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sábado, 26 de maio de 2012



Miguel Relvas... ou reles?



Enquanto se adensa a verdadeira nuvem de dejectos que atinge o (ainda ?!) ministro Miguel Relvas e que dá pelo nome genérico de “caso das secretas”, que já conta com baixas na equipa ministerial e tudo, este insiste na negação total tanto deste caso, como do outro, consequência deste, o das pressões e ameaças a uma jornalista. A fazer fé na autêntica catadupa de notícias que vão chegando, Relvas mente de cada vez que mexe os lábios.
Apesar da negação das pressões e ameaças, a verdade é que o jornal e os seus jornalistas, não só mantêm a sua versão da estória, como a contam, ponto por ponto, num documento que tornaram público.
Aí ficamos a saber, entre outras misérias, que o facto da “vida privada” da jornalista, facto que o ministro considerou ser tão grave que a sua divulgação poderia consistir matéria para uma “ameaça”... era, afinal, que a jornalista vive com um político de um partido da oposição... seja lá que partido for.
Portanto, na pequena bola de sebo que Miguel Relvas usa no lugar do cérebro, um jornalista só tem credibilidade para questionar o governo, ou um governante... se for solteiro. Ou se for mudando de cônjuge de cada vez que muda a cor política do governo, passando sempre a viver com alguém que seja um conhecido apoiante do partido do poder.
Parto do princípio de que no caso presente, tratando-se de uma jornalista, Relvas ainda achará a coisa mais grave, dado que na tal pequena bola de sebo que usa como cérebro, deve florescer a ideia peregrina (e bem tuga) de que “a gaija deve fazer tudo o que o homem manda”, logo, se este é de um partido da oposição... “a gaija, o mais certo, é fazer jornalismo sempre ao serviço desse partido”.
Agora tenho que parar... pois enquanto escrevo, há praticamente uma única coisa em que consigo pensar:
Como raio é que esta figurinha reles ainda está com o rabo sentado no lugar de ministro?!



A gravata




O presidente da ERC, Carlos Magno, gostou imenso da gravata que o ministro Miguel Relvas levou à audição. Disse-o, ficou gravado. E esse facto, tão simples como elucidativo, é uma pressão que fica a pairar sobre as conclusões deste processo. 
( João Marcelino no DN)


Se a este facto, juntarmos o comunicado da ERC, sobre os comentários dos leitores do DN, ainda ficamos mais esclarecidos.
Mas, ao fim e ao cabo, não há novidade nenhuma. As pessoas que  mentem sob juramento e as que não as demitem por esse facto, correm para debaixo das saias (ou agarram-se às calças) de quem pensam ter o dever de os proteger.
O  importante é nunca esquecer isto: Está provado que Relvas mentiu  sob juramento.  O PM disse há duas semanas que, quem mentisse, saía do governo. Passou uma semana e o PM continua a assobiar para o ar. 
Perante tanta falta de vergonha , para quê preocuparmo-nos com os gostos de Carlos Magno?




La bancarrotocracia

O Estado espanhol prepara-se para entrar com o equivalente a 2% do PIB num Bankia que já foi abandonado pelo Rato. Os novos dirigentes fazem questão de dizer que não querem apurar responsabilidades. A bancarrotocracia está bem e recomenda-se em Espanha: basta lembrar que o ex-presidente do falecido Lehman Brothers de Espanha é agora o ministro da economia.

Este regime monetário e financeiro favorece o seguinte padrão nas periferias consideradas bem sucedidas até há pouco: liberalização financeira, influxos de capitais também promovidos pela suposta desaparição do risco cambial, endividamento numa moeda que não se controla, bolhas especulativas nos activos, em especial na construção, captura de reguladores pelo poder financeiro reforçado, convenção “milagre económico”, superávites orçamentais, sobreapreaciação cambial, défices na balança corrente, dependência externa crescente, rebentamento da bolha, crise financeira e económica, défices orçamentais e crise da dívida que não é soberana, constando-se que afinal a produtividade não cresceu, dados os sectores promovidos pela finança de mercado, ou que os bancos afinal não eram um modelo de boa gestão do risco e de robustez, até porque o banco central sem escrutínio democrático andava entretido a promover a redução dos direitos laborais, a sua verdadeira obsessão; seguem-se programas de austeridade recessiva que procuram socializar todos os fardos e que trancam as economias numa espiral depressiva.

Isto só acaba quando se recriar um regime de controlo de capitais, presença pública determinante na banca e soberania monetária com controlo democrático do banco central. Tem de se começar por algum lado: razão tem por isso aesquerda espanhola em não ter desistido de exigir a criação de um pólo bancário público robusto ao serviço do desenvolvimento (até o PSOE começa a defender tal ousadia perante a pressão da realidade...), parte de um processo mais vasto de reformas estruturais – sim, esta expressão tem de ser reconquistada pela esquerda – que ataquem as verdadeiras causas dos problemas.
Francisco Pinto Balsemão: «Quase 40 anos depois da instalação da democracia em Portugal, é lamentável que se continuem a praticar este tipo de métodos 'pidescos'»

Balsemão chocado com relatório encomendado por Silva Carvalho

Presidente do grupo Impresa vai processar judicialmente
os autores do documento hoje divulgado pela imprensa.





Francisco Pinto Balsemão: «Quase 40 anos depois da instalação da democracia em Portugal, é lamentável que se continuem a praticar este tipo de métodos 'pidescos'»
José Ventura
Chocado e surpreendido com o relatório sobre a sua vida pessoal, alegadamente pedido
pelo ex-diretor do SIED, Jorge Silva Carvalho, 
numa altura em que já se encontrava ao serviço da Ongoing (empresa liderada por Nuno Vasconcellos,
que está em litígio com o grupo de Balsemão), 
o presidente da Impresa anunciou hoje que vai processar criminalmente os autores do documento.
Os excertos do relatório, hoje divulgados pela imprensa, contêm, segundo
o ex-primeiro-ministro e atual conselheiro de Estado, 
"dezenas de calúnias e falsidades - algumas das quais de mau gosto e grotescas".
"Surpreendeu-me e chocou-me conhecer os métodos, os princípios e as práticas adotados por pessoas e empresas
 que desenvolvem as suas atividades livre e impunemente numa sociedade democrática", pode ler-se 
no comunicado emitido esta tarde pelo patrão da Impresa (proprietária do Expresso, da Visão e da SIC).

"Métodos 'pidescos'"



"Quase 40 anos depois da instalação da democracia em Portugal, é lamentável que 
se continuem a praticar este tipo de métodos 'pidescos', que julgávamos erradicados e que 
o sistema judicial devia rapidamente punir, condenar e abolir", acrescenta.
Segundo a imprensa deste sábado, a 4 de setembro de 2011
Jorge Silva Carvalho (à época administrador da Ongoing)
 pediu a Paulo Félix (funcionário da Ongoing e ex-PJ) que visse
em fontes abertas" tudo o que havia "sobre" Francisco Pinto Balsemão, 
nomeadamente, que empréstimos tinha e em que bancos.
No e-mail então enviado, o ex-expião argumentou
 que tais informações interessavam à Ongoing.
O relatório de 31 páginas que lhe foi posteriormente enviado, e que
consta agora do processo-crime elaborado pelo DIAP de
Lisboa, inclui o que diz ser uma lista de amigos, inimigos e aliados, 
recortes de imprensa e uma biografia, além de registar alegados episódios
da vida pessoal de Balsemão que o visado nega.
Ainda de acordo com os jornais de hoje, esta informação terá sido usada para
promover uma campanha difamatória do líder da Impresa através da rede social Twitter.
O grupo de Pinto Balsemão e a Ongoing estão em litigio há algum tempo por
divergências em relação à Impresa, da qual a empresa liderada por
Nuno Vasconcellos também é acionista.





30 mil exigem a rejeição do Pacto de Agressão


Foi uma impressionante manifestação, aquela que o PCP promoveu esta tarde em Lisboa, que trouxe mais de 30 mil pessoas à rua contra o pacto de agressão e por um Portugal com futuro. Se a maioria eram militantes comunistas, muitos milhares não o eram, mas sentem as análises, as propostas e a luta como se fossem as suas próprias.
Com uma combatividade impressionante, os manifestantes trouxeram para as ruas os problemas, aspirações e lutas dos trabalhadores e do povo - contra a exploração e as desigualdades, contra a destruição dos serviços públicos e funções sociais do Estado, contra a extinção das freguesias - e afirmaram inequivocamente a sua determinação em construir uma outra política, patriótica e de esquerda.
Na sua intervenção, numa Praça dos Restauradores tingida de vermelho das bandeiras do PCP, Jerónimo de Sousa sugeriu que se introduzisse nas lutas dos trabalhadores e do povo uma nova palavra de ordem: "rejeitemos o pacto de agressão enquanto é tempo. Punhamos fim a esta política antes que esta política dê cabo do resto do Pais e destrua a vida de milhões de portugueses."
Aos presentes - aqueles que todos os dias travam a necessária luta de resistência - o Secretário-Geral do PCP apelou a que contribuam para intensificar e multiplicar a luta dos trabalhadores e o povo, para ampliar a convergência e intervenção de todos os democratas e patriotas que não se conformam com a liquidação da soberania do seu país, para reforçar a iniciativa política do Partido e alargar a corrente dos que reconhecem no Partido o mais sólido espaço de resistência e da alternativa.
A força da emanou da manifestação deu razão à afirmação de Jerónimo de Sousa: "Saímos daqui convictos e confiantes de que é possível vencer, trazendo mais e mais portugueses para a luta patriótica de exigência de rejeição do pacto de agressão, alargando a corrente da esperança na possibilidade de mudança e de concretização de uma nova política alternativa. A luta, sem dúvidas, continua.

PARA OS QUE GOSTAM DE FOTOS ANTIGAS, AQUI UMA PORTOFÓLIO DE AUTOCARROS ANTIGOS, HIDROVIÕES, NAVIOS QUE FORAM CÉLEBRES NA MADEIRA.









AEROPORTO AINDA NA FASE DE CONCLUSÃO

PIRATA AZUL

































 PRIMEIROS VOOS DE ENSAIO NO AEROPORTO DA MADEIRA

















 ESQUADRA PORTUGUESA ENGALANADA

 SANTA MARIA





 BICICLETA ANFÍBIA
SANTA MARIA