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sexta-feira, 1 de junho de 2012



Um Conto Português... para Crianças... e Adultos...

"A MOIRA QUE MORA NA LAPA, EM PENHA GARCIA


A Moira que mora na Lapa fez-se ver pela primeira vez há muitas luas e muitos sóis, quando estes campos ainda não se douravam de feno pelo Verão, e os homens temiam os lobos e os raios que rachavam ao meio os pequenos arbustos secos.
... Caçavam para viver, como os animais, e como os animais sentiam alegria quando nasciam filhotes, e tristeza quando morriam os mais velhos. Como os animais, não pensavam no que fariam no dia seguinte, e não tinham cidades, nem exércitos.
Não eram tão fortes como o mamute ou o javali, mas cedo perceberam que eram mais matreiros... Mais maus, às vezes, e outras vezes capazes de darem tudo pelos seus. Já se pareciam muito connosco!
A pouco e pouco, começaram a inquietar-se, e a fazer muitas perguntas sobre tudo, uns aos outros –e até a si mesmos, nos momentos de repouso:
–Quem fará nascer o dia, e vir a noite? E cair a chuva, e soar os trovões? E, se não somos nós, quem faz correr os rios e soprar o vento, agora para um lado, depois para outro?
Perguntas sem resposta, porque todos sabiam o mesmo sobre a vida e o mundo! Quer dizer, ninguém sabia nada...
Até que uma noite, quando se aqueciam na gruta a que hoje chamamos Lapa, lhes pareceu que do fogo se levantava um fumo com a forma de uma mulher. Os pés lembravam raízes fixas no chão, e os cabelos as nuvens de estrelas que viam no céu. Os olhos eram fundos, mas doces como os das mães. Os braços e pernas fortes tinham a cor ocre da terra revolvida. Por aqueles lugares, muito mais tarde, dar-lhe-iam o nome de Moira.
Tudo agora parecia estar no seu lugar, ter sentido: a Moira tinha criado o Mundo que eles conheciam, a Moira “era” o Mundo.
E a Moira falou pela primeira vez..., cantando:
–Chama-se Música a língua em que vou, a partir de agora, falar convosco, e vós comigo. Nessa língua, com palavras ou sem palavras, e usando a boca ou bocados de madeira, ossos, fios, peles, poderemos sempre entender-nos, se os vossos ouvidos, cabeça e coração estiverem atentos.
Pegou num osso furado que estava na fogueira e soprou por ele. Nunca tinham ouvido um som tão bonito, e no entanto ele lembrava-lhes o assobio suave do vento, ou o rumor tranquilo de um regato. Era a primeira flauta.


Assim como apareceu, assim se foi a Moira. Os homens esqueceram-se dela, mas, quando cantam ou tocam algum instrumento, ela volta a erguer-se de uma fogueira que se acende na Lapa, em Penha Garcia, na Beira Baixa..."

Flávio Pinho

Afinal quem é que tramou o espião ?


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Afinal quem é que tramou o espião ?

O cidadão comum interroga-se: 
- se um super-espião pode ver a sua vida devassada 
- se um super-espião tem os seus SMS pelos jornais
- se um super-espião é o tema de vários relatórios
de que se queixa o super-balsemão?

Se há quem espie os espiões, de forma tão invasiva, se quem é suposto espiar afinal acaba vítima da espionagem, que esperança resta ao Zé da Esquina?
Há que mandar investigar quem investigou o investigador, e assim sucessivamente.
 

Não às agressões imperialistas! Paz sim, guerra não!

Pela sua importância política e flagrante oportunidade, pelo seu justo conteúdo anti-imperialista, abaixo se transcreve a posição hoje tomada pelo P.C.P. sobre as continuadas agressões do imperialismo contra o povo sírio, na sua escalada de agressões e ocupações militares criminosas naquela martirizada região.

SOBRE OS ACONTECIMENTOS NA SÍRIA E A POSIÇÃO DO GOVERNO PORTUGUÊS

Face aos recentes acontecimentos na Síria e à decisão do governo português de considerar “persona non grata” a Embaixadora da Síria acreditada em Portugal, o PCP:
1 – Condena o massacre terrorista na localidade de Al-Houla, na Síria, que vitimou mais de uma centena de civis inocentes, na sua maioria mulheres e crianças. Este brutal atentado, praticado por via de assassinatos à queima-roupa ou degolações, que surge na sequência de uma onda de violência marcada por vários outros massacres e atentados bombistas, vem demonstrar o carácter terrorista da acção de bandos armados - alguns dos quais confessadamente armados e pagos por países estrangeiros - uma componente indesmentível da campanha de desestabilização interna da Síria que dura há mais de um ano.
2 – Chama a atenção para o facto de que este massacre não pode deixar de ser analisado à luz da estratégia de militarização, subversão, agressão, ingerência e guerra do auto-apelidado “grupo de amigos da Síria” integrado pelas principais potências imperialistas e ditaduras fundamentalistas do golfo-pérsico. Uma estratégia, afirmada sem pejo e amplamente noticiada na comunicação social mundial, que passa pelo financiamento, armamento e treino de grupos armados que várias fontes identificam com ligações a redes terroristas, e que continuam a operar na Síria.
3 – Alerta para as dramáticas consequências que qualquer tentativa de enveredar por uma “solução militar” para a questão síria teria para o povo sírio, para toda a região do Médio Oriente e mesmo no plano internacional. Rejeita liminarmente as declarações de responsáveis políticos e militares norte-americanos e da União Europeia que apontam para a possibilidade de uma agressão militar externa contra a Síria, com ou sem a cobertura de uma resolução do CS da ONU. Tais posições colocam-se objectivamente no campo dos que desenvolvem a sua acção contra os esforços entretanto realizados para manter no campo político e diplomático a resolução da questão Síria e acima de tudo contra os legítimos direitos democráticos e nacionais do povo sírio, nomeadamente o direito à paz, à soberania, independência e integridade territorial do seu país.
4 – Recorda que foi com base em campanhas similares à que se desenvolve hoje relativamente à Síria (e que entretanto a história se encarregou de demonstrar que se trataram de falsificações e conspirações em torno de supostos massacres ou arsenais de armas de destruição massiva) que, do Kosovo ao Afeganistão, do Iraque à Líbia, se desencadearam sangrentas guerras de agressão e ocupação que resultaram na morte de muitos milhares de vidas, empurraram milhões de pessoas para a condição de refugiados, destruíram países inteiros, alimentaram o terrorismo e criaram novos focos de tensão desde o Magrebe até à Ásia Central. Guerras de agressão, perpetradas hipocritamente em nome da “democracia” e dos “direitos humanos” cujos reais motivos foram os interesses económicos e geoestratégicos das principais potências imperialistas da NATO e os lucros do complexo industrial militar e das multinacionais a si associadas.
5 – Condena igualmente os massacres de centenas de civis perpetrados pelas forças militares dos EUA e da NATO nas últimas semanas no Afeganistão, Paquistão, Iémen, entre outros, nomeadamente com o recurso a aviões não tripulados. Massacres que constituindo agressões condenadas pelos governos dos países visados, não mereceram, nem por parte das grandes cadeias internacionais de comunicação social, nem por parte dos aliados dos EUA na NATO, uma única palavra de condenação.
6 – Alerta para o facto de que os acontecimentos na Síria, no Médio Oriente e Ásia Central - elementos de uma mesma estratégia imperialista de crescente agressividade, belicismo e recolonização - são inseparáveis por um lado dos objectivos do imperialismo de controlo dos enormes recursos naturais e energéticos destas regiões e por outro do agravamento da crise do capitalismo.
7 – Deplora a inaceitável e vergonhosa postura do Governo português – e em especial do MNE Paulo Portas – de alinhamento com a estratégia de guerra, agressão e ingerência externa das principais potências da NATO. Postura de que a decisão de considerar a embaixadora da Síria acreditada em Portugal «persona non grata» é uma lamentável prova. Uma postura tão mais grave quanto Portugal como membro do Conselho de Segurança da ONU deveria pautar a sua actuação pela busca de soluções políticas e diplomáticas para os conflitos. Uma postura bem exemplificativa da política externa seguida pelo actual MNE profundamente contrária à Constituição da República Portuguesa e aos princípios da Carta das Nações Unidas.
8 - Apela aos trabalhadores e ao povo português, e aos movimentos unitários pela paz e pela defesa dos direitos nacionais dos povos, que se mobilizem e expressem a sua voz em defesa da resolução pacífica dos conflitos, contra a guerra, pela paz e a cooperação entre os povos.

blog O assalto ao céu

Maioria PSD-CDS aprovou lei dos despejos

A nova lei do arrendamento foi aprovada esta sexta-feira com os votos do PSD e do CDS e apupada em seguida por dezenas de inquilinos nas galerias do Parlamento. A Associação de Inquilinos Lisbonenses diz que a lei viola o princípio constitucional do direito à habitação e apela à intervenção de Cavaco Silva.
Numa altura de crise, a nova lei vai aumentar rendas e acelerar despejos de inquilinos antigos. Foto Paulete Matos
A lei vai abrir portas ao aumento generalizado das rendas anteriores a 1990 e as comissões de inquilinos afirmam que em vez de dinamizar o mercado de arrendamento, a nova lei irá aumentar rendas e despejar milhares de pessoas, sobretudo as que moram em zonas urbanas mais apetecíveis para o negócio imobiliário.
Na discussão em especialidade, a maioria PSD/CDS recusou quase todas as propostas apresentadas pela esquerda parlamentar e apoiadas pelos inquilinos. Entre as dezenas de alterações propostas pelo Bloco de Esquerda, apenas três foram aprovadas. Isso vai permitir que o cálculo das rendas tenha em conta os rendimentos do inquilino em 2012 e não os do ano passado, quando o Governo ainda não tinha cortado os salários dos trabalhadores, tirando-lhes os subsídios de Natal e de férias. As outras duas dizem respeito a alterações ao Código Civil para impedir despejos das pessoas que prestam cuidados continuados a familiares ou profissionalmente e para equiparar os direitos dos unidos de facto e dos casados no que toca à transmissão por morte.
"São alterações insuficientes para contrariar a filosofia desta lei, que vai ficar conhecida para sempre como a lei dos despejos", afirmou o deputado bloquista Luís Fazenda antes da votação.  Fazenda previu que após o período de transição previsto na lei, teremos um "mercado inteiramente liberalizado que vai levar a um aumento das rendas de casa". E alertou para o "facto insólito a nível europeu" de não existir nenhuma garantia de intervenção pública no mercado de arrendamento após esse período de cinco anos. "Aqueles que não podendo ser despejados aos 65 anos, podem vir a ser despejados aos 70 ou aos 71", acrescentou Fazenda.
No fim da votação, um grupo de dezenas de inquilinos - a maior parte idosos - presentes nas galerias, apupou o resultado. A polícia mandou o grupo sair e Assunção Esteves, que presidia aos trabalhos, ficou à espera que abandonassem as galerias para prosseguir a sessão.
Reagindo à aprovação da lei, a Associação de Inquilinos Lisbonenses vira-se agora para o Presidente da República, a quem apelam a que "peça a inconstitucionalidade da lei", que para o dirigente Romão Lavadinho significa um "retrocesso de 150 anos, quando a habitação não era nenhum direito". "Até hoje era, mas vai deixar de ser. A tal reforma histórica, de que falavam os partidos da maioria, é para que a habitação deixe de ser um direito, inconstitucionalmente. E deixa de ser um direito para os inquilinos, não só os de Lisboa, mas a nível nacional", afirmou o presidente da AIL, citado pela Lusa. Romão Lavadinho acrescentou que "os portugueses vão ficar ainda mais pobres, os inquilinos sem quaisquer direitos e que os inquilinos vão ficar na iminência de serem despejados depois da entrada em vigor da lei".
Quem também se vê ameaçado pela nova lei são os estudantes das repúblicas de Coimbra, que "ficam assim, por proposta da maioria PSD/CDS-PP, equiparadas na lei a micro/pequenas empresas, estando sujeitas a um regime de transição de 5 anos para o novo regime de arrendamento urbano, podendo os senhorios denunciar o contrato no final deste período", dizem os promotores de uma ação de protesto realizada esta sexta-feira em Coimbra, com a colocação de faixas nos edifícios de algumas repúblicas a anunciar "o Princípio do fim das Repúblicas em Coimbra".
Pedro Bizarro e João Azevedo, respetivamente habitantes nas República Ras TeParta e República da Praça, defendem que as repúblicas representam algo de "fundamental da vida académica, que une inúmeras gerações neste país", e que, com a medida legislativa, ao mesmo tempo desvaloriza-se "verdadeiras escolas de cidadania que são parte da alma da candidatura de Coimbra a Património Mundial da UNESCO". Segundo a Lusa, das 26 repúblicas existentes, três têm como senhorio a universidade, uma a Câmara Municipal, e duas delas são detidas por associações de antigos repúblicos.


O MUNDO É PEQUENO

VISÃO

ARTE EM CROCHET






JO HAMILTON ART
 Devido ao processo em curso no Brasil pelo alegado homicídio de Rosalina Ribeiro

Ministério Público arquiva queixa de Olímpia Feteira contra Duarte Lima

O Ministério Público arquivou a queixa apresentada por Olímpia Feteira, cabeça-de-casal da herança do seu pai, o milionário português Lúcio Tomé Feteira, contra Duarte Lima, indicou esta sexta-feira a Procuradoria-Geral Distrital de Lisboa.

Segundo a página na Internet da PGDL, o despacho foi arquivado dado que o processo que corre no Brasil contra Duarte Lima, pelo alegado homicídio de Rosalina Ribeiro, ex-companheira de Lúcio Tomé Feteira, foi instaurado em primeiro lugar, encontrando-se numa fase processual mais avançada.
"Atentas as consequências jurídicas daí decorrentes, o Ministério Público português viu-se obrigado a determinar o arquivamento destes autos por ser a única solução legalmente correcta e manifesta impossibilidade processual de prosseguimento deste processo", adianta a PGDL.


Alemanha – Não saber parar...



Vai fazendo o seu caminho mais uma ideia bem germânica, a de surripiar as reservas de ouro aos países que recorram a empréstimos europeus.
No caso português, ironicamente, trata-se de ouro que ainda resta das pilhas do precioso metal, amontoadas pela esperteza saloia de Salazar (à custa de sabe-se lá quantos crimes e conivências), que enquanto fazia de conta que estava com os aliados, foi, na realidade, fazendo uns “jeitos” a Hitler, numa forma original de “neutralidade”, que para além ter sido uma rematada canalhice política... na verdade rendeu algum ouro sujo de sangue, como se sabe.
Passe essa ironia, os “panzers” alemães agora no poder, tal como os seus “pais” nos anos 40 do século passado, ficarão na História mais pela força bruta do que pela inteligência.
Arriscam, mais uma vez e estupidamente, matar a “galinha dos ovos de ouro”.




Parlamento ouve órgãos de fiscalização das secretas à porta fechada

O secretário-geral do Sistema de Informações da República (SIRP), Júlio Pereira, o Conselho de Fiscalização do SIRP e a Comissão de Fiscalização de Dados são ouvidos esta tarde na comissão de Assuntos Constitucionais, mas as audições serão à porta fechada.
O requerimento do PS foi aprovado por unanimidade ontem à tarde. 
Para além da audição aos homens fortes dos serviços secretos em Portugal, os socialistas continuam a insistir na aprovação pelas bancadas da maioria – PSD e CDS – de algumas propostas que visam a reforma dos serviços.
Os objectivos do PS são que os membros das secretas apresentem registo de interesses, cumpram um período de nojo de cinco anos entre o desempenho de funções nos serviços e a actividade empresarial e ainda que possam ser ouvidos em sede parlamentar antes das suas nomeações efectivas.
Ontem, a deputada socialista Isabel Oneto considerou que a audição que decorre esta tarde "é uma via não só de prevenir situações futuras, como de contribuir para rapidamente recuperar a credibilidade e funcionalidade dos serviços".
01.06.2012 -Por:Público/Rita Brandão Guerra

Direitos Humanos para Crianças

FOTOGALERIA DA VISITA DO PRINCIPE DAS ASTURIAS A PORTUGAL - DO JANTAR NÃO HÁ REGISTO POIS A EMENTA ERA MUITO FRACA DERIVADO AOS TEMPOS DE CRISE. ATÉ O PORTAS DESAPARECIDO LÁ ESTAVA !






































1 de junho, é o Dia Mundial da Criança assinalado desde 1950


Hoje é Dia Mundial da Criança, que teve a génese no pós-guerra, num mundo flagelado, em termos sociais e humanitários, que quis defender as crianças dessa destruição. Por iniciativa da Federação Democrática Internacional das Mulheres, nasce a celebração. Porém, mais de meio século depois, há princípios por cumprir.
“A criança deve ser protegida contra as práticas que possam fomentar a discriminação racial, religiosa, ou de qualquer outra índole. Deve ser educada dentro de um espírito de compreensão, tolerância, amizade entre os povos, paz e fraternidade universais e com plena consciência de que deve consagrar suas energias e aptidões ao serviço de seus semelhantes”.
É um dos princípios estabelecidos na Declaração dos Direitos da Criança, proclamada por Resolução da Assembleia Geral de 20 de Novembro de 1959 da Unicef. E uma das provas de que a Declaração Universal continua por cumprir, mais de 50 anos depois de ter sido criada.
Hoje assinala-se o Dia Mundial da Criança e é tempo de refletir sobre os direitos das crianças, que continuam a passar fome, mesmo nos países desenvolvidos. A Unicef revelou que há 30 milhões de crianças em extrema dificuldade, nos países ditos desenvolvidos.
E por isso o Dia Mundial da Criança deve ser celebrado, ainda que as repetidas celebrações do 1 de junho não tenham conduzido ainda ao cumprimento de todos os princípios da Declaração Universal.
O Dia Mundial da Criança é oficialmente 20 de novembro, data que a ONU reconhece como Dia Universal das Crianças, em celebração da aprovação da Declaração dos Direitos da Criança. No entanto, a data efetiva de comemoração estabelecida em quase todo o mundo é 1 de junho, uma vez que maio homenageia Maria, mãe de Jesus.
Neste dia 1 de junho, em 1945, na II Guerra Mundial, os Aliados bombardeiam Osaka, a segunda cidade do Japão, arrasada com 6110 toneladas de explosivos lançados por bombardeios B-29, no mesmo ano em que a mesma cidade fora destruída, por idêntico ataque, três meses antes.
E foi precisamente este conflito mundial que esteve na origem da celebração do Dia Mundial da Criança. Após esta guerra, com a Europa destruída, um grupo de países da Organização das Nações Unidas começa a reconstrução social e humanitária, com a criação de instituições como a Unicef, de proteção das crianças.
Em 1950, a Federação Democrática Internacional das Mulheres propôs à ONU a definição de um dia dedicado às crianças de todo o mundo. Era a génese do Dia Mundial da Criança, que começou a ser celebrado em 1950.