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quinta-feira, 28 de junho de 2012

Boss AC featuring Mariza - Alguém me Ouviu (Mantém-te Firme)


Boss AC - "Alguém me ouviu (Mantém-te Firme)" featuring Mariza

Não me resta nada, sinto não ter forças para lutar
É como morrer de sede no meio do mar e afogar
Sinto-me isolado com tanta gente à minha volta
Vocês não ouvem o grito da minha revolta
Choro a rir, isto é mais forte do que pensei
Por dentro sou um mendigo que aparenta ser um rei
Não sei do que fujo, a esperança pouca me resta 
É triste ser tão novo e já achar que a vida não presta
As pernas tremem, o tempo passa, sinto cansaço
O vento sopra, ao espelho vejo o fracasso
O dia amanhece, algo me diz para ter cuidado
Vagueio sem destino nem sei se estou acordado
O sorriso escasseia, hoje a tristeza é rainha
Não sei a alma existe mas sei que alguém feriu a minha
Às vezes penso se algum dia serei feliz
Enquanto oiço uma voz dentro de mim que diz..

Chorei
Mas não sei se alguém me ouviu
E não sei se quem me viu
Sabe a dor que em mim carrego e a angústia que se esconde
Vou ser forte e vou-me erguer
E ter coragem de querer
Não ceder, nem desistir eu prometo

Busquei
Nas palavras o conforto
Dancei no silêncio morto
E o escuro revelou que em mim a Luz se esconde
Vou ser forte e vou-me erguer
E ter coragem de querer
Não ceder, nem desistir eu prometo

Não há dia que não pergunte a Deus porque nasci
Eu não pedi, alguém me diga o que faço aqui
Se dependesse de mim teria ficado onde estava
Onde não pensava, não existia e não chorava
Sou prisioneiro de mim próprio, o meu pior inimigo
Às vezes penso que passo tempo de mais comigo
Olho para os lados, não vejo ninguém para me ajudar
Um ombro para me apoiar, um sorriso para me animar
Quem sou eu? Para onde vou? Donde vim?
Alguém me diga porque me sinto assim
Sinto que a culpa é minha mas não sei bem porquê
Sinto lágrimas nos meus olhos mas ninguém as vê
Estou farto de mim, farto daquilo que sou, farto daquilo que penso
Mostrem-me a saída deste abismo imenso
Pergunto-me se algum dia serei feliz
Enquanto oiço uma voz dentro de mim que me diz... 

Tento não me ir abaixo mas não sou de ferro
Quando penso que tudo vai passar parece que mais me enterro
Sinto uma nuvem cinzenta que me acompanha onde estiver
E penso para mim mesmo será que Deus me quer
Será a vida apenas uma corrida para a morte?
Cada um com a sua sina, cada um com a sua sorte
Não peço muito, não peço mais do que tenho direito
Olho para trás e analiso tudo o que tenho feito
E mesmo quando errei foi a tentar fazer bem
Não sei o que é o ódio não desejo mal a ninguém
Há-de surgir um raio de luz no meio da porcaria
Porque até um relógio parado está certo duas vezes por dia
Vou-me aguentando, a esperança é a última a morrer
Neste jogo incerto que o resultado não posso prever
E quando penso em desistir por me sentir infeliz
Oiço uma voz dentro de mim que me diz... Mantém-te firme

Letra: AC Firmino
Música: AC Firmino \ Tiago Machado

Produzido por AC para Mandachuva, Lda
Produção executiva por Nuno Rafael e AC

Voz convidada: Mariza
Programações : AC
Edições Adicionais: Nuno Rafael 
Arranjos, Orquestração e Piano Acústico -- Tiago Machado
Contrabaixo - Carlos Barretto
Violino - Tiago Neto
Violino - Jorge Teixeira
Viola - Rui Fernandes
Violoncelo - Teresa Rombo
Guitarra Portuguesa - Bernardo Couto 

Gravado nos Estúdios Valentim de Carvalho, Paço D'Arcos por Tiago Sousa e no Estúdio Praça das Flores, Lisboa por Artur David e Luís Delgado

Misturado no Estúdio Valentim de Carvalho, Paço D'Arcos por Nelson Carvalho e Nuno Rafael

Mariza gentilmente cedida por World Connection

Gravação gentilmente cedida por Filipa Palha - Associação Encontrar-se - Movimento UPA (Unidos Para Ajudar)

Música incluída no álbum "Preto no Branco" de 2009

Jorge Palma -Essa Miúda - english subtitles


ESSA MIÚDA É FOGUEIRA QUE TE ACENDE AS NOITES EM QUALQUER LUGAR, E TU DESEJAS ARDER COM ELA ENQUANTO BEBES O PERFUME QUE ELA DEITA NOS SEUS TRAPOS DE COR PARA TE EMBRIAGAR

Manifestação no Terreiro do Paço: Presidentes de Câmara barrados no Ministério da Justiça

A ministra da Justiça, Paula Teixeira da Cruz, foi esta quinta-feira vaiada violentamente no Terreiro do Paço, em Lisboa, por centenas de manifestantes, depois de um conjunto de presidentes de câmara terem sido impedidos de entregar à ministra um documento reivindicativo sobre a revisão do mapa judiciário.
Depois da concentração na praça, um grupo de dezenas de autarcas compareceu à entrada do Ministério da Justiça. De acordo com Rui Solheiro, vice-presidente da Associação de Munícipios Portugueses (ANMP) e presidente da Câmara de Melgaço, um funcionário do Ministério comunicou que seriam recebidos apenas dois representantes dos autarcas pelo chefe de gabinete de Paula Teixeira da Cruz e não pela própria ministra.Perante este anúncio, os autarcas recusaram a reunião, tendo entrado no edifício unicamente um secretário-geral da ANMP para entregar ao chefe de gabinete de Paula Teixeira da Cruz um documento intitulado “Linhas Estratégicas para a Reforma da Organização Judiciária”. 

Rui Solheiro classificou o incidente como uma "falta de respeito” e defendeu consequências perante a atitude da governante. O autarca do PS defendeu mesmo “o corte de relações institucionais” da ANMP com a ministra. Uma decisão, no entanto, que terá de ser tomada pelo conselho directivo da ANMP, frisou Solheiro.O Ministério da Justiça propõe a extinção de 54 tribunais em todo o país e a redistribuição dos recursos humanos pelas novas comarcas com reduções que implicarão um excedente de 190 lugares entre aqueles que estão actualmente em funções.
28.06.2012 - 16:03 Por:Público/Nuno Sá Lourenço 

É PRECISO CONTINUAR A LUTA

Hoje apetecia-me falar de muita coisa. Da Conceição Morais, que a minha filha Olga conhecia muito bem da sua militância no MDM, dos mineiros das Astúrias, da Moção de Censura ao Governo, apresentada pelo PCP, em nome do POVO PORTUGUÊS, da Paz, das terríveieis máquinas de guerra que matam milhares de inocentes sem causar o mínimo dano a quem as utiliza comodamente a partir dos seus gabinetes, das mentiras da comunicação social que envenenam as pessoas, do futebol que deixou de ser um desporto para ser um negócio e um ópio, de todos os que, sem descanso, lutam por um mundo de iguais oportunidades para todos,da fome, da África que é o berço do ser humano, da América Latina de onde está a surgir uma nova luz, que os senhores do Mundo tentam abafar, dos meus camaradas e companheiros assassinados, só porque mantiveram a sua verticalidade, da minha pequenez perante a coragem dos que lutam sem descanso e sem desânimo, da Arte e Cultura que amenizam a nossa Vida e da Ciência que nos esclarece (e que tão maltratadas andam),dos Professores a quem deveriam reconhecer a competência de ajudar a construir o Mundo, dos desempregados, das pessoas que ficam sem casa, dos que são empurrados para a droga que enriquece tantos outros, de ÁLVARO CUNHAL,  de VASCO GONÇALVES, de AGOSTINHO NETO, de SALVADOR ALLENDE, de AMÍLCAR CABRAL,de LUMUMBA, do CHE, de FIDEL de CASTRO, dos ROSENBERG, dos HERÓIS da GUERRA CIVIL ESPANHOLA,, dos NOSSOS OPERÁRIOS ASSASSINADOS em 1982(já depois do 25 de Abril) de TANTOS,TANTOS OUTROS que nem vários, muitos dias chegariam para mencionar e que são da envergadura dos já citados,também dos oportunistas, dos traidores. mas...
Sinto-me triste e não consigo dizer nada.
Apenas quero afirmarque me sinto honrada por caminhar junto dos que lutam.

Europeu: interpretações para uma derrota


Tal como em situações como o desemprego ou a emigração também no desporto devemos seguir o pensamento do nosso líder pois é para isso que temos líderes, para pensarem por nós. Além disso ainda temos a vantagem de termos várias interpretações para o mesmo fenómeno. Como encara Passos Coelho a derrota da selecção portuguesa frente à espanhola nas meias-finais no Europeu?
  
Se fosse antes das eleições Passos Coelho diria que apesar de não ter tido responsabilidades na derrota pedia desculpa aos portugueses. Depois de ganhar as eleições a derrota de Portugal seria o castigo merecido por não se ter feito o trabalho de casa, seriam necessárias reformas para que o ataque português fosse mais produtivo e o Gaspar depressa descobriria um desvio que justificaria o corte dos prémios de jogo.
  
Antes das eleições Passos Coelho diria que a selecção nacional, ao contrário do que sucedeu com a selecção espanhola, não fez o trabalho de casa. Depois das eleições Passos Coelho justificaria a derrota dizendo que era inevitável e que o actual treinador pouco ou nada poderia fazer, o programa já estava negociado pelos anteriores dirigentes da Federação.
  
Antes das eleições Passos Coelho desvalorizaria o papel das arbitragens criticando os que tentavam justificar os problemas da selecção com os erros intencionais dos árbitros que estariam a ser estimulados pelo Platini. Depois das eleições Passos Coelho juntaria a sua voz a Cavaco Silva e proporia uma federação europeia de árbitros independente da UEFA e de outros interesses privados.
  
Antes das eleições Passos Coelho consideraria a derrota uma desgraça para o país, acusaria o governo de nada ter feito para a evitar e apresentaria uma moção de censura ao governo. Depois das eleições Passos Coelho diria que a derrota foi a consequência dos nossos abusos e desleixo, que seria uma oportunidade para o país promover as mudanças e reformas e que cada português devia encontrar nessa derrota um incentivo para a mudança.
Antes das eleições Passos Coelho consideraria a derrota uma desgraça económica para o país, agora descobriria que com a derrota seria pouco provável a venda de alguns jogadores que ainda jogam em Portugal, o que traria vantagens ficais pois enquanto cá estão sempre vão pagando alguns impostos.
  
Antes das eleições a derrota seria uma infelicidade para um povo que em tempo de sacrifícios seria recompensado com o espectáculo do futebol. Depois das eleições a derrota da selecção poderá ser um importante contributo para aumentar a produtividade e a ausência na final equivaleria ao corte de um feriado, de um ponto de vista económico a derrota nas meias-finais seria trata pelo sôr Álvaro como uma importante reforma estrutural que muito agradaria à tia Merkel.
  
PS: A esta hora Cavaco Silva já terá dito à esposa “Ó Maria, toma lá mais esta camisola do n.º 1, engoma-a e junta às outras. Como agora o governo quase não me dá trabalho para férias aproveitamos e o jipe em vez de levar os despachos leva a minha colecção de camisolas do n.º1 da selecção.

Baixas e subsídio de maternidade com cortes até 15%

O apuramento do total de remunerações de uma mãe recente deixa de contar com os subsídios de férias e de Natal, segundo um diploma publicado em Diário da República.
O Diário de Notícias refere esta quinta-feira que muitos dos subsídios de maternidade que serão calculados a partir de 1 de Julho levarão um corte de 14%.
O Governo alterou a fórmula de cálculo da remuneração de referência, e os subsídios de férias e de Natal deixam de contar para o «bolo». Outra mudança para poupar dinheiro regista-se nos apoios por doença. O valor mensal de uma baixa com duração de entre 60 e 90 dias passa a valer 60% do salário bruto, uma baixa de 30 dias ou menos passa para 55%. No primeiro caso, o corte é de 8%; no segundo, ultrapassa os 15%.
Hoje-Diário Digital

EM TEMPOS DE GASPACHO - UM GAZPACHO MUSICAL


Secretária do Governo apanhada em desfalque


Durante dois anos Ana Moura, vogal da comissão política do PSD de Setúbal, fingiu que pagava as rendas da antiga sede social-democrata, em Almada. Os 600 euros mensais foram sempre saindo da conta do partido, mas nunca chegaram às mãos da senhoria. Os cheques eram passados pela dirigente que depois os depositava na sua conta pessoal.O partido não desconfiou de nada. Fontes ligadas ao PSD de Almada, que está a fazer uma averiguação interna, revelaram ao SOL que há também suspeitas de que as facturas da electricidade e da água nessa sede do partido tenham tido o mesmo destino. No total, o PSD terá sido lesado em mais de 30 mil euros.
Ana Moura, de 49 anos, que até às eleições legislativas de 2011 foi vice-presidente do PSD Almada, estava a trabalhar no gabinete da secretária de Estado do Tesouro. Esta terça-feira, Maria Luís Albuquerque aceitou o pedido de demissão da sua secretária pessoal, que conheceu durante a campanha eleitoral e contratou, logo após a vitória, por 1.882,76 euros mensais.
Já aceite foi a demissão dos cargos que ocupava no PSD. Era actualmente vogal da comissão política do PSD/Setúbal.
Dívidas acumuladas
Licenciada em Marketing e Relações Públicas, Ana Dias de Moura tinha uma empresa de importação e exportação que foi à falência. E o seu nome consta da lista de devedores singulares às Finanças, com pagamentos em atraso entre os 25 mil e os 50 mil euros.
Incapaz de pagar as dívidas, Ana Moura – encarregue pela comissão política de fazer o pagamento das rendas e outras despesas da antiga sede de Almada – passou a usar este estratagema para angariar dinheiro. «Encontrava-se numa situação financeira difícil», disse ao SOL fonte do partido.
Em Novembro de 2009, a senhoria da sede do PSD de Almada recebeu a última renda. E em Fevereiro de 2012 desencadeou uma notificação judicial, reclamando o pagamento das rendas em atraso, para que fosse feito o despejo e execução da dívida.
Recibos falsificados
Foi apenas nessa altura que o partido se apercebeu da situação, tendo iniciado uma investigação interna, que ainda decorre.
O PSD-Almada continuava a receber recibos, que confirmavam o pagamento e que eram falsificados. Os documentos apresentados pela dirigente eram muito semelhantes aos originais. Mas os emitidos pela senhoria pertenciam à tipografia Tejo, enquanto que os falsificados pertenciam à tipografia Firmo.
No total, Ana Moura terá depositado 28 cheques nas sua conta bancária. Houve meses em que fazia mais do que um depósito de rendas, como em Fevereiro do ano passado, quando lhe caíram na conta 600 euros no início do mês e outro tanto no final.
A farsa continuou mesmo depois de a sede do PSD-Almada ter sido transferida para novas instalações, em Fevereiro do ano passado.
Perante as rendas em atraso, a senhoria da anterior sede recusou-se a receber de Ana Moura as respectivas chaves do edifício.
A dirigente social-democrata não pagou as contas em atraso e só conseguiu devolver as chaves um ano depois. Por isso, o PSD deverá ter ainda de pagar um ano de rendas, apesar de, durante esse tempo, já não ocupar aquele edifício.
Contactado pelo SOL, Nuno Matias, presidente da concelhia de Almada, afirma que a investigação interna está em curso e que as suas conclusões serão apresentadas ao secretário-geral do partido, que decidirá então a pena disciplinar a aplicar a Ana Moura.
«O que o PSD quer é que fique tudo esclarecido, para que não restem dúvidas sobre as responsabilidades financeiras do partido» – disse ao SOL aquele responsável que recusa fazer mais comentários até à conclusão do inquérito.
Caberá depois ao líder do PSD decidir pela abertura de um processo disciplinar e a apresentação de uma queixa às autoridades por crime de burla e falsificação.
O SOL tentou, sem êxito, obter um comentário de Ana Moura.
felicia.cabrita@sol.pt
joana.f.costa@sol.pt

Vítor Gaspar – Ainda se riem dele?!



Foi de muito pouca duração o tempo em que encontrei motivos para piadas no ar meio “zombie”, entaramelado e levemente esgazeado do ministro das Finanças, Vítor Gaspar.
Na verdade, por detrás daquela maneira de se expressar que parece um interminável anúncio publicitário às maravilhas da lobotomia, esconde-se um cérebro frio, um executor sem “estados de alma”, um lacaio consciente daquilo que tem que fazer para servir os seus donos. Aqueles que mandam no mundo, sobre o mar de suor e dificuldades dos milhões de seres humanos que exploram.
Ainda há umas horas o vimos, descarado e insolente, virar-se para aqueles que vêm, desde sempre, avisando para aquilo que agora o “surpreendeu”, ou seja, o resultado prático de uma política de ruína para o país... e chamar-lhes «irresponsáveis», por "censurarem" o seu desempenho desastroso. E enquanto o fazia, um pesado ar de ódio rompia a máscara de pateta com que pensa continuar a enganar uns tantos.
Não! Decididamente esta não é mais uma figura risível da nossa política! Enquanto Passos Coelho, o “manequim” acéfalo,office boy menor dos grandes grupos económicos, vai papagueando a sua “não intensão de adoptar mais medidas de austeridade”, já Gaspar anda semeando as suas frases propositadamente ensonadas, abrindo buracos entre as “promessas” do primeiro ministro, buracos por onde passarão, muito brevemente, as tais novas medidas de austeridade. Mais uma vez, contra os mesmos.
Não! Decididamente, este ministro não é o palhaço que parece!
Este ministro é mais um que não tem perdão... pois sabe muito bem o que faz.
Este ministro é um canalha!