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domingo, 5 de agosto de 2012

PAISAGENS ESPECTACULARES - FOTOGALERIA




Paisagens Espetaculares
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Fundações: Estado apoiou alguns dos mais ricos do país

Berardo recebeu 13,3 milhões

Estado apoiou alguns dos homens mais ricos do País. Saiba quem e quanto receberam.



A Fundação de Arte Moderna e Contemporânea do empresário madeirense Joe Berardo recebeu 13,3 milhões de euros do Estado entre 2008 e 2010. O magnata Stanley Ho viu a sua fundação obter benefícios fiscais de 2,2 milhões de euros e a fundação do antigo Presidente da República Mário Soares recebeu 1,3 milhões de euros em apoios financeiros públicos no mesmo período.
Os dados constam da lista de avaliação a cerca de duzentas fundações que responderam ao censo do Governo e foram ontem divulgados. Há uma segunda fundação de Berardo cujos dados não foram revelados.
A Fundação AMI, de Fernando Nobre, médico e ex-candidato presidencial, recebeu sete milhões de euros do Estado e obteve benefícios fiscais de 12 milhões. A entidade conseguiu subir o património de 24 mil euros para 32 milhões de euros.
A Fundação Belmiro de Azevedo, do quarto homem mais rico de Portugal, não recebeu dinheiro do Estado, mas os benefícios fiscais atingem os 410 mil euros. A Fundação Oriente recebeu 1,52 milhões do Estado e beneficiou de regalias fiscais de 16,8 milhões de euros.
A Casa de Bragança, presidida por Marcelo Rebelo de Sousa, recebeu 63 mil euros do erário público e uma isenção patrimonial de 1,9 milhões de euros.


CM

Jornais – E que tal um pouco mais de respeito?!


Um dia, a grande atleta Rosa Mota, questionada sobre as razões que a teriam feito perder uma corrida internacional, deu uma resposta que é, para mim, um dos melhores exemplos de desportivismo, ou “fair-play”, como se diz lá fora. Sem esconder uma pontinha de admiração pela adversária que acabara de a vencer, quando disse o seu nome, declarou sorrindo: Ela correu mais do que eu!...
Mas isso foi há muito tempo! Por agora vão-se sucedendo, com maior ou menor naturalidade, as notícias das eliminações dos atletas portugueses presentes no Jogos Olímpicos, mesmo daqueles – e são a maioria – que dão o seu melhor.
Não é o caso do “jornalismo” de que vou, mais uma vez, aqui falar. Esse, parece apostado em ir mostrando, cada vez mais, o seu pior.
Noticiando mais uma eliminação, desta vez de Marco Fortes, lançador de peso, o DN dá-nos um exemplo de como se pode desprezar e faltar ao respeito, ao mesmo tempo, tanto ao atleta, quanto aos leitores do jornal. Por preguiça. Por incompetência.
Não porque no DN achem que “os negros são todos iguais”, mas sim pela tal preguiça, ilustraram a notícia com uma fotografia de um atleta negro qualquer... para além de, no título, lhe chamarem "Marcos" em vez de Marco.
Por incompetência, nem reparam que o atleta da fotografia não está sequer a lançar o peso, mas sim um disco...  tal é a tremenda semelhança entre os movimentos do lançamento do disco e do peso e a inquietante "parecença física" entre os dois "engenhos".
É por estas (e muita outras) que eu vou dizendo que uma grande parte das páginas dos nossos jornais já estava cravada de esterco... muito antes de servir para forrar os fundos das gaiolas de periquitos, canários, rolas, papagaios...




Subsídios de férias e de Natal… Acórdão do Tribunal Constitucional

O Acórdão do Tribunal Constitucional, não diz em parte nenhuma que a medida não é inconstitucional em 2012. O que o Tribunal Constitucional escreve, é que por motivos impostos que condicionam a concretização dos empréstimos faseados acordados com a União Europeia e o Fundo Monetário Internacional, restringiu a aplicação de inconstitucionalidade em 2012, mas não implica que não seja efectivamente inconstitucional, assim sendo os trabalhadores afectados pela respectiva medida, não recebem os respectivos subsídios este ano, mas têm que ser ressarcidos ou compensados posteriormente, uma vez que a aplicação da restrição de inconstitucionalidade tem apenas o motivo da concretização dos empréstimos fraseados este ano, uma vez que estes trabalhadores já estão em desigualdade.      
Transcrição do Acórdão
Acórdão n.º 353/12
Processo n.º 40/12
Relator: Conselheiro João Cura Mariano
Na sessão plenária de 5 de Julho, o Tribunal Constitucional aprovou o Acórdão nº 353/12 que julgou o pedido de declaração de inconstitucionalidade das normas constantes dos artigos 21.º e 25.º da Lei n.º 64-B/2011, de 30 de Dezembro (Lei do Orçamento de Estado para 2012).
Pelas referidas normas foi suspenso o pagamento dos subsídios de férias e de Natal, ou de quaisquer prestações correspondentes aos 13.º e, ou, 14.º meses, quer para pessoas que auferem remunerações salariais de entidades públicas, quer para pessoas que auferem pensões de reforma ou aposentação através do sistema público de segurança social, durante os anos de 2012, 2013 e 2014.
O Tribunal verificou que esta medida se traduzia numa imposição de um sacrifício adicional que não tinha equivalente para a generalidade dos outros cidadãos que auferem rendimentos provenientes de outras fontes, tendo concluído que a diferença de tratamento era de tal modo acentuada e significativa que as razões de eficácia na prossecução do objectivo de redução do défice público que fundamentavam tal opção não tinham uma valia suficiente para a justificar.
Por isso entendeu que esse diferente tratamento a quem aufere remunerações e pensões por verbas públicas ultrapassava os limites da proibição do excesso em termos de igualdade proporcional.
Apesar da Constituição não poder ficar alheia à realidade económica e financeira, sobretudo em situações de graves dificuldades, ela possui uma específica autonomia normativa que impede que os objectivos económico-financeiros prevaleçam, sem qualquer limites, sobre parâmetros como o da igualdade, que a Constituição defende e deve fazer cumprir.
Por estas razões, o Tribunal concluiu que a dimensão da desigualdade de tratamento que resultava das normas sob fiscalização, ao revelar-se manifestamente desproporcionada perante as razões que a fundamentavam, se traduzia numa violação do princípio da igualdade, consagrado no artigo 13.º, da Constituição, pelo que declarou inconstitucionais as normas constantes dos artigos 21.º e 25.º, da Lei n.º 64-B/2011, de 30 de Dezembro (Lei do Orçamento de Estado para 2012).
Atendendo a que a execução orçamental de 2012 já se encontra em curso avançado, o Tribunal reconheceu que as consequências desta declaração de inconstitucionalidade, poderiam colocar em risco o cumprimento da meta do défice público imposta nos memorandos que condicionam a concretização dos empréstimos faseados acordados com a União Europeia e o Fundo Monetário Internacional, pelo que restringiu os efeitos da declaração de inconstitucionalidade, nos termos permitidos pelo artigo 282.º, n.º 4, da Constituição, não os aplicando à suspensão do pagamento dos subsídios de férias e de Natal, ou quaisquer prestações correspondentes aos 13.º e, ou, 14.º meses, relativos ao ano de 2012.
A decisão foi tomada por maioria. Votaram a declaração de inconstitucionalidade o Conselheiro relator, João Cura Mariano, e os Conselheiros Ana Guerra Martins, Catarina Sarmento e Castro, Joaquim Sousa Ribeiro, Carlos Pamplona de Oliveira, José Cunha Barbosa, Maria João Antunes, Carlos Fernandes Cadilha e o Conselheiro Vice-Presidente, Gil Galvão; votaram vencidos os Conselheiros Vitor Gomes, Maria Lúcia Amaral e o Conselheiro Presidente, Rui Manuel Moura Ramos. Votaram a restrição de efeitos desta declaração o Conselheiro relator, João Cura Mariano, e os Conselheiros Ana Guerra Martins, Joaquim Sousa Ribeiro, Vitor Gomes, Maria Lúcia Amaral, Maria João Antunes, Carlos Fernandes Cadilha, o Conselheiro Vice-Presidente Gil Galvão e o Conselheiro Presidente Rui Manuel Moura Ramos; ficaram vencidos quanto a este ponto os Conselheiros Catarina Sarmento e Castro, Carlos Pamplona de Oliveira e José Cunha Barbosa.

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ANTES E DURANTE A PASSAGEM DE PASSOS COELHO NA PRAIA DA MANTA ROTA - ALGARVE



O código do medo
No mesmo dia em que o Dr. Cavaco promulgava o novo Código do Trabalho, o "Público", na última página, imprimia uma citação de Victor Hugo: "O trabalho não pode ser uma lei sem que seja um direito."
No mesmo dia em que o Dr. Cavaco promulgava o novo Código do Trabalho, o "Público", na última página, imprimia uma citação de Victor Hugo: "O trabalho não pode ser uma lei sem que seja um direito." Era de esperar. O Dr. Cavaco pertence a uma área política que não suscita qualquer surpresa: uma direita cada vez mais prepotente, sustentada por uma onda de revanchismo que assola a Europa, sob a batuta de Angela Merkel. Mas esta senhora, por seu turno, não actua segundo os impulsos da sua pessoal inteligência, notoriamente pouco desenvolvida. O que está por detrás dela, quem move as peças e puxa os cordelinhos é a grande finança e os poderosos interesses económicos, tão influentes como cavilosos. A Europa está em pé de guerra. E uma guerra não tão subtil como as aparências de "democracia" podem fazer crer.


Tudo ocorre na sombra e no silêncio. Porém, hoje, já se torna mais claro que há um processo hegemónico, baseado na ideologia neoliberal, e que tem como firma a Alemanha. Por três vezes os alemães abriram conflitos armados terríveis: em 1874, 1914 e 1939. Por três vezes foram derrotados. Como escreveu Helmut Schmidt, numa carta recente, publicada na imprensa, Merkel é perigosíssima e está a destruir o que levou gerações a edificar. A crise dilemática por que passa a Europa, hoje, não me parece ter solução se os problemas não forem analisados e solucionados com rapidez. Mesmo assim, a Europa, tal como a conceberam os pais fundadores, já não existe. E Portugal, sicário desta gente e desta ideologia, é, tristemente, um país subalterno, que abdicou, politicamente, de ter uma palavra a dizer. E poderia dizê-lo. Todavia, Passos Coelho é um político destituído de vontade. E o Dr. Cavaco um insignificante que nos saiu em rifa, e que se mantém exactamente porque apoiado pela mediocridade generalizada. Ele não é somente conivente com quem provocou esta tragédia portuguesa: ele é um alto responsável pela manutenção do nosso sofrimento e do nosso desespero, aparentemente sem saída.


Em pouco mais de um ano, esta clique dirigente liquidou as nossas esperanças, destruição acaso mais profunda do que a substância das nossas fomes. Pode ser que não sejam julgados pela justiça que trata destes assuntos indignos, mas já foram condenados no tribunal das nossas consciências. E aí estão os jovens para os apontar à execração. Eles, certamente, não perdoarão o terem sido expulsos do futuro e da pátria; perseguidos pelo desemprego; extorquidos do que mais decente e asseado nos seus sonhos existe. 


O Código do Trabalho é o mais sinistro instrumento de intimidação saído das ruínas do 25 de Abril. Nunca, desde a Revolução, o mundo laboral havia sofrido uma ofensiva desta magnitude. O cerco e o esmagamento da classe operária estão previstos na génese desta ideologia. A troika tem descrito, por onde vai, a necessidade de esmagar a influência dos sindicatos. O que, na realidade, está a acontecer, com a diminuição das inscrições nos órgãos de classe, com consequências imprevisíveis, mas sempre molestas para os trabalhadores.


Numa entrevista publicada no número de Verão da revista do Montepio, Manuel Carvalho da Silva afirma: "Uma das dimensões da crise é a disfunção entre as gerações. É um campo que tem sido manipulado para eliminar das pessoas perspectivas positivas de futuro e retrair a sua disponibilidade de acção. Evoluímos muito e as actuais gerações partem para o combate de um patamar muito alto. A formação é, hoje, muito maior, a capacidade de relacionamento é muito mais elevada e acredito que vamos ser capazes de dar a volta. Esta reorganização, a busca, por exemplo, de uma nova forma de financiamento da economia real, depende da nossa acção."


E, noutra parte do importante texto, Carvalho da Silva acentua: "Estamos num retrocesso social e civilizacional. Não é possível fazer uma discussão séria, sector a sector, no País, sem se utilizar os serviços privados e públicos. Por exemplo, não é possível fazer um debate sério no Turismo sem se considerar o valor do trabalho. Se não considerarmos a valorização do trabalho e do tempo das pessoas não é possível ter um país com uma actividade turística avançada. Isto aplica-se a todas as áreas. A segunda prioridade de resposta é o Estado Social. Não temos Estado Social sem a valorização do trabalho."


A peça, inserta na revista do Montepio, é um documento importante pela ampla reflexão que suscita. E assim a chamada grande imprensa tem silenciado ou omitido os vectores fundamentais da questão, transversal, hoje, e, toda a Europa, e que pode determinar os destinos de milhões e milhões de homens e de mulheres. O Código do Trabalho, em vigor desde o dia 1 deste mês, sobre ser um instrumento de medo e de intimidação, é mais um elemento ideológico para destruição de um sistema de valores e de princípios estabelecido desde o final da II Grande Guerra. 


Tudo está por definir. E o episódio que, actualmente, amolga o nosso viver e aniquila o nosso bem-estar, é passageiro, como todos os episódios desta natureza. Apesar de tudo, das negras sombras que nos ameaçam, nada está definitivamente perdido. Os homens, quando querem, conseguem aquilo que querem. É preciso é quererem.






b.bastos@netcabo.pt

CARTA NEGRA AO PRIMEIRO MINISTRO


VERDIZELA
Exmº Senhor Primeiro-Ministro de Portugal

LISBOA

Exmº Snr:

Tenho 74 anos, sou reformado (descontei para a reforma durante 41 anos apesar de ter trabalhado durante 48) e esperava acabar os meus dias com a tranquilidade que uma vida de trabalho honesto justificava, mas tal está a mostrar-se impossível e daí a razão desta “carta aberta”.
Não, não lhe escrevo para lhe dizer que me mentiu, como mentiu a todos os portugueses, já estou (estamos) habituado à falta de verticalidade daqueles que aparecem nas campanhas eleitorais a prometer o céu para chegados ao poleiro nos transportarem ao inferno, também não lhe escrevo para lhe dizer que sou um dos que, em nome da salvação da Pátria e dos sacrifícios para todos, foi espoliado dos subsídios de férias e Natal, nem ao menos para lhe dizer que o curriculum de V/Exª não justificaria mais do que ser presidente do clube lá do bairro e muito menos para lhe dizer que o falar grosso não representa autoridade e competência, pode, isso sim, ser disfarce de autoritarismo e incompetência…

Porquê então esta carta?

Ignoro as muitas razões que tenho para lhe manifestar o meu protesto e fixo-me apenas numa palavra: VERGONHA.

Acha o Senhor Primeiro-Ministro que quem comunicou, com ar pungente, aos reformados, aos funcionários públicos e ainda a alguns trabalhadores de empresas com alguma ligação ao estado que lhes ia retirar os subsídios de férias e Natal por ganharem a exorbitância de algo mais de 1100 € e em contrapartida nomeia para o seu governo centenas de adjuntos, conselheiros, especialistas com ordenados três ou quatro vezes superiores e direito aos subsídios que aos outros retirou, tem um pingo de vergonha?

Acha o Senhor Primeiro-Ministro que quem fala na necessidade dos sacrifícios serem repartidos por todos os portugueses e requisita para os gabinetes ministeriais funcionários públicos com aumentos de vencimentos mensais de centenas, quando não milhares de euros e direito aos subsídios de férias e Natal, tem alguma vergonha?

Acha o Senhor Primeiro-Ministro que quem disse aos que depois de terem trabalhado durante dez, vinte ou trinta anos perderam o emprego que isso era uma nova oportunidade, tem qualquer tipo de vergonha?


Acha o Senhor Primeiro-Ministro que quem disse aos jovens do nosso país, talvez a geração mais bem preparada de sempre, para procurarem no estrangeiro o pão que Portugal lhes nega, tem réstia de vergonha?

Acha o Senhor Primeiro-Ministro que quem trocou os direitos dos portugueses pela caridadezinha das refeições nas escolas para os filhos famintos de Portugal e pelas cantinas sociais, tem vergonha na cara?

Acha o Senhor Primeiro-Ministro que quem, ar ridiculamente cândido de menino do coro ou chefe de quina da mocidade portuguesa com a bandeira na lapela, aparece a falar aos portugueses, num discurso que eu julgava enterrado em 25 de Abril, com frases enfáticas que em português corrente podemos traduzir como: Morre de fome hoje que amanhã tens comida, sente alguma vergonha do que diz?

Eu respondo Senhor Primeiro-Ministro.

Eu tenho vergonha Sr Primeiro-Ministro

Eu tenho vergonha de o ter como Primeiro-Ministro do meu país.

Embora no Alentejo, onde nasci, o cumprimento seja devido a todas as pessoas (os velhos da minha meninice chamavam-lhe “salvação”) não posso, por coerência ainda que com mágoa, cumprimentar V/Exa.


José Nogueira Pardal

Papel preto porque estou de luto

Banco de Portugal pagará subsídios de férias e de Natal aos seus reformados.

"Banco de Portugal com mãos livres para pagar subsídios de Natal 
e de férias a reformados.
Tanto Cavaco Silva, como Manuela Ferreira Leite, António de Sousa, Bagão Félix, Miguel Beleza e todos
os restantes reformados do Banco de Portugal deverão receber os subsídios de Natal e de férias este ano." (artigo completo)

A austeridade selectiva, governo poupa os ricos e abusa dos mais pobres!!! Castigar 
os pobres pelas incompetências dos ricos.

Banco de Portugal- eles querem, eles sonham e a obra nasce... 
Entre privilégios e esbanjamentos o Banco de Portugal ergue-se omnipotente, qual ilha paradisíaca 
exclusiva para os afortunados que têm a sorte de arranjar, por ali, um ambicionado "tacho".
2 - Usufruem de uma piscina no interior do Complexo do Carregado, onde é produzido o dinheiro. 
Piscina para uso dos funcionários. - Desculpa esfarrapada; são reservatórios de água para 
o caso de haver incêndios, e dado que há vários reservatórios, um pode ser usado como piscina. (boa!!)
3 - Dão-se ao luxo de produzir filmes para suporte de reuniões e formação no valor de 166,5 mil euros!
4 - Gastam mais de cinco mil euros para pagar carrinho de golfe. Desculpa esfarrapada; 
para ajudar "pessoas com dificuldades de locomoção" (esta convence e comove)
5 - Gastam exorbitâncias em Telemóveis. Em Janeiro de 2010, o BdP celebrou contrato 
de prestação de serviços de telecomunicações móveis, pelo período de 2 anos, no valor de 765 mil euros

blog NÃO VOTEM MAIS NELES, PENSEM !
Acesse ao Artigo completo: http://apodrecetuga.blogspot.com/2012/08/banco-de-portugal-pagara-subsidios-de.html#ixzz22fQt47g1

E AGORA VÃO VER O QUE PODE PARECER IMPOSSÍVEL MAS É VERDADEIRO ! IMPRESSIONANTE !




O impossível é questão de opinião

Spencer no topo do Kilimanjaro | Foto: Divulgação
O canadense Spencer West, 31 anos, subiu recentemente o Monte Kilimanjaro (5.895 metros), o maior pico da África.  Anualmente, cerca de 35.000 pessoas tentam chegar ao cume da montanha, localizada no norte da Tanzânia, mas muitas delas não têm sucesso na expedição devido ao ar rarefeito. Mas o fato inusitado não gira em torno da dificuldade de se chegar ao topo do continente africano. A curiosidade fica por conta do aventureiro do Canadá.
 Desde os cinco anos de idade, Spencer West não possui as suas duas pernas, devido a um problema genético. Mas isso nunca foi um motivo para ele se esquivar das dificuldades. Além de querer inspirar os outros a alcançar o impossível, West desafiou o Monte Kilimanjaro por uma causa muito nobre: o canadense arrecadou a partir da expedição 500 mil dos 750 mil dólares necessários para construir um sistema de água potável para cerca de 20.000 quenianos.
Foto: Divulgação
                Apesar de quando criança os médicos relatarem que West deveria se restringir a atividades como leitura e escrita, os pais do então menino de três anos amputado na altura do joelho nunca deixaram esse fato desanimar seu filho. O canadense ainda passou por outra amputação aos cinco, esta na altura da pélvis. No entanto, a partir de trabalhos de fortalecimento muscular, Spencer há anos consegue se locomover utilizando as mãos como os pés. Aliás, o canadense anda com tanta facilidade que correr não é nenhum problema para ele.
                A expedição no Monte Kilimanjaro durou sete dias e contou com uma equipe de 50 pessoas, a qual deu suporte a Spencer para realizar com sucesso o desafio, o qual pode ser feito todo caminhando. O Kilimanjaro está na lista dos sete cumes do mundo e é alvo constante de aventureiros na busca por alcançar o topo das sete maiores montanhas da Terra.


Confira abaixo outras fotos da expedição de Spencer West no topo da África e o vídeo de sua campanha - Redefine Possible - na qual é possível vê-lo andando:


West e seu grupo rumo ao topo do Kilimanjaro | Foto: Divulgação
Foto: Divulgação
Foto: Divulgação
Fonte: Blog do Puga