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segunda-feira, 2 de julho de 2012

ESPECTACULAR FOTOGALERIA DOS ANOS 60 E 70 - QUANDO APARECERAM AS MINI - SAIAS


Todas as gerações sempre irão dizer: “-No meu tempo as coisas eram melhores…”. Atualmente adultos com mais de 40 dizem coisas do tipo “- Antigamente não tinha essa pouca vergonha”. Fato é que o tempo passa mas nem tudo muda.
Vejam algumas fotos comprovando que nos anos 60 e 70 as mulheres já usavam saia curta e provocavam os homens de forma consciente.

Saias anos 60 e 70 (01)



Saias anos 60 e 70 (02)


Saias anos 60 e 70 (03)


Saias anos 60 e 70 (04)


Saias anos 60 e 70 (05)




Saias anos 60 e 70 (06)


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Saias anos 60 e 70 (37)


Saias anos 60 e 70 (38)

Portugal como Deus quer

Como lidar com a actual crise mantendo intactos os privilégios de quem a gerou? Mais detalhe, menos detalhe, com dose reforçada de futebol pelo meio, assim decorreu Junho, tal como toda a série de meses anteriores. Há demasiado tempo que vem sendo assim, cada dia com notícias piores que o anterior, sem que o público, as vítimas desta realidade, se organize numa reacção firme de escolha de outro caminho. As percepções permanecem bem comandadas.

Muito se escreveu sobre a última Cimeira europeia e sobre o alegadamente herói Monti, autor de uma bravata que fez chorar Angela Merkel, pintada agora pelos seus anteriormente indefectíveis como cada vez mais sozinha e à espera de uma morte política anunciada. Tratou-se, tão-somente, de nova versão, como é tradição, a pôr em prática lá mais para diante, do mesmo caminho de austeridade e de “reformas estruturais” que até aqui nos trouxe, desta feita, uma tentativa de redefinição do enquadramento financeiro de recapitalização de um sector financeiro falido que, no essencial, permita prosseguir com a agenda de reconfiguração social e de concentração de riqueza em curso.

Sobre os eurobonds, ou de outro mecanismo que possibilite aos estados financiarem-se directamente e nas mesmas condições em que actualmente o fazem os bancos junto do BCE, sem a sua intermediação financeira, que custa anualmente aos contribuintes portugueses mais de 5 mil milhões de euros, nem ouvir falar. Ou melhor, quase. Na Alemanha, Angela Merkel aprovou um mecanismo de "deutsche bonds", em tudo semelhante aos odiados eurobonds, que torna mais barato o financiamento dos estados alemães. Pedro Passos Coelho mantém-se na linha da frente daqueles que aplaudem, ao mesmo tempo que defendem que o que é bom para a pátria da virtude, a Alemanha, seria mau para antros de vício e de preguiça, bem mais vocacionados para a acção purificadora do sacrifício e do chicote.

Como Portugal. Graças a Deus que temos um Governo que prima pela competência, pelo rigor e pela transparência. A competência que continuou a dar total liberdade à destruição da economia por si conduzida para fazer resvalar a despesa pública e para encolher as receitas fiscais. O rigor que deixa mais austeridade prometida para tão breve quanto seja possível anunciá-la. E a transparência que catapultou mais um nome laranja do escritório de advogados que produziu 20 anos de acordos entre governos e o sector da energia directamente para a administração de uma das mais recentes alienações estatais a preços de saldo: a REN.

As tarifas de gás e electricidade voltaram a aumentar”, “Enfermeiros contratados a 4 euros por hora”, “doentes diabéticos internados em hospitais deixam de receber uma refeição durante a noite e deste modo passam a correr risco de vida”, “"as populações de várias aldeias da Linha do Tua perderam hoje o único transporte público com o fim do serviço dos táxis alternativos ao comboio"”, “"Segurança Social encerra call center e despede 400 funcionários"”, que importa? Onze por todos e todos por onze. Há três portugueses entre os melhores vinte e três do euro-2012. Défice de 7,9% no primeiro trimestre, desemprego a pular os 20% e os juros da nossa dívida bem acima do sustentável, a atestar que a credibilidade de Portugal “lá fora” está melhor do que nunca. Venha Julho, pior do que Junho. E as sondagens que voltem a mostrar que está tudo como Deus quer.



O país do burro

José Mário Branco - "Casa comigo Marta"


Mãe madrasta


A chanceler alemã, Angela Merkel, assegurou que não haverá nenhuma «troika» para Itália ou para Espanha se pedirem a intervenção dos fundos de resgate nos mercados de dívida ou a recapitalização directa da banca.

A Portugal prometeram um empréstimo de 78 mil milhões, 12 dos quais para irem directamente para a banca, e com eles recebeu também a Troika e a austeridade. A Itália e a Espanha levantaram a voz à Merkel e vão receber muito mais sem sofrerem o mesmo que Portugal, Grécia ou Irlanda. Há os filhos da mãe e os filhos da puta que neste caso parecem ser a Espanha e a Itália.


«Assim vai ser difícil casar» - bagaço amarelo

Há mulheres encantadoras, tão encantadoras que não devia ser permitido que homens banais se sentassem ao lado delas nos transportes públicos. Há homens banais, tão banais que não devia ser permitido que se sentassem ao lado de mulheres.
O homem banal sentou-se mesmo à minha frente, no comboio, com cara de poucos amigos, e começou a praguejar por causa dum idoso qualquer que tinha demorado muito a comprar o bilhete na máquina automática. A mulher encantadora continuou a ler umas fotocópias que, suponho eu, teriam a ver com a sua actividade profissional ou académica. Eu continuei a ler o meu livro do Murakami. Acho que tanto eu como ela só queríamos silêncio, mas não o tínhamos.
Foi ela quem decidiu falar primeiro, e disse-lhe aquilo que é óbvio. Que as novas máquinas automáticas da CP podem ser complicadas para algumas gerações pouco habituadas às novas tecnologias, que o dever dele era ter ajudado primeiro e protestado depois. Evitei entrar na discussão, porque logo à partida percebi que não valia a pena, e foi isso mesmo que me encantou nela: insistiu. As mulheres encantadoras nunca desistem facilmente dum homem banal. É um dos seus encantos. Foram precisos, aliás, dez minutos para ela perceber aquilo que eu já tinha percebido. "Assim vai ser difícil casar", disse-lhe ele.
Os homens banais acham que uma mulher que argumenta não é boa para casar, por isso mesmo. A banalidade não consegue ser dialéctica. Não evolui. Um homem banal hoje é igual a um homem banal medieval. Nasceu, vive a protestar porque os idosos o fazem perder tempo, e depois morre. É isso que é ser banal. Ela encantou-me porque ainda luta contra essa banalidade. Eu não consigo. Sou banal.


bagaço amarelo
Blog «Não compreendo as mulheres»
Algarve: Construção civil estagnada e 4.000 empresas em risco de colapso
Cerca de 4.000 empresas de construção civil estão em risco de colapso no Algarve e as obras estão praticamente paradas, devido ao excesso de oferta e à falta de financiamento bancário, disse à Lusa um responsável do setor.


Numa região até agora dominada pelo mercado da segunda habitação, só no último ano cerca de mil pequenas e médias empresas entraram em processo de insolvência, o que deixou por acabar centenas de obras.


A redução do financiamento bancário para construção e compra de imóveis levou à saturação do mercado da oferta, apontou o representante da Associação de Empresas de Construção e Obras Públicas e Serviços (AECOPS) na região, Manuel Gonçalves.


Como outra causa da estagnação, aponta ainda a quebra na procura pela segunda habitação por parte dos mercados britânico e irlandês, devido à crise europeia.


“Para a saturação do mercado imobiliário contribuiu também o excesso de oferta devido à colocação no mercado de imóveis cujos proprietários se confrontavam com dificuldades económicas resultantes das recentes medidas de austeridade”, destacou.


A suspensão de obras públicas, como as da empresa Parque Escolar e a reconversão da Estrada Nacional 125, agravaram também as condições financeiras dos empreiteiros e subempreiteiros.


Para a recuperação do setor, Manuel Gonçalves aponta o caminho do arrendamento e reabilitação urbana.


Também os autarcas do Algarve defendem “o mercado do arrendamento” como forma de revitalizar o setor da construção civil, uma das atividades que, além do turismo, mais contribuía para os orçamentos dos municípios.


O presidente da Câmara de Lagos, Júlio Barroso (PS), concorda com esse caminho, ilustrando com números a situação dramática que vive o seu município: em 2009 foram emitidas 178 licenças e desde então os números têm vindo a cair, até que, em 2011, foram passadas apenas 51.


A sua colega Isabel Soares (PSD), que preside ao município de Silves, queixa-se também das quebras das licenças pedidas e emitidas, mas acrescenta um outro fenómeno preocupante: “Tínhamos um conjunto de projetos aprovados, já licenciados, mas com a crise que a construção atravessa mais de metade dessas obras estão paradas ou nunca começaram”.


Segundo disse a autarca à Agência Lusa, “ultimamente os empresários nem sequer levantam as licenças, ou pedem constantemente prorrogações de prazos”. Fenómenos que têm como resultado que de 2008 para cá as receitas próprias do município desceram 64%.


Mais dramática ainda parece ser a situação de Faro, onde, de acordo com o presidente da Câmara, Macário Correia (PSD), o município está a emitir apenas 10 por cento das licenças para obras que emitia há cinco anos.


Aliás, basta uma simples passagem rápida pelo Algarve, para ver os efeitos do abandono da construção, com obras inacabadas ou a ritmo muito lento, em zonas de grande incidência turística, como é o caso de Albufeira.


Na zona poente daquele concelho, os projetos da marina, que de 1995 para cá foram crescendo a olhos vistos, hoje decorrem “a passo de caracol”, sob a alçada de uma empresa “sem músculo financeiro para o enorme esforço necessário à manutenção dos projetos”, disse à Lusa um antigo proprietário.


Entre 2002 e 2009 o triângulo formado por alguns dos antigos proprietários, a Sociedade Lusa de Negócios (sociedade gestora de fundos imobiliários do BPN) e a empresa Irmãos Cavaco acumularam 140 milhões de euros de prejuízos.


Em 2009, o passivo foi assumido pelos Irmãos Cavaco, que adquiriram a totalidade do capital, mas a falta de financiamento bancário e a mudança de estratégia – que já vinha de trás – arrastaram a empresa para uma situação que a fonte contactada pela Lusa considera agora inultrapassável, devido à presente conjuntura.


“Em vez de se investir no Turismo, em hotéis, aparthotéis, animação, como ocorreu entre 1995 e 2001, passou a investir-se em imobiliário e no mercado da segunda habitação”, justificou a mesma fonte, observando que a presente crise acentuou os efeitos da má opção então tomada.


Garantindo que se chegaram a reservar 130 apartamentos de férias numa única semana, a preços “muito razoáveis”, o empresário sublinha que hoje as obras se limitam à estreita faixa entre a marina e a estrada de São Rafael e ainda assim não saíram da fase das infraestruturas.


Ao lado, um T3 que em 2001 foi negociado por 200 mil euros é agora vendido a 140 mil e uma vivenda que há 11 anos valia 450 mil euros vale agora 300 mil.

Região sul



Experiência mengeleana


   
Aprisionado pela crise financeira o povo português foi sujeito a uma experiência mengeliana que visava experimentar um novo tratamento dos males económicos do keynesianismo e dos excessos sociais da democracia, a experiência consistiu em promover o empobrecimento forçado de um grupo social considerado a mais na sociedade, os funcionários públicos, e de um estrato social inútil, os pensionistas.
  
A experiência consiste em reduzir os custos do Estado e na transferência de riqueza para os mais ricos na esperança de estes investirem e daí resultar alguma riqueza para distribuir pelos que ficaram fora do campo de concentração. Os que foram eleitos para a experiência não têm direito à esperança, uns porque já são velhos e não são produtivos, os outros porque são considerados improdutivos e eleitoralmente inúteis ficam condenados a trabalhar sem direito a promoções, sem segurança no emprego e sem garantias de que não venham a sofrer mais cortes salariais, senão mesmo o esclavagismo em nome do bem comum.
  
O ideal para esta experiência seria uma ditadura apoiada numa polícia política, mas o medo da ruína calou a maioria e numa noite de cristais o primeiro-ministro acusou os funcionários de todos os males da nação, não produzem, representam despesa pública excessiva e ainda por cima eram os que mais ganhava. Teriam de ser eles a suportar os custos de todos os males da sociedade, por serem culpados, inúteis e dispendiosos.
  
Numa reunião o grande líder anunciou um grave desvio financeiro provocado pela despesa, no dia seguinte o doutor explicou as palavras do grande líder, a despesa com os inúteis e improdutivos tinha resultado num desvio colossal, havia que adoptar uma tratamento robusto. A experiência foi decidida, cortam-se 30% dos rendimentos, um qualquer Joseph Goebbels explica à imprensa que esta gente é eleitoralmente inútil, o povo fica assustado mas a maioria fica secretamente feliz porque o sacrificado foi o vizinho.
  
A experiência mengeleana teve início, pela primeira vez um país tinha decidido eleger uma parte da sua população para o empobrecer, transferindo a sua riqueza para o Estado e para os amigos. Enquanto a experiência decorria o povo assistia calado ao divertimento dos senhores deste campo de prisioneiros, iam a festarolas, nomeavam os seus para ganharem aos cinquenta mil nas empresas que iam vendendo, davam chorudos honorários a amigos promovidos a assessores especiais do governo.
  
Mas a experiência falhou, a pobreza de uns significou o despedimento e a ruína de outros, os cofres do Estado ficaram vazios, o desemprego multiplicou-se e agora ninguém é responsável, todos cumpriam ordens, ninguém escolheu apenas alguns para serem sacrificados, ninguém os acusou de ganharem mais do que a média, ninguém foi a favor de tanta austeridade, a culpa não foi deles, estavam a cumprir as ordens do memorando, a culpa foi da troika. Os sacanas têm, em regra, uma segunda característica, são cobardes, sempre foi assim.bl

blog o Jumento

DA APATHEIA À ATARAXIA



Zenon era um cipriota grego que em 313 a.C. mudou-se para Atenas, onde pregou a sua doutrina e fez muitos adeptos. Reunia-se com os seus discípulos e seguidores em um local denominado Stoá Poikíle, cuja tradução é "pórtico ou galeria de colunas trabalhadas". De Stoá provêm os nomes de estóico eestoicismo. Segundo o estoicismo, o sofrimento decorre das reacções despertadas no ser humano por quatro classes de emoções: a dor, o medo, o desejo e o prazer. O ideal do estóico é alcançar a apatheia, ou seja, a natural aceitação dos acontecimentos, uma atitude passiva diante da dor e do prazer, a abolição das reacções emotivas, a ausência de paixões de qualquer natureza.
Epicurismo é o sistema filosófico ensinado por Epicuro de Samosfilósofoateniense do século IV a.C. Epicuro acreditava que o maior bem era a procura de prazeres moderados de forma a atingir um estado de tranquilidade (ataraxia) e de libertação do medo, assim como a ausência de sofrimento corporal (aponia) através do conhecimento do funcionamento do mundo e da limitação dos desejos. A combinação desses dois estados constituiria a felicidade na sua forma mais elevada. Embora o epicurismo seja doutrina muitas vezes confundida com ohedonismo (já que declara o prazer como o único valor intrínseco), a sua concepção da ausência de dor como o maior prazer e a sua apologia da vida simples tornam-no diferente do que vulgarmente se chama “hedonismo”. A finalidade da filosofia de Epicuro não era teórica, mas sim bastante prática. Buscava sobretudo encontrar o sossego necessário para uma vida feliz e aprazível, na qual os temores perante o destino, os deuses ou a morte estavam definitivamente eliminados.

Nota: vem isto a propósito do meu post anterior e do comentário do meu amigo Paulo. Afinal isto de ser feliz é mesmo muito complicado.



Vasco Gonçalves – Os tão previsíveis inimigos





Como que para demonstrar (se ainda fosse necessário) que não é irónico quem quer, o infeliz que preside à autarquia da Covilhã acertou sem querer, fez um elogio quando pretendia insultar, foi um imbecil quando queria armar-se em humorista. Ainda assim, a notícia da sua tirada teve direito a rasgados sorrisos, mesmo algumas gargalhadas, na sessão de que aqui antes vos dei conta, em que se homenageou um Homem: Vasco Gonçalves.
Disse o destacado membro do PSD e candidato a comediante, dirigindo-se ao inexplicável ministro álvaro«Sr. ministro... a verdade é que para algumas pessoas, o único governo que não prejudicou os trabalhadores, foi em 1975 o governo do Vasco Gonçalves».
À margem deste número de comédia involuntária, por aqui, neste pequeno blog, as reacções à homenagem em que participei não tentaram sequer ser irónicas. A matilha do costume partiu para a carga com armamento pesado, em forma de insultos dos mais porcos e violentos, à mistura com a habitual produção de baba a escorrer das presas. É uma espécie de automatismo em reacção ao nome do General. Não tivesse eu adoptado uma política de higiene (quase sempre) rigorosa no que diz respeito ao teor dos comentários aqui recebidos... e a caixa dos ditos teria ficado igual às velhas lixeiras a céu aberto que ainda se veem em tantos lugares.
Depois... alguns ficam ofendidos quando os comparo aos célebres cães do Pavlov!
Não têm razão! A haver ofensas a reparar... seria em relação aos pobres “canitos” que, sem culpa nenhuma, se veem comparados a este tipo de alimárias. Convém não esquecer que, ao contrário destas bestas, os cães do Pavlov, para além de, quase de certeza, terem sido uns bicharocos simpáticos... serviram realmente para alguma coisa!