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terça-feira, 29 de maio de 2012

DELICIE-SE COM ESTAS IMAGENS DE FARO - ALGARVE - CEGONHAS E JACARANDÁS EM FLOR . UMA MARAVILHA !



Cegonhas e jacarandás em Faro












Assim está a cidade de Faro, muitos ninhos de cegonhas com bebés, e jacarandás em flor. Simplesmente fantástico...

Descoberto relatório do SIED sobre director do Expresso

Descoberto relatório do SIED sobre director do Expresso
legenda da imagem
DR

Um relatório de 16 páginas sobre Ricardo Costa foi encontrado na posse do ex-espião Jorge Silva Carvalho, vindo assim agravar o rol de queixas da imprensa contra as indiscrições das "secretas". Por seu lado, também o Público se constituiu assistente no processo das "secretas" e pediu a instrução do mesmo.

O documento não poupa nenhum aspecto da privacidade do director daquele periódico, Ricardo Costa, nomeadamente, e segundo o site do Expresso, "relações afetivas, nomes, idades e escolas frequentadas pelos filhos menores, uma análise do seu perfil e dos seus aliados e adversários, bem como um historial desde os seus tempos do liceu".

Acompanha, assim, o percurso do jornalista desde a conclusão da licenciatura na Universidade Nova, inventariando todos os momentos da sua carreira profissional: Expresso, depois SIC-Notícias, depois novamente o semanário.

Para além de informação de domínio público, o relatório inclui vária outra que não podia ser obtida senão por uma espionagem metódica. O site do Expresso reconhecer contudo que, por enquanto, não é possível determinar exactamente a data em que o documento foi elaborado nem a pessoa ou entidade que o encomendou.

De ciência certa, sabe-se que o ficheiro contendo o relatório estava na posse de Jorge Silva Carvalho, o antigo diretor do Serviço de Informações Estratégicas de Defesa (SIED) e ex-administrador do grupo Ongoing, a quem foi apreendido pela Polícia Judiciária. O relatório sobre Ricardo Costa vem somar-se a um outro, sobre Francisco Pinto Balsemão, que também se encontrava em posse do ex-espião.

Entretanto, a directora do Público, Bárbara Reis, requereu a abertura da instrução do processo das "secretas", bem como a constituição de Nuno Lopes Dias como arguido. Lopes Dias é o antigo funcionário do departamento operacional do SIED que convenceu uma funcionária da Optimus, Gisela Fernandes Teixeira, a furtar naquela operadora dados da facturação detalhada do jornalista Nuno Simas.

O Ministério Público pedira a constituição Gisela Teixeira em arguida, mas não a de Nuno Lopes Dias, com o argumento de que este se limitara a cumprir ordens. A intervenção de Bárbara Reis, agora constituída em assistente do processo, poderá alterar o estatuto do diligente espião do SIED no processo. O pedido da directora do Público considera que ambos, espião e funcionária da Optimus, “tinham perfeita consciência da ilicitude dos actos que praticaram”.

As ordens que o Ministério Público invocou como justificação para não arguir Lopes Dias datam de Agosto de 2010, e provêm do superior hierárquico de Dias, João Luís, que por sua vez as recebera de Silva Carvalho.

Outro arguido do processo é o presidente da Ongoing, Nuno Vasconcellos, acusado de um crime de corrupção activa.

Manuel Freire - "Fala do Velho do Restelo ao astrónauta" poema de José S...



Processo das secretas

Jornal PÚBLICO pede abertura da instrução do processo das secretas



Jorge Silva Carvalho renunciou ao direito da instrução, preferindo ir para julgamento o mais depressa possívelJorge Silva Carvalho renunciou ao direito da instrução, preferindo ir para julgamento o mais depressa possível (Foto: Enric Vives-Rubio)
 A directora do PÚBLICO, Bárbara Reis, que se constituiu assistente no processo das “secretas” que corre no DIAP, requereu a abertura da instrução do processo.

Pediu também a constituição como arguido de Nuno Lopes Dias, funcionário do departamento operacional do SIED – Serviço de Informações Estratégicas de Defesa, e o seu interrogatório. Nuno Dias pediu a Gisela Fernandes Teixeira, sua companheira e funcionária da Optimus, que retirasse da base de dados da operadora a facturação detalhada do então jornalista do PÚBLICO Nuno Simas.

O Ministério Público decidiu não acusar Nuno Dias e Gisela Teixeira por entender que o primeiro se limitou a cumprir ordens de um superior legítimo. Gisela Teixeira foi, no entanto, constituída arguida a pedido do Ministério Público, mas não prestou declarações para o processo.

Porém, a direcção do PÚBLICO entende que ambos “tinham perfeita consciência da ilicitude dos actos que praticaram” e agiram “sempre de forma livre e deliberada”, defende o requerimento de instrução. Nuno Dias terá cometido o crime de acesso ilegítimo agravado e Gisela Teixeira o crime de acesso indevido a dados pessoais e de violação do segredo profissional.

Em Agosto de 2010, na sequência da publicação, pelo jornal PÚBLICO, de um artigo sobre o mal-estar que se viveria no seio das secretas, Jorge Silva Carvalho pediu a João Luís que obtivesse os dados sobre as chamadas do telemóvel do jornalista Nuno Simas para saber que funcionários poderiam ter sido fonte de informação. João Luís pediu a Nuno Dias que obtivesse a informação junto da Optimus, por intermédio de Gisela Teixeira.

De acordo com o despacho de acusação, a funcionária da operadora acedeu à base de facturação da Optimus através de um browser, usando a VPN (Virtual Private Network) corporativa e fez pesquisas de chamadas para o período entre 18 de Julho e 12 de Agosto desse ano. Extraiu a informação para um documento de excel e entregou-o a Nuno Dias. Este trabalhou o ficheiro já nas instalações do SIED, na sua área informática, identificando parte dos destinatários das chamadas realizadas pelo jornalista.

Nuno Dias passou o ficheiro a João Luís, que por sua vez o reencaminhou para Jorge Silva Carvalho, a par da facturação detalhada de dirigentes do SIED e do SIS que este último suspeitava que tivessem falado. Silva Carvalho guardou no seu telemóvel as listas, diz o Ministério Público na acusação, contrariando o que o ex-director do SIED declarou no Parlamento: que nunca vira a chamada "lista de compras", o nome dado à listagem dos telefonemas de Nuno Simas.

Simas e Vasconcellos pediram instrução do processo
Nuno Simas, que à data dos factos era jornalista do PÚBLICO e assinou diversos artigos sobre o pretenso mal-estar no seio das secretas – que motivaram o pedido de Jorge Silva Carvalho a João Luís sobre os dados das chamadas do jornalista para identificar fugas de informação nos serviços –, também já pediu a abertura da instrução do processo e a pronunciação de Nuno Dias e Gisela Teixeira nos mesmo termos que fez o PÚBLICO.

O presidente da Ongoing, Nuno Vasconcellos, que foi constituído arguido, também pediu a instrução do processo. Vasconcellos é acusado de um crime de corrupção activa para acto ilícito.

Já o ex-responsável pelo SIED, Jorge Silva Carvalho, anunciou na passada semana que renuncia ao direito da instrução, preferindo ir para julgamento o mais depressa possível. Silva Carvalho é indiciado por um crime de violação de segredo de Estado, um crime de corrupção passiva para acto ilícito, um crime de acesso ilegítimo agravado, e dois crimes de abuso de poder – estes três últimos em co-autoria com João Luís, então director do departamento operacional do SIED. Aos três arguidos foi aplicada a medida de termo de identidade e residência.

Publico


Síria : Esquadrões da morte promovidos pelos EUA-NATO integram as "forças da oposição"

"A opção salvadorenha para a Síria"

por Michel Chossudovsky

Modelado nas operações encobertas dos EUA na América Central, a "Opção salvadorenha para o Iraque", iniciada pelo Pentágono em 2004 foi executada sob o comando do embaixador dos EUA no Iraque John Negroponte (2004-2005) em conjunto com Robert Stephen Ford, que em Janeiro de 2011 foi nomeado embaixador dos EUA na Síria, menos de dois meses antes de começar a insurgência armada contra o governo de Bashar Al Assad.

"A opção salvadorenha" é um "modelo terrorista" de assassinatos em massa por esquadrões da morte patrocinados pelos EUA. Ela foi aplicada primeiramente em El Salvador, no auge da resistência contra a ditadura militar, resultando em cerca de 75 mil mortes. 

'.John Negroponte foi embaixador dos EUA em Honduras de 1981 a 1985. Como embaixador em Tegucigalpa ele desempenhou um papel chave no apoio e supervisão dos mercenários Contra nicaraguenses que estavam baseados em Honduras. Os ataques além fronteiras dos Contra, na Nicarágua, ceifaram cerca de 50 mil vidas civis.

Em 2004, John Negroponte foi nomeado embaixador dos EUA no Iraque, com um mandato muito específico.

A opção salvadorenha para a Síria: O papel central do embaixador estado-unidense Robert S. Ford

Negroponte, o arquitecto dos esquadrões da morte.O embaixador estado-unidense na Síria (nomeado em Janeiro de 2011), Robert Stephen Ford, fez parte da equipe de Negroponte na Embaixada dos EUA em Bagdad (2004-2005). A "Opção salvadorenha" para o Iraque estabeleceu as bases para o lançamento da insurgência na Síria, em Março de 2011, a qual começou na fronteira Sul, na cidade de Daraa.

Em relação a acontecimentos recentes, as matanças e atrocidades cometidas que resultaram em mais de 100 mortes incluindo 35 crianças na cidade fronteiriça de Houla, em 27 de Maio, eles foram, com toda a probabilidade, executados sob o que pode ser descrito como uma "Opção salvadorenha para a Síria".

O governo russo apelou a uma investigação


"À medida que a informação goteja de Houla, Síria, próxima à cidade de Homs e da fronteira sírio-libanesa, torna-se claro que o governo sírio não foi responsável por bombardear até à morte cerca de 32 crianças e seus pais, como é periodicamente afirmado e negado pelos media ocidentais e mesmo a própria ONU. Parece, ao invés, que havia esquadrões da morte em quarteirões próximos – acusados por "activistas" anti-governo como sendo "bandidos pro regime" ou "milícias" e pelo governo sírio como trabalho de terroristas Al Qaeda ligados a intrusos estrangeiros". (Ver Tony Cartalucci, Syrian Government Blamed for Atrocities Committed by US Sponsored Deaths Squads , Global Research, May 28, 2012)

O embaixador Robert S. Ford foi despachado para Damasco no fim de Janeiro de 2011 no momento do movimento de protesto no Egipto. (O autor estava em Damasco em 27/Janeiro/2011 quando o enviado de Washington apresentou as suas credenciais ao governo Al Assad).

No princípio da minha visita à Síria, em Janeiro de 2011, reflecti sobre o significado desta nomeação diplomática e o papel que poderia desempenhar num processo encoberto de desestabilização política. Não previ, contudo, que esta agenda de desestabilização seria implementada dentro de menos de dois meses a seguir à posse de Robert S. Ford como embaixador dos EUA na Síria.

O restabelecimento de um embaixador dos EUA em Damasco, mas mais especificamente a escolha de Robert S. Ford como embaixador dos EUA, dá azo a um relacionamento directo com o início da insurgência integrada por esquadrões da morte em meados de Março de 2011, contra o governo de Bashar al Assad.

Robert S. Ford era o homem para este trabalho. Como "Número Dois" na embaixada do EUA em Bagdad (2004-2005) sob o comando do embaixador John D. Negroponte, ele desempenhou um papel chave na implementação da "Opção salvadorenha no Iraque" do Pentágono. Esta consistiu em apoiar esquadrões da morte e forças paramilitares iraquianas modeladas na experiência da América Central.

.Desde a sua chegada a Damasco no fim de Janeiro de 2011 até ser chamado de volta a Washington em Outubro de 2011, o embaixador Robert S. Ford desempenhou um papel central em preparar o terreno dentro da Síria bem como em estabelecer contactos grupos da oposição. A embaixada do EUA foi a seguir encerrada em Fevereiro. Ford também desempenhou um papel no recrutamento de mercenários Mujahideen junto a países árabes vizinhos e na sua integração dentro das "forças de oposição" sírias. Desde a sua partida de Damasco, Ford continua a supervisionar o projecto Síria fora do Departamento de Estado dos EUA.

"Como embaixador dos Estados Unidos junto à Síria – uma posição que o secretário de Estado e o presidente estão a manter-me – trabalharei com colegas em Washington para apoiar uma transição pacífica para o povo sírio. Nós e nossos parceiros internacionais esperamos ver uma transição que estenda a mão e inclua todas as comunidades da Síria e que dê a todos os sírios esperança de um futuro melhor. O meu ano na Síria diz-me que uma tal transição é possível, mas não quando um lado inicia constantemente ataques contra pessoas que se abrigam nos seus lares". ( US Embassy in Syria Facebook page )

"Transição pacífica para o povo sírio"? O embaixador Robert S. Ford não é um diplomata vulgar. Ele foi o representante dos EUA em Janeiro de 2004 na cidade xiita de Najaf, no Iraque. Najaf era a fortaleza do exército Mahdi. Poucos meses depois ele foi nomeado o "Homem Número Dois" (Ministro Conselheiro para Assuntos Políticos) na embaixada dos EUA em Bagdad no princípio do mandato de John Negroponte como embaixador no Iraque (Junho 2004 – Abril 2005). Ford a seguir serviu sob o sucessor de Negroponte, Zalmay Khalilzad, antes da sua nomeação como embaixador na Argélia em 2006.

O mandato de Robert S. Ford como "Número Dois" sob o comando do embaixador Negroponte era coordenar fora da embaixada o apoio encoberto a esquadrões da morte e grupos paramilitares no Iraque tendo em vista fomentar a violência sectária e enfraquecer o movimento de resistência.

John Negroponte e Robert S. Ford, na embaixada dos EUA, trabalhavam em estreita colaboração no projecto do Pentágono. Dois outros responsáveis da embaixada, nomeadamente Henry Ensher (vice de Ford) e um responsável mais jovem na secção política, Jeffrey Beals, desempenharam um papel importante na equipe "conversando com um conjunto de iraquianos, incluindo extremistas". (Ver The New Yorker, March 26, 2007). Outro actor individual chave na equipe de Negroponte era James Franklin Jeffrey, embaixador dos EUA na Albânia (2002-2004).

Vale a pena notar que o recém nomeado chefe da CIA nomeado por Obama, general David Petraeus, desempenhou um papel chave na organização do apoio encoberto a forças rebeldes da Síria, na infiltração da inteligência síria e nas forças armadas.

Petraeus desempenhou um papel chave na Opção salvadorenha do Iraque. Ele dirigiu o programa "Contra-insurgência" do Comando Multinacional de Segurança de Transição em Bagdad em 2004 em coordenação com John Negroponte e Robert S. Ford na Embaixada dos EUA.

.A CIA está a supervisionar operações encobertas na Síria. Em meados de Março, o general David Petraeus encontrou-se com seu confrades da inteligência em Ancara, para discutir apoio turco ao Free Syrian Army (FSA) ( 
CIA Chief Discusses Syria, Iraq With Turkish PM , RTT News, March 14, 2012)

David Petraeus, o chefe da CIA, efectuou reuniões com altos oficiais turcos ontem e em 12 de Março, soube o Hürriyet Daily News. Petraeus encontrou-se ontem com o primeiro-ministro Recep Tayyip Erdoðan e seu confrade turco, Hakan Fidan, chefe da Organização de Inteligência Nacional (MIT), no dia anterior.

Um responsável da Embaixada dos EUA disse que responsáveis turcos e americanos discutiram "muito frutuosamente as mais prementes questões da cooperação na região para o próximos meses". Responsáveis turcos disseram que Erdoðan e Petraeus trocaram pontos de vista sobre a crise síria e o combate anti-terror. ( 
CIA chief visits Turkey to discuss Syria and counter-terrorism | Atlantic Council , March 14, 2012)
o mafarrico vermelho 

Porque as Freguesias são, onde não há já mais nada, o sinal de que ainda se poderá conter a desertificação e ter esperança num regresso ao espaço rural... Porque as Freguesias são, por serviços de proximidade, o amparo do velhos e dos empobrecidos...


Exmª. Sr.ª Presidente da Assembleia da República 
Os cidadãos signatários, titulares do direito de petição pública, tendo em conta que a proposta de lei de reorganização administrativa (44/XII) prevê alterações nas estruturas do Poder Local Democrático, entre as quais a extinção de centenas de freguesias em todo o país. A elaboração desta proposta não incluiu a participação ativa de milhares de autarquias e autarcas, dos trabalhadores, dos utentes dos serviços públicos, do movimento associativo popular e da população, que têm vindo a pronunciar-se contra esta Reorganização Administrativa, que não assenta em pareceres ou estudos e que em nada contribuirá para melhorar os serviços públicos de proximidade prestados à população. Afirma um conjunto de princípios e implica o seu contrário, não se desviando do seu objetivo principal, o de extinguir freguesias e o de atacar a democracia no seu pilar essencial. Estando conscientes de que este plano de extinção das freguesias não resolve nenhum dos graves problemas que o nosso país enfrenta, as Juntas de Freguesia existentes utilizam cerca de 0,1% do Orçamento de Estado, e criará outros, com prejuízos claros para a população e poderá colocar em causa a coesão nacional. Os abaixo assinados, manifestam desta forma a sua mais veemente oposição às considerações, conclusões e propostas consagradas na reforma da administração local e reclamam e peticionam das forças político-partidárias com assento na Assembleia da República que promovam todas as iniciativas de âmbito legislativo, nos termos e para os efeitos do disposto na Constituição da República Portuguesa, por forma a garantir a revogação de toda a legislação que vise a extinção, fusão ou agregação de freguesias. (Assine a petição)
28 de Maio de 2012
blog Conversa avinagrada 

Passos, vem depressa ! - António Garochinho


o choro - poema de António garrochinho


TREVO - POEMA DE ANTÓNIO GARROCHINHO


NÃO HÁ ....


António Aleixo - uma quadra


URGENTE - POEMA DE ANTÓNIO GARROCHINHO


CASA PIA - RTP REACENDE POLÉMICA SOBRE ESTUDOS COM CRIANÇAS DA CASA PIA


Para descobrir efeito do mercúrio no chumbo dos dentes

Reportagem da RTP reacende polémica sobre estudo com crianças da Casa Pia



Tema foi manchete do PÚBLICO em Novembro de 2003Tema foi manchete do PÚBLICO em Novembro de 2003 (Imagem: DR)
 Chamaram-lhe "Casa Pia Study". Foi noticiado pelo PÚBLICO a 14 de Novembro de 2003. Diz respeito a um estudo norte-americano sobre o uso de de amálgamas de mercúrio, os vulgares "chumbos", nos tratamentos dentários com 500 crianças da Casa Pia. Desde o primeiro dia, houve polémica – que se reacendeu agora, graças a uma reportagem emitida segunda-feira à noite pela RTP1.
Como o PÚBLICO noticiou há nove anos, num trabalho que deu direito a manchete e que se estendia por quatro páginas no interior da edição de 14 de Novembro de 2003, não havia na altura ensaio nacional que pudesse gabar-se de ter um orçamento tão avultado – nove milhões de euros. O "Casa Pia Study" era, à data do seu lançamento, o mais caro projecto do National Institute of Dental Research (NIDCR), um dos 27 centros de pesquisa dos institutos nacionais de saúde norte-americanos.

A ideia do estudo era averiguar se a substância usada e conhecida como os vulgares "chumbos" é perigosa, como sugerem diversos especialistas. Quando o PÚBLICO noticiou o caso, a investigação a cargo da Universidade de Washington e da Universidade de Lisboa, já levava seis anos. As conclusões, apontadas em 2006 e publicadas no The Journal of the American Medical Association (consultável aqui), sugerem que "apesar de ter havido alterações dos níveis de mercúrio [nas crianças que foram tratadas com amálgamas de mercúrio], não foram encontradas diferenças estatísticas significativas nas medições de memória, atenção, funções visuais e motoras". Os investigadores registaram novos casos de reacções adversas, numa amostra de 5027 crianças, cuja utilização nestes testes tiveram de ser aprovadas previamente por pais ou encarregados de educação. Em troca, tiveram tratamento gratuito.

Em 2004, um extenso documento redigido pelo movimento norte-americano "Campaign for Mercury Free Dentistry" (documento disponível neste endereço), criticava severamente a forma como as 500 crianças portuguesas que participaram nesta investigação tinham sido angariadas. Entre os reparos feitos por este movimento norte-americano, que os documentos que tinham sido entregues aos responsáveis pelas crianças e que dariam autorização aos cientistas para as usar como "cobaias", não revelava que as amálgamas a utilizar nos tratamentos dentários tinham mercúrio. Um facto que levantaria a suspeita de que nem tudo estava a ser conduzido com a maior lisura.

Pelo contrário, afirma o mesmo documento, as declarações de autorização entregues aos pais e encarregados das crianças norte-americanas – 500 que participaram também no estudo – informavam que as amálgamas continham mercúrio.

Dois anos antes, no decurso de uma convenção em San Diego, EUA, o director do projecto nos Estados Unidos, Michael D. Martin, levantou um pouco o véu aos resultados. Segundo o PÚBLICO de 14 de Novembro de 2003, ao fim de um ano de estudo verificara-se que "as crianças com amálgamas dentais tinham maiores níveis de mercúrio na urina do que as outras. Uma diferença que subsistia nos anos seguintes, mas que, de acordo com os responsáveis pela investigação, se situava em níveis que "não ultrapassam o normal".

De acordo com a reportagem da RTP, emitida a 28 de Maio de 2012, houve participantes que, no fim deste programa dentário, ficaram com 16 dentes "chumbados".

A "guerra da amálgama", como ficou conhecida a disputa entre os que não vêem inconvenientes na utilização dos ditos "chumbos" e os que se opõem a este tratamento dentário, chegou ao Congresso dos EUA. Tem sido um tema que divide opiniões e, de acordo com o PÚBLICO, em 2003, a autorização do ex-provedor da Casa Pia suscitou preocupações éticas: O antigo provedor Luís Rebelo assinou as autorizações por cerca de uma centena de alunos, relatava o PÚBLICO, cujo trabalho assinado pela jornalista Ana Cristina Pereira, referia que a entidade que supervisionava este estudo, a Data Safety Monitoring Board (DSMB), ficou inquieta com o procedimento de angariação de voluntários: "oferecer cuidados médicos para conquistar para uma investigação pessoas que, de outro modo, ficariam com os dentes a apodrecer na boca poderia encarar-se como um tipo de coacção". Porém, "venceu o contra-argumento: o tratamento era genericamente aceite. E se fosse a pagar a população-alvo não teria, provavelmente participado", referiu na altura o investigador principal, Timothy A. DeRouen.

 vídeo



Até as crianças já descobriram como a banca rouba o povo... e o governo pactua.


UMA MENINA DE 12 ANOS EXPLICOU COMO OS BANCOS ESTÃO A ARRUINAR OS POVOS. FUNCIONADO COMO COLECTORES DO DINHEIRO PÚBLICO PARA DISTRIBUIR PELAS ELITES DO PRIVADO E POLITICOS.
SE UMA MENINA DE 12 ANOS JÁ PERCEBEU QUE ESTAMOS A SER ROUBADOS PELO SISTEMA BANCÁRIO E PELO GOVERNO.... PORQUE É QUE OS PORTUGUESES AINDA NÃO PERCEBERAM?

È URGENTE QUE TODOS OS PORTUGUESES ENTENDAM E SAIBAM ISTO, ESTA CRISE É PROVOCADA PELA GANANCIA DA BANCA QUE EXIGE MAIS E MAIS DINHEIRO AO POVO. A GANANCIA NÃO SE DETÉM NEM PERANTE A MISÉRIA DO POVO. LEIAM E DIVULGUEM POR FAVOR. ESTA CRISE NÃO TERÁ FIM... ENQUANTO O GOVERNO O PERMITIR E ENQUANTO A BANCA E OS POLÍTICOS GANHAREM MILHÕES COM ISTO. SÃO MUITOS MILHÕES TRANSFERIDOS DIRECTAMENTE DOS NOSSOS IMPOSTOS PARA A BANCA, COM A DESCULPA DE PAGAR JUROS DE EMPRÉSTIMOS ABUSIVO ONDE MAIS UMA VEZ SE DEFENDE OS INTERESSES DA BANCA E SE LESA O POVO. O GOVERNO TEM O DIREITO E O DEVER DE POR UM FIM A ESTE ABUSO DESCARADO.


Resumo do video de Victoria Grant.... 
Já se questionaram porque pagamos tantos impostos? Já se questionaram porque razão os bancos estão cada vez mais ricos?

Portugal paga €11 mil por minuto, só em juros (19 de janeiro de 2011) expresso.

Porque a divida nacional está sempre a aumentar? E porque gastamos tantos milhões por dia, apenas para pagar juros da nossa divida nacional, e durante tanto anos, à banca privada?(O estado português paga 574 milhões de euros de juros à banca mas só pagaria 105 milhões se podesse financiar-se directamente junto do BCE.)

Quem recebe este dinheiro? Sem trabalho sem esforço...
A conclusão é que o governo e os bancos decidiram aliar-se, para escravizar e roubar o povo. No caso do Canadá a divida sempre foi sustentável, até que o governo decidiu implementar o novo sistema bancário- o mesmo que dizer,  roubar o povo.
Como funciona?
Primeiro o estado pede dinheiro aos bancos, a juros crescentes e por isso tem que estar sempre a aumentar os impostos e a inflação. O que desvia o dinheiro do povo para o bolso dos lucros dos bancos.
O governo permite ainda que seja legal emprestar dinheiro que não existe, como se explica neste video.
Basta fazer um clic virtual num computador e gerar dinheiro fraudulento. No caso do Canadá vejamos o exemplo, os bancos apenas tem 4.000 milhões mas estão a receber juros de 1.5 biliões emprestados.!!???
Pergunta: se o governo é quem tem a capacidade de criar dinheiro, porque oferece esse privilégio á banca privada? (McGeer e Towers) E depois pedir emprestado algo que o parlamento pode produzir?

O parlamento tem o poder de mudar o sistema bancário. 
Se o estado precisa de dinheiro pede emprestado ao Banco do País neste caso seria o banco de Portugal, dessa forma as pessoas pagariam impostos mais justos. E esses impostos seriam injectados, por sua vez na infraestrutura económica interna e a divida seria cancelada.
Haveria prosperidade real, com dinheiro real na base, em vez de dinheiro-divida que é o que temos.
Quanto ao dinheiro que se deve aos bancos, bastava dizer ao banco de Portugal que imprimisse o dinheiro em divida, e o devolvesse aos privados, cancelando a divida.
É uma medida que está nas mãos do governo que apenas depende da vontade dele, pois é legal.
É demasiado óbvio que estamos a ser defraudados e roubados pelos bancos e pelo governo.
Que fazer para acabar com este crime? Para que as próximas gerações não vivam uma economia baseada sempre em dividas e escravizadas aos bancos.

Para acabar cita a frase: Nunca duvides que seja um pequeno grupo de pessoas a ter que mudar o mundo, porque de facto essa é a única maneira de fazê-lo.
O governo pode acabar com o excesso de impostos
O governo pode acabar com o excesso de peso da divida
O governo pode acabar com o regabofe criminoso dos bancos
O governo pode aliviar os portugueses da miséria 
O governo pode colocar de novo Portugal de pé
O governo pode impedir a banca de enriquecer com as misérias de milhões de portugueses 
O governo pode travar a inflação e o desemprego
O governo podia acabar com tudo isto, tem poder para isso ... mas não quer. 
Por esta razão politica e banca sempre foram muito próximos no intercâmbio de profissionais.


Mais dados sobre o assunto.  "Ao comprar dívida a juros de 7%, banca portuguesa ataca o país. Francisco Louçã acusou a banca portuguesa de estar a atacar o país através da especulação financeira. O dirigente bloquista salientou que os bancos portugueses emprestaram 350 milhões e vão cobrar 700 milhões de euros."Mais um artigo... 
"Ao abrigo do artigo 123 do Tratado de Lisboa, os estados membros da União Europeia não podem recorrer ao Banco Central Europeu (BCE) para contrair dívidas, têm de o fazer através dos bancos privados.
Mas a banca financia-se junto do BCE pagando uma taxa de juro de apenas 1% e depois essa mesma banca empresta esse mesmo dinheiro às famílias, às empresas e ao estado cobrando taxas de juros de cerca de 5%.

Por outras palavras, o estado português paga 574 milhões de euros de juros à banca mas só pagaria 105 milhões se podesse financiar-se directamente junto do BCE.
O mesmo se passa com as famílias e as empresas.
Não admira que os quatro grandes da banca privada portuguesa lucraram 4,1 milhões de euros por dia no terceiro trimestre deste ano.
O economista Eugénio Rosa questiona: se não seria justo lançar um imposto sobre estes lucros extraordinários e sem risco da banca? Isto para já não falar no valor real do IRC pago pela banca, que é de cerca de 4,3%.

As medidas sociais e económicas drásticas que os governos tomam para pagar as dívidas, foram na realidade criadas pelos próprios, autorizando a criação monetária privada e a obrigação por partes dos estados a que os empréstimos sejam feitos pela banca privada. São os bancos e os grandes grupos financeiros que mais beneficiam com as crises.
Como dizia Henry Ford: "Ainda bem que as pessoas não compreendem o nosso sistema monetário e bancário, porque, se compreendessem, eu acredito que haveria uma revolução antes do amanhecer." octopedia.

Esta situação é um ciclo vicioso alimentado pelos impostos cada vez mais insustentáveis para os portugueses, pois ainda tem que alimentar outros parasitas.
Mota Engil sugadouro descarado 
SCUTS outro sorvedouro sem vergonha 
ETC ETC ETC, BASTA consultar a coluna à direita com a lista de despesas criminosas que por sua vez levam o estado a pedir emprestado à banca para se endividar cada vez mais em juros.... 

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