AVISO

O administrador deste blogue
não é responsável pelas opiniões
veiculadas por terceiros
nem a sua publicação quer dizer
que delas partilhe, apenas as
publica como reflexo da
sociedade em que se inserem
dando-lhes visibilidade
mas nunca fazendo delas opinião própria.
Ao desenvolturasedesacatos reserva-se ainda o direito
de eliminar qualquer comentário anónimo ou não identificado, que contenha ataques
deliberadamente pessoais, que em nada contribuampara o debate de ideias ou para a denúncia
de situações menos claras do ponto de vista ético.


sexta-feira, 6 de julho de 2012




CDS vai discutir medidas que compensem a inconstitucionalidade de cortes de subsídios


Nuno Magalhães criticou alguns dos pressupostos que estiveram na base da decisão do Tribunal Constitucional.

O CDS apresenta reservas quanto à ideia apresentada pelo primeiro-ministro para compensar a inconstitucionalidade decretada em relação aos cortes de subsídios de férias e d e Natal.

Os centristas preferem discutir em privado as soluções que podem apresentar para fazer face à decisão do TC.

A maioria parlamentar PSD/CDS diz não à ideia de um orçamento retificativo e entende que as propostas do PCP e do Bloco de Esquerda não merecem credibilidade.

A maioria entende mesmo que o acórdão do Tribunal Constitucional pode fazer com que Portugal falhe o compromissos que assumiu.

(Com Maria Flor Pedroso e Marcos Celso)

Sem embargo

O VALOR DA VERGONHA NA BOCA DA MERDA




Lida a crónica de Vasco Pulido Valente no Público, pouso o jornal sobre a mesa do café e penso no que estarão a sentir os meus pais neste momento. Uma vida de trabalho, duas, uma existência sacrificada, duas, para que os filhos pudessem estudar, formar-se, ter os seus cursos. Nunca lá em casa houve o preconceito dos doutores, nunca por lá se ouviu que as licenciaturas faziam as boas pessoas ou que para se ser alguém na vida era preciso atingir-se um certo estatuto. Os meus pais têm a quarta classe, não precisaram de licenciaturas para serem alguém na vida ou para serem, que o são, pessoas exemplares. A mentalidade era outra, poder dar aos filhos o que aos pais havia sido negado: a possibilidade de aprender, outrora privilégio de famílias ricas ou relativamente bem relacionadas. O que há de insultuoso em mais este caso de licenciaturas por encomenda é a revaloração da vergonha na boca da merda, ou seja, a forma como um hipócrita consegue fazer carreira na hipocrisia passando por cima de tudo e de todos. Relvas não é apenas mais um cretino, é um sabujo que insulta o sacrifício feito por milhares de famílias para que os filhos possam estudar. Centenas de milhares de famílias a pagarem propinas, deslocações, livros, manuais, tudo o que está implicado nesse tipo de investimento que é um curso. E se ao começar o texto lembro os meus pais, agora que o termino penso em Bruno Schmitt Balthazar. Ao leitor de parca memória reencaminho-o para aqui.


Bom Povo Português


"Hoje o povo está indolente, indiferente, adormecido. Nada o abala:deixa-se levar sem querer saber a cor da onda que o leva.Tem a inteligência esterilizada, tem o coração arrefecido, tem a consciência entorpecida,  tem as mãos afrouxadas. A tradição não o comove, as esperanças não o sobressaltam. Dúvida. A dúvida amolece, dissolve os poderes da alma. Ele não vê, não ouve e não sente.Tem para os movimentos do mundo oficial um olhar frio; para o som dos sistemas das questões, das ideias que se debatem,, ouvido ensurdecido: vai levado sem curiosidade, sem oposição.
Move-se lentamente no seu torrão fecundo debaixo do sol fortificado, entre uma bela Natureza, trabalhando um pouco, olhando às vezes, não pensando nunca. Vê fazer e desfazer governos com uma despreocupação soberba; quando morre alguém que o afaga, chora dolorosamente. Dedica-se raras vezes, mas tem a caridade do instinto e a bondade dos simples. As  feições deste tempo não as tem: não tem a indignação, o entusiasmo, a ira, a actividade, o desprezo; tem só a indiferença. Vê oscilar as instituições tão desprendidamente como se visse bulir as folhas das árvores. Poderá conhecer por tradição o zumbido das balas, mas não conhece decerto o murmúrio das ideias.Este povo, assim, é o deserto dos homens.Os seus direitos podem ser violados, as suas garantias cerceadas, a sua liberdade assassinada, eu não sei se levantará a cabeça do seu trabalho para suspirar sequer.
Não tem fé na sua própria acção. Inactivo, silencioso,passa a vida sem ter adorado o direito ou beijado a justiça.
Nos campos, nas fábricas, nas minas, nas cidades, nas vilas, sempre completa, amolecedora, a mesma terrível indiferença.
E é culpa dele? 
Não. Ele tem nobres instintos, alma delicada, inteligência clara,vontade robustas;mas está adormecido, no sono frio e lento da ignorância; não o ensinam, não o alumiam,não há quem levante a voz por ele, quem lhe deixe cair na alma as ideias do bem, da justiça, da igualdade. Não há quem lhe mostre a fenda da jangada que nos arrasta, e lhe diga: a onda que nos leva é negra, nós queremos que seja verde, cor da esperança.
É necessário dizer-lhe que a união é muito e a acção é tudo


(…………………………………………………………………………………………)
A felicidade do povo está na vontade do povo. Ora a desunião e a inação matam a vontade.Isto tanto nas grandes crises das nações, como nas pequenas questões dos municípios.
Ninguém virá trazer ao povo o seu bem-estar se ele não o for procurar pela ordem moral e social. O povo é o coração da Pátria: a indiferença do povo é a morte da Pátria.Se nós a abandonamos, quem vai velar por ela? Virá um dia uma nação estrangeira apanhá-la e cosê-la , como um farrapo, ao seu território. O povo tem grandes instintos, mas mas pode fortalecê-los pela união e pela acção. Só assim serão fecundos.O homem que se deixa adormecer numa estrada infestada poderá amanhã acordar roubado e nu. E a Europa, mais do que nunca, está numa floresta perigosa.
União e acção: a vitória nunca se aproxima dos que se desunem, a justiça nunca se aproxima dos que adormecem."

( Eça de Queiroz, jornal Districto de Évora, 13 de Janeiro de 1867 cit na colectânea  A Pátria dos Abusos, que reúne os seus artigos publicados naquele jornal entre 10 de Janeiro e 18 de Julho.)
Sublinhados meus


Assim somos DESgovernados




… abstraindo-nos da linguagem hostil e racista que uso

Tenho saudades dos tempos em que ia para as Docas, com o Passos Coelho, e o tinha de arrastar de lá, altas horas, já muito perto do coma alcoólico, porque ninguém o segurava, a noite inteira, a querer mais conas de pretas.
Objetivamente, nada há de pernicioso em passar noites inteiras a tentar mais uma cona de preta, porque as conas de pretas são, a seu modo, como as parcerias público-privadas: quem se mete numa é capaz de se meter em todas as outras, e já não nota a diferença. Para nós, Portugueses, isso até poderia chamar-se multiculturalismo, se não tivesse levado o Estado a confundir taras privadas de um inapto com os poderes do Estado, e a conceder a um gajo bastante abaixo da média, cujos únicos interesses na vida eram o álcool e as conas das pretas, o lugar de Primeiro-Ministro.
Isso aconteceu, ele estabilizou, casou com uma preta com ar de ser mãe dele, e o Estado ficou entregue a si mesmo.
O problema começa quando um Estado fica entregue, a si mesmo, e eu explico, nominalmente, o que é isso: um indivíduo com problemas neurológicos, no topo da Pirâmide, em quem a Maria tem de agarrar permanentemente na mãozinha trémula, para evitar que ele tenha um ataque público, ou comece a falar de vacas;
Uma segunda figura do Estado, que subiu pelo Princípio de Peter, completamente ignara de leis e regimento da Assembleia da República, escorada pela Maçonaria e a Opus Dei, bimba no sotaque, e que é conhecida, nos bastidores do Estado, pelas anedotas e pela tara de comprar roupas, e depois andar, na Executiva dos aviões, a tentar traficar trapos, a qualquer hora e em qualquer circunstância, como uma reles vendedora de cobertor de feira.
Descendo a escadaria:
Temos o tal fuçangueiro das conas de pretas, que conseguiu o milagre de tornar José Sócrates numa pessoa respeitável (!), Miguel Relvas, um típico criminoso das tipologias de Lombroso, o ministro sombra, para amparar o lambedor de conas de preta, nomeado pela sinistra Maçonaria/PSD, e ao serviço de um estado marginal, governado por uma família de criminosos, que anseia por usar Portugal para algumas ancoragens da Dinastia Dos Santos;
Um atrasado mental, cujos problemas de bipolaridade já vinham do Canadá, e a quem querem convencer de que Portugal ainda tem Economia - uma coisa há muito destruída, nos anos sinistros das ditaduras do saloio Cavaco Silva - um miserável, vendido a tudo, até ao Lóbi Judeu, que não sabe distinguir uma lombada de um livro, mas que gere a "Cultura", e coisas ainda mais perniciosas, como uma anomalia, com problemas de dicção, que acha que uma asneira, repetida devagar e pausadamente, se pode tornar numa epifania evangélica, e aqui chegamos, realmente, ao fulcro do problema.
Todos eles, com o pretexto do FMI, estão a cumprir o que Cavaco Silva sonhou, há vinte anos, e Passos agora cumpre: um regresso aos índices do Salazarismo.
Quanto a Vítor Gaspar, para além da credibilidade nula, de quem sabe que a teoria monetarista foi a responsável pelo colapso de estados inteiros - como o Chile, de Pinochet - usados como palcos de "experiências, como fez o filho da puta, seu inventor, da célebre Escola de Chicago, Milton Friedemann, um criminoso ao serviço docriminoso Ronald Reagan, apenas se pode acrescentar que é o rosto anedótico do verdadeira patrão da coisa, um tal de Carlos Moedas, um dos agentes da confraria de assassinos económicos, que tem o nome de GOLDMAN SACHS, e que está encarregado, entre outros que desconhecemos, de DESTRUIR PORTUGAL.
Para quem viu o retórico "Inside Job", um facínora, como António Borges, o tal que ganha duzentos e tal mil euros por mês, livres de impostos, e está encarregado de vender as empresas do Estado Português aos criminosos que a associação mafiosa mundial a que pertence, teria sido imediatamente afastado do terreno, mas não foi, e está, como Relvas, Moedas, os três chefes maçónicos das bancadas parlamentares da Assembleia da "República", PS, PSD e CDS, o Álvaro Santos Pereira, o Cavaco, a corja da Opus Dei, representada pelo genocida, Paulo Macedo, a cavalgadura da Educação, cuja única missão é semear o analfabetismo e lançar, para o desemprego, em 2 meses, 25 000 pessoas, e mais uns quantos de que nem nos lembramos, porque são irremediavelmente inexistentes, embora nos saiam dos bolsos.
Há anos, lembro-me de alguém meter dito que Portugal era utilizado, em certos fora internacionais, como palco de “experiências", cujo âmbito, então, não entendi.
Hoje, em pleno 2012, com o criminoso Balsemão, o criminoso Borges, o criminoso Cavaco, o criminoso Moedas, o criminoso Relvas, o criminoso Paulo Macedo e todos os criminosos que os antecederam, sob as batutas de Sócrates e Durão Barroso, a coisa torna-se quase transparente, e deveria ter direito areação, não estivéssemos num povo com um grau de iliteracia elevadíssimo, e uma estupidez de horizontes que se resume aos calções transpirados dos Narcisos das Barracas, da Procissão do Adeus, e do ganir da Mariza.
Com esta massa humana é possível fazer-se TUDO, e está-se a fazer.
Para que não desanimem, vamos mostrar que, lá fora, a coisa ainda está pior: a Europa, governada por canalhas da Alemanha ex comunista, com Reagans e Hitlers metidos na cabeça, está à beira de conseguir o sonho de Obama, um sonho que ele não sabia que tinha de ter, mas a ultra direita Norte Americana se encarregou de lhe incluir nos delírios rosados de escarumba: forçar a Europa a um tal ponto que tenha de emitir dinheiro, para equilibrar as contas dos países que Bilderberg, a Goldmann Sachs e parentes deram ordem para "homicidar".
Uma vez aumentada a liquidez, o Euro desvaloriza automaticamente, ao ponto de não ser cativante que se torne a moeda de negociação mundial do crude, e ajoelha, perante as sombras sinistras que governam o mundo, a partir dos apartamentos palacianos de East Upper Side.
Quando se ouve um anormal italiano ( o próximo alvo, dos Moedas e Borges de lá... ) a dizer que não se importa com que venha um príncipe saudita comprar a Ferrari, torna-se claro que a jogada está mais alta: ou a Grécia fica no Euro, com o Syriza a bater o pé, o que poderia ser um refundar da Democracia, ou a Grécia cai nas mãos da China, o que poderia ser uma forma irónica de definitivamente mostrar que a Nova Ordem Mundial era mesmo nova, e vinha com os olhos em bico.
Para lá destas fronteiras, finalmente descobriu-se que as armas de destruição maciça, que nunca foram encontradas nos "bunkers" de Saddam Hussein, estavam, afinal, todas concentradas na Síria, o que obriga a que a Diplomacia Mundial, que já decidiu a Guerra do Irão, esteja a lidar, com pinças, sobre a sua partilha, pós guerra, entre os interesses da mafia americana, da mafia russa e da mafia chinesa, com Israel ater de sujar diretamente as mãos no assunto.
Aparentemente, a coisa vai ser simples: o tal vírus "Flamer", uma coisa criada entre a NSA e a Mossad, entre outros, que parece que se suicidou, afinal, não se suicidou, está, somente, a... descansar: quanto estiver resolvida a retaguarda síria, irá entrar nas centrais clandestinas de produção de armas nucleares iranianas, e irá dizer as sensores de temperatura que os núcleos de cisão não estão sobreaquecidos, até que eles... expludam todos.
Vai ser muito feio, mas, com Fukushima, o Mundo até já foi ensinado que é possível viver com vegetais e sushi radioativos, e o Irão, ou o que dele restar, lá poderá deixar o Fundamentalismo Islâmico, para finalmente regressará sua verdadeira natureza, o esplendor persa.
Por cá, haverá uma velha, a quem o filho da puta do Borges queria reduzir a reforma de 300 para 250 € a comentar, como é típico, "pois, andaram a mexer em coisas perigosas, agora, explodiram-lhes nas mãos, coitados, devem estar a sofrer tanto..."
Quanto ao vírus, suponho que já então se terá ressuscitado, e com um pouco de sorte, até teria levado consigo todos os canalhas, cujos nomes atrás citei.
                                                                                                                                   in:










O SINAL DA BESTA 666