário é essencial para redefinir a dieta. Tal como um adulto sénior precisa de cuidados especiais, o mesmo se passa com os felinos. Por isso é importante estar atento ao comportamento do seu animal.     
Na Europa as estatísticas falam que cerca de 30% dos gatos têm mais de oito anos, o que corresponde a 20 milhões de gatos seniores! No Japão, 30% dos gatos têm mais de 10 anos de idade. Actualmente existem mais de 263 milhões de gatos no mundo. Com estes números, uma questão impõe-se: Será que este felino será o animal doméstico do século XXI?
Quadro de orientação da equivalência de idades entre o homem e o gato
Idade do gato
1
2
4
7 anos
10
12 anos
14
16
18
20
Equivalência no homem
em anos
15
24
32
44 anos
56
64 anos
72
80
88
96


http://activa.sapo.pt.

Boatos e mitos urbanos: toda a verdade!

Ratos no Convento de Mafra? Seringas infectadas nas cadeiras do cinema? Ladrões de rins em casas de banho públicas? Tudo mentira, mas não só acreditamos como ajudamos muitas vezes a propagar estes boatos que se convertem em autênticos mitos urbanos.

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Lembra-se do jogo do telefone? Sussurrávamos uma mensagem ao ouvido de alguém que tinha de a passar a outra pessoa, e assim sucessivamente. No final, o que tinha começado por "vou buscar a minha avó" podia terminar em algo tão diferente como "vou jantar pão-de-ló". Com os rumores acontece mais ou menos a mesma coisa. Alguém conta um conto, outra pessoa acrescenta um ponto, e daí até uma história mirabolante é apenas um passo, cada vez mais curto desde que a internet aumentou a velocidade das comunicações para níveis nunca vistos. A jornalista Susana André coligiu alguns dos mais conhecidos rumores e mitos urbanos e desmontou-os um por um no livro 'Mitos Urbanos e Boatos' (Ed. Esfera dos Livros). Nós seleccionámos alguns dos mais conhecidos e mostramos--lhe como se constrói um boato.
Os mitos revelam os nossos medos

 
A principal motivação por detrás da propagação dos rumores é a ansiedade. Foi isto que vieram demonstrar os estudos feitos por psicólogos como o americano Robert Knapp. Um mito urbano tem quase sempre origem em situações que nos angustiam e propagá-lo funciona como catarse. Não admira que os principais temas dos boatos passem pela xenofobia, epidemias e tráfico de órgãos. Estudar os mitos urbanos permite-nos perceber as questões que mais preocupam a sociedade num dado momento. Por exemplo, quando, nos anos 60, o sociólogo francês Edgar Morin investigou os rumores que denunciavam o desaparecimento de raparigas em lojas de judeus em Orleães, concluiu que se tratava apenas de uma manifestação de anti-semitismo.
O problema dos boatos é que rapidamente ganham vida própria, característica ampliada a níveis inimagináveis com a net. Graças ao e-mail, as histórias circulam facilmente em várias partes do globo ao mesmo tempo, com adaptações locais. Há uns anos, Teresa Guilherme apresentava o concurso "Não se Esqueça da Escova de Dentes", em que os casais concorriam para testar os conhecimentos de um sobre o outro. A determinada altura, começou a correr o boato de que num dos programas a apresentadora teria perguntado a uma concorrente onde é que o casal tinha feito amor pela última vez. A concorrente disse: 'Na cozinha.' À mesma pergunta, o marido hesitou, até que respondeu: "No rabinho." Seria uma divertida história se não fosse mentira. O episódio nunca aconteceu e a apresentadora sempre se questionou sobre a sua origem, até que anos depois, num encontro de produtores em Cannes, o ouviu da boca de um produtor francês. A única diferença é que se referia a um programa de televisão local.
O segredo do sucesso: SÃO CONTOS TRADICIONAIS MODERNOS!

O sucesso dos mitos urbanos deve-se em grande medida à grande simplicidade e carga simbólica das suas histórias. Os especialistas dizem que no fundo eles recriam e servem a função dos antigos contos tradicionais. Ratos gigantes no Convento de Mafra são substitutos modernos do lobo mau, do bicho papão ou do lobisomem. E tal como os contos, estas histórias também se transmitem de geração em geração e circulam apoiadas num mecanismo irracional de crença. Apelam com frequência ao nosso espírito de bom samaritano para se propagarem, e é normal virem travestidas de alertas urgentes que devemos enviar aos nossos amigos. Algumas sugerem mesmo a criação de correntes solidárias que ajudem a travar o perigo passando a mensagem.

Origens MISTERIOSAS

Raramente questionamos a origem dos e-mails com estas histórias, que aparecem sempre com contactos "credíveis". Poucos se dão ao trabalho de confirmá-las e a mensagem acaba por ser reencaminhada até a origem inicial se perder nas brumas. Algumas têm claras motivações comerciais. Há quem se aproveite do facto da maioria das pessoas ainda não ter os cuidados básicos de ocultação de endereços quando reencaminha uma mensagem para construir listas de e-mails que depois são vendidas a quem quer fazer publicidade. O resultado pode ser uma caixa de e-mail cheia de publicidade não solicitada na semana seguinte.
Raramente questionamos a origem dos e-mails com estas histórias, que aparecem sempre com contactos "credíveis". Poucos se dão ao trabalho de confirmá-las e a mensagem acaba por ser reencaminhada até a origem inicial se perder nas brumas. Algumas têm claras motivações comerciais. Há quem se aproveite do facto da maioria das pessoas ainda não ter os cuidados básicos de ocultação de endereços quando reencaminha uma mensagem para construir listas de e-mails que depois são vendidas a quem quer fazer publicidade. O resultado pode ser uma caixa de e-mail cheia de publicidade não solicitada na semana seguinte.


Outras histórias podem ter como objectivo denegrir uma marca, e outras, ainda, podem começar de forma bem intencionada, mas propagarem-se de forma distorcida durante anos, causando danos a todos os envolvidos, como o e-mail que todos os anos angaria cassetes de vídeo e pijamas para o IPO. É natural que muitas das histórias que lhe contamos a seguir lhe sejam familiares. O facto de todas, sem excepção, serem mitos urbanos deve fazer-nos reflectir sobre os nossos medos e aquilo em que acreditamos sem questionar. Da próxima vez que receber um e-mail destes, repita o mantra: confirmar antes de reencaminhar.
MITO NÃO HÁ MORTOS CHINESES 
O semanário 'Expresso' publicou, em 2006, uma notícia que dizia não haver registos de óbito de cidadãos chineses em Portugal nos últimos cinco anos. Rapidamente se espalharam boatos com explicações macabras: cozinhar os corpos em chop suey nos restaurantes ou usar os documentos dos mortos para encobrir imigração ilegal foram algumas das mais populares. 

A VERDADE: Contactado pelo 'Correio da Manhã', em 2007, e pela jornalista Susana André, em 2009, o Instituto Nacional de Estatística garante que há registo de óbitos de chineses em Portugal e em número considerado normal, tendo em conta a dimensão da comunidade. A explicação sociológica para este boato vê no crescimento acentuado desta comunidade a razão do boato. O medo gera desconfiança, sobretudo quando as comunidades em causa são fechadas e pouco dadas ao convívio com outras nacionalidades.

MITO TRÁFICO DE ÓRGÃOS EM LOJAS DE CHINESES
Em 2005 começou a circular na net um e-mail que avisava para o perigo de ir às lojas de chineses. A história macabra relatava que um pai teria combinado esperar pela filha no parque de estacionamento enquanto ela entrava numa destas lojas no Norte do País. A filha nunca saiu e a polícia descobriu-a debaixo de um alçapão com o corpo cheio de marcas. Objectivo: tráfico de órgãos.
Em 2005 começou a circular na net um e-mail que avisava para o perigo de ir às lojas de chineses. A história macabra relatava que um pai teria combinado esperar pela filha no parque de estacionamento enquanto ela entrava numa destas lojas no Norte do País. A filha nunca saiu e a polícia descobriu-a debaixo de um alçapão com o corpo cheio de marcas. Objectivo: tráfico de órgãos.


A VERDADE: A GNR, a PSP e a PJ garantem que a história é falsa. De resto, em 2007, o mesmo e-mail começou a circular nos Açores também sem fundamento real. Por ter contornos xenófobos, a situação chegou até ao alto-comissário para a Imigração e Minorias Étnicas, Rui Marques, que lembrou que a difusão de rumores xenófobos é crime. O receio e a tentativa de prejudicar o negócio destas comunidades, que veio afectar sobretudo o comércio tradicional, é uma das explicações avançadas pelos sociólogos.
MITO EASY DATE, DROGA DO SEXO
O primeiro e-mail surgiu em 2001 com o título em letras garrafais: 'ATENÇÃO A UMA NOVA DROGA'. A droga em questão era o easy date e circulava em discotecas onde era facilmente diluída em bebidas de raparigas incautas. Actuava em menos de cinco minutos e causava amnésia total, permitindo violações. A mensagem vinha assinada por um professor da Universidade Nova de Lisboa.
O primeiro e-mail surgiu em 2001 com o título em letras garrafais: 'ATENÇÃO A UMA NOVA DROGA'. A droga em questão era o easy date e circulava em discotecas onde era facilmente diluída em bebidas de raparigas incautas. Actuava em menos de cinco minutos e causava amnésia total, permitindo violações. A mensagem vinha assinada por um professor da Universidade Nova de Lisboa.


A VERDADE: As autoridades desconhecem a existência do easy date. A história circula desde os anos 90 e terá começado nos Estados Unidos. Em Portugal, o professor que a 'assinava' esclarece que apenas se limitou a reencaminhar o e-mail. Resultado: foi contactado por centenas de pessoas à medida que a história ia circulando.


MITO: LADRÕES DE RINS 
Os locais variam, mas a história é a mesma. Na discoteca ou no cinema alguém vai à casa de banho, leva uma pancada na cabeça e acorda numa banheira com gelo e um telefone ao lado e um recado: "Se quiseres viver, liga para o 112 e não saias da banheira". Diagnóstico: menos um rim, traficado pela máfia russa ou outra entidade maléfica.
A VERDADE: As autoridades portuguesas não têm conhecimento de nenhum caso. A história existe em várias partes do mundo e assenta num fenómeno real, que é o tráfico de órgãos. Uma das explicações sociológicas para a sua disseminação diz que estes mitos expressam os problemas de consciência do primeiro mundo face a um mal social que atinge sobretudo cidadãos de países como o Paquistão, África do Sul, Moçambique, China e Índia.

MITO AGULHAS INFECTADAS NO CINEMA 

 
Quem não se lembra de receber um e-mail, no fim dos anos 90, que alertava em letras garrafais para o perigo de contrair o vírus da sida numa sala de cinema? O texto contava a história de uma rapariga que se tinha picado numa agulha infectada deixada numa cadeira onde também estava a nota 'Bem-vindo ao mundo real. Agora tens sida'.
O filão das agulhas infectadas apareceu depois noutras variantes tanto ou mais assustadoras, como a das cabinas telefónicas onde os toxicodependentes colocariam agulhas infectadas nas ranhuras de devolução de moedas, por exemplo.
A VERDADE: Esta história macabra teve como ponto de partida os Estados Unidos, alastrou para o Canadá e daí para o resto do mundo. O aparecimento da sida e os medos associados a esta nova doença explicam a propagação desta história, que faz lembrar vagamente o célebre conto de fadas 'Bela Adormecida', em que a princesa Aurora se pica na roca envenenada.
A polícia portuguesa garante não existirem registos de casos destes e qualquer médico explica que o vírus do HIV sobrevive escassos segundos fora do corpo humano, não tendo a história qualquer credibilidade sequer.

MITO CÁPSULAS NESPRESSO PARA O IPO E A ACREDITAR 

 
No Natal de 2009, um e-mail solidário apelava à recolha de cápsulas Nespresso para fazer uma bonita árvore de Natal para as crianças do Instituto Português de Oncologia (IPO) e da Acreditar. Vinha com morada e contactos. Foram e continuam a ser enviadas milhares de cápsulas para estas duas instituições.
A VERDADE: Este mito começou num apelo verdadeiro feito pela Acreditar no Natal de 2008. A adesão foi tanta que os responsáveis tiveram de oferecer as tampinhas a outras entidades. 

Problema: o e-mail continuou a circular e, em 2009, voltaram a ser inundados de cápsulas. Pior: entretanto, outra versão do e-mail tinha sido criada, desta vez referindo o IPO como entidade destinatária, o que levou a que o hospital fosse inundado de cápsulas inúteis.

MITO: SANGUE RARO! 

 
As correntes apelando à dádiva de sangue são comuns. Um dos mais antigos pedia sangue tipo B e Rh- para um menino de três anos do IPO, mas há muitas variantes.
A VERDADE: O IPO e os hospitais nunca lançam pedidos de sangue dirigidos a pessoas em particular. O sangue é de facto um bem escasso e as dádivas são bem-vindas, mas no Instituto Português do Sangue ou noutro hospital. Sempre que precisam, os hospitais recorrem aos bancos de sangue, que usualmente é decomposto em vários elementos. O IPO também nunca faz apelos para pagamento de tratamentos de pacientes, que são sempre custeados pelo Serviço Nacional de Saúde. Vale a pena tornar-se dadora de sangue e medula, mas não propague estes e- 

-mails alarmistas.

Mito: Filmes e pijamas para o IPO
Se tem e-mail, já deve ter reparado que todos os anos por alturas do Natal o Instituto Português de Oncologia lança campanhas de recolha de cassetes VHS ou DVD, de preferência comédias, bem como pijamas para as crianças. A corrente começou em 2005 e a versão mais recente circula no Facebook. Os apelos contêm contactos para envio dos filmes e roupa.
A VERDADE: O IPO nunca fez tais pedidos. Não só não tem falta de filmes ou roupa, como estas correntes se converteram numa chatice que os obriga a despender tempo e recursos. Desde 2005 que recebem milhares de cassetes VHS, inúteis, já que os quartos estão equipados com DVD portáteis, o que obrigou a uma pesada logística de selecção e entrega a outras instituições. A corrente dos pijamas começou em 2007 e levou à emissão de um desmentido nos media a esclarecer que todos os pacientes trazem os seus pijamas de casa. Neste caso, descobriu-se a origem da história, que começou de forma bem intencionada numa empregada de escritório do Cacém que pôs a circular um e- 

-mail pedindo pijamas para a Liga Portuguesa Contra o Cancro. O pedido escapou-lhe do controlo e a mensagem foi apropriada por outras pessoas e adaptada a outras instituições. Actualmente circula como tendo origem no IPO.

Mito: boca de palhaço
Pelo Carnaval, duas jovens universitárias foram abordadas por um grupo de rapazes no Bairro Alto com a pergunta: "Morte, violação ou boca de palhaço?" Acharam que era brincadeira carnavalesca e responderam 'boca de palhaço'. Foram esfaqueadas da boca às orelhas. O e-mail, que circulou pela internet o ano passado, terminava dizendo que a história já se tinha passado mais do que uma vez e era estranho não ter sido divulgada nos media, pedindo para se alertar toda a gente. Vinha assinado por uma jornalista e tinha um telefone.
A VERDADE: A jornalista que assinava esta história violenta e alarmista garante que apenas reenviou um e-mail que recebeu a uns amigos. Mais tarde surpreendeu-se ao recebê-lo novamente, de outra fonte, e com os seus contactos em rodapé. Durante mais de um mês recebeu dezenas de telefonemas a tentarem confirmar a história e teve de desactivar o número de telefone. A Polícia Judiciária não tem conhecimento de qualquer história destas, mas o argumento é demasiado parecido com o da série norte-americana 'Nip Tuck', que tem milhões de fãs em todo o mundo, incluindo Portugal. Na série, um psicopata com máscara de palhaço desfigura as vítimas com um corte dos lábios às orelhas antes de as violar. Um argumento com todos os ingredientes para se converter em mito urbano.

Mito: ratos em Mafra
É uma lenda bem anterior à era da internet. Quase toda a gente já ouviu as histórias que dizem haver ratos gigantes nos subterrâneos do Convento de Mafra. Tão grandes que têm de ser alimentados para não virem à superfície em busca de comida. Já devoraram dois militares que os tentavam alimentar. Nalgumas versões, são cegos e albinos. Para lá ir só de lança-chamas, e até já foram contactadas várias empresas internacionais para equacionar soluções.
A VERDADE: Há ratos nos esgotos do convento, mas são em número e de tamanho normal. Já lá foi uma equipa de televisão fazer uma visita para desmistificar. Encontraram apenas alguns exemplares na zona dos esgotos, perto da cozinha e casas de banho, sobretudo as que servem o quartel. Há um fundo de verdade na história do militar morto, mas foi distorcida. Segundo o capitão Álvaro Campeão, da Escola Prática de Infantaria, houve um militar que caiu nos esgotos, mas morreu na queda, não por ter sido comido por ratos. Só foi encontrado dois dias depois, e como estava a sangrar, tinha sido dentado pelos ratos.


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