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terça-feira, 3 de julho de 2012

Apoya la Marcha Negra!

medo tens tu, vergonha nenhuma - cartoon António Garrochinho


para vos fazer sofrer


AMO O TEU AMOR - POEMA DE ANTÓNIO GARROCHINHO


QUANDO - POEMA DE ANTÓNIO GARROCHINHO


NO MEU ALGARVE


POEMAS SALTEADOS - ANTÓNIO GARROCHINHO JULHO 2012





LUTO - POEMA DE ANTÓNIO GARROCHINHO




EIS O ESTADO BURGUÊS A PROMOVER A ESCRAVATURA


Que este governo de canalhas trata o seu Povo como mercadoria, já sabíamos, que quer a todo o custo entregar aos capitalistas tudo o que mexe também, agora tornar a escravatura legal é que não se sabia. Com estamedida que tomaram em relação aos enfermeiros e prolongada a todos os sectores via novo código do trabalho é de uma crueldade atroz e que muita gente tem vindo a denunciar e combater. O que esta canalhada se prepara para nos "oferecer", é escravatura pura e dura, é o retorno aos piores anos do salazarismo/fascismo. 

Há dois sectores (pelo menos) que NUNCA se poderão retirar verbas - SAÚDE E EDUCAÇÃO. 

Contratar enfermeiros pelo preço mais barato a empresas de trabalho temporário é a coisa mais ridícula e deprimente para aqueles dignos profissionais. Trata-se da saúde dos portugueses e não de uma qual auto-estrada.

Já agora, porque não OBRIGAR, tal como nos tempos idos do fascismo, as enfermeiras a não poderem casar, não usarem saias/vestidos acima do joelho, não se poderem ausentar do país sem autorização do estado, etc.. 

Necessita-se urgentemente de dar a volta a isto, mobilização geral do POVO sem divisionismos bacocos, TODOS  somos Povo, TODOS somos explorados, TODOS somos humilhados.  

FERROADAS

CINQUENTA FALÊNCIAS JUDICIAIS NO PRIMEIRO SEMESTRE DE 2012

O setor do imobiliário lidera o número de casos de falências judiciais, que estão a acontecer agora mais no Porto que em Lisboa. O número de falências entre as famílias é também alto. Mais de 50 famílias e empresas faliram em média por dia nos primeiros seis meses de 2012, revelou o jornal Público, que diz que o número de falências judiciais aumentou 83 por cento em relação ao mesmo período de 2011. No topo da lista com mais falências judiciais está o setor do imobiliário com 604 processos entre janeiro e junho de 2012, adiante do comércio a retalho, que tem 467 casos no primeiro semestre deste ano. O comércio por grosso, construção e restauração ocupam os três lugares imediatos desta lista num semestre em que 3409 empresas faliram, mais 57 por cento que nos primeiros seis meses de 2011, indicam dados do Instituto Informador Comercial. A região do Porto foi aquela que registou mais processos em tribunal com 2586 processos, ou seja, 26,8 por cento do total dos processos registados no país, adiante de Lisboa, que liderou a lista em 2011, com 1802 falências judiciais. Entre as famílias, nos primeiros seis meses do ano, o número de insolvências mais do que duplicou para 6228, bem mais que os 408 casos que se registavam antes da crise. A insolvência das famílias pesa agora 64,6 por cento nos total dos processos que entram nos tribunais, sendo que o número médio de pessoas declaradas falidas por dia é de 34.


tsf

Miguel Relvas demorou um ano a tirar o curso de Ciência Política

Ministro adjunto licenciou-se em 2007 na Universidade Lusófona em apenas um ano, depois de ter beneficiado de equivalências. Miguel Relvas frequentou, nos anos 1980, os cursos de Direito e História, que não concluiu.
Depois de a licenciatura do ministro ter sido posta em causa pelo jornal “O Crime”, que o acusava de não ter explicado como obteve a licenciatura em Ciência Política e Relações Internacionais, o tema ganhou força nas redes sociais, lançando suspeitas sobre a forma como Miguel Relvas teria obtido o grau de licenciado.

Na edição de hoje do jornal “i”, Relvas explica que voltou à universidade 20 anos depois de a ter frequentado pela primeira vez. O ministro recorda que se envolveu na política “ainda muito jovem”, e que essa “intensa participação cívica” tornou-se, então, “incompatível com as obrigações académicas, tal como sucedeu com muitos outros jovens dos mais diversos quadrantes partidários”, destacou.

Por isso, Relvas só conseguiu licenciar-se em Dezembro de 2007. O ministro deu entrada na Lusófona em Outubro de 2006 e a conclusão do curso ocorreu no ano seguinte. O percurso foi “encurtado por equivalências reconhecidas e homologadas pelo Conselho Científico da referida universidade, em virtude da análise curricular a que se procedeu previamente”, sublinhou o ministro.

Foi para História porque não gostou de Direito

Miguel Relvas garante que fez os exames que “foram exigidos” e reputa de “interessante” a experiência de fazer essas provas “com alunos pertencentes a uma geração posterior” à sua. 

Ao jornal “O Crime”, o gabinete de Miguel Relvas não adiantou estas explicações. Segundo informou este semanário, Relvas frequentou, em 1984/1985, o curso de Direito da Universidade Lusíada de Lisboa, do qual não terá gostado. No ano lectivo seguinte terá mudado para o curso de História, na mesma faculdade. A frequência nesses dois cursos ter-lhe-á conferido as equivalências de que beneficiou em 2007.

Negócios on line

Governo Passos/Portas – Sem surpresa!


Que o Governo e o seu Ministério da Morte coloquem doentes diabéticos internados em perigo de vida, para poupar alguns euros, deixando-os sem comer durante doze horas... é típico de um governo de canalhas neoliberais, como o que nos governa.
Que o Governo decida colocar-se fora da lei (na minha opinião) ao promover a contratação a falsos recibos verdes, de profissionais de saúde que vão trabalhar com horário de trabalho, hierarquia e um único empregador... empurrando a “contratação” para empresas de trabalho temporário, em vez de contratar oficialmente e com direitos esses profissionais... é típico de um governo de canalhas neoliberais, como o que nos governa.
Que um dirigente da ARS empurre as culpas do sucedido para as empresas de parasitas intermediários, dizendo que se limita a «defender os interesses dos contribuintes», ao adjudicar os contratos de prestações de serviços tendo como único critério de adjudicação o preço mais baixo... é típico de um governo de canalhas neoliberais, como o que nos governa.
Que o Governo, depois de instalado o regime de ditadura do terror entre os milhares de desempregados que a sua política multiplicou, aproveite a situação para “contratar” pessoal de enfermagem, homens e mulheres com grande qualificação e formação profissional que, feitas as contas à vergonhosa oferta de menos de 4 euros por hora de trabalho, irão ganhar bem menos do que o Ordenado Mínimo Nacional... isso consegue mesmo ultrapassar aquilo que é típico de um governo de canalhas neoliberais, como o que nos governa.
A lembrar que (e parafraseando mais uma vez Mark Twain) as notícias sobre o fim da escravatura foram bastante exageradas.