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sábado, 2 de junho de 2012

AO NAVEGAR NA NET DESCOBRI 15 DIVERTIDAS FOTOS DO CARNAVAL PASSADO - AQUI O CARNAVAL FOI DIFERENTE, FEZ-SE NA DESCIDA DO RIO ANTUÃ COM DIVERTIDAS EMBARCAÇÕES Sátira Os gloriosos malucos do rio Antuã-














Secretas: do princípio ao fim - VEJA UMA EXCELENTE EXPLICAÇÃO EM SLIDE DO JORNAL EXPRESSO


Secretas: do princípio ao fim

O chamado "caso das secretas" começa com a nomeação de Jorge Silva Carvalho a diretor do Serviço de Informação Estratégica de Defesa (SIED)... Veja aqui o que sucedeu desde esse dia até hoje.




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sabores



Hoje ao comer chocolate lembrei-me de ti.
Não pelo amargo/doce derretendo na minha língua.
Não pelo cheiro exótico afagando as narinas.
Não pela suave  textura  brincando com o palato.
Não pelo gosto de quero mais na minha boca.
Hoje ao comer chocolate 
Lembrei-me do brilho que dava cor aos teus olhos;
Do sorriso que te iluminava a pele escura quando chegavas tarde na noite
Com o mundo nos ombros e a doçura nas mãos para me ofertar.


http://sandra-sentidos.blogspot.com/2012/06/sabores.html#ixzz1wfm7oqnh

Megapiquenique

Couves e porcos no Terreiro do Paço indignam vereadores de Lisboa



A edição do ano passado decorreu na Avenida da Liberdade e acolheu meio milhão de visitantes, pelas contas da organizaçãoA edição do ano passado decorreu na Avenida da Liberdade e acolheu meio milhão de visitantes, pelas contas da organização (Daniel Rocha)
 A realização de um megapiquenique no Terreiro do Paço, no próximo dia 16 de Junho, promovido pelo Continente e abrilhantado pelo cantor Tony Carreira, levantou ontem um coro de protestos entre vereadores na reunião da Câmara de Lisboa - apesar de o município ser um dos parceiros da iniciativa.

A indignação não se ficou pelos autarcas da oposição: os Cidadãos Por Lisboa, de Helena Roseta, grupo que se associou aos socialistas no governo da cidade, também criticou a utilização de um espaço público emblemático como o Terreiro do Paço para fins comerciais.

"Não imagino os russos a permitirem uma exposição de chouriças junto ao mausoléu de Lenine", ironizou o vereador social-democrata João Navega, para quem a realização do evento naquele local constitui "uma ofensa à identidade nacional".

"Encher o Terreiro do Paço com couves, porcos, vacas e outros animais não é digno", considerou Victor Gonçalves, também do PSD. Para o comunista Ruben de Carvalho, o problema é outro. Comparando o mega-piquenique à promoção do Pingo Doce que levou milhares de pessoas a invadir os supermercados no Dia do Trabalhador, o autarca do PCP criticou o facto de a Câmara de Lisboa se associar a tamanha campanha de marketing, alugando para isso a Praça do Comércio ao Continente.

Ministra deve aparecer

Um ponto de vista idêntico manifestaram Fernando Nunes da Silva e Helena Roseta, dos Cidadãos por Lisboa. O primeiro recordou que desde 2007 que o grupo se bate pela restrição das operações publicitárias nas praças de Lisboa. Sem sucesso: nunca foram criadas regras nesta matéria. "Estando a decisão sobre o Terreiro do Paço tomada, importa agora evitar eventuais danos no pavimento, porque a praça não foi projectada para este tipo de utilização", ressalvou Nunes da Silva.

O facto de alguns vereadores terem ficado a saber do megapiquenique no Terreiro do Paço pelos anúncios na televisão fez aumentar o tom da críticas. Victor Gonçalves chamou mesmo leviano ao vereador José Sá Fernandes. Responsável pela gestão do espaço público, este autarca está a ultimar com o grupo Sonae (proprietário do PÚBLICO), a realização do evento. Sá Fernandes explicou que as finanças camarárias não permitem à autarquia promover uma iniciativa destas a suas expensas.

Também criticada por causa dos cortes de trânsito que envolveram os preparativos, a edição do ano passado do piquenique teve lugar na Av. da Liberdade e juntou cerca de meio milhão de pessoas, de acordo com a organização. Ao patrocínio de toda a iniciativa, concerto incluído, junta-se, segundo Sá Fernandes, uma comparticipação de 40 mil euros no restauro da estátua de D. José e uma verba idêntica distribuída por "várias acções na cidade" não especificadas - além da entrega de cinco toneladas de alimentos a instituições de solidariedade. O autarca diz que o megapiquenique servirá para promover a produção nacional, "mas também para dar a conhecer produtos e animais que muitas pessoas não conhecem".

No Terreiro do Paço estarão ainda presentes muitas casas regionais, as únicas com autorização para vender géneros alimentares. O evento poderá contar com a ministra da Agricultura, com gabinete na Praça do Comércio. "Não sei se a ideia foi dela, mas disse ao presidente da câmara que gostaria muito que isto acontecesse", contou Helena Roseta.

Os supermercados Continente não se quiseram ontem pronunciar sobre a polémica que o megapiquenique está a levantar. Uma semana antes do evento, a 9 de Junho, abrirão no Terreiro do Paço diversas esplanadas, que se juntarão às poucas que ali abriram há cerca de um ano.

ESPIÕES, ESPIAS E ETC.


A minha primeira interrogação é a seguinte:
Para que queremos polícias secretas e espiões?
O que fazem?
Qual a sua utilidade efectiva?
Já não nos chegaram as famigeradas PVDE, PIDE e DGS?
Já não chegou a chusma de bufos que extravasavam a vida dos portugueses, dos legionários que espiavam e controlavam de maneira aberta e sem escrúpulos as nossas vidas profissionais e/ou privadas?

Uma sociedade LIVRE não necessita desta gente para nada, só sociedades fechadas, caducas, desconfiadas, repressoras, pidescas, fascisantes e sem o menor respeito pelo seu Povo precisa de polícias secretas.

O que vem acontecendo por cá no que diz respeito às ditas é o culminar da desorientação do sistema perante a prepotência desmesurada de certos personagens que se servem do poder para alimentar ódios e desconfianças, sempre em prejuízo do "seu" Povo.

Existem interesses obscuros e bastante delineados e só não vê nem não quer. O sistema funciona dentro de dois itens bem definidos e antagónicos - Maçonaria e Opus-Dei. Ambos lutam entre si para encontrar os melhores protagonistas para o poderem influenciar e manipular, umas vezes são os primeiros que "ganham", outras são os segundos, esta luta mantêm-se acesa e diabólica, feita sempre na escuridão dos salões oitocentistas da Lapa, Cascais ou Estoril. 

O que se tem passado nos últimos dias com a devassa da vida privada de cidadãos, escutas telefónicas ilegais, ministro a tentar influenciar e até chantajar jornalistas, ex. espião a servir-se da sua influência e basta informação para influenciar negócios obscuros, mensagens de SMS comprometedoras encontradas em telemóveis de ministro e espião, ministro a mentir, etc., etc..

Numa altura em que Portugal vive a sua maior crise de sempre, com a fome a grassar por vilas, cidades e aldeias, o desemprego a atingir números impensáveis à meia-dúzia de anos atrás, empresas a encerrar aos magotes atirando para a miséria milhares de cidadãos, cortes e mais cortes em direitos constitucionais, etc., esta coisa da secretas vem mesmo a calhar ao sistema. 

Aproveito para aconselhar os meus amigos a  não se distraírem e verem ou reverem uns episódios da super-espia Nikita, sempre tem um aspecto mais aconselhável que o tal Carvalho.

Pacto de Redenção


Portugal pode ter de entregar as reservas de ouro como penhor em futuros empréstimos europeus. O "Pacto de Redenção" é uma ideia que está a ganhar adeptos na Alemanha.
O nome em si já é suficientemente humilhante (Pacto de Redenção). Para agravar a situação, existe a perda da segurança psicológica criada na mente de gerações de portugueses com a pilha de ouro aforrada durante a guerra e a ditadura de Salazar.
Para vencer as actuais dificuldades, os países endividados do Sul da Europa, Portugal, Espanha, França e Itália, poderão ser convidados/obrigados a pôr as reservas de ouro e os tesouros nacionais como garantia de um plano de assistência e estabilização financeira de 3 mil milhões de euros que está a ganhar forma na Alemanha, em alternativa à criação de eurobonds e a chanceler Angela Merkel já prefere este pacto à criação de eurobonds.

Estranha forma esta de nos fazerem expiar os nossos pecados através da redenção ao Deus Merkle da ganancia, com ouro e tesouros. Mandar a senhora à merda não será boa ideia?

Dinheiro da troika «não foi para pagar salários e pensões»

José Maria Castro Caldas revela que dinheiro serviu para pagar a credores


O professor de Economia José Maria Castro Caldas disse esta sexta-feira em Coimbra, que o dinheiro emprestado pela troika a Portugal «não foi para pagar salários e pensões», mas para pagar a credores.

«É falso que sem aquela ajuda não havia dinheiro para pagar pensões e salários aos funcionários públicos até final do ano» de 2011, sublinhou o docente e investigador do Centro de Estudos Sociais (CES) da Universidade de Coimbra.

Portugal não tinha dinheiro para «amortizar a dívida pública que vencia nessa altura e a ajuda da troika veio para pagar aos credores, exceto 13 mil milhões de euros» destinados a «recapitalizar a banca» portuguesa, sustentou o economista, citado pela Lusa, ele que falava, em Coimbra, num debate promovido pela Auditoria Cidadã à Dívida Pública Portuguesa (IAC).

«Existem ideias feitas sobre a dívida» de Portugal que «não correspondem à realidade», frisou Castro Caldas, considerando que «a maioria das pessoas acredita que os 78 mil milhões de euros da troika eram para pensões e salários».

Discordando de alguns participantes no debate, que defenderam que a dívida pública portuguesa não deve ser paga, Castro Caldas disse que «há uma parte da dívida» que deve ser paga, designadamente, ao Fundo de Segurança Social, aos pequenos aforradores que investiram em Certificados de Aforro e à banca portuguesa.

Uma parte da dívida não deve ser paga, como a que resulta de «contratos ilegítimos» e «a outra parte deve ser renegociada», advogou.

Olinda Lousã, sindicalista e membro da IAC, considera, igualmente, que Portugal deve apenas «renegociar a parte legítima da dívida», mas antes, advertiu, é necessário saber qual é essa parte e apurar a dívida ilegítima.

«O futuro não se resolve com esta austeridade cega», salientou.

O músico Manuel Rocha também entende que a dívida pública deve ser renegociada e de forma a permitir que o país «possa ter desenvolvimento económico», investindo nas pequenas e médias empresas e na exportação e «tributando os bolsos onde há dinheiro».


Arcebispo de Braga quase se engasgou com reforma de Jardim Gonçalves

O arcebispo de Braga, Jorge Ortiga, confessou esta sexta-feira que quase se engasgou quando esta manhã tomava o pequeno-almoço e leu que o antigo presidente do BCP, Jardim Gonçalves, recebe uma reforma de cerca de 175 mil euros.




"Confesso que quase me engasguei", referiu Jorge Ortiga, que falava em Barcelos, durante a cerimónia de inauguração de uma creche, na presença do secretário de Estado da Solidariedade e da Segurança Social, Marco António Costa.
Jorge Ortiga, também presidente da Comissão Episcopal da Pastoral Social, pretendia assim reclamar mais igualdade e mais solidariedade social, numa altura de crise, em que há "tantos portugueses em dificuldades".
No final, em declarações aos jornalistas, Marco António Costa lembrou que aquela reforma "não é paga pelo Estado, mas por um banco".
Aproveitou para sublinhar que o Governo descongelou as pensões mínimas de mais de um milhão de portugueses, uma medida que significa "um esforço financeiro para o Estado superior a 80 milhões de euros".
O Tribunal de Sintra declarou-se incompetente para julgar a pretensão do BCP quanto à redução da pensão de reforma de Jardim Gonçalves, absolvendo-o do pedido apresentado pelo banco, segundo revelou quinta-feira à Lusa fonte próxima do processo.
O BCP pretendia baixar a pensão mensal do fundador e antigo presidente do banco, que rondará os 175 mil euros, entre outras regalias que Jardim Gonçalves manteve intactas após a sua saída do banco no final de Dezembro de 2007.
Depois de ter chegado a acordo com outros antigos administradores do banco, o que não foi possível alcançar com Jardim Gonçalves, o BCP avançou com uma acção judicial contra o gestor, cuja decisão foi agora conhecida, mas que ainda poderá ser passível de recurso.
CM

O fim da "mulher do político"!


A mulher do político sai de cena, por Naomi Wolf
"O novo Presidente da França, François Hollande, não é casado com a sua companheira, a encantadora jornalista política Valerie Trierweiler, e ninguém parece preocupar-se. O Presidente da Alemanha, Joachim Gauck, não é casado com a sua companheira, a jornalista Daniela Schadt, e ninguém parece preocupar-se. Andrew Cuomo, governador de Nova Iorque, não é casado com a sua companheira, a guru da domesticidade Sandra Lee, e ninguém parece preocupar-se. Seria fácil continuar esta lista.
Estará a veneradora mulher do político – que de tal forma é parte integrante do cenário político que tem a sua própria iconografia, desde os tailleurs de malha à forma deferente de olhar para o seu marido – a ficar ultrapassada?
É verdade que, pelo menos no que diz respeito à América, ainda se tira partido do papel da mulher do político. O Presidente Barack Obama pode ter sofrido a sua primeira grande queda nas sondagens – e o seu primeiro verdadeiro deslize junto das eleitoras – quando Hilary Rosen, uma apoiante partidária, afirmou que Ann Romney, mulher de Mitt Romney, candidato republicano às presidenciais, nunca tinha trabalhado. Mas a resposta à observação de Rosen sublinhou a ausência do habitual escrutínio minucioso ao cabelo e ao vestuário, à profissão e às receitas de biscoitos da mulher do político.
Foi apenas há 20 anos que, durante a primeira campanha presidencial de Bill Clinton, a carreira de Hillary, sua mulher – ou seja, o facto de ela ter uma carreira – gerou discussões acesas e injuriosas. Houve mesmo o seu absurdo "bake-off" contra a primeira-dama Barbara Bush, em que ela teve que criar uma receita de biscoitos, a fim de satisfazer uma exigência cultural persistente de domesticidade na função.
Esses dias parecem agora fazer parte de uma outra era. No actual ciclo eleitoral na América, tal como na Europa, não existem os títulos de jornais que no passado teriam levantado questões sobre uma companheira não casada, uma mulher que trabalhasse, uma mulher com vida própria.
Então, como se explica súbito desaparecimento da veneradora mulher do político?
Este papel atingiu a sua apoteose com alguém que, talvez não por coincidência, recebeu formação como actriz. Nancy Reagan instituiu a forma veneradora de olhar para o homem forte, as críticas recatadas e a agregação do poder por detrás do trono, enquanto em entrevistas alegava não ter outro interesse mais sério do que os novos padrões da porcelana da Casa Branca. "Eu não falo sobre assuntos políticos", foi a sua célebre afirmação. "Não é da minha conta".
Não é de estranhar que este papel tenha desaparecido recentemente. Para começar, os acontecimentos recentes tornaram-no muito pouco atractivo para qualquer mulher que tenha outra alternativa. Nos últimos anos, o papel da mulher tradicional tem sido, mais visivelmente, o de apoiar (ou não) enquanto alguma falha ou traição terrivelmente embaraçosa do marido é publicamente exibida com pormenores humilhantes.
Que mulher gostaria de arriscar encontrar-se nesta posição – que se tornou cada vez mais provável de acontecer numa época em que a vigilância por parte da oposição política se tornou cada vez mais refinada e exaustiva? Actualmente, as mulheres inteligentes podem não estar dispostas a casar-se com homens com uma posição política de destaque, devido à enorme potencial desvantagem. Talvez seja mais fácil optar por outro tipo de situação familiar, do que dar o nó matrimonial, com a perspectiva de exposição ingrata no caso de haver um escândalo.
Outra das razões para a situação de mulher de político não-necessariamente-casada e não-necessariamente a tempo inteiro tem a ver com a simples mudança geracional: o papel de mulher adorável que Nancy Reagan aperfeiçoou é uma profissão muito desgastante em termos de tempo. A maioria dos homens que estão prontos para tomar as rédeas do poder nacional terá a seu lado mulheres da sua geração, que provavelmente estarão bastante ocupadas com a sua própria carreira. Temos que agradecer a Hillary Clinton (cuja jornada em torno destas questões foi marcada pela sobrecarga e empenho) e Cherie Blair por terem removido os detritos culturais.
De certa forma, os eleitores podem considerar que está evolução é tranquilizadora: quando todos os políticos tinham de estar equipados com uma mulher a tempo inteiro adorável e inteligente, mas subempregada, havia razão para estarem apreensivos relativamente à influência de uma conselheira invisível não eleita que andava por perto durante as reuniões do gabinete. Mas quando a companheira de um líder político é uma jornalista a tempo inteiro – ou uma guru de estilo de vida a tempo inteiro – diminuem os receios de existência de um poder por detrás do trono: a mulher, provavelmente, está demasiado ocupada para se intrometer em demasia em assuntos de Estado.Por último, que mulher inteligente e contemporânea quer assumir um papel secundário? É esgotante passar a maioria do tempo a garantir a boa aparência do marido e é humilhante ter que fingir uma falta de interesse em assuntos que, sem dúvida, faziam parte da atracção que sentiam um pelo outro em primeiro lugar.
Se a tradicional mulher de político está a desaparecer, a culpa é dos eleitores: atribuímos a esta posição uma configuração ingrata e infantilizante. Por que devemos esperar que as companheiras dos nossos líderes desempenhem, num enorme palco público, papéis sociais que já não aceitamos nas nossas próprias vidas? A mulher veneradora do político foi sempre mais caricatura do que personagem. Agora, felizmente, ela pode enfim reformar-se."