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quinta-feira, 16 de agosto de 2012


Como Macaulay Culkin mudou de ano para ano

Macaulay Culkin vai permanecer para sempre na memória de muitos, como o Kevin irreprimível da comédia "Esqueceram de Mim". Mas os anos de vida inexoravelmente nos levam para a frente das mudanças, e o menino bonito com grandes lábios amadureceu. Olhando algumas dessas fotos vamos perceber que, às vezes, as mudanças não são para melhor.




Em 1988. No filme "Rocket Gibraltar". Tinha apenas 8 anos e já estava atuando desde os cinco. 


Em 1991. No auge do sucesso de "Esqueceram de Mim" que havia sido lançado um ano antes, em 1990. 


Em 1991. Com Michael Jordan e Michael Jackson no set do vídeo de «Jam» Jackson.


Em 1993. No filme "bom menino".


Em 1996. No filme "Rich Rich."


Em 1999. Com a ainda esposa Rachel Miner. Eles se casaram dois anos antes e se divorciaram no final daquele ano.


Em 2004. No filme "Saved".


Em 2004. Numa foto tirada pela polícia quando foi preso por posse de maconha.


Em 2006. Período de ostracismo.


Em 2009. Participando de um programa na TV americana.


Em 2009. Com a ex-namorada - A atriz Mila Kunis.


Em 2010. Na cerimônia do Oscar.


No início de 2011. Deterioração aparente.



No início de 2012. Impossível não se observar a transformação.


Em foto recente com um amigo, o ator Seth Green.


Recentemente, os paparazzi fotografaram Macaulay Culkin quando ele estava doente numa rua movimentada.

A mídia americana tem escrito constantemente sobre o vício em heroína de Macaulay. Enquanto os representantes do ator ardorosamente defendem que o herói do filme "Esqueceram de Mim" não está usando drogas, ele meio que deixa isso muito duvidoso. Para se ter uma ideia Macaulay tem hoje 1,70 m e pesa apenas 47 quilos. 

Post(s) á beira mar

Confrontos trazem à memória os anos da segregação racial

Presidente da África do Sul chocado com morte de mineiros pela polícia

16.08.2012 - 21:31 Por Isabel Gorjão Santos

A polícia atirou gás lacrimogéneo e disparou sobre os manifestantes durante mais de dois minutosA polícia atirou gás lacrimogéneo e disparou sobre os manifestantes durante mais de dois minutos (Siphiwe Sibeko/Reuters)
 As imagens transmitidas pelas estações de televisão mostraram vários corpos a cair numa poça de sangue. A polícia sul-africana disparou sobre mineiros que estavam em greve na mina de Marikana, no Noroeste do país, e pelo menos 12 pessoas morreram. O Presidente Jacob Zuma ficou “chocado”.

“Contei cinco corpos”, disse um jornalista da televisão privada eNews quando ainda não se tinha percebido bem o que estava a acontecer. Pouco depois a Reuters referiu 12 mortes, o Guardian 18, vários jornais falaram num massacre.

Naquela mina, a cerca de 100 quilómetros de Joanesburgo, o que aconteceu trouxe à memória os dias mais sangrentos vividos na África do Sul. Uma testemunha, Molaole Montsho, da agência de notícias sul-africana Sapa, disse à BBC que primeiro a polícia usou gás lacrimogéneo para dispersar os mineiros e depois começou a disparar.

Alguns líderes sindicais procuraram dispersar os mineiros, durante os confrontos foram atirados cocktails molotov e granadas. Alguns relatos referem que um grupo de mineiros tentou passar para lá da barreira policial. “A polícia ameaçou-os com canhões de água, atirou gás lacrimogéneo e granadas”, adiantou Montsho. Depois houve disparos. “Ouviram-se tiros durante mais de dois minutos”.

O jornalista da Sapa contou 18 corpos no chão, não sabia quantos estavam vivos ou mortos. A tensão já tinha subido de tom na passada sexta-feira, quando cerca de 3000 mineiros iniciaram um protesto contra as suas condições salariais.

Os mineiros estavam armados com paus e alguns teriam também armas de fogo, segundo a AFP. O porta-voz do Sindicato Nacional de Mineiros da África do Sul (NUM, em inglês), Lesiba Seshoka, disse à eNews que o presidente de um outro pequeno sindicato que convocara a greve, a Associação de Mineiros e Trabalhadores da Construção (AMCU), tinha feito um apelo para que os mineiros voltassem ao trabalho, mas em vão. “Disseram-lhe que estavam dispostos a morrer”.

Centenas de mineiros mantiveram o protesto para pedir um salário de cerca de 12.500 rands, cerca do triplo do que ganham actualmente, adiantou a AFP. Logo na sexta-feira, cerca de 3000 abandonaram o seu posto de trabalho para uma greve que a Lonmin, a empresa proprietária da mina, considerou ilegal. No dia seguinte, alguns dos mineiros que tentaram regressar ao trabalho foram atacados, segundo fontes da Lonmin e do sindicato Num. Nos confrontos entre mineiros ligados a este sindicato e ao AMCU, nascido de um grupo dissidente do primeiro, resultaram pelo menos dez mortos ainda no início dos protestos.

No domingo foram mortos dois guardas, e na segunda-feira os confrontos resultaram na morte de dois trabalhadores e dois polícias. Até que, nesta quinta-feira, várias centenas de homens, armados com barras de ferro ou catanas, voltaram a juntar-se no exterior da mina para pedir um aumento significativo do seu salário, que ronda os 4000 rands (400 euros), e a polícia disparou sobre os manifestantes com armas automáticas.

“Somos explorados, nem o Governo nem os sindicatos nos ajudam”, disse um dos mineiros, Thuso Masakeng. “As empresas mineiras fazem dinheiro à custa do nosso trabalho e não nos pagam quase nada”.

O Presidente Jacob Zuma disse ter ficado “chocado” com o que aconteceu naquela que é a terceira maior mina de platina do mundo. “Já dei instruções às autoridades para que façam tudo o que for possível para controlar a situação e responsabilizar os autores da violência”, adiantou. Um analista político especialista em questões sul-africanas, Nic Borain, sublinhou em declarações à Reuters que "não há memória de confrontos entre manifestantes e polícia tão violentos desde 1994”, o ano em que chegou ao fim o regime de segregação racial na África do Sul. 

O impedido de Angela Merkel

Por Ana Sá Lopes, publicado em 16 Ago 2012 
Existe a hipótese dramática de Passos Coelho não entender a crise do euro

  • Dor de cabeça para Passos. Tribunal Constitucional considerou inconstitucional a suspensão dos subsídios de férias e de Natal
ESTE GOVERNO DE CORSÁRIOS, PIRATAS
PIORES DO QUE NA TERRA DO ALI Á LATAS
LÁ DOS MARES DA INDONÉSIA
ANDAM A SAQUE AOS TRABALHADORES
PARA DAR A BURGUESES E A DOUTORES
E DA JUSTIÇA TÊM AMNÉSIA

Quadrilha - Ninguem é Dono do mar


Massacre na África do Sul [com vídeo]

16 de Agosto, 2012
A polícia sul-africana matou um número indeterminado de mineiros em greve a cerca de 100 quilómetros de Joanesburgo. As imagens do tiroteio foram registadas pelas câmaras de televisão.



Pelo menos 12 trabalhadores morreram quando avançavam com paus e catanas contra os agentes da polícia, que dispararam armas automáticas contra os mineiros. A desproporção dos meios empregues pela autoridades e os efeitos trágicos da acção ficaram registados pelas câmaras de uma equipa da Reuters que acompanhava o conflito laboral. Agentes da polícia sul-africana alegam ter respondido a disparos dos trabalhadores.

Há mais de uma semana que os trabalhos se encontram parados na mina de platina de Marikana, propriedade da Lonmin, devido a uma disputa salarial exacerbada pela rivalidade entre sindicatos. Um número indeterminado de trabalhadores, agentes da autoridade e responsáveis da empresa morreram desde o início da crise.

A violência desta quinta-feira é considerada a mais grave na África do Sul desde o fim do Apartheid, e surge numa altura em que o país volta a enfrentar um ambiente de tensão política, social e racial, com uma contestação crescente à governação do ANC de Jacob Zuma.

SOL com agências



Câmara de Ovar discute extinção da Fundação do Carnaval


A Câmara Municipal de Ovar define na sexta-feira os termos da extinção da Fundação do Carnaval, num procedimento que, segundo o ainda presidente dessa instituição e também vereador independente na autarquia, visa "fazer o que a Lei manda, mas discordando".

Em declarações à Lusa, José Américo Sá Pinto revela que o ponto principal da ordem de trabalhos da reunião de Câmara é "avaliar a situação e remetê-la para a Assembleia Municipal, que é o órgão ao qual compete decidir em definitivo".
Realçando que não tomará parte de eventuais votações no executivo, pela sua condição de presidente da instituição a extinguir, o autarca admite que ainda não conhece em detalhe os trâmites que há a seguir, mas garante: "A câmara vai acatar aquilo a que a lei obriga, mas manifestando ao mesmo tempo a sua discordância".
Da reunião do Executivo sairá, por isso, um documento a remeter ao secretário de Estado da Administração Pública, "notificando-o da posição da Câmara de Ovar e realçando que o Executivo não concorda com a extinção da Fundação do Carnaval".
A referida fundação é uma das 11 que, por contarem com o financiamento das autarquias, integram a lista das que o Governo decidiu extinguir.
Fundada em 1998 para coordenar a atividade dos 24 grupos e escolas de samba que todos os anos asseguram os vários desfiles do Carnaval de Ovar, a estrutura vinha recebendo nas últimas edições do Entrudo 250.000 euros anuais da autarquia - a distribuir depois pelos diversos grupos carnavalescos cujos elementos, como realçou José Américo Sá Pinto à Lusa, "ainda gastavam dinheiro do seu próprio bolso para pagar os trajes e fantasias, tudo por amor à camisola".
Ainda segundo o autarca (que é presidente da Fundação por nomeação direta do Executivo municipal), são duas as principais razões pelas quais a decisão do Governo é repudiada em Ovar. "Por um lado", explica, "se o Governo pensa que vai poupar alguma coisa com isto, vai é ficar com uma mão cheia de nada, porque a Câmara vai continuar a apoiar o Carnaval, ao assumir a sua organização".
Por outro, José Américo Sá Pinto considera que "é injusto e errado" confundir a Fundação do Carnaval de Ovar com outros organismos do género a funcionarem no país e justifica: "O Governo mistura no mesmo enquadramento legal as fundações que recebem 6 ou 8 milhões de euros por ano e as outras como a nossa, que só recebe 250 mil euros e onde não há administradores remunerados, nem cartões de crédito, nem ajudas de custo".
"Na Fundação do Carnaval todos trabalham como voluntários e só há uma funcionária paga", continua o mesmo responsável, "o que quer dizer que também não somos dessas fundações em que se dá emprego a famílias inteiras de amigos e familiares dos administradores".


RTP

Portugueses com direito a férias há 75 anos... mas gozam-nas há 38

16.08.12
Antigamente era assim: não havia férias para ninguém. Falamos da população em geral, claro. Depois surgiu a Revolução Industrial, com a fuga para as grandes cidades e parte da população a trabalhar em unidades fabris. Surgem os sindicatos e a luta pelos direitos no trabalho. Muitas lutas se travaram com variados objetivos, entre os quais pelo direito às férias. Resumidamente, foram décadas de movimentos sociais até o mundo começar a mudar.
Crédito da foto:Arquivo Municipal de Vila do Conde
Internacionalmente, o direito a férias pagas aparece pela primeira vez, em França, em 1936. Portugal também bebeu dessas influências e criou a primeira legislação que garantia o direito a férias aos trabalhadores em 1937, ou seja, há precisamente 75 anos.
Também em 1936, a Organização Internacional do Trabalho (OIT) aprovou a Convenção nº 52 sobre o direito a férias pagas, mas esta foi ratificada por muito poucos países. Eclodiu entretanto a II Guerra Mundial, e só depois de esta terminar é que os trabalhadores passaram realmente a ter direito e a gozar férias.
Por esta altura, o tema estava na ordem do dia um pouco por todo o mundo. A Declaração Universal dos Direitos do Homem, de 1948, afirma no seu artigo 24º que “Toda a pessoa tem direito ao repouso e aos lazeres, especialmente a uma limitação razoável da duração do trabalho e a férias periódicas pagas”. Já em 1970, a OIT aprova uma nova convenção sobre o direito a férias pagas, que revê a Convenção de 1936.
E, em Portugal, como foi? A lei existe desde 1937, mas até 1974 a maioria não gozava desse direito. No máximo, tinham direito a oito dias de férias ao fim de “5 anos de bom e efetivo serviço”, conta-nos a CGTP-IN. Ou seja, os portugueses gozam realmente férias de forma massificada há 38 anos.
Mas, neste período de tempo, começaram a surgir espaços destinados ao lazer dos trabalhadores. A Fundação Nacional para a Alegria no Trabalho (FNAT), precursora do INATEL, passou de 40 mil sócios em 1950 para perto de 150 mil em 1969. Surge também a ideia do turismo social, das colónias de férias, do campismo, etc..
Mas a maioria dos trabalhadores continuava a não ter possibilidades para passar férias fora de casa. Era preciso que se desenvolvessem os transportes e que as mulheres entrassem no mercado de trabalho, aumentando os rendimentos das famílias, para que as férias passadas fora de casa se tornassem comuns.
Hoje, o direito a férias tem dimensão universal e está consagrado em normas internacionais. As férias são mesmo consideradas essenciais para a recuperação física e psíquica das pessoas. Assim o consagra a Constituição Portuguesa no seu Artigo 59º.
Seja na praia ou no campo, em casa, num hotel ou a fazer campismo, o certo é que as férias são amplamente ansiadas por toda a gente. E as suas férias? Já as gozou?

sombras - poema de António Garrochinho



A arte do Retrato

O propósito da fotografia de retrato é mostrar a imagem, personalidade e até mesmo o humor da pessoa fotografada. Diferente do que acontece com outros tipos de fotografia, no retrato o importante é se fixar no centro da face e imagem do olho humano, embora a pessoa como um todo, e o fundo, podem também estar incluídos. Esta segunda hipótese, aliás, acontece neste artigo, onde vemos alguns retratos onde o fotografado não mira a câmera, mas é manifesta a sua atuação dentro do contexto da foto. Até porque o retrato, como um todo, não é uma simples fotografia, e consiste de um processo em etapas na moldura em que uma pessoa ocupa um papel dominante. Vamos as fotos.

"A história da África" - Foto de Andre du Plessis

"Eu sinto falta da chuva" - Foto de Nico Fredia



"Reunião entomológica" - Foto de Cath Sullivam


"Sadhu" - Foto de Helmut Schadt


"Mr.X" - Foto de Herman Cater


"Tristeza" - Foto de Amirhossein Hadadian


"O Sorriso da Mulher Indiana" - Foto de Robert Kartes


"Cabaré" - Foto de Jennifer Liston



"Filha da tristeza" - Foto de Cath Sullivan


"Como nos Sonhos das Crianças" - Foto de Cath Sullivan


"Seibu" - Fotógrafo Carlos Duarte. "Eu apresento a vocês o Seibu. Ele brincava no rio Bani, na cidade chamada Kakoldaga. Em seus olhos você pode ver toda a vida difícil de um menino em Mali".


"Harmonia" - Foto de Mohammadreza Tavajjoh


"Beleza no Inverno" - Foto de Radu Carnaru


"A uma distância" - Foto de Stefan Beutler


"O Homem Chora" - Foto de Robert Maschke


"Ouvindo a Neve" - Foto de Suren Manvelyan


"Lendo os Pensamentos" - Foto de Ario Wibisono


"O que se esconde nas sombras" - Foto de Monique Hills


"Para Sempre" - Foto de Laurent Auxietre


"Incerteza" - Foto de Daniel Risquilo


"A Máscara do Morcego" - Foto de Jennifer Liston


"Versão Antiga do iPhone" - Foto de Bruno Birkhofer


"Joseph" - Foto de Lubomir Karsai

Post(s)á beira mar

Vaya Con Dios What's a woman

Vaya Con Dios- Puerto Rico

restos - luzernas - poemas de António Garrochinho