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quarta-feira, 27 de junho de 2012


por Daniel Oliveira
Mais do que assinar mais um manifesto, envolvi-me, com a minha assinatura e com o empenho que pretendo emprestar a esta iniciativa, na convocatória para a realização de um Congresso Democrático das Alternativas. Alternativas à austeridade, ao saque ao Estado Social, à receita criminosa da troika e às políticas de um governo extremista.   Por agora, deixo-vos do texto da convocatória (apresentado ontem à imprensa) e o nome das primeiras 280 pessoas que a assinaram.

Resgatar Portugal para um futuro decente

“Só vamos sair da crise empobrecendo”. Este é o programa de quem governa Portugal. Sem que a saída da crise se vislumbre, é já evidente o rasto de empobrecimento que as políticas de austeridade, em nome do cumprimento do acordo com a troika e do serviço da dívida, estão a deixar à sua passagem. Franceses e gregos expressaram, através do voto democrático, o seu repúdio por este caminho e a necessidade de outras políticas. Em Portugal, o discurso da desistência e das “inevitabilidades” continua a impor-se contra a busca responsável de alternativas.

Portugal continua amarrado a um memorando de entendimento que não é do seu interesse. Que nos rouba a dignidade, a democracia e a capacidade de coletivamente decidirmos o nosso futuro. O Estado e o trabalho estão reféns dos que, enfraquecendo-os, ampliam o seu domínio sobre a vida de todos nós. Estamos a assistir ao mais poderoso processo de transferência de recursos e de poderes para os grandes interesses económico-financeiros registado nas últimas décadas.

Tudo isto entregue à gestão de uma direita obsessivamente ideológica que substituiu a Constituição da República Portuguesa pelo memorando de entendimento com a troika. E que quer amarrar o País a um pacto orçamental arbitrário, recessivo e impraticável, à margem dos portugueses. Uma direita que visa consolidar o poder de uma oligarquia, desmantelar direitos, atingir os rendimentos do trabalho (que não sabe encarar como mais do que um custo), privatizar serviços e bens públicos, esvaziar a democracia, desfazer o Estado e as suas capacidades para organizar a sociedade em bases coletivas, empobrecer o país e os portugueses não privilegiados.

Num dos países mais desiguais da Europa, o resultado deste processo é uma sociedade ainda mais pobre e injusta. Que subestima os recursos que a fortalecem, a começar pelo trabalho. Que hostiliza a coesão social. Que degrada os principais instrumentos de inclusão em que assentou o desenvolvimento do País nas últimas quatro décadas: Escola Pública, Serviço Nacional de Saúde, direito laboral, segurança social.

Este é um caminho sem saída. O que está à vista é um novo programa de endividamento, com austeridade reforçada. Sendo cada vez mais evidente que as políticas impostas pela troika não fazem parte da solução. São o problema. Repudiá-las sem tibiezas e adotar outras prioridades e outras visões da economia e da sociedade é um imperativo nacional.

Este é o tempo para juntar forças e assumir a responsabilidade de resgatar o País. É urgente convocar a cidadania ativa, as vontades progressistas, as ideias generosas, as propostas alternativas e a mobilização democrática para resistir à iniquidade e lançar bases para um futuro justo e inclusivo que devolva às pessoas e ao País a dignidade que merecem.

São objetivos de qualquer alternativa séria: a defesa da democracia, da soberania popular, da transparência e da integridade, contra a captura da política por interesses alheios aos da comunidade; a prioridade ao combate ao desemprego, à pobreza e à desigualdade; a defesa do Estado Social e da dignidade do trabalho com direitos.

É preciso mobilizar as energias e procurar os denominadores comuns entre todos os que estão disponíveis para prosseguir estes objetivos. Realinhar as alianças na União Europeia, reforçando a frente dos que se opõem à austeridade e pugnam pela solidariedade, pela coesão social, pelo Estado de Bem-Estar e pela efetiva democratização das instituições europeias.

É fundamental fazer escolhas difíceis: denunciar o memorando com a troika e as suas revisões, e abrir uma negociação com todos os credores para a reestruturação da dívida pública. Uma negociação que não pode deixar de ser dura, mas que é imprescindível para evitar o afundamento do país.

Para que esta alternativa ganhe corpo e triunfe politicamente, é urgente trabalhar para uma plataforma de entendimento o mais clara e ampla possível em torno de objetivos, prioridades e formas de intervenção. Para isso, apelamos à realização, a 5 Outubro deste ano, de um congresso de cidadãos e cidadãs que, no respeito pela autonomia dos partidos políticos e de outros movimentos e organizações, reúna todos os que sentem a necessidade e têm a vontade de debater e construir em conjunto uma alternativa à política de desastre nacional consagrada no memorando da troika e de convergir na ação política para o verdadeiro resgate democrático de Portugal. Propomo-nos, em concreto, reunindo os subscritores deste apelo, iniciar de imediato o processo de convocatória de um Congresso Democrático das Alternativas. Em defesa da liberdade, da igualdade, da democracia e do futuro de Portugal e do seu papel na Europa. E apelamos a todos os que não se resignam com a destruição do nosso futuro para que contribuam, com a sua imaginação e mobilização, para a restituição da esperança ao povo português.

Entre os mais de 300 subscritores desta convocatória (que podem ver na lista em baixo, apesar de lhe faltarem alguns nomes, que acrescentarei), há sindicalistas, deputados, militares de abril, jornalistas, académicos, dirigentes associativos, escritores, músicos, cineastas e cidadãos que se destacam pelo seu empenhamento cívico, com uma enorme abrangência política, social, etária e regional, com partido (do PCP, do BE e do PS) e independentes. Juntaram-se para organizar este congresso das oposições ao trágico caminho que a troika e o governo que quer ir para além dela impõem ao nosso país. Esperemos que o dia 5 de Outubro seja o começo de um processo que ajude a juntar pessoas em torno da construção de alternativas à austeridade. Em baixo, estão apenas os primeiros 300 promotores deste congresso. Espero que muito mais gente se envolva nesta tentativa de criar pontes entre pessoas que concordam em muito mais coisas do que por vezes julgam.

Abel Joaquim de Almeida Tavares (Militar de Abril), Abílio Hernandez Cardoso (Professor universitário jubilado), Adolfo Gutkin (Encenador teatral),Adriano Campos (Sociólogo e ativista), Alberto Midões (Médico cirurgião), Alexandre Oliveira (Produtor), Alfredo Assunção (Militar de Abril), Alfredo Barroso (Ensaísta e comentador político), Almerinda TeixeiraAlvaro Garrido (Historiador e Professor universitário), Amadeu Garcia dos Santos(Militar de Abril), Ana Benavente (Socióloga), Ana Catarina Mendes (Jurista e Deputada), Ana Costa (Economista e Professora universitária), Ana Drago(Socióloga e Deputada), Ana Maria Pereira (Chefe de serviços), Ana Pires (Geógrafa), Ana Sousa Dias (Jornalista), André Barata (Professor universitário), André Freire (Politólogo e Professor universitário), Aniceto Afonso (Militar de Abril e Historiador), Antero Ribeiro da Silva (Militar de Abril),António Antunes Ribeiro (Engenheiro), António Arnaut (Advogado), António Avelãs (Professor e sindicalista), António Batista Lopes (Editor),António Belo (Jurista), António Borges Coelho (Historiador), António Cardoso (Professor), António Carlos dos Santos (Professor universitário),António Casimiro Ferreira (Investigador), António Chora (Tecnico de Manutenção), António José Augusto (Militar de Abril), António José Avelãs Nunes (Professor universitário jubilado), António Laúndes (Sociólogo), António Manuel Garcia (Engenheiro), António Manuel Hespanha (Professor universitário), António Pedro Vasconcelos (Cineasta), António Pinto Pereira (Engenheiro), António Reis (Ator e Diretor teatral), António Reis(Professor universitário), António Rodrigues , Médico), António Romão (Professor universitário (aposentado)), António Rui Viana (Funcionário judicial),António Teodoro (Professor universitário), Aprígio Ramalho (Militar de Abril), Aranda da Silva (Farmacêutico e Professor universitário), Armanda Santos (Professora aposentada), Arnaldo Carvalho (Músico e Sindicalista), Artur Cristovão (Professor universitário), Avelino Rodrigues (Jornalista),Baptista Bastos (Escritor), Bargão dos Santos (Militar de Abril e Médico), Bernardino Aranda (Economista), Boaventura José Martins Ferreira (Militar de Abril), Boaventura Sousa Santos (Professor universitário), Branca Carvalho (Empresária), Camané (Fadista), Carlos Brito (Empregado de escritório e Escritor), Carlos Catarino Anselmo (Militar de Abril), Carlos do Carmo (Fadista), Carlos Esperança (Trabalhor da indústria farmacêutica reformado),Carlos Fortuna (Sociólogo e Professor universitário), Carlos Matos Gomes / Carlos Vale Ferraz (Militar de Abril e Escritor), Carlos Pimenta (Economista e Professor universitário), Catarina Martins (Atriz e Deputada), Catarina Tomás (Socióloga e Professora do ensino superior), Cecília Honório (Professora e Deputada), Cipriano Justo (Médico e Professor universitário), Clara Murteira (Professora universitária), Clarinda Veiga Pires (Reformada), Cláudio Teixeira (Professor universitário aposentado), Cláudio Torres (Arqueólogo), Constantino Alves (Padre católico), Cristina Andrade (Psicóloga e ativista),Cristina Campos (Professor), Daniel Oliveira (Jornalista), Digo Abreu (Geógrafo e Professor universitário), Domingos Lopes (Jurista), Duarte Cordeiro(Deputado), Edmundo Pedro (Reformado), Eduardo Vítor Rodrigues (Sociólogo, Professor universitário e Vereador Municipal), Eugénia Pires(Economista), Fernado Luis Caldeira dos Santos (Militar de Abril), Fernanda Maciel (Professor), Fernando Bessa (Professor universitário), Fernando Paulouro (Jornalista), Fernando Pereira Marques (Professor universitário), Fernando Rosas (Historiador e Professor universitário), Fernando Vicente(Engenheiro), Filipe Rosas (Professor universitário), Francisco Liberal Fernandes (Professor universitário), Goncalo Fagundes (Trabalhador da indústria naval aposentado), Gonçalves Novo (Militar de Abril), Graça Carapinheiro (Socióloga da saúde), Gracinda Idalina Ferreira Cardoso (Professor),Guilherme 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blog Arrastão

...na praia, à hora das gaivotas


Na praia, à hora das gaivotas
Meu poeta
(Um deles)
Me dizia um dia
Que não há nada mais triste
Que um Não, dito
Numa sala vazia

De dentro
Sinto
Outro dito
Nada há de mais triste
Que um nome sozinho
Num percurso de um caminho

Hoje estive na praia
Há hora das gaivotas...
Como me canta o Tim
E olhei as pegadas da gente, tanta gente
Pegadas correndo atrás de mim 
As pessoas?
As pessoas voam
Oiço-lhes as asas...
Rogério Pereira
blog Conversa avinagrada 


Vacuidades...



Disse.
E acrescentou.
Como se sabe, o PS absteve-se na votação da moção de censura apresentada pelo PCP.
Interrogado pelos jornalistas,  se o PS admite apresentar uma moção de censura caso o Governo avance com novas medidas de austeridade, António José Seguro respondeu que não fala sobre cenários!...
Seguro, o da “austeridade inteligente”,   ignora, pelos vistos, aquilo que quase todos sabemos: o caminho do governo do Passos Coelho, seria o percorrido por ele, se não estivesse na oposição…
Ou Seguro pensa que todos somos parvos e não sabemos que a  a dele “austeridade inteligente”,  nuns dias, noutros a “austeridade moderada”a aplicar aos portugueses,  não teria um critério tão lato e abrangente que iria do zero ao infinito?..

João Jardim, o doutor que não fala com os pobres... patas rapadas!!

Cada vez são mais as queixas de que na Madeira se vive uma ditadura a sério. Numa manifestação, recente, 
Alberto João Jardim foi criticado por manter os bombeiros sem pagamentos.
Mas a reacção dele ficou muito longe de ser digna de um líder, de um politico ou 
a de um representante do povo. A reacção dele foi típica de um ditador 
ameaçador, que não tranquiliza, não justifica nem promete resolver 
(mesmo que mentindo) a situação de que legitimamente os cidadãos se queixavam. 
Apenas exibiu a arrogância senil de um ditador ofendido na sua 
importância de imperador superior e dirigiu-se ao povo como se 
estivesse a falar com inimigos... pior que isso... com inimigos e seres inferiores... 
"Eu não falo com patas rapadas.Um doutor não fala 
com patas rapadas" - Jardim abanava o dedo ameaçador…

A este triste episódio, segue-se um outro caricato, Sofia Fernandes, mulher de 
Miguel Albuquerque, tem um cargo de chefe de divisão do departamento da juventude,
 recebendo um salário líquido mensal de 1900 € e não aprece ao serviço. 
Este cargo foi criado como “um fato à medida”, para que a esposa do autarca 
beneficie dos privilégios de titular deste cargo e de um salário elevado. 
Há um abuso de poder da parte de Albuquerque, pois utiliza a sua posição e o 
seu poder criar cargos públicos que beneficiam os seus familiares.

Mas para não deixar mal vistas as teorias que definem o 
vingar-se e mostrar que ele é que decide como e onde gasta o dinheiro dos 
contribuintes e como tal decidiu partir para uma viagem bem afastado, para que 
os Patas rapadas, que ele tem rapado e bem, não o pudessem apupar nem vaiar..
Partiu "da Madeira sem dar conhecimento aos órgãos de soberania regional, 
e vai fazer umas férias pela Europa dos ricos e dos doutores.
No dia seguinte à inauguração e à vaia dos bombeiros durante uma inauguração na
 Ribeira Brava, o “Chefe das Angústias” saiu da região para uma viagem turística que 
começou com uma estadia de quatro dias na Finlândia. No passado dia 16, Jardim saiu 
da Finlândia rumo a Dubrovnik na Croácia, a “pérola do Adriático” . Durante seis dias 
vai apanhar uns belos banhos de sol, para se recompor do frio da Lapónia.
Jardim saiu da Madeira em segredo sem dar explicações aos “patas rapadas” 
que governa há mais de 30 anos, nem mesmo à Assembleia Regional.
A viagem pela Europa dos ricos culmina com uma breve passagem pela Suíça. 
Vai dar um saltinho ao Multibanco do UBS para ver o saldo bancário e tem uma breve 
reunião com o seu gestor de lavagem de fundos.
Regressa à pátria dos “patas rapadas” na Sexta-feira à noite. Para no Domingo assistir 
a mais uma missa do regime, desta vez na Autoguia, Calheta. Não faltem ao sermão 
jardinista e levem um amigo. fonte


Acesse ao Artigo completo: http://apodrecetuga.blogspot.com/2012/06/joao-jardim-o-doutor-que-nao-fala-com.html#ixzz1yzGDyx88

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