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sexta-feira, 29 de junho de 2012


O (duplo) triunfo dos porcos



Polvos, vacas, crocodilos, elefantes e outros animais como Platini previram que a final do Euro 2012 seria Espanha- Alemanha.

Pelo pouco que fui vendo dos jogos da fase de grupos, fui alimentando a esperança que a final fosse Portugal/Itália. Tal como Platini fiquei pela metade, porque os postes impediram a presença da equipa portuguesa em Kiev.
Não vi o Alemanha/Itália em directo e, quando me informaram do resultado, pensei que tivesse sido um jogo equilibrado. Puro engano!  A Alemanha podia ter apanhado 5 ou 6, como pude constatar na transmissão em diferido que vi horas mais tarde.
Confesso que fiquei muito satisfeito com a derrota dos Berliner Schnitzel. Eles já ganham demasiado com os juros dos países em dificuldades, estava na altura de começarem a perder.
Entretanto, chegam-me notícias de Bruxelas anunciando que Espanha e Itália estão a bater o pé à Merkel, bloqueando todas as decisões da Cimeira enquanto a Frau Angie não ceder às suas pretensões.
Já defendi várias vezes que, se os países do sul se tivessem unido desde o princípio, nunca teríamos chegado a esta dramática situação. Foi preciso Espanha e Itália começarem a sentir a água pelo pescoço, para que alguém batesse o pé à Alemanha.
Poderia ser uma boa notícia…mas à distância não sei se é! Espanhóis e italianos estão apenas preocupados em resolver os seus problemas e borrifando-se para Portugal, Irlanda ou Grécia. Esta atitude  confirma que estes dois países merecem bem pertencer aos  PIIGS. Se fossem decentes, seriam solidários com os seus parceiros. Ou, pensando melhor, talvez não precisem, porque pelo menos Irlanda e Grécia exigirão condições idênticas. Temo é que em Portugal isso não tenha efeitos, porque o coelho é um animal que gosta de ser sodomizado e é bem capaz de pedir para continuar a sofrer.
Coelhos à parte, tudo indica que os PIIGS venceram a teimosia da vaca e uma coisa é certa: o Euro da bola irá disputar-se entre dois PIIGS. Exactamente os mesmos que ( pelas noticias que me chegaram durante a noite)  parecem ter nas mãos o futuro do €uro. Um futuro que não será risonho. Em 2016 poderá haver mais um Euro mas, pelo andar da carruagem, já não haverá €. 
Depois, não digam que não se deve misturar futebol com política…
Em tempo: alguém sabe dizer-me se o Coelho continua a beijocar a Angie?


recados e não só - António Garrochinho




poesia ilustrada de António Garrochinho Junho 2012





As esperanças evaporam-se

As esperanças correm sempre o risco de se esfumar, quando não têm concretização em prazo aceitável. Mesmo a que se referia ao regresso de D. Sebastião numa manhã de nevoeiro se foi esbatendo ao longo do tempo até que até já ninguém a ter.

Na vida quotidiana o desaparecimento de esperanças na concretização de prometidos de êxitos, cria a incredulidade nas palavras de falsos profetas que, depois, como castelo defensivo, só lhes resta evitar falar.

Segundo notícia do PÚBLICO, baseada em dados do INE, o «Governo fechou os três primeiros meses do ano com um défice de 7,9% do PIB, acima do registado no período homólogo de 2011. Meta de 4,5% para este ano fica cada vez mais difícil.»

Foi um ano a recuar. E isto acontece depois das promessas douradas da campanha eleitoral e das posteriores afirmações, do actual Governo «garanto que…», «asseguro que…», «custe o que custar» e dos conselhos dados aos portugueses, «imigrem», «não sejam piegas», etc.

Com tudo isto, em quem podemos acreditar? A que nos podemos agarrar para termos esperança no futuro? Quem virá cortar as gorduras do Estado, racionalizando a organização das instituições públicas, eliminando as inúteis, fundindo as semelhantes, privatizando muitas (sem as tornar PPP), reduzindo mordomias, automóveis, telemóveis, cartões de crédito, etc.?

Há quem defenda que ou fazem já um governo de coligação alargada com um PM apartidário (Governo de Salvação Nacional) para não estarem a subordinar os interesses do Estado ao medo de perder as próximas eleições, ou em breve poderá surgir algo de imprevisível. Só com uma coligação muito alargada que comprometa, nas reformas estruturais a fazer, todos os partidos com assento parlamentar, poderão ser tomadas as medidas menos populares, por deixar de haver receio de perder votos a favor da oposição.

E perante a situação de crise, não devem ser menorizados os sinais de descontentamento, já revelados em assobios a governantes, em vários locais e agora na Covilhã ao ministro da Economia, porque eles podem estar a prenunciar atitudes mais dolorosas.

Embora «o povo seja sereno», como dizia Pinheiro de Azevedo, é preciso ter cuidado com a ira do touro manso!

Parece que talvez se possa concluir que o mal não é do actual Governo nem de qualquer outro, mas sim dos vícios do sistema, das manhas acumuladas e acrescidas ao longo de quatro décadas. Mas fica a dúvida de como irá isto reverter para um esquema ético e patriótico, virado para os interesses nacionais, dos cidadãos, em geral? É de recear que, dada a incapacidade de a solução vir de partidos, ela venha a ser procurada por acções de violência que pode ser demasiado dura e, com o inconveniente de, a seguir, os males poderem renascer, com outros actores. Mas o povo embora pareça tolerante, sereno, apático, de brandos costumes e adormecido, pode cansar-se de esperar por milagres que também não se apresentam como solução.

Imagem de arquivo

Em 28 de Maio, o presidente Obama lançou uma campanha para falsificar a história da guerra no Vietname.

Os americanos deixaram um regalo às crianças do Vietnam, as deformidades congênitas
A história é o inimigo quando as psy-ops se tornam notícia 
por John Pilger


Ao chegar a uma aldeia no Vietname do Sul, deparei-me com duas crianças que testemunhavam a mais longa guerra do século XX. Suas terríveis deformidades eram familiares. Ao longo do rio Mekong, onde as florestas foram petrificadas e silenciadas, pequenas mutações humanas viviam o melhor que podiam.

Hoje, no hospital pediátrico Tu Du em Saigon, um antigo anfiteatro é conhecido como a "sala da colecção" e, não oficialmente, como a "sala dos horrores". Ali há prateleiras com grandes garrafas que contêm fetos grotescos. Durante a sua invasão do Vietname, os Estados Unidos pulverizaram um herbicida desfolhante sobre a vegetação e aldeias a fim de negar "cobertura ao inimigo". Era o 
Agente Laranja , o qual continha dioxina, venenos com tal poder que provocavam a morte fetal, abortos, danos cromossomáticos e cancro.

Em 1970, um relatório do Senado dos EUA revelou que "os EUA despejaram [sobre o Vietname do Sul] uma quantidade de produtos químicos tóxicos que se eleva a seis libras [2,72 kg] per capita da população, incluindo mulheres e crianças". O nome de código para esta destruição maciça, Operação Hades, foi alterado para o mais amistoso Operação Ranch Hand. Hoje, cerca de 4,8 milhões de vítimas do Agente Laranja são crianças.

Len Aldis, secretário da Sociedade de Amizade Britânico-Vietnamita, retornou recentemente do Vietname com uma carta ao Comité Olímpico Internacional escrita pela União das Mulheres do Vietname. A presidente da união, Nguyen Thi Thanh Hoa, descreveu "as graves deformações congénitas [provocadas pelo Agente Laranja] de geração para geração". Ela pedia ao COI que reconsiderasse a sua decisão de aceitar patrocínio das Olimpíadas de Londres pela Dow Chemical Corporation, que foi uma das companhias a fabricar o veneno e que se recusou a indemnizar as suas vítimas.

Aldis entregou a carta em mãos no gabinete de Lord Coe, presidente do Comité Organizador de Londres. Não houve resposta. Quando a Amnistia Internacional denunciou que em 2001 a Dow Chemical adquiriu "a companhia responsável pela fuga de gás de Bhopal [na Índia em 1984] que matou 7 mil a 10 mil pessoas de imediato e 15 mil nos 20 anos seguintes", David Cameron descreveu a Dow como uma "companhia respeitável". Aclamações, portanto, para as câmaras de TV ao longo dos painéis decorativos de £7 milhões [€8,75 milhões] que orlam o estádio olímpico: são o resultado de um "acordo" de 10 anos entre o COI e um destruidor tão respeitável.

A história é enterrada juntamente com os mortos e deformados do Vietname e de Bhopal. E a história é o novo inimigo. Em 28 de Maio, o presidente Obama lançou uma campanha para falsificar a história da guerra no Vietname. Para Obama, não houve Agente Laranja, nem zonas de fogo livre, nem disparos sobre indefesos (turkey shoots), nem encobrimentos de massacres, nem racismo desenfreado, nem suicídios (pois muitos americanos acabaram com as suas próprias vidas), nem derrota frente à força de resistência de uma sociedade empobrecida. Ela foi, disse o sr. Hopey Changey, "uma das mais extraordinárias histórias de bravura e integridade nos anais da história militar [dos EUA]".

No dia seguinte, o New York Times publicou um longo artigo a documentar como Obama selecciona pessoalmente as vítimas dos seus ataques drone por todo o mundo. Ele faz isto nas "terças-feiras de terror" quando folheia álbuns com fotos de rostos numa "lista da morte", alguns deles adolescentes, incluindo "uma garota que parecia ainda mais jovem do que os seus 17 anos". Muitos são desconhecidos ou simplesmente em idade militar. Guiados por "pilotos" sentados frente a écrans de computador em Las Vegas, os drones disparam mísseis Hellfire que sugam o ar para fora dos pulmões e explodem pessoas em bocados. Em Setembro último, Obama matou um cidadão americano, Anwar al-Awlaki, puramente na base de rumor de que ele estava a incentivar terrorismo. "Este aqui é fácil", ele é citado por ajudantes como dizendo isso ao assinar a sentença de morte do homem. Em 6 de Junho, um drone matou 18 pessoas numa aldeia no Afeganistão, incluindo mulheres, crianças e um idoso que estavam a celebrar um casamento.

O artigo do New York Times não foi uma fuga ou uma revelação. Foi uma matéria de relações públicas concebida pela administração Obama para mostrar num ano de eleição quão duro o "comandante em chefe" pode ser . Se reeleito, a Marca Obama continuará a servir a riqueza, a perseguir os que dizem a verdade, a ameaçar países, a propagar vírus de computador e a assassinar pessoas toda terça-feira.

As ameaças contra a Síria, coordenadas em Washington e Londres, escalam novos picos de hipocrisia. Ao contrário da propaganda primária apresentada como notícia, o jornalismo investigativo do jornal alemão Frankfurter Allgemeine Zeitung identifica os responsáveis pelo massacre em Houla como sendo os "rebeldes" apoiados por Obama e Cameron. As fontes do jornal incluem os próprios rebeldes. Isto não foi completamente ignorado na Grã-Bretanha. Escrevendo no seu blog pessoal, de modo extremamente calmo, Jon Williams, o editor de notícias mundiais da BBC, efectivamente serve a sua própria "cobertura", citando responsáveis ocidentais que descrevem a operação 
"psy-ops" [operação psicológica] contra a Síria como "brilhante". Tão brilhante quanto a destruição da Líbia, do Iraque e do Afeganistão.

E tão brilhante quanto a psy-ops mais recente do Guardian com a promoção de Alastair Campbell, o colaborador chefe de Tony Blair na criminosa invasão do Iraque. Nos seus "diários", Campbell tenta salpicar sangue iraquiano sobre o demónio Murdoch. Há em abundância para encharcar todos eles. Mas o reconhecimento de que os medida respeitáveis, liberais, bajuladores de Blair, foram um acessório vital para um crime tão gigantesco é omitido e permanece como um teste singular de honestidade intelectual e moral na Grã-Bretanha.

Até quando devemos sujeitar-nos a um tal "governo invisível"? Esta expressão para a propaganda insidiosa cunhada por Edward Bernays – o sobrinho de Sigmund Freud que inventou as modernas relações públicas – nunca foi tão adequada. A "realidade falsa" exige amnésia histórica, a mentira por omissão e a transferência de significância para o insignificante. Deste modo, sistemas políticos que prometiam segurança e justiça social foram substituídos pela pirataria, "austeridade" e "guerra perpétua": um extremismo destinado ao derrube da democracia. Aplicado a um indivíduo, isto identificaria um psicopata. Por que aceitamos isto?




O original encontra-se em www.johnpilger.com/... 

Este artigo encontra-se também em http://resistir.info/ . 



Água pode aumentar 265 por cento


A empresa Águas de Portugal quer uniformizar o preço da água em todo o País, fixando o valor do metro cúbico em cerca de 2,5 euros. Se a medida for concretizada, os aumentos no Algarve para os utilizadores domésticos, excluindo as tarifas sociais, será em média de 265 por cento.
 
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O semanário O ALGARVE falou sobre esta medida com alguns dos autarcas da região onde o preço do metro cúbico de água é mais barato e as opiniões dividem-se.
Isabel Soares, líder do município com a tarifa média da água mais baixa da região, concorda “em absoluto” e Francisco Amaral, concelho com a terceira tarifa mais barata do Algarve, discorda totalmente.
Para a presidente da Câmara de Silves, é importante “subir os preços” da água e “cumprir com a Lei das Finanças Locais”.
Isabel Soares concorda “em absoluto” com a uniformização do preço da água. Segundo a autarca social-democrata, os municípios compram todos a água “ao mesmo preço”, por isso também a devem vender todos ao mesmo preço.
O presidente da Câmara de Alcoutim tem uma opinião oposta, em nome da autonomia do poder local e da defesa dos mais desfavorecidos.
“Não concordo nada com a existência de uma tarifa única para todo o País: há índices de pobreza diferentes, por isso também não deve haver uma uniformização das tarifas”, sustenta o social-democrata.
Segundo o autarca, “os municípios devem manter a sua autonomia e devem ser eles a estabelecer a tarifa”, até para, como acontece em Alcoutim, poderem ter reduções “para as pessoas mais carenciadas e para os casos sociais mais flagrantes”.
António Eusébio compreende as reacções antagónicas relativamente a esta matéria, mas defende uma tomada de posição conjunta dos municípios algarvios.
“Há municípios a quem interessará aderir, nomeadamente os com mais dificuldades económicas, noutros, onde a situação está estável, o aumento gradual da tarifa poderá penalizar significativamente os munícipes”, analisa o presidente da Câmara de S. Brás de Alportel.
“Na minha opinião”, acrescenta o socialista, “essa questão deveria ser discutida abertamente no seio da AMAL – Comunidade Intermunicipal do Algarve, mas ainda não o foi, embora fosse fundamental podermos tomar uma decisão conjunta”, conclui.
O ónus político
Uma das vantagens apontadas à uniformização dos preços é o facto de permitir acabar com o chamado «preço político» da água, isto é, a diferença, sempre penalizadora para as câmaras, entre o valor pago pela água e o montante cobrado aos munícipes.
Esta diferença tem como resultado mais visível o aumento das dívidas das autarquias à empresa Águas do Algarve, no caso concreto da região.
Em Março deste ano, segundo dados daquela empresa, as câmaras do Algarve deviam 69,9 milhões de euros, mais de 33 milhões dos quais referentes só ao abastecimento de água.
Em Agosto de 2011, as câmaras mais cumpridoras eram as de Alcoutim, Aljezur, São Brás de Alportel, Portimão, Loulé e Silves, enquanto Faro, Castro Marim e Albufeira eram forçadas a recorrer a acordos para efectuar os pagamentos em atraso.
Dos 69,9 milhões de euros, 27,3 milhões diziam respeito a atrasos superiores a 360 dias e 12,5 milhões a dívidas por pagar entre 240 e 360 dias.
O «preço político» da água em Alcoutim, adiantou a O ALGARVE Francisco Amaral, está em linha com a média nacional.
A diferença entre o valor pago pela autarquia à empresa Águas do Algarve e o montante cobrado aos munícipes acompanha a média nacional, tanto para a água (80 por cento), como para o lixo (60 por cento) e resíduos sólidos (25 por cento).
Em Silves, o valor pago pela autarquia à Águas do Algarve “é consideravelmente mais alto” ao do cobrado aos munícipes, diz Isabel Soares. Os valores, no entanto, estão abaixo da média nacional: em relação ao preço da água, o esforço da autarquia é de cerca de “40 por cento”, no lixo também há prejuízo para a Câmara, mas “não tão grande como em relação à água, enquanto nos resíduos sólidos o saldo negativo andará na casa dos 20 por cento, adianta Isabel Soares ao semanário O ALGARVE.
Em S. Brás de Alportel, apesar dos custos inerentes ao fornecimento do serviço e de a Câmara ainda assumir um “custo social”, o «preço político» está ligeiramente abaixo da média nacional
O concelho tem um tarifário de conjunto e “na globalidade destes três serviços [água, lixos e resíduos sólidos] ficamos ligeiramente abaixo da média nacional”, revela António Eusébio.
Câmaras deixam de ser cobradoras
Além da uniformização dos preços, as Águas de Portugal também estão a estudar um novo modelo organizacional para as empresas do seu universo. A data da conclusão da reorganização seria 2014 e uma das principais mudanças seria as câmaras deixarem de ser responsáveis pela cobrança das facturas de água e saneamento.
Numa primeira fase seriam fundidos os sistemas multimunicipais de abastecimento de água e de saneamento, os chamados sistemas em alta: os actuais 19 sistemas seriam reduzidos a quatro ou cinco, um dos quais poderia implicar a fusão da empresa Águas Públicas do Alentejo com a Águas do Algarve
A segunda fase consistiria na verticalização dos serviços. Neste momento, a Águas do Algarve faz o abastecimento de água e saneamento às câmaras (em alta), mas a ideia seria passar a integrar os serviços domiciliários de distribuição de água e de recolha de águas residuais (em baixa) no sistema. Nesse caso, as autarquias deixariam de cobrar a água aos seus munícipes e seria a Águas do Algarve (ou a nova empresa a criar com a inclusão da Águas Públicas do Alentejo) a emitir a facturação e a fazer directamente a cobrança aos utentes.
No entanto, segundo adiantou Teresa Fernandes, responsável pelas áreas da comunicação e educação ambiental da empresa Águas do Algarve, “está tudo a ser negociado com as autarquias e não está nada definido – estamos ainda na fase dos estudos, projectos e reuniões”, garante.
Observatório do Algarve