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terça-feira, 1 de maio de 2012

MANIFESTAÇÃO 1º MAIO EM LISBOA - 38 FOTOS DO DESFILE






































DO ALBUM DE EGAS BRANCO (facebook)


acabados de comprar na secção de legumes do pingo doce

... ele há tuberculos na loja do jeronimo martins que são do catano! Eheheheh

Nota:post recomendável apenas a basbaques



O departamento de markting do pingo doce está de parabéns...



PINGO DOCE
Se o Povo Português não fosse sereno o desconto teria sido de 100%


PINGO DOCE PINGO AMARGO





Alameda em ambiente de festa à espera da manifestação da CGTP


A Alameda D. Afonso Henriques, em Lisboa, vive um clima de festa esta tarde. O local foi escolhido pela CGTP para terminar a manifestação do 1.º de maio, mas houve muitas pessoas que preferiram esperar no local pela chegada do protesto.

A manifestação da CGTP começou no Martim Moniz e ainda não chegou à Alameda D. Afonso Henriques. 

Milhares na manifestação da CGTP do Porto porque os "trabalhadores não são peças descartáveis"

 
Lusa

Nem a chuva impediu milhares de pessoas de participarem  hoje na manifestação do 1º de Maio da CGTP, no Porto, onde foram feitas  duras críticas às políticas do Governo e se reivindicou que "os trabalhadores  não são peças descartáveis".

A Avenida dos Aliados e algumas ruas centrais do Porto foram hoje o  local escolhido pelos manifestantes para a marcha do 1. de Maio, tendo  juntado milhares de pessoas, muitas delas envergando bandeiras vermelhas  da CGTP. 
Sob frases como "o custo de vida aumenta e o povo não aguenta" e "os  salários a baixar e os lucros a aumentar" os manifestantes fizeram ouvir  a sua voz contra as políticas governamentais, os cortes de salários e as  alterações à lei laboral. 
Cerca das 15:30, do palco montado na placa central da Avenida dos Aliados,  foi feito o discurso da comemoração do 1. de Maio, tendo este estado a  cargo do coordenador da União de Sindicatos do Porto (USP), João Torres,  que disse que esta "é uma luta que vai continuar contra a política do PSD".
"Os culpados são os governantes. (...) Eles são os coveiros do país  e temos que correr com eles o mais rápido possível", criticou. 
Segundo João Torres, "este Governo não tem legitimidade para rasgar  os compromissos com o povo português". 
"Alguém lhes deu o voto para viver pior, que é aquilo que acontece com  90 por cento dos portugueses", questionou, afirmando que "enganaram mais  uma vez os portugueses". 
Criticando o facto do tratado orçamental ter sido "assinado à revelia  do nosso povo", o líder sindical disse que este só "ajuda a estrangular  ainda mais o país" e que "austeridade em cima de austeridade não é solução"  mas sim "um agravamento das condições de vida dos portugueses". 
"Os trabalhadores não são peças descartáveis", enfatizou, num discurso  muito marcado pela oposição às alterações à lei laboral. 
Sem citar o nome da UGT, João Torres deixou ainda críticas implícitas  à estrutura sindical que está "sempre com os patrões e com os sucessivos  governos". 
O coordenador da União de Sindicatos do Porto disse ainda há quem queira  "há muito partir a espinha à CGTP", deixando um recado para essas pessoas:  "nós não partimos, nem sequer dobramos". 
A chuva, que aguentou quase até ao final do discurso, caiu de forma  intensa durante alguns minutos, tendo feito as pessoas procurado abrigo  nas laterais da Avenida dos Aliados.  
A marcha pelas ruas centrais do Porto prosseguiu depois do fim do discurso.
Lusa

1º DE MAIO NO MUNDO - FOTOGALERIA