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segunda-feira, 7 de maio de 2012

Partido que ganhou as eleições gregas acaba de anunciar que "não tem condições para formar governo". Conservadores e Pasok, os partidos da troika, apostam em eleições antecipadas para agitarem o medo da ingovernabilidade.o










Partido que ganhou as eleições gregas acaba de anunciar que "não tem condições para formar governo". Conservadores e Pasok, os partidos da troika, apostam em eleições antecipadas para agitarem o medo da ingovernabilidade.
De acordo com a Constituição, depois do partido que ficou em primeiro lugar desistir de formar governo, cabe ao segundo partido (Syriza) liderar as conversações por mais três dias e, em caso de impasse, a tarefa será concedida ao Pasok, o terceiro partido mais votado.
Como o sistema eleitoral grego dá um bónus de 50 mandatos ao partido vencedor, nenhuma outra força política terá, objectivamente, condições para constituir uma coligação para governar. Ou seja, sem os conservadores da Nova Democracia, torna-se impossível formar uma maioria absoluta no parlamento grego que suporte um governo alternativo.
Tudo indica que Nova Democracia e Pasok querem de novo eleições, para agitarem o papão da ingovernabilidade. O objectivo é, em coro com a burguesia europeia e os "mercados", pressionarem os gregos a não votarem na Syrisa e, dessa forma, manterem o poder, ficarem com maioria absoluta de deputados e continuarem com a austeridade. Só espero que o tiro lhes saia pela culatra...

O PCP MENTE ?

Estou demorado numa bota roída de um transeunte à porta de um tasco Caxineiro.
O tempo oscila entre o cinzento submarino e cor de burro quando foge.
Choverá.
Atravesso os olhos pela marginal sem atropelar nenhum carro e cheiro a pluviosidade repentina.
Do outro lado da estrada os mesmos gajos de sempre…
A malandragem do PC a distribuir propaganda.
Eu que nem sou dado a estas coisas da politica, (tenho muito ver com o Nobre), acedo num movimento espontâneo em humanizar o gesto militante de um tipo que me entrega um catrapázio escrito a vermelho a lembrar a bandeira do Canadá… (Juro, não era a da União
Soviética).
Pá a campanha não acabou???
Pois pá, são sempre os mesmos…
No tempo que decorre entre uma legislatura até ao acto eleitoral os gajos do PC sempre na rua pá…desgraçados.
Pego no documento e lá vou a passos, de coelho, que me doem os pés de intempéries passadas. Humilho a cabeça num gesto assentido pela chuva em grainha e obrigo-me a ler a cartilha dos camaradas de Lenine e outros que tais bolcheviques.
No cabeçalho, a garrafais, o garboso título de: “Fazer Frente”.
Referem então, (no 1º round), que o governo do PSD-CDS prepara-se, com o apoio do PS para agravar as condições de vida dos trabalhadores e do povo.
Outra vez a cassete, (estes gajos contam sempre a mesma).
Depois com uma propriedade imperial debitam caracteres, (veja-se lá a desfaçatez), com propostas , ou melhor, contrapropostas de confronto e desacordo ao programa do governo, (que se chama FMI).
Ora quando o governo toma medidas para facilitar e embaratecer os despedimentos e cortar nos salários e pensões de reforma, vêm logo os gajos do soviet supremo a gritar: “Aqui del Rei”, que nós o que propomos é os aumentos dos salários e pensões, designadamente do salário mínimo nacional para 500 euros ainda em 2011 mantendo o objectivo de 600 euros em 2013 e o aumento das pensões em 25 euros… (Bom, confesso que é uma boa proposta), pisei uma poça de água.
O Governo (criança ingénua e inocente que nada teve ver com a gestão da legislatura anterior a não ser aprovar-lhes os orçamentos e esperar que o governo PS caísse de podre, fazendo coro nos PEC’s , aplaudindo em sessões parlamentares as mesmas medidas arguidas ao PS detém-se a "abandidar", Sócrates e os seus caciques).
O PSD e o CDS, dizia eu, (coitados), vêem-se obrigados a cortar nas prestações sociais como o abono de família e fundo de desemprego, (mil milhões para o BPN ouvi bem?), a aumentar os preços dos bens alimentares e (elementares digo eu), da energia dos medicamentos das taxas moderadoras, aumentar os impostos (aquele em que o Passos não Mexia (não, não é um trocadilho), (é o IVA), o IMI, o IRS a encerrar serviços públicos desde escolas, centros de saúde, tribunais, privatizar os CTT a TAP a EDP a REN a ANA parte da Caixa Geral de Depósitos e da CP e também o estendal da dona Efigénia que mora no bairro da Troika, tudo isto para melhorar as condições de vida (de alguns) que já usufruem de bens, (de classe), vedados á maioria.
Bem estes tipos do PC, (sabe-se lá se por má vontade ou outra trengada do género), respondem com “Fazer Frente”, sob uma implicante morrinha de Verão, a levar com a chuva na carola. Distribuem um documento que me deram, ( eu já vos disse), que propõe quase em tom acusatório:
O combate à precariedade, designadamente com a conversão dos falsos recibos verdes em contratos de trabalho, a valorização do produto nacional com mais investimento publico, apoio ás PME’s, controlo das importações, quotas obrigatórias de produtos nacionais nas grandes superfícies, preços máximos na energia e no crédito.
Propõe ainda, (a olhar de soslaio), a renegociação da divida publica, prazos, juros, montantes impedindo a delapidação dos recursos nacionais, estratégia já em curso.
Propõem ainda estes cossacos, (encharcados agora até medula), a tributação dos grupos económicos e financeiros, (veja-se lá bem isto), com uma taxa efectiva de IRC de 25% para a banca e impostos sobre as grandes fortunas e a especulação bolsista.
Apresentam também como objectivo a reposição imediata dos apoios cortados designadamente do abono de família, do subsídio de desemprego e das bolsas de estudo, propõem medidas de reforço no serviço nacional de saúde, do ensino público, (gratuito e de qualidade), e de uma segurança social pública e universal.
Rematam com o combate ás privatizações, o fim das parcerias publico privadas e o reforço do sector empresarial do estado.
Depois de um, (ufa), muito grande e com mais parêntesis, afiro de uma condição exposta á chuva e de forma militante por parte de uns tipos, (que são do PC e são sempre os mesmos), que refere a uma forma de estar, de viver e de sentir a politica de forma diferente…A “Fazer Frente”, sempre na rua em campanha pela vida.
Nutro-lhes aquela admiração, (recalcada), de quem sabe que os gajos até têm razão e lutam por um projecto não assente no beneficio pessoal mas sim no proveito da população e dos trabalhadores.
Estou demorado numa bota roída de um transeunte à porta de um tasco Caxineiro.
Atravesso os olhos pela marginal sem atropelar nenhum carro e cheiro a pluviosidade repentina.
Do outro lado da estrada os mesmos gajos de sempre…
Se estes gajos fossem governo o tempo abria pá.
Digo eu que nem sou de politiquices…
O tempo oscila entre o cinzento submarino e cor de burro quando foge.
Choverá.
Guardo a missiva para passar mensagem.
Os gajos…militantemente à chuva.
O PCP mente?
Não creio…
Trabalha.
Serenata à chuva...Vou trocar de sapatos.

FRANÇA E GRÉCIA - QUE LIÇÕES PARA A ESQUERDA




Ressalvadas as profundas diferenças entre a França e a Grécia, os resultados eleitorais registados em ambos os países mostram eleitorados profundamente descontentes com as opções políticas dos seus governantes. Se em França, pela primeira vez desde há muitos anos, um presidente é despedido a meio dos tradicionais dois mandatos, na Grécia a habitual representação parlamentar foi quase por completo estilhaçada.
Quer a vitória de Hollande, ditada numa segunda volta, quer a fragmentação partidária registada na Grécia, demonstram o profundo mal-estar que assola a Europa. Onde todos os governantes em exercício têm sido derrubados nas urnas. Casos da Irlanda, de Portugal, da Espanha e agora da Grécia, sem esquecer a Itália desde há meses governada por um ex-alto funcionário (M. Monti) imposto pela União Europeia. Apenas para referir os que nos são mais próximos geográfica ou culturalmente.
Hollande sim, mas…
A vitória de F. Hollande carrega um importante capital de esperança num futuro melhor. A expectativa de que são possíveis alternativas às políticas exclusivamente centradas na restrição orçamental e na austeridade e que assentem no que se designa genericamente por uma agenda de crescimento e emprego. Por toda a Europa aguardam-se os passos do novo presidente francês, porque ele é o líder do único país europeu com escala comparável à da Alemanha de Merkel.
Mas é uma expectativa que deve ser restrita e sujeita a escrutínio. Os socialistas e os social-democratas que antigamente constituíam a Internacional Socialista foram demasiado conviventes, co-responsáveis mesmo, pelas opções europeias nos trouxeram ao actual estado de coisas. Assistiram passivamente ao absoluto e completo controlo do poder financeiro sobre a economia, a política e a sociedade.
A auspiciosa vitória do “normal” F. Hollande em França – que, se mobilizou a maioria de um eleitorado assustado que vê a França a caminho da decadência, revelou também a rejeição do estilo frenético de one man show de N. Sarkozy – esconde uma potencial alteração de fundo na política francesa. A emergência da direita nacionalista e xenófoba de Marine Le Pen (6,5 milhões de votos na primeira volta) que, nas eleições legislativas do próximo mês de Junho, disputará a liderança da Direita aos sectores agora humilhados nas urnas com a derrota do presidente em exercício.
Disputando-se a eleição num sistema maioritário a duas voltas, veremos como se vai (ou não) a direita clássica (UMP e  outros) entender com os candidatos “marinistas” nas segundas voltas. Farão acordos entre si para impedir uma maioria da esquerda? O sistema eleitoral francês tem garantido a transferência de votos entre os diversos sectores da esquerda e mantido a Front National(que se vai agora travestir em rassemblement bleu marine !!) afastada da assembleia nacional francesa devido à recusa de acordos da direita “clássica”. O partido do clã Le Pen não é já um epifenómeno, é uma realidade política estabelecida na sociedade francesa que carece de respostas à altura. A Esquerda francesa que se cuide.
O aviso grego
Na Grécia a rejeição das opções políticas dos governantes não podia ser mais clara. Uma coligação de partidos de Esquerda quase conseguia ser a mais votada, enquanto a dupla que tem dominado a vida política do país nas últimas décadas se viu reduzida ao seu mais baixo resultado de sempre: a Nova Democracia – 18,86 % e 108 lugares, dos quais 50 de bónus eleitoral e o PASOK – 13,18% e 41 lugares.
Também aqui a extrema direita xenófoba (Alvorada Dourada, 6,97%, 21 lugares) – porventura revestida de um folclorismo que os dirigentes da sua congénere francesa já abandonaram – fez a sua entrada em cena, capitalizando a tradicional rejeição dos emigrantes mesclada com sentimentos de insegurança, que sempre imperam quando o clima económico se degrada.
Apesar do significativo crescimento eleitoral à esquerda dos do PASOK, também na Grécia parece não ter havido capacidade para construir uma alternativa credível de poder pré-eleitoral. Quer a Coligação Syriza (16,77%, 52 lugares), quer o Partido Comunista (8,48%, 26 lugares) aumentaram significativamente as suas votações. Acrescente-se a Esquerda Democrática (DIMAR) – 6,10%, 19 lugares. Uma capacidade reforçada de oposição às políticas de austeridade que se pode constituir como alternativa.
Os resultados gregos devem ainda ser interpretados como a rejeição de um modelo que falhou. O dramático empobrecimento de sociedades que acederam a patamares de bem estar coloca em causa, em primeiro lugar, os protagonistas políticos dessa época e dá acesso a novos actores. Há esquerda como à direita. Mas com um cenário de desemprego e empobrecimento aumenta a perspectiva de soluções menos pacíficas.
Na Natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma (A. de Lavoisier). E as formações partidárias apenas servem as configurações políticas e sociais das suas épocas. E este é um tempo de mudança.

Praça do Bocage

José Mário Branco - Do Que Um Homem É Capaz @ Music Box (2009)


Emídio Rangel condenado a 300 dias de multa e 100 mil euros



Emídio Rangel foi condenado a pagar uma indemnização no valor total de 100 mil eurosEmídio Rangel foi condenado a pagar uma indemnização no valor total de 100 mil euros (Foto: Daniel Rocha)
 Emídio Rangel foi condenado a 300 dias de multa e a 100 mil euros de indeminizações.

Metade do valor será para a Associação Sindical dos Juízes e 50 mil euros serão para o Sindicato dos Magistrados do Ministério Público.

A leitura da sentença do caso em que o antigo jornalista Emídio Rangel é acusado de difamação, por acusar juízes e magistrados do Ministério Público de violarem o segredo de justiça, decorreu esta tarde, em Lisboa.

Nas alegações finais do julgamento, o Ministério Público pediu a condenação de Emidio Rangel por difamação, sem especificar a pena, a propósito das declarações que fez numa comissão parlamentar onde acusou juízes e magistrados de violarem o segredo de justiça.

Durante as alegações finais, o antigo director da SIC e da RTP ouviu ainda a advogada da Associação Sindical dos Juízes Portugueses, Raquel Alves, pedir uma indemnização “nunca inferior a 50 mil euros”.

Ouvido a 6 de Abril de 2010 na Comissão Parlamentar de Ética, por proposta do PS, Rangel disse que “a Associação Sindical dos Juízes e o Sindicato dos Magistrados do Ministério Público entraram na onda de descredibilização do jornalismo e obtêm processos para os jornalistas publicarem, trocam esses documentos nos cafés, às escâncaras”.

Tais declarações constituem, segundo a procuradora no julgamento, um “crime de difamação agravado”, “atentatório do bom nome e da credibilidade das associações” sindicais das magistraturas.

Emídio Rangel alegou que mantém o que afirmou no Parlamento, acrescentando que continua a “ser a realidade”.

“Quanto mais o tempo passa, mais convicto estou”, reforçou, justificando que falou perante os deputados com “inteira convicção” e “em nome da liberdade de opinião e de expressão” que disse sempre ter exercido ao longo da sua carreira.

A sua advogada, Isabel Duarte, disse que o antigo jornalista “expressou uma opinião fazendo um juízo de valor” e defendeu que “ninguém é inocente em relação à hipocrisia com que se trata o segredo de justiça em Portugal” e que as suas declarações “não causaram dano a qualquer nível” aos dirigentes daquelas organizações.

O advogado que representa o SMMP José António Barreiros pediu justiça, mas reforçou que “a ideia que passou para a opinião pública” das palavras de Emídio Rangel foi a de que “o Sindicato é uma associação criminosa”, cujos dirigentes andariam a entregar, “às escâncaras”, a jornalistas informações e cópias de processos judiciais em segredo de justiça, violando a lei a que estão vinculados.

“Ficou claro que não se tratou de descuido nem de inocência”, sustentou Barreiros, considerando que “foi um acto pensado”.
Publico

Praias algarvias a votos nas 7 Maravilhas


O Algarve entra na corrida às "7 Maravilhas – Praias de Portugal" com três areais inscritos na lista final divulgada ontem pela organização. A praia da Arrifana, a de Odeceixe e a da ilha de Tavira são as candidatas algarvias em duas categorias balneares a concurso. A votação já começou mas os resultados só serão anunciados no dia 08 de setembro.

No Algarve ficam três das praias-maravilha do país, de acordo com os votos do painel de 21 figuras públicas que decidiram quais os areais finalistas.

"De todas as concorrentes que apresentámos foram escolhidas apenas três praias. É agora nelas que temos de concentrar a nossa atenção e, sobretudo, de votar", diz o presidente do Turismo do Algarve, António Pina, sensibilizando os portugueses para o facto de a região ser a mais procurada para as férias de verão, sobretudo pelas suas praias únicas.

 


A praia da Arrifana concorre na categoria de "Arribas" e está situada na pequena povoação piscatória com o mesmo nome, em Aljezur. Protegida por altas arribas xistosas numa zona de elevada importância ecológica e de rara beleza natural, esta praia forma uma espécie de pequena baía.

Na mesma categoria insere-se a praia de Odeceixe, em Aljezur, conhecida por conter uma praia fluvial, visto ser limitada a nascente e a norte pela ribeira de Seixe. Permite assim banhos de mar e de rio, uma característica muito apetecível para as crianças.

Já a ilha de Tavira surge nomeada na categoria de "Dunas". Com uma extensão de cerca de 11 quilómetros, ela acolhe a praia da ilha de Tavira, localizada junto à barra do Cochicho. O acesso faz-se de barco a partir do cais das Quatro Águas, em Tavira, e há até quem prefira ir a nado até esta ilha equipada com um parque de campismo.


A votação pública nas praias algarvias pode ser feita até ao dia 07 de setembro através de SMS, Internet (no sítio www.7maravilhas.pt), Facebook e chamada telefónica. O vencedor de cada uma das sete categorias será conhecido no dia 08 de setembro durante uma gala que terá transmissão em direto na RTP1.

VIDA, LUTA E MORTE DO GUERRILHEIRO ARGENTINO, ERNESTO CHE GUEVARA - 3ª PARTE


Fotos mostram a agonia de Che Guevara 


Descobertas recentemente, as fotos da agonia do guerrilheiro argentino Ernesto Che Guevara, ícone mundial da esquerda e um dos líderes da Revolução Cubana, recompõem os seus últimos momentos no interior da Bolívia. Na foto mais conhecida até hoje, ele já estava morto.


Foto mostra Che Guevara logo após sua captura.
O material chegou em um envelope anônimo às mãos do escritor argentino Pacho O'Donnell, ex-secretário da Cultura da Argentina e autor de uma conhecida biografia do Che. Foram publicadas primeiramente em fevereiro no jornal argentino "Clarín", e na semana passada, acompanhados de um ensaio assinado pelo próprio O'Donnell, publicadas na revista semanal "Noticias".

"Imagino quem me mandou, mas não posso dizer. Até hoje em La Higuera [Bolívia] há muito medo de falar sobre isso", disse à Folha. Segundo ele, as fotos foram publicadas num livro de pouca circulação escrito por Federico Arana Serrudo, que era, em outubro de 1967, chefe da inteligência militar do Estado-Maior boliviano.

"O texto era uma defesa dos militares que mataram Che, por isso não teve maior repercussão", especula. Ele não procurou o militar boliviano nem sabe se está vivo. "Como todos os militares envolvidos na época, deve ter quase 80 anos hoje." Quem tirou as fotos, sustenta ele, foi o piloto do helicóptero que levou Che.

Foto histórica

O'Donnell afirma que uma das fotos, a que ele aparece logo depois de receber os disparos, acaba com a controvérsia sobre a morte do Che. "Ele não morreu em confronto, foi assassinado", explica.

Fotos "Notícias"
Che Guevara após ser morto. 
"A foto em que Che olha para cima tem toda sua mística. Ele sabe que vai morrer, mas não há rancor nem ódio. Há serenidade. Essa foto não deve nada às duas que construíram a imagem do mito --a que está espalhada em camisetas pelo mundo e a dele morto. Essa se junta a elas agora."
O'Donnell fez dezenas de entrevistas com pessoas que conheceram o guerrilheiro, até sua babá. Conta que, na região onde morreu, na Bolívia, que ele visitou para escrever a biografia, há uma espécie de culto a Che.

O escritor acredita que o fato de essas fotos terem ficado guardadas por quase 40 anos demonstra o quanto o personagem Che ainda está presente.

Che pouco estudado

Na Argentina, não houve uma grande repercussão com a publicação das fotos da agonia do Che. "Ao contrário do que muitos podem esperar, o Che ainda não é um herói nacional na Argentina", diz o diretor do Primeiro Museu Histórico Che Guevara, de Buenos Aires, Eladio González.
"Ele não é estudado nos livros didáticos. Só aparece nas campanhas eleitorais, nas camisetas dos jovens ou nas bandeiras das torcidas de futebol. De resto, ele é um personagem esquecido e pouco estudado no país."

Na Bolívia, o governo do presidente Evo Morales engavetou um projeto de lei que blindaria militares bolivianos que participaram da execução do Che, em 1967.

O projeto chegou a ser aprovado pelo Congresso boliviano, mas não foi sancionado pelo então presidente Eduardo Rodríguez, que transmitiu o poder a Morales no final de janeiro. Morales é um admirador declarado do guerrilheiro argentino.

Pela proposta, os militares seriam declarados eméritos e não poderiam ser afastados de suas funções. O projeto teria, porém, alcance limitado, já que a maioria dos militares que participaram da ação morreu ou passou para a reserva.

Bibliografia para conhecer mais sobre Che Guevara
Reprodução da capa de Che: uma biografiaChe Guevara: Uma Biografia, Jon Lee Anderson, Editora Objetiva, 924 páginas
De Moto Pela América do Sul, Diário de Viagem, Che Guevara, Editora Sá, 190 páginas
Congo Passagens da Guerra Revolucionária, Che Guevara, Editora Record, 294 páginas
Outra Vez, Che Guevara, Editora, Ediouro, 236 páginas
Política Che Guevara, Eder Sader, Editora Expressão Popular, 301 páginas
O Diário do Che na Bolívia, Che Guevara, Editora Record, 238 páginas
Socialismo e Juventude: Textos e Fotos, Che Guevara, Editora Anita Garibaldi, 124 páginas
O Socialismo Humanista, Che Guevara, Editora Vozes, 105 páginas
Sem Perder a Ternura – Che Guevara, Editora Record, 126 páginas
Cartas a Che Guevara – Emir Sader, Editora Paz e Terra S/A, 88 páginas
Che Guevara e o Debate Econômico em Cuba, Luiz Bernardo Pericas, Editora Xamã, 240 páginas
Quem Matou Che Guevara, Saulo Gomes, Editora Elevação, 224 páginas
O Ministro Che Guevara, Tirso Saez, Editora Garamond, 288 páginas
O Jovem Che Guevara, Roniwal T. Jatoba, Editora Nova Alexandria, 160 páginas
Filme
Diários de Motocicleta, Walter Salles,118 min

Che Guevara: homem, companheiro e amigo 


VÍDEO CHE GUEVARA NO CONGO - UMA TENTATIVA DE REVOLUÇÃO FRUSTRADA - OS DIRIGENTES AFRICANOS ERAM CORRUPTOS NÃO TINHAM DISCIPLINA REVOLUCIONÁRIA



Pequeno extracto de uma carta de Che a Fidel onde fala de Kabila,  (líder dos rebeldes Congoleses e onde che mostra as suas reservas)

As dissensões entre Kabila [então segundo vice-presidente do Conselho Supremo da Revolução e chefe da frente oriental, onde Guevara foi] e Soumialot estão se tornando mais sérias o tempo todo, e são usadas ​​como pretexto para manter cidades entregues sem lutar. Eu sei de Kabila bem o suficiente para não ter ilusões sobre ele. Eu não posso dizer o mesmo sobre Soumialot. Kabila e os seus ataques freqüentes de embriaguez em Dar es Salaam, onde ele vive nos melhores hotéis, e do tipo de pessoas que ele tem como aliados aqui contra o outro grupo


Na entrada final de uma série de quatro partes sobre a República Democrática do Congo, a BBC assuntos mundiais correspondente Mark Doyle segue os passos do revolucionário Che Guevara em Uvira, no sudeste do país.
Che Guevara
Che não se impressionou com o Congo revolucionários
Em 1965, com o mundo em pé de guerra tensa Fria, 'Che' o revolucionário latino-americano Ernesto Guevara veio aqui para tentar provocar uma revolução de esquerda.
Che teve como objetivo opor-se contra o que chamou de "imperialistas ianques" que ele viu como backing compatíveis pró-ocidentais candidatos pelo poder na República Democrática do Congo.
Kabila encontro
Entre Che pretensos aliados do Congo foi a então com 26 anos, Laurent Kabila, que ele conheceu no Baraka Fizi montanhas, agora subindo acima de mim a partir da planície do rio Ruzizi que deságua no lago Tanganica na cidade de Uvira.
As pessoas em Uvira se banhar no rio
Apesar da impressão de calma, os moradores temem que a guerra poderia ser ao virar da esquina
Laurent Kabila acabou por chegar ao poder, em 1997. Mas a revolução que ele dirigia estava longe de ser de esquerda.
Ele derrubou o doente Presidente Mobutu Sese Seko após a formação de uma aliança tática com a vizinha Ruanda.
Ruanda queria Mobutu deposto porque ele tinha hospedado o derrotado exército hutu que havia orquestrado o genocídio dos tutsis e opositores do governo em outros o genocídio ruandês de 1994.
Che diários
Mas Ruanda viveu a lamentar a sua escolha de Kabila como um aliado na invasão de 1996 da RD Congo.
Ele se virou contra eles após a chegada ao poder em 1997, um interruptor que reacendeu a guerra na RD Congo, Ruanda atacou de novo - não com Kabila neste momento, mas contra ele.
Recentemente publicados Che diários pessoais deixam claro que ele não se impressionou com Kabila.
Talvez, se os ruandeses e os seus conselheiros americanos tinham melhor inteligência a partir do período da Guerra Fria, não teria feito um erro tão caro.
Desastre
Estada de Che Guevara de sete meses no Baraka Fizi montanhas era, como ele próprio admite, um "completo desastre".
Crianças em idade escolar e Mark Doyle Kamanyola
Kamanyola moradores temem guerra a qualquer momento
O coronel mercenário "Mad Mike" Hoare, que tinha sido contratado pelo governo norte-americano influenciou em Kinshasa, espremendo a pequena força de Che de Cuba em uma área cada vez menor até que ele teve de escapar de volta através do lago Tanganica para o território amigável de revolucionário na Tanzânia .


EXTRACTO DA NET SOBRE A PRESENÇA DE CHE NA ÁFRICA E RELAÇÕES DE CHE E FIDEL COM A FRELIMO

Pouco depois da luta armada se ter iniciado, Che Guevara fez uma viagem de 3 meses a África (chegou em Dezembro de 1964 a Dar es Salaam) assinalando o interesse de Havana pela luta que se desenvolvia no continente, sobretudo no Zaire. Em Fevereiro de 1965, Guevara visitou os escritórios da Frelimo, onde teve um encontro com Eduardo Mondlane. Este encontro foi tempestuoso. Segundo Gleijeses [Piero Gleijeses, Conflicting Missions: Havana, Washington anda Africa, 1959-1976, Chapel Hill, Univ. South Carolina Press, 2002], Fidel Castro ainda recordava isso doze anos mais tarde, altura em que, num encontro com Erich Honecker, presidente da Alemanha Democrática, afirmou: “Os diferendos que nós tivemos com a Frelimo remontam ao tempo quando [...] Che Guevara se encontrou com Eduardo Mondlane. A irritação de Mondlane perante a insistência de Che Guevara de que a Frelimo devia enviar os seus guerrilheiros para serem treinados no Zaire conduziu a um choque pessoal entre ambos.” Um outro aspecto que originou este choque relacionou-se com o exagero da Frelimo em relação às suas proezas militares (uma tentação que Fidel Castro evitou durante a guerra com Baptista) e perante as quais Che, que não era um bom diplomata, expressou o seu cepticismo, mas fê-lo de uma forma que ofendeu profundamente Mondlane. A conversa adquiriu um tom áspero que os dividiu.* Embora Cuba considerasse a Frelimo como um dos movimentos de guerrilha mais fortes de África, a quem desejava dar maior apoio, este primeiro encontro deixou marcas que nunca foram ultrapassadas totalmente durante a luta, tendo permanecido o mau sentimento gerado pelo encontro, “no qual o Che considerou Mondlane pouco digno de confiança, e Mondlane considerou Che irreverente e desrespeitoso”. Apesar disso, Cuba ofereceu-se para enviar instrutores para os campos da Frelimo na Tanzânia, ou directamente para Moçambique, oferta essa que a Frelimo recusou por ser seu princípio enviar guerrilheiros para treino no exterior, em vários países, incluindo Cuba, sendo os chineses os únicos instrutores estrangeiros que a Frelimo permitiu na Tanzânia. Mas Cuba apoiou a Frelimo, não só treinando alguns dos seus quadros mas também fornecendo armamento, alimentação e uniformes.
*Esta versão é confirmado por Marcelino dos Santos que participou no encontro (era então Vice-Presidente da Frelimo) e que refere terem surgido pontos de vista diferentes relacionados com a preparação da guerra e o seu desenvolvimento.”

ALGUMAS FOTOS 



 CASA ONDE NASCEU
 COM SIMONE BEAUVOIR E JEAN PAUL SATRE
 COM RAUL CASTRO






O FILME

Ernesto Guevara de la Serna é o "Che" de Steven Soderbergh


O "O", o filme estreou no Festival de Cannes quer esclarecer muitos mitos e dar verdade a um vazio das figuras históricas mais interessantes do século passado. A interpretação de Benicio del Toro é tão intensa e autêntica (não surpreendentemente ganhou a Palma de Ouro de Melhor Ator) como a fascinar e atrair até os mais cépticos. 

Quatro horas e meia de filmes, e não um grave épica épico sobre os últimos turbulentos 12 anos de vida e atividades políticas de Che Guevaraque 14 de junho teria completado 80. Na coletiva, porém, é e sempre será, o jovem na fotografia tirada por Alberto Korda em Havana 05 de março de 1960 em que seu belo rosto podia expressar coragem, força moral e energia positiva. Heróis são todos jovens e bonitos , disse Guccini, e de expressão nunca foi mais sensível para o ícone que Che foi transformado por mais de uma geração. 

O filme é dividido por duas partes autônomas que serão propostas em separado para o público em geral. A primeira, O Argentino , tem como que a localização do centro durante os anos de luta que terminou com a entrada de Santa Clara e do "triunfo da Revolução" em Cuba vemos Ernesto Guevara, Fidel Castro, Raúl Castro guerrilheiros da Sierra Maestra e os muitos que estão lutando contra a ditadura estabelecido para Cuba a partir de Fulgencio Batista, o esforço, a coragem, os altos e baixos, dificuldades, relacionamento e apoio da população cubana. Uma história épica, com repercussões que se alterna com imagens da presença de Che nos Estados Unidos quando, em 1964, fez um discurso memorável à Assembléia Geral das Nações Unidas e concedeu entrevistas para a televisão americana.



A segunda parte, Guerrilla , começa com a renúncia por parte do escritório político de Guevara em Cuba e com a leitura por carta Fidel Castro Che de despedida que vai para o Congo e depois na Bolívia. Ele também destaca as muitas dificuldades enfrentadas pelos Che e os cubanos tentando iniciar um processo de rivolucionario nesses países. Em seguida, ele se concentra no período da vida passou por Che na Bolívia, que terminou com sua morte em 1967. 

Ele sempre escolheu o caminho mais difícil ", disse o diretor que não faz segredo de ser submetido ao grande apelo desta figura que está empenhada em transformar " uma T-shirt em História ", cansado de tão pouco conhecimento dos processos históricos por parte de muitos jovens usando camisetas ou comprar aparelhos com a imagem de Che.


Benicio del Toro em sua interpretação straordinariai também teve que fazer um trabalho sobre o seu sotaque,gradualmente mudando o foco da Argentina a Cubanão foi fácil, mas Benicio foi seriamente engajado nessa frente, porque o diretor considerou uma prioridade para manter o espanhol como uma linguagem na qual o filme foi rodado e, eventualmente, jogar os vários sotaques nacionais. Del Toro tem sido capaz de mergulhar muito bem no papel de Ch e escolhendo a "suavizar" o caráter, sdrammatizzandolo (como faz o filme inteiro) e torná-lo sabendo um herói da afável, engraçado, solitário, sem presunção ou velleitarismi, atitude que responde perfeitamente à famosa frase do guerrilheiro que indicaram a necessidade de usar, se necessário pela força, mas "sem perder a ternura." 

Camilo Guevara , o filho mais velho de Che Eles apreciam muito como ator Benicio del Toro, mesmo sem ter visto o filme (que foi concluída poucas horas antes da exibição no festival) deu seu total apoio ao ator e famosa vitória no Festival de Cannes, enviou-lhe os parabéns e também observou que muitos governos de esquerda que estão surgindo na América Latina é uma espécie de homenagem à figura de seu pai.

Finalmente, lembre-se que a colaboração entre Steven Soderbergh e Benicio del Toro já ganhou prêmios de prestígio no tráfego filme em 2001, a saber: 
Melhor Diretor do Oscar Steven Soderbergh 
Oscar de Melhor Ator Coadjuvante Benicio Del Toro, 
Melhor Roteiro Adaptado Oscar Stephen Gaghan 
Melhor Edição Stephen Mirrione Oscar, 
Globo de Ouro de Melhor Roteiro Stephen Gaghan 
Melhor Ator Coadjuvante Globo de Ouro Benicio Del Toro 
Urso de Prata - Festival de Berlim de Melhor Ator Benicio Del Toro 




Elenco Artístico 


Ernesto "Che" Guevara - Benicio del Toro 
Tamara Bunke - 
Franka Potente 
Fidel Castro - 
Javier Bardem 
Camilo Cienfuegos - 
Benjamin Bratt 
Alejandro - 
Yul Vazquez 
Miguel - 
Rene Lavan 





HISTÓRIA DE CUBA DESDE A INVASÃO DA BAÍA DOS PORCOS





Em 01 de janeiro de 1959, Che Guevara lidera tropas em Santa Clara, Havana é tomado por trabalhadores revolucionários, enquanto Fidel Castro leva soldados em Santiago de Cuba, aproveitando a Moncada Barracks Exército sem disparar um tiro - todos os 5.000 soldados de ocupação render-se ao movimento revolucionário . General Fulgêncio Batista, um homem que havia assassinado mais de 20.000 operários e camponeses, foge de Cuba, levando os seus apoiantes para Miami Flordia, enquanto cubanos presos e deportados por Batista são bem-vindos de volta para casa. A construção começa em um novo estado cubano - sem qualquer expressão do socialismo - mas com um forte programa para o estabelecimento de melhores trabalhadores e os direitos dos camponeses, a reforma agrária particular. Cuba imediatamente estabelece relações diplomáticas com os Estados Unidos, os EUA está em conformidade dias depois, em 07 de janeiro de 1959. Congresso dos EUA atacar o recém-formado governo de Cuba para tentar e execução de criminosos de guerra que ordenaram o assassinato de 10 ou mais pessoas durante a guerra. Dois representantes dos EUA viagens (Porter e Powell) para Cuba e assumir a defesa do processo de julgamento público cubano e execuções de criminosos de guerra.
Em 21 de janeiro, falando a um grupo de mais de um milhão de trabalhadores e camponeses, Castro condena a política dos EUA de apoio financeiro e de não interferência política com Batista e todas as ditaduras contrário da América Latina, enquanto que agora a atacar a revolução cubana recém-nascido. Castro explica que os EUA já começou "Uma campanha contra o povo de Cuba, porque queremos ser livres e não apenas politicamente, mas economicamente bem. Uma campanha contra o povo de Cuba, porque eles se tornaram um exemplo perigoso para toda a América. Uma campanha contra o povo de Cuba, porque eles sabem que vamos chamar para o cancelamento das concessões onerosas que foram feitas para os monopólios estrangeiros, porque eles sabem que as taxas de elétrica vão ser baixado aqui, porque eles sabem que todas as concessões onerosas feitas pela ditadura vão ser revistos e cancelada ". Castro: Quando a regra de pessoas (21 de janeiro de 1959)
   
Em 2 de fevereiro de 1959, um cidadão dos EUA, Allen Mayer, está preso em uma tentativa de assassinar Fidel Castro.Em 7 de fevereiro, a Constituição cubana República retoma de Cuba de 1940 (que havia sido descartada pelo general Batista após o golpe militar em 1952). No dia 13, Fidel Castro torna-se o primeiro-ministro depois de José Miró Cardona demite-se.
Em 3 de março, o governo cubano nacionaliza a companhia telefônica de Cuba, uma filial da ITT, e reduz drasticamente suas taxas de telefone enormes. Dois dias depois, o ex-presidente Ramón Grau San Martin pede a militares dos EUA deixe de ocupação de Cuba no (116 km ²) Guantanomo enorme base naval. O governo dos EUA se recusa a deixar sua base militar em Cuba, mas Cuba escreve um cheque à força "arrendar" a terra por US $ 2.000 por ano. O governo cubano nunca foi descontado um único desses controlos. Durante todo o resto do mês, o preço de medicina em Cuba é drasticamente reduzida, enquanto a Lei de Reforma Urbana reduz todas as rendas de 30 a 50 por cento . Em 26 de março, outra trama de assassinato contra Fidel Castro é descoberto, planejado por Ernesto De la Fe (Ministro Batista da Informação) e Masferre Rolando (Autêntico senador), que liderou seu exército privado para combater a guerrilha cubana, em 1958; fugindo Cuba até o final do ano para a Flórida.
Em 15-26 abril de 1959, o primeiro-ministro Fidel Castro viaja para os Estados Unidos em nome da nova República de Cuba, buscando atender com presidente dos EUA, Eisenhower, mas é recusado, e autoriza-se apenas uma reunião com o vice-presidente, Richard M. Nixon. Após a reunião, Nixon relata a Eisenhower que, enquanto Fidel Castro pode negá-lo, ele é um comunista, dizendo coisas como "a democracia é mais do que apenas uma palavra", que não pode haver democracia onde não há desemprego, fome e injustiça. Nas Nações Unidas, Castro explica que Cuba terá uma posição independente. Ao 02 de maio, com o incentivo por senadores liberais ea maioria do público dos EUA, que vê a revolução cubana como um passo positivo, os Estados Unidos assina um Ponto Quatro acordo com Cuba oferecendo cooperação técnica no desenvolvimento do programa cubano de reforma agrária.
Em 17 de maio de 1959, o governo cubano decreta a Lei de Reforma Agrária: a distribuição de todas as terras agrícolas mais de 1.000 hectares para camponeses sem terra e trabalhadores, e que proíbe a propriedade estrangeira de terra - que era proprietária de 75 por cento das terras mais férteis de Cuba. O governo cubano compra todas as terras de propriedade estrangeira, com 20 anos de títulos a prazo fixo do governo o pagamento de uma taxa de juros anual de 4,5 por cento (maior do que a maioria dos norte-americanos as taxas dos títulos do governo na época). Mais de 200.000 famílias terra cubana própria pela primeira vez em suas vidas como resultado da reforma. Castro: Na promulgação da Lei Agrária (17 de maio de 1959)
   
Oposição em os EUA cresce como resultado, e em 5 de junho, o senador George Smathers (Democrata da Flórida) propõe uma emenda para reduzir a quota de açúcar cubano. Seis dias depois, o governo dos EUA protesta oficialmente os termos de compensação dada às empresas norte-americanas para a terra que haviam ocupado de Cuba. Proprietários dos EUA objeto que a compensação está sendo concedido de acordo com as taxas de avaliação fiscais, explicando que essas taxas não foram ajustados para 30 ou 40 anos, e, portanto, não representam o valor atual da terra. Durante décadas, este tinha sido de grande vantagem para os proprietários estrangeiros - que não têm taxas de imposto atualizados significou o pagamento de impostos em termos de valores de 30 ou 40 anos de idade, ou seja, taxas cada vez menores a cada ano que passa. Apesar disso, o governo de Cuba negocia com proprietários de terras estrangeiras e chega a acordos com proprietários na Grã-Bretanha, Canadá, França, Itália, México, Espanha e Suécia. Proprietários norte-americanos se recusam a sitdown para quaisquer negociações.
Em julho de 1959, a CIA coloca um contrato sobre a vida de Fidel Castro, com a ordem que ele seja morto dentro de um ano. Enquanto Castro está ciente do assassinato sendo orquestrada dos Estados Unidos, ele não faz nem represálias plano tentativa, mas continua a tentar encontrar a paz entre Cuba e Estados Unidos. Em Julho, 16, o presidente Urrutia se demite e Osvaldo Dorticós Torrado torna-se presidente .
Em agosto de 10, a mando do ditador dominicano Rafael Trujillo e Batista Geral, República Dominicana rádio transmite contra-revolucionárias exigências para o povo cubano que derrubar o seu governo através do uso de incêndio criminoso e assassinato em massa. A tentativa contra-revolucionária miseravelmente falha nos ouvidos de todos os cubanos que ouve dele, com um último esforço na final 13, quando um dominicano C-47 terras em Cuba com armas e munições é apreendido, trazendo a tentativa fraco para uma completa parar. Em 20 de agosto, a fim de ajudar a dar energia para mais casas em todo Cuba ( muitos cubanos nunca tinha visto até mesmo uma lâmpada ), taxas de vendas do "Electric Company cubano" monopólio (de propriedade da Companhia de Energia americano Estrangeira) são reduzidos em 30 por cento, para tornar a electricidade mais acessível.
Através de 11-21 outubro, três incursões secretas de militares norte-americanas de aviões com bombas usinas de açúcar cubano em Pinar del Rio e as províncias de Camagüey. Cuba começa esforços para adquirir aviões para sua defesa, olhando primeiro para a Inglaterra, que concorda em entrar em negociações para as vendas. Grã-Bretanha rapidamente retira das negociações depois que os EUA aprende deles e aconselha a Grã-Bretanha contrário. Em 21 de outubro, um ataque de aeronaves em Havana mata duas pessoas e fere 45 civis nas ruas. No dia seguinte, na província de Las Villas, um aviões militares dos EUA strafes um trem cheio de passageiros. Em resposta, os cubanos formar uma milícia popular.Em 25 de outubro, Camilo Cienfuego, líder do exército revolucionário cubano, é tragicamente perdida em um acidente de avião misterioso.

Em janeiro de 1960 , Cuba expropria 70.000 hectares de terras realizada por empresas de açúcar dos EUA, que se recusaram a vender a terra a qualquer preço, em uma tentativa de compensar a quota reduzida que está prejudicando a economia do país. Essa terra inclui 35.000 hectares na posse da poderosa United Fruit Co., que tinha atingido mais de 270.000 acres de terra cubana no momento.
Em 12 de janeiro, os protestos do governo dos EUA chegam na forma de bombardeiros militares dos EUA camuflados como avião cubano contra-revolucionário. Os bombardeiros queda de bombas de napalm em refinarias de petróleo e os campos de cana de açúcar de Cuba, a queima de 10 toneladas de cana-de-açúcar na província de Havana. No dia 21, quatro títulos são 100 quilos caiu em Havana, causando danos extensos. No dia 28 pela, EUA 29 bomba de aeronaves militares e severamente destruir cinco campos de cana de açúcar na província de Camaguey e três na província de Oriente. Castro explica os bombardeios em uma entrevista (20 de janeiro de 1960)
   
Enquanto isso, a maioria da população dos EUA é ainda no amor com os revolucionários cubanos, e sua luta heróica.Tanto Castro e Guevara são vistos como combatentes da liberdade românticos que batem as probabilidades impensáveis ​​para estabelecer a liberdade. As pessoas dos EUA ignoram completamente a guerra secreta de seu governo está travando contra os cubanos, eo governo dos EUA em silêncio começa uma campanha de propaganda para transformar as opiniões dos trabalhadores norte-americanas em sua cabeça.
Em 7 de fevereiro de 1960, outro ataque aéreo por aviões militares dos EUA secreta queima 30 toneladas de cana-de-açúcar e vários engenhos de açúcar em Camaguey, como operações de sabotagem da produção do açúcar e do terrorismo em áreas urbanas continuam. No dia 13 de fevereiro, o governo cubano, encontra uma nação não se deixa intimidar por ameaças econômicas dos Estados Unidos e bloqueando, uma nação que ajudaria a Cuba recuperar da perda extensa da vida, e os danos econômicos causados ​​pelos bombardeios norte-americanos e terrorismo. Vice-Primeiro-ministro soviético Anastas Mikoyan eo primeiro-ministro Fidel Castro assinar um acordo comercial em que a União Soviética se compromete a adquirir 5 milhões de toneladas de açúcar ao longo de um período de cinco anos. A União Soviética concorda em exportar para Cuba petróleo bruto e produtos petrolíferos, bem como de trigo, ferro, fertilizantes e máquinas. Eles também fornecem Cuba com um empréstimo de US $ 100 milhões em 2,5 por cento de juros. Enquanto isso, em 18 de fevereiro, o piloto EUA Robert Ellis Frost é morto quando seu avião foi abatido quando atacava uma usina de açúcar na província de Matanzas. No dia 23, vários outros ataques aéreos são lançados contra usinas de açúcar em Las Villas e províncias de Matanzas. O governo cubano se estende aos Estados Unidos para as negociações de paz no dia 29, com a condição de que os Estados Unidos deixam as campanhas de bombardeamento que os EUA continuam a negar publicamente e em particular durante as negociações. EUA Secretário de Estado John Foster Dulles (um acionista e conselheiro legal de longa data para a United Fruit Company, cujas terras haviam sido comprado como um resultado da Lei de Reforma Agrária), recusa todas as tentativas de negociar a paz.
Em março, um empréstimo de US $ 100 milhões, previsto para ser concedido a Cuba por parte dos bancos da Europa Ocidental, é cancelado em resposta às ameaças dos Estados Unidos. Em 4 de março, o Coubre , um cargueiro francês carregado com armas e munições belgas, é explodido por um atentado terrorista no porto de Havana, matando mais de cem trabalhadores. Em 8 de março, um ataque aéreo queima mais cana em Pinar del Rio. Em 17 de março de 1960, o presidente Eisenhower aprova um plano de acção encoberta ativamente derrubar a República de Cuba, guiado pela CIA (o diretor da CIA, Allen Dulles, é o irmão do Secretário de Estado, John Foster Dulles. Allen também tem laços com a United Fruit Company - era uma vez o presidente da empresa). O plano começa com a criação de uma força militar, com o objetivo de invadir e derrubar o governo cubano. Entretanto, o plano prevê guerra econômica completa: a rescisão de todo o comércio de açúcar com Cuba, o fim de todas as entregas de petróleo para Cuba, instruindo todas as empresas americanas em Cuba para se recusar a cooperar com o Governo cubano. Enquanto isso, uma continuação do embargo de armas através de todos os meios necessários ea campanha de terrorismo vai continuar.
Embora o plano de invasão dos EUA é ultra-secreto, em abril de chanceler Raul Roa Garcia descobre que as tropas estão sendo treinados pelos Estados Unidos na Guatemala para invadir Cuba. O governo da Guatemala (que tinha sido colocado no poder pela CIA em junho de 1954, após a CIA derruba o governo eleito de Jacobo Arbenz Guzman, que era um socialista com um plano para nacionalizar grande parte das terras do país, incluindo vastas áreas de propriedade da United Fruit Company) encontra-se sobre o seu envolvimento e rompe todas as relações diplomáticas com Cuba. Em 4 de abril, Cuba prepara um plano para exporpriate toda a terra cubana realizada pela empresa United Fruit, enquanto no mesmo dia um avião militar dos EUA que voam a partir da base naval dos EUA em Guantánamo cai bombas de napalm na província de Oriente.
Em 7 de maio de 1960, Cuba estabelece relações diplomáticas normais com a União Soviética, que havia sido cortada depois do golpe de General Batista, em 1952. Em 17 de maio, a CIA cria Rádio Swan, na Flórida, com a ajuda dos leais a Batista, uma estação de rádio difusão de propaganda dos EUA para o povo cubano a se levantar e derrubar o seu próprio governo.
Em 07 de junho, quando o primeiro carregamento de petróleo vendido Soviética chega, ele encontra não só que cadarefinaria de petróleo em Cuba é de propriedade das empresas dos EUA Esso, Texaco e Shell britânica, mas que as empresas estão unilateralmente ordenado pelo governo dos EUA para recusarem a refinar petróleo soviético, enquanto ao mesmo tempo, todo o petróleo vendido a Cuba EUA é encerrada. Este ato completamente paralisa a economia cubana, incapaz de gerar energia. Em 27 de junho, o Congresso dos EUA começa a empurrar através de uma Lei do Açúcar alterada, o que chama de eliminar cota açucareira de Cuba no todo. Tomando a única opção para evitar a catástrofe, Cuba nacionaliza refinarias de petróleo da Texaco em 29 de junho, e as refinarias Esso e Shell de petróleo em 1 de julho.
Em 3 de julho de 1960, os Estados Unidos suspende açúcar comércio com Cuba através da Lei do Açúcar, cortando mais de 80 por cento das exportações cubanas para os Estados Unidos, uma vez mais incapacitante da economia cubana.Em 5 de julho, Cuba tenta se recuperar de mais um golpe impressionante econômica, nacionalizando todas as empresas americanas e propriedade comercial. No dia seguinte o presidente Eisenhower cancela as 700.000 toneladas de açúcar restantes em cota de Cuba em 1960, e ameaça que a ação militar contra Cuba é iminente. Em 8 de julho, a União Soviética anuncia que vai comprar as 700.000 toneladas de açúcar por corte os EUA, enquanto o premiê soviético Nikita Khrushchev, explica que a União Soviética irá proteger Cuba de uma força de invasão dos EUA. Na Assembléia Geral da ONU, Cuba responde que, em caso de uma invasão dos EUA, Cuba "não poderia ter outro curso do que aceitar essa assistência, com gratidão." Em 23 de julho, a China se compromete a comprar 500.000 toneladas de açúcar de Cuba anualmente por cinco anos, ao preço de mercado mundial. Castro, em frente agressão dos EUA (09 de julho de 1960)
   
Em 8 de agosto de 1960, Cuba nacionaliza todas as restantes industrial dos EUA e terrenos detidos agrária em Cuba.Uma semana depois, em 16 de agosto, a CIA, sem sucesso, lança mais uma tentativa de assassinar Fidel Castro. Nesta tentativa, os membros da máfia EUA são recrutados para matar Castro para a CIA. Em setembro, John Roselli é recrutado pela CIA, que por sua vez recruta chefe da máfia de Chicago Momo Salvatore Giancana e Santo Trafficante Jr.. Santo introduz o novo grupo de "muito ativos" cubanos na Flórida, que está ansioso para voltar aos dias de seu jogo lucrativo, drogas, prostituição e empresas em Cuba.
Em setembro, a milícia civil cubano mobilizar para operações de limpeza na região do Escambray de Las Villas Providence, financiado pela CIA contra os grupos contra-revolucionários que operam lá. Os grupos da CIA são esmagados pela milícia civil. Em 17 de setembro, Cuba nacionaliza todos os bancos americanos em Cuba (O First National Bank of Boston, First National City Bank of New York e Chase Manhattan). Em 19 de setembro, Fidel Castro, assistir à sessão de abertura da Assembléia Geral da ONU, permanece no Harlem, onde ele se encontra Malcolm X. Em 26 de setembro, Premier Castro aborda a Assembléia Geral da ONU. Voltando a Cuba no dia 28, Castro aborda um comício na Praça da Revolução - quando os terroristas detonar quatro bombas destinados Castro. A tentativa não for bem sucedida, e Castro continua falando, agora propondo a criação de Comitês de Defesa da Revolução.Checoslováquia envia armas militares para Cuba para a proteção, baterias antiaéreas principalmente, com os técnicos que os acompanham. Castro à Assembléia Geral das Nações Unidas: O problema de Cuba e sua política revolucionária (26 de setembro de 1960) Castro em Estabelecimento de vigilância revolucionária em Cuba (setembro 29, 1960)
    
   
Em 7 de outubro de 1960, as Nações Unidas estão mais uma vez informado pelo chanceler Raul Roa Garcia que a CIA está treinando contra-revolucionários na Guatemala para uma invasão de Cuba. Os Estados Unidos agressivamente nega as acusações e as Nações Unidas novamente rejeita a alegação. Em outubro 08-10, armazena armas caiu de um avião militar dos EUA são apreendidos no Escambray e mais de 100 contra-revolucionários são presos. No dia 13, o delegado da República de Cuba do conselho em Miami, Abelardo Leon Blanco, é severamente espancado e aterrorizados em plena luz do dia. Em 19 de outubro, os Estados Unidos impõe um comércio completo e embargo econômico sobre Cuba com exceção de comida e remédios.
Por esta altura, o governo cubano se converteu no ex-quartel do exército de mais de 10.000 novas escolas em ambas as cidades e áreas rurais, um aumento de 200% no número de escolas cubanas nos últimos 20 anos, obtidos em um único ano. Em 15 de outubro de 1960, Cuba decreta um programa de reforma urbana, garantindo a cada trabalhador a casa própria.
Em 31 de outubro, o chanceler cubano, Raúl Roa, em entrevista na Assembléia Geral da ONU, mais uma vez revela novas informações sobre um ataque dos EUA planejada em Cuba, citando a formação de exilados cubanos leais a vez Battista, sendo doutrinados e fornecidos por os EUA militar. Presidente dos EUA, Eisenhower nega tudo. Quatro dias anteriores, Eisenhower ordenou o início do U-2 vôos sobre Cuba para mapear planos de invasão. A essa altura, Cuba tem universalmente armado de todos os seus trabalhadores, incluindo mulheres, para a defesa de seu país.
Em 13 de novembro, quase metade de toda a Guatemala exército, liderado por mais de 120 policiais, rebeldes contra o governo de Miguel Fuentes. Os soldados, em parte, em solidariedade com a revolução de Cuba, objeto para o governo dos EUA usando seu país para uma invasão de Cuba. O governo da Guatemala não é capaz de esmagar a rebelião de soldados, e apela ao governo dos Estados Unidos para obter assistência. O governo dos EUA está em conformidade, bem bombardear os soldados com bombardeiros B-26 - pilotado por exilados cubanos, a quem a CIA é um treinamento para uso contra Cuba. Para cobrir esta ação até, cinco dias depois ordens do presidente Eisenhower a Marinha dos EUA para a Nicarágua e Guatemala para proteger esses países de "agressão cubana". No dia 18, o logo-a-ser Presidente Kennedy é informado sobre os planos para a invasão de Cuba.
Em 01 de janeiro de 1961, Cuba lança uma Campanha Nacional de Alfabetização, que dentro do período do ano reduz a taxa de analfabetismo em Cuba de 25 por cento para 3,9 por cento - a fixação de um padrão sem precedentes em todo o mundo subdesenvolvido. Em 2 de janeiro de 1961, o premiê soviético Nikita Khrushchev lucidamente diz uma reunião na embaixada cubana em Moscou: "notícia alarmante é proveniente de Cuba no momento, notícia de que os monopolistas mais agressivos americanos estão preparando um ataque direto a Cuba." Um dia depois dos Estados Unidos rompe relações diplomáticas e consulares com Cuba. Em janeiro de 7-9, esconderijos de armas lançadas por aviões americanos na província de Pinar del Rio e Ecambray são novamente cessou. Dias depois, no dia 14, os terroristas iniciar um incêndio nos armazéns de tabaco de Havana, causando danos graves.
Em 20 de janeiro de 1961, John F. Kennedy é empossado como presidente dos Estados Unidos, derrotando Richard Nixon com alegações de que ele não tivesse sido duro o suficiente sobre a propagação mundial do comunismo. Nixon tinha sido o vice-presidente de Eisenhower (o Comandante Supremo Aliado na Europa Ocidental, durante a Segunda Guerra Mundial), a sua administração com duração de 1953-1960. Juntos, eles incentivaram a Red Scare, purgando centenas de pessoas do governo e prendendo milhares de pessoas que eram suspeitos de ser filiado ao Partido Comunista. Eisenhower tinha usado a CIA para atacar e derrubar o governo iraniano em 1953 e em 1954 para derrubar o governo socialista na Guatemala. Em setembro de 1954, Eisenhower criou o Sudeste da Ásia (Organização do Tratado SEATO) para garantir a estabilidade do capitalismo no sudeste da Ásia. A administração, entretanto, tinham assinado um tratado concordando em não atacar a China, e é o envolvimento "apenas" na guerra da Indochina foi a enviar armas, suprimentos e estrategistas militares para o Vietnã do Sul (ao mesmo apoiado militarmente pelos franceses). Kennedy tinha planos muito mais militaristas para o comunismo, que foi despedaçar o poder dos EUA económico em todo o mundo.
Em fevereiro, pela primeira vez, Castro explica socialismo está sendo construído em Cuba. Pouco depois, a CIA faz outra tentativa de assassinar o primeiro-ministro Castro, favorito desta vez o envenenamento de Castro charutos cubanos com o botulismo, uma toxina tão potente que os seus vapores são suficientemente fortes para matar. Além disso, o coronel Sheffield Edwards, do CIA oferece cápsulas contendo a mesma toxina ao seu Mafia contato Roselli, a enviou para Castro. Ambas as tentativas falharem. Castro explica a natureza do socialismo em Cuba (01 de fevereiro de 1960)
   
Em 11 de março, os terroristas destruir instalações eléctricas em Havana, deixando uma grande parte de Havana sem eletricidade. Dois dias depois, uma refinaria de petróleo no porto de Santiago de Cuba é atacada por terroristas.
Em 03 de abril, os norte-americanos questões do Departamento de Estado um Livro Branco sobre Cuba, explicando que Cuba é um satélite soviético - ditando que se Cuba rompe todos os laços com a União Soviética os Estados Unidos vão ajudar como um governo "livre", se Cuba escolhe caso contrário, os Estados Unidos ameaça que Cuba é "um perigo claro e presente para a revolução autêntica e autônoma das Américas." Em 7 de abril, o New York Times relata que "especialistas" tenho treinado grupos paramilitares para uma invasão de Cuba na Guatemala, Flórida e Louisiana.
Em 12 de abril de 1961, a União Soviética inaugura o mundo a uma nova era quando Yury Gagarin se torna o primeiro ser humano no espaço. No mesmo dia, presidente dos EUA, Kennedy responde directamente às alegações vazadas em New York Times, dizendo: "Primeiro, quero dizer que não haverá, sob quaisquer condições, uma intervenção em Cuba pelos Estados Unidos das Forças Armadas. "

EUA Invasão de Cuba

Na madrugada de 14 de abril de 1961, um esquadrão de norte-americanos B-26 bombardeiros camuflados com insígnias cubanas começam a bombardear os aeroportos em Cuba, em ataques que duraria dois dias, destruindo grande parte da força aérea cubana. Ataques aéreos adicionais para destruir completamente as capacidades aéreas de Cuba é negado por Kennedy, de assegurar a ligação dos EUA aos ataques de permanecer em segredo, enquanto o suporte mundo já está começando a balançar fortemente em favor da defesa cubana. Em 16 de abril, pouco antes da meia-noite, EUA terra mergulhadores nas praias de Cuba na Baía dos Porcos e configurar luzes de pouso para orientar a iminente invasão.
A invasão é sprearheaded pela Brigada 2506, um grupo de 1200 os cubanos, treinados sob direção militar EUA, fornecido com EUA armamento e apoio. A Brigada é comandado pelo agente da CIA Grayston Lynch e agente da CIA William Robertson. Além de ter destruído a maior parte dos dias da Força Aérea cubana anteriores, o plano de invasão é para ataques aéreos para destruir estradas e pontes, garantindo que os cubanos não conseguiram chegar a Baía dos Porcos, antes que os soldados contra-revolucionários tem uma posição. Estes ataques aéreos seriam prorrogados por agentes da CIA que já tinha penetrado Cuba, prontos para explodir várias pontes principais e estradas por todo Cuba. A condição de vitória global seria a criação de um novo governo cubano, sob a direção dos EUA.
Na madrugada de 17 de abril, a Brigada 2506 divididos em seis batalhões de cerca de 200 soldados cada um, e começou a implantar. Dois batalhões desembarcou em Playa Girón e um em Playa Larga, mas até mesmo a implantação seria negá-los. Os recifes de coral eram seu primeiro inimigo, atrasando o desembarque de várias horas até que os barcos podem navegar ao redor do coral, sob pena de violar os seus cascos dos navios. Dois navios de guerra afundou 80 metros da costa cubana, como resultado da capacidade de navegação pobres, os tripulantes foram resgatados, mas alguns equipamentos pesados ​​(de artilharia, munições de guerra pesados, etc) foram perdidas.
Pouco antes de 3 horas na manhã de segunda-feira, um membro civil do Comitê de Defesa da Revolução vê a navios de guerra dos EUA, poucos metros ao largo das costas cubanas. Menos de 20 minutos depois, todo o governo cubano é informado sobre a invasão, e sua resposta é imediata. Castro incansavelmente coordena a defesa da ilha, primeiro a população civil é imediatamente alertado sobre a invasão: nos últimos meses o governo cubano começou um programa agressivo de dar armas a toda a população cubana e formação dos seus povos em tácticas básicas de militares para defender a ilha no caso de invasão. Em seguida, o restante da Força Aérea cubana lança - em poucas horas a desvantagem numérica, mas ousada cubanos alcançar a superioridade aérea sobre a aeronave dos EUA. A Força Aérea cubana, em seguida, voa sobre a frota de invasão dos EUA, bombardeando e afundar a frota de comando da embarcação "Maropa" eo navio de abastecimento "Houston". Polícia cubana caçar e prender agentes da CIA antes que eles podem explodir a qualquer de seus alvos, e cubanas forças civis e militares depois ferozmente envolver Brigada 2506.
Questões diplomáticas para os Estados Unidos começaram a ir muito mal, muito rapidamente. O envolvimento dos EUA na invasão de Cuba foi uma violação direta do artigo 2 º e artigo 51 da Carta das Nações Unidas, bem como os artigos 18 e 25 da Carta da Organização dos Estados Americanos, e no artigo 1 do Tratado Rio.
No dia da invasão, EUA Secretário de Estado Dean Rusk dá uma conferência de imprensa. "O povo americano tem o direito de saber se estamos a intervir em Cuba ou pretendem fazê-lo no futuro", disse ele. "A resposta a essa pergunta é não." O embaixador dos EUA nas Nações Unidas Stevenson, agora cientes do envolvimento dos EUA na invasão que ele havia sido instruído a negar dias antes, rompe publicamente e insta os Estados Unidos para parar o ataque . Embaixador soviético nas Nações Unidas Zorin respondes ao deixar claro que "Cuba não está sozinho hoje. Entre seus amigos mais sinceros da União Soviética é para ser encontrado. "
Às 12:15, 18 de abril, Kennedy recebe uma carta de Kruschev: "É um segredo para ninguém que os bandos armados invadindo o país foram treinados, equipados e armados nos Estados Unidos da América. Os aviões que estão bombardeando cidades cubanas pertencem aos Estados Unidos da América, as bombas que estão caindo estão sendo fornecidos pelo governo americano .... Ainda não é tarde para evitar a irreparável. O governo dos EUA ainda tem a possibilidade de não permitir que a chama da guerra acesa por intervenções em Cuba a crescer em uma conflagração incomparável .... Tanto quanto a União Soviética está em causa, não deve haver engano sobre nossa posição: Nós vamos tornar o povo cubano e seu governo todo o auxílio necessário para repelir um ataque armado contra Cuba ". Kruschev com Kennedy: Fim agressão dos EUA contra a República de Cuba (18 de abril, 1961)
   
Kennedy pisca.
Todo o suporte planejado pela Força Aérea dos EUA é chamado de off, ea Brigada 2506 fica encalhado para afastar para se, em Cuba. A batalha estava indo mal para os invasores norte-americanos não, capaz de ganhar uma polegada na praia que tinha sido abandonado. Diante da derrota total, Kennedy continua a manter que os EUA não está envolvido na invasão. Após dois dias de intensos combates, Kennedy inverte momentaneamente a sua decisão anterior com o estômago cheio de remorso, e ordena os EUA Força Aérea para ajudar a força de invasão de que forma eles podem.Quatro pilotos norte-americanos são mortos, abatidos por pessoas que há meses tinha conhecido pouco mais sobre o mundo do que a colheita de açúcar. > Kennedy: Os EUA não vão invadir Cuba > Khrushchev: Of Freedom O que você está falando?
    
   
No mesmo dia, 19 de abril, 02:30, 2506 Brigada comandante Perez San Roman transmites uma mensagem de rádio final da Brigada de 2506: "Não temos nada para lutar com" San Roman disse, sua voz de ruptura ", como você pode pessoas [os EUA] fazer isso para nós, o nosso povo, nosso país? "Cerca de 200 soldados são mortos em combate, enquanto outros 1.000 são capturados como prisioneiros de guerra. Entre os presos são homens que tinham anteriormente detido em Cuba 914,859 hectares de terras, fábricas de setenta, cinco minas, dois bancos e 10 engenhos de açúcar.
Em 72 horas, Cuba havia vencido.