AVISO

O administrador deste blogue
não é responsável pelas opiniões
veiculadas por terceiros
nem a sua publicação quer dizer
que delas partilhe, apenas as
publica como reflexo da
sociedade em que se inserem
dando-lhes visibilidade
mas nunca fazendo delas opinião própria.
Ao desenvolturasedesacatos reserva-se ainda o direito
de eliminar qualquer comentário anónimo ou não identificado, que contenha ataques
deliberadamente pessoais, que em nada contribuampara o debate de ideias ou para a denúncia
de situações menos claras do ponto de vista ético.


quinta-feira, 10 de maio de 2012

"CRY TO ME" SERGIO & MADI

The most beautiful spanish chillout - Spanish Nights (mixed by SpringLady)

PARTIDOS POLÍTICOS PORTUGUESES 1ª PARTE - NOVA DEMOCRACIA (PND) - PARTIDO DA DEMOCRACIA CRISTÃ - PARTIDO NACIONAL RENOVADOR - MIRN (partido da direita portuguesa PDP)

NOVA DEMOCRACIA


logotipo NOVA DEMOCRACIA

MANUEL MONTEIRO

JOSÉ MANUEL COELHO

VÍDEOS






Nova Democracia (PND)[1] é um partido político português conservador-liberal, que nasceu duma dissidência do CDS-PP, e foi presidido por um seu antigo presidente,Manuel Monteiro. A sua inscrição foi aceite no Tribunal Constitucional a 18 de Junhode 2003 [2]. O seu primeiro congresso foi realizado a 3 de Novembro de 2003 em Vila Nova de Famalicão, onde foi publicado o manifesto do partido, Uma Ideia de Portugal[3]. Algumas das ideias base que defende:
Até à data, os resultados eleitorais que obteve permitiram à Nova Democracia eleger representantes a nível local apesar de não ter obtido nenhum mandato em eleições nacionais e europeias:
Nas Eleições Autárquicas de 2005 obteve 0.04% no total nacional (2045 votos) conseguindo um mandato numa Assembleia Municipal e 6 em Assembleias de Juntas de Freguesias.
Em 6 de Maio de 2007 conseguiu o seu melhor resultado com a colocação de um deputado na Assembleia Regional da Madeira. A 15 de Julho de 2007, nas Intercalares em Lisboa conseguiu 0.6% dos votos atrás do PNR e o PCTP/MRPP.
Desde 2007, o partido tem sofrido um declínio notório a nível eleitoral. A nível ideológico, as posições do partido também se têm radicalizado nos últimos tempos, assumindo posições bastante conservadoras nomeadamente em relação a questões de imigração e direitos dos estrangeiros.
Nas eleições presidenciais de 2011, o candidato independente José Manuel Coelhoobteve um resultado de 38,82 % na Madeira e 4.1% no total dos votos em Portugal[2].
Nas eleições legislativas regionais de 2011, na Madeira, o PND elegeu um deputado, Hélder Spínola de Freitas.

[editar]Resultados eleitorais

EleiçãoPosiçãoVotos %Mandatos
Europeias 20046.º33 9681,00%-
Legislativas 20057.º40 0080,72%-
Autárquicas 2005 a)12.º2 0480,04%-
Intercalar 2007 (Lisboa) a)10.º1 1680,61%-
Regionais 2007 (Madeira)7.º2 9282,08%1
Legislativas 20098.º21 4760,38%-
Autárquicas 2009 a)13.º6 9460,13%-
Regionais 2011 (Madeira)6.º4 8253,27%1

Partido Nacional Renovador




Partido Nacional Renovador
SecretárioJosé Pinto Coelho
Fundação12 de abril de 2000
Sede Portugal,
Apartado 2130,
1103-001 Lisboa
Ala jovemFrente Jovem
IdeologiaNacionalismoTerceira Posição
Afiliação EuropeiaEuropean National FrontAliança dos Movimentos Nacionais Europeus
Cores"black"
Website
www.pnr.pt/
Partido Nacional Renovador (P.N.R.)[1] é um partido político portuguêsnacionalista. O seu lema é Nação e Trabalho e um dos seus objectivos consiste na valorização de um espírito nacionalista português. Entende que nacionalismo é colocar os interesses da Nação acima de quaisquer interesses sectários. Em 2009 o PNRassumiu-se como apologista da "Nova Direita Nacional, Social e Popular".
O seu programa contém propostas tais como:[2]
  • Apoiar a família, a natalidade portuguesa e a educação;
  • Restringir a imigração e inverter os fluxos migratórios;
  • Combater o crime e reduzir a idade de imputabilidade penal.
  • Terminar e combater a corrupção política e social.
  • Combater o capitalismo que enforca milhares de famílias portuguesas e põe em cheque a nação, empresas e o trabalho nacional.
  • Combater a precariedade no trabalho.
Nas eleições legislativas de 2005 teve cerca de 9400 votos, o que representou 0,2% dos eleitores. Nas eleições autárquicas de 1 de Julho de 2007 para a Câmara Municipal de Lisboa obteve 1501 votos (0,8% dos votos). Nas eleições europeias parlamentares de 2009 a lista do PNR, encabeçada por Humberto Nuno de Oliveira, obteve 13.037 votos, que representaram 0,4% do total expresso. A sua popularidade em Portugal é algo residual. Nas legislativas de 2011 obteve 17.742 votos, o que representa 0,32% do total expresso.
Partido Nacional Renovador obteve nas Legislativas de 2011 a confiança de 17.742 eleitores, incluindo-se aí 112 votos dos círculos eleitorais da emigração portuguesa no estrangeiro, sendo mais de um terço deste total de portugueses residentes no Brasil. Com um orçamento de 1500 euros, o PNR conseguiu o melhor resultado de sua história, tendo concorrido pela primeira vez em todos os circulos eleitorais.
O seu presidente é, desde Junho de 2005, José Pinto Coelho, que já foi emigrante noBrasil[3]



Aparições públicas

Transcrevemos integralmente a notícia da participação do PNR:
"Foi a confusão total. Já passavam quase 120 minutos da hora marcada para o início do desfile dos agentes das forças de segurança contra a política do Governo quando os organizadores chegaram ao Marquês de Pombal para avisar que, afinal, não ia haver manifestação. Com o argumento de que os agentes da PSP, da GNR, da Polícia Marítima e dos Serviços de Estrangeiros e Fronteiras se recusavam a "desfilar ao lado dos neonazis" (e representantes do Partido Nacional Renovador) que se tinham concentrado naquele local para participar na manifestação. E com receio de que ocorressem conflitos entre os dois lados. A decisão dos organizadores da manifestação - a Comissão Coordenadora Permanente de Sindicatos e Associações das Forças e Serviços de Segurança - enfureceu os agentes das várias forças policiais. Os protestos aumentaram de tom, a confusão gerou-se e, de repente, quando menos se esperava, os elementos das forças de segurança passaram por cima da decisão da organização e começaram a desfilar. A Comissão Coordenadora tinha perdido o controlo da situação. E o desfile fez-se, de facto, até ao Terreiro do Paço, onde está instalado o Ministério da Administração Interna. Aí, os agentes exigiram mudanças do sistema de saúde, na aposentação e melhores condições de trabalho. Os militantes de extrema-direita, após terem tido um palco para falar aos media começaram a dispersar, vendo-se ao longo do desfile um grupo aqui outro acolá. Mas não seguiram a manifestação atrás das forças policiais."[5]
Também, durante a campanha para o referendo do aborto em 2007, o PNR participou da Marcha pela Vida.
afirmação "nacionalismo é parvoíce". O cartaz do Gato Fedorento acabou por ser removido por não ter obtido a indispensável licença da Câmara de Lisboa.
O cartaz do PNR seria depois substituído por um outro, criticando os que tinham vandalizado o primeiro cartaz, com a frase «as ideias não se apagam, discutem-se».
No dia 18 de Abril de 2007 um conjunto de mandatos de busca junto de pessoas próximas ao partido levou à detenção pela Polícia Judiciária de mais de 30 indivíduos por todo o país. Apesar de os mandatos de busca terem sido lançados no âmbito das ideias alegadamente segregacionistas do partido, o motivo das detenções foi quase exclusivamente devido à posse de armas.



Partido da Democracia Cristã (JÁ EXTINTO)




Partido da Democracia Cristã
LíderJosé Sanches Osório
Fundação10 de maio de 1974
Dissolução20 de agosto de 2004
Sede Portugal
PublicaçãoPresença Democrática
IdeologiaDemocracia cristã
CoresVerde
Partido da Democracia Cristã (PDC) foi um partido político português da direita política de princípios cristãos, criado em 10 de maio de 1974,[1] sendo seu fundador omajor José Sanches Osório. O PDC esteve suspenso de actividade política durante oPREC,[2] tendo a sua ilegalização sido solicitada no Parlamento pelo menos até 1976.[3] A partir da entrada em vigor da Constituição da República Portuguesa de 1976, a existência do PDC era uma clara violação desta, que no n.º 3 do Art.º 51.º estipula que «Os partidos políticos não podem, sem prejuízo da filosofia ou ideologia inspiradora do seu programa, usar denominação que contenha expressões directamente relacionadas com quaisquer religiões ou igrejas, bem como emblemas confundíveis com símbolos nacionais ou religiosos.»[4] Apesar disto, o PDC existiu por mais de 30 anos, tendo sido extinto apenas em 20 de agosto de 2004, não pela inconstitucionalidade do seu nome, mas por não apresentar as suas contas em três anos consecutivos.[5]
Resultados em eleições
(o ano liga à página da eleição)
AnoColigaçãoTipo de EleiçãoVotos%PosiçãoMandatos
1976



























PDC




























Legislativas




























29 874




























0,54%
























































-
1979



























PDC




























Legislativas




























72 514




























1,21%
























































-
1980




























PDC-MIRN/PDP-FN




























Legislativas




























23 819




























0.40%




























11º




























-
1983



























PDC




























Legislativas




























39 180




























0,69%
























































-
1985



























PDC




























Legislativas




























41 831




























0,72%
























































-
1987































PDC




























Legislativas




























31 667




























0,56%
























































-

PDC:
O Partido da Democracia Cristã (PDC) foi um partido político português da direita política de princípios cristãos, criado em 10 de maio de 1974, sendo seu fundador o major José Sanches Osório.
O PDC esteve suspenso de actividade política durante o PREC, tendo a sua ilegalização sido solicitada no Parlamento pelo menos até 1976.[3] A partir da entrada em vigor da Constituição da República Portuguesa de 1976, a existência do PDC era uma clara violação desta, que no n.º 3 do Art.º 51.º estipula que «Os partidos políticos não podem, sem prejuízo da filosofia ou ideologia inspiradora do seu programa, usar denominação que contenha expressões directamente relacionadas com quaisquer religiões ou igrejas, bem como emblemas confundíveis com símbolos nacionais ou religiosos.» Apesar disto, o PDC existiu por mais de 30 anos, tendo sido extinto apenas em 20 de agosto de 2004, não pela inconstitucionalidade do seu nome, mas por não apresentar as suas contas em três anos consecutivos




Movimento Independente para a Reconstrução Nacional 

Partido da Direita Portuguesa (JÁ EXTINTO)












Movimento Independente para a Reconstrução Nacional / Partido da Direita Portuguesa
Fundação27 de julho de 1979
Dissolução30 de junho de 1984
Sede Portugal
Ideologiadireitaextrema-direita
Movimento Independente para a Reconstrução Nacional / Partido da Direita Portuguesa, (MIRN/PDP), foi um partido português, já dissolvido, fundado em 1979.
Partido da direita democrática social, defendendo o estabelecimento de um regimepresidencialista[1] , foi no entanto normalmente conotado com a extrema-direita.

[editar]
Foi oficialmente inscrito como partido em 1979 tendo na sua genealogia o
 Movimento Independente para a Reconstrução Nacional (MIRN), criado em janeiro de 1977 pelo general Kaúlza de Arriaga, seu líder. Concorreu unicamente às eleições legislativas de 1980 coligado com o Partido da Democracia Cristã (PDC) e a Frente Nacional (FN) tendo obtido resultados pouco significativos. Em 1984 cessou a sua actividade enquanto partido político.História

[editar]Cronologia

  • janeiro de 1977 - criação do MIRN - Movimento Independente para a Reconstrução Nacional
  • 27 de julho de 1979 - oficialização do partido MIRN/PDP no STJ[1]

[editar]Resultados eleitorais do partido

Resultados em eleições
(o ano liga à página da eleição)
AnoDesignaçãoTipo de EleiçãoVotos%Mandatos
1980PDC-MIRN/PDP-FNLegislativas23 8190.4%0